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Boko Haram liberta 21 garotas que foram sequestradas em 2014

Grupo jihadista havia sequestrado 267 meninas em 2014 em Chibok. Após dois anos, dezenas de estudantes permanecem desaparecidas.

O grupo jihadista da Nigéria Boko Haram libertou 21 estudantes que haviam sido sequestradas pelo grupo em uma escola na cidade de Chibok em 2014. Na época, 276 meninas haviam sido levadas pelo grupo terrorista.

Segundo a agência France Presse, “as jovens foram trocadas por quatro prisioneiros do Boko Haram nesta manhã”, na região de Banki (fronteira com Camarões).

Em 2014, 57 garotas conseguiram fugir logo após o sequestro, mas mais de 200 permaneceram desaparecidas.

Em agosto, o Boko Haram publicou um vídeo em que diz mostrar cenas recentes de dezenas de jovens estudantes sequestradas, dizendo que algumas delas tinham sido mortas em ataques aéreos.

No vídeo, publicado em redes sociais, um homem mascarado pode ser visto atrás de dezenas de garotas, uma delas identificada como Maina Yakubu, que diz ser de Chibok. Ela tem o rosto coberto no vídeo.

“O que eu quero dizer a meus pais e ao governo federal é que o governo deveria, por favor, libertar membros do Boko Haram que estão sob custódia de agentes de segurança para que nós também possamos ser soltas”, diz ela. “Jatos militares mataram algumas das garotas”, acrescenta.

O Boko Haram, que no ano passado jurou fidelidade aos militantes do grupo Estado Islâmico, tem sequestrado centenas de homens, mulheres e crianças em sua campanha para criar um califado islâmico.

Sob o comando do presidente Buhari e ajudado por países vizinhos, o exército da Nigéria tem recapturado a maior parte do território perdido para o Boko Haram, mas o grupo ainda realiza frequentes ataques suicidas com bombas.

http://g1.globo.com/mundo/noticia/2016/10/boko-haram-liberta-21-garotas-que-foram-sequestradas-em-2014-diz-cnn.html

Forças iraquianas recapturam distrito de Falluja das mãos do Estado Islâmico

Cidade à beira do Eufrates foi a primeira a cair no domínio do grupo, em 2014

FALLUJAH, IRAQUE — Forças do regime iraquiano liberaram o distrito de Gourma no Noroeste de Falluja após uma série de confrontos com militantes do Estado Islâmico nos arredores da cidade. Durante a ofensiva foram realizados bombardeios na área central, onde o grupo mantém quartéis-generais.

Em pronunciamento à TV, o brigadeiro-general Yahya Rasool, porta-voz do Exército iraquiano, descreveu o avanço das forças do regime como “cauteloso”, e dependente do trabalho de engenheiros que desarmam bombas colocadas pelos jihadistas.

Bastião de longa data dos militantes sunitas, Falluja, a 50 quilômetros de Bagdá, foi a primeira cidade a ser dominada pelo EI, em janeiros de 2014. Seis meses depois — com largas porções do território do Iraque e da Síria sob seu controle — o grupo anunciou a criação de seu califado.

A cidade foi cercada por forças iraquianas no ano passado, mas o regime preferiu se concentrar em operações de combate no Norte e no Oeste do país, priorizando cidades como Mossul. De acordo com um recente estimativa do Exército americano, entre 500 e 700 membros do EI estariam em Falluja.

De acordo com o primeiro-ministro iraquiano, Haider al-Abadi, a ofensiva foi conduzida pelo Exército, polícia, forças contraterroristas, combatentes tribais locais e uma coalizão de milícias xiitas, quer atuam principalmente fora da cidade, como aconteceu nos confrontos em Ramadi, para evitar um agravamento das tensões sectárias com a população sunita.

Localizada às margens do Rio Eufrates, Falluja teve sua população reduzida a menos de um terço desde a invasão americana na década passada, e os governos dos EUA e do Iraque estimam que cerca de 100 mil civis ainda vivam na cidade.

Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/mundo/forcas-iraquianas-recapturam-distrito-de-falluja-das-maos-do-estado-islamico-19361974#ixzz49ZwDbf6X
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‘EI foi derrotado em Ramadi’, declara governo iraquiano após retomar território

Após semanas de ataques intensivos, as forças iraquianas conseguiram retomar o controle de Ramadi – localizada 100 quilômetros a oeste de Bagdá – neste domingo. O grupo que se autodenomina “Estado Islâmico” mantinha o domínio da região considerada estratégica para os extremistas, mas se retirou após a ofensiva do Iraque.

A retomada do território foi considerada pelo governo iraquiano uma vitória sobre o “EI”. Segundo um porta-voz, a área está sob completo domínio do Iraque, sem nenhum sinal de membros do grupo extremista por ali.

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Ainda assim, o porta-voz admitiu que é possível que haja uma pequena resistência deles nos próximos dias.

Ramadi estava sob controle do “EI” desde maio, e o fato era visto como uma grande e vergonhosa derrota para o exército iraquiano. O território é estratégico já que a cidade é a capital de Anbar, maior província do Iraque, dividindo fronteira com Síria, Jordânia e Arábia Saudita.

Ataques

Nos últimos dias, as tropas do exército iraquiano foram abrindo caminho com armadilhas entre ruas e prédios enquanto avançavam em direção ao centro de Ramadi, reconquistando os distritos dos arredores aos poucos.

Assim que pararam de ouvir os tiros dos extremistas e confirmaram que a área estava sem nenhuma movimentação humana, os iraquianos retomaram de vez o território.

“O complexo está completamente sob nosso controle, não há nenhuma presença de membros do ‘EI’ nele”, disse o porta-voz dos militares, Sabah al-Numani, à Reuters.

“Com o controle do complexo, isso significa que eles foram derrotados em Ramadi. O próximo passo é eliminá-los também em outras áreas por aqui ou ao redor da cidade.”

Image copyrightReuters
Image captionExército iraquiano foi avançando aos poucos até retomar domínio da região

Não está claro o número de membros do “EI” que estavam na região de Ramadi, mas algumas estimativas falam em pelo menos 400. Também não há informações sobre possíveis feridos do exército iraquiano. As tropas acreditam que os militantes extremistas que sobraram podem ter ido para o nordeste da região.

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O comandante das operações militares de Anbar, Ismail al-Mahlawi, disse à agência de notícias AP que a luta havia sido difícil e que eles tiveram de enfrentar armadilhas e homens-bomba.

A preocupação também permanece para as centenas de famílias que foram capturadas pelo “EI” na linha de frente, segundo o repórter da BBC em Bagdá, Thomas Fessy.

Mas, apesar de a paz na região ainda não ter sido completamente reestabelecida, a agência de notícias AFP relata que houve comemorações nas ruas de diversas cidades iraquianas.

A operação para retomar o controle de Ramadi começou em novembro, mas teve um progresso lento, principalmente porque o governo optou por não usar a poderosa força paramilitar xiita que ajudou a recuperar a norte da cidade de Tikrit, para evitar o aumento das tensões sectárias.

http://www.bbc.com/portuguese/noticias/2015/12/151227_iraque_ei_ramadi_rm

Iémen: governo no exílio anuncia reconquista de Aden

Os combatentes fiéis ao governo iemenita exilado na Arábia Saudita retomaram esta sexta-feira o controlo da totalidade de Aden, incluíndo o porto da principal cidade do sul do Iémen.

O anúncio da “libertação” de Aden, que tinha caído nas mãos da rebelião houthi no fim de março, foi feito pelo primeiro-ministro iemenita, a partir do exílio em Riad, e confirmado pela população local.

A reconquista da cidade portuária marca um ponto de viragem depois de quase quatro meses de conflito que fizeram mais de 3500 mortos e um milhão de deslocados.

Apesar do anúncio, residentes constatam ainda tiroteios esporádicos, em vários bairros de Aden.

Os rebeldes xiitas, apoiados pelo Irão, continuam a controlar a capital Saná, apesar da ofensiva das forças progovernamentais, com o apoio da campanha de bombardeamentos liderada pela Arábia Saudita.

http://pt.euronews.com/2015/07/17/iemen-governo-no-exilio-anuncia-reconquista-de-aden/

Iraque: Está em marcha a operação iraquiana para reconquistar Ramadi

As forças armadas do Iraque, apoiadas pela coligação liderada pelos Estados Unidos, já colocaram em marcha a operação para recuperar do grupo Estado Islâmico (ISIL, sigla inglesa pela qual também são conhecidos os “jihadistas”) o controlo da cidade de Ramadi, no Iraque.

Veículos militares estão a ser deslocados para a capital de al-Anbar, a maior das 18 províncias do Iraque, que foi tomada no fim de semana pelo ISIL.

A contraofensiva iraquiana deverá incluir também as milícias xiitas apoiadas pelo Irão, o que está a levantar alguma desconfiança em Washington face a um eventual conflito étnico numa região maioritariamente sunita. Uma fonte oficial norte-americana, citada pela Reuters sob anonimato, descreveu a operação de retomada de Ramadi como “um barril de pólvora”: “Existe a possibilidade de que possa correr muito, muito mal.”

http://pt.euronews.com/2015/05/19/iraque-esta-em-marcha-a-operacao-iraquiana-para-reconquistar-ramadi-ao-isil/

FORÇAS IRAQUIANAS DERROTAM O ISIS EM TIKRIT E CHEGAM AO CENTRO DA CIDADE

Forças militares iraquianas e milícias xiitas entraram em Tikrit, declarando-a “liberta” do Estado Islâmico do Iraque e da Síria (ISIS) na terça-feira, após 10 dias de uma grande ofensiva na cidade natal do ex-presidente Saddam Hussein.

Marwan al-Jabara, porta-voz tribal da província Salaheddin, disse a Al Arabiya News Channel  que as forças conseguiram chegar ao centro da cidade de Tikrit, após violentos confrontos em que “dezenas de militantes do ISIS foram mortos.”

Moradores comemoraram com os parentes que fazem parte das milícias conhecidas como Hashid Shaabi, na cidade de al-Alam no dia 10 de março de 2015. (Reuters)

Um major iraquiano disse à AFP: “Estamos agora fazendo missões de combate para limpar o bairro de Qadisiyah.”

Al Arabiya na terça-feira informou que as forças iraquianas tomaram o monitoramento do hospital militar de Tikrit, que fica perto do centro da cidade.

Várias outras fontes militares e políticas confirmaram que as forças iraquianas retomaram o controle de uma parte significativa da Qadisiyah, um grande bairro ao longo do norte do centro da cidade.

http://english.alarabiya.net/en/News/middle-east/2015/03/11/Iraqi-forces-enter-ISIS-held-Tikrit-army-.html