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Cristãos são punidos com tortura e prisão no Irã

Mohabat News A    Prisão de Evin, também conhecida como “a fábrica de torturas do regime” e “a prisão mais notória do Irã”, atualmente conta entre seus detentos 11 cristãos sendo punidos por sua fé.

A organização anti-perseguição International Christian Concern (ICC) revelou que um dos internos , Nasser Navard Gol-Tapeh , corre o risco de “perder completamente os dentes” devido a tratamento desumano e falta de assistência médica.

Nasser foi sentenciado a uma sentença de 10 anos depois de montar um grupo de oração em sua casa.

O Irã o acusou de “agir contra a segurança nacional através da formação e estabelecimento de uma organização ilegal da igreja em sua casa” e disse que ele deve cumprir sua pena.

Seu advogado Hossein Ahmadi Niaz disse à ICC: “Meu cliente não violou nenhum dos códigos criminais e não é culpado de suas acusações.

Todos os outros cristãos presos com ele também confirmaram que todas as suas reuniões eram estritamente focadas em sua fé e adoração e nada mais.”

Ex-presos revelaram as condições angustiantes dentro da prisão, na capital do Irã.

Um disse que os prisioneiros “nunca são os mesmos” depois de experimentar a vida atrás das grades em Evin.

Ela disse: “Um dia é como um ano, alguns dias você não pode respirar porque não sabe o que vai acontecer com você no dia seguinte.

Quando as pessoas vivenciam a prisão de Evin, elas nunca mais serão as mesmas.

Ela disse que mesmo depois de ser libertado, ex-prisioneiros não podem voltar à vida normal.

Ela disse: “O estresse é demais. Nós não podemos ser as mesmas pessoas. Nós não podemos ser tão felizes quanto antes.

Não gostamos de atividades como pessoas normais, porque o tempo todo pensamos naqueles que ainda estão lá.”

Hormoz Shariat, da organização Iran Alive Ministries, também revelou como é a vida na Prisão de Evin.

Ele disse: “Geralmente, no primeiro ou segundo mês, há tortura para obter todas as informações que podem do prisioneiro.

Se o preso morre sob tortura, eles alegam que ele cometeu suicídio.

“Além disso, quando alguém é preso, outros irmãos e irmãs cortam o relacionamento  com ele e sua família por causa dos riscos de segurança. Então a pessoa e sua família se sentem abandonados e solitários. ”/  Express.co

Publicado em 21 de maio

Com imagem de Al Jazeera   e informações Mohabat

 

Toque de recolher até o dia 25 de dezembro

Esta declaração de fé faz parte das orações dos cristãos indianos, porém os líderes hindus afirmam o contrário e conspiram obrigar, por meio da lei, todos os convertidos ao cristianismo a reconverterem-se ao hinduísmo. “Conspiração planejada”, diz um jornalista respeitado.

Ignorando expressões particulares de exasperação de seu próprio líder político, os principais líderes do movimento fundamentalista hindu da Índia montaram uma campanha vigorosa para trazer cristãos convertidos de volta ao hinduísmo.

“Este é o nosso próprio país, o nosso rashtra hindu”, ou nação, disse Mohan Bhagwat, chefe do Rashtriya Swayasevak Sangh, uma organização nacional, que tem sido a fonte ideológica de vários grupos da Índia, dedicada a uma expressão nacionalista do hinduísmo. Bhagwat fez a declaração dia 20 de dezembro em Kolkata, a terceira maior cidade da Índia, durante a celebração do jubileu de ouro do Conselho Mundial Hindu, que afirma ter “reconvertido” várias centenas de milhares de cristãos e muçulmanos ao hinduísmo.

“Aqueles que haviam se desviado foram atraídos. Eles tinham sido roubados de nós”. O discurso exasperado de Bhagwat foi citado diversas vezes pela mídia de notícias indianas. “O ladrão está sendo capturado e nossa propriedade será recuperada” disse ele.

Sete dos 29 estados da Índia possuem leis que proíbem conversões religiosas forçadas. Aparentemente a intenção é fazer uso das leis para proteger os indivíduos de proselitismo indesejável, mas em vez disso, elas são “frequentemente utilizadas como pretexto para perturbar e interromper os serviços da igreja, bem como para assediar, espancar e acusar os cristãos e líderes cristãos” relatou à Portas Abertas, um dos líderes de uma instituição que apoia cristãos, que está sendo fortemente pressionada por ajudá-los.

“O que está acontecendo em todo o país é uma conspiração planejada. Eles (os nacionalistas hindus) querem criar uma atmosfera onde mais partidos apoiarão um projeto de lei nacional anti-conversão”, disse AJ Philip, um colunista que escreve para jornais diários do país.

Ore pelos cristãos na Índia!

Cristãos sofrem hostilidade incentivada por motivação religiosa em centros de refugiados na Alemanha

*Texto traduzido

A pesquisa revela que a maioria diz ter sido insultada, assaltada, agredida ou ameaçada de morte

Refugiados cristãos na Alemanha estão enfrentando abuso de motivação religiosa e ataques violentos de refugiados muçulmanos e funcionários de segurança, de acordo com o relatório do Open Doors.

Dos 231 refugiados que o Open Doors entrevistou entre os meses de fevereiro e abril, 204 disseram que passaram por “perseguição por motivos religiosos,” – seja por meio de insultos verbais, agressão sexual ou física, ou ameaças de morte.

<> on January 8, 2015 in Bautzen, Germany.
Mahan, 2, um refugiado cristão iraniano que, juntamente com os seus pais está em busca de asilo na Alemanha, espreito atrás de uma divisória de vidro na sala  de jantar, no centro de refugiados de Spreehotel, em janeiro de 2015, em Bautzen, Alemanha. Cerca de 200 refugiados, muitos da Síria e da Tunísia e também da Chechénia, Balcãs, Irã, Rússia e de outros lugares, vivem no centro de refugiado.

 

Desses entrevistados, 69% eram iranianos, enquanto 13% vieram do Afeganistão e 5% por cento da Síria. 86% eram ex-muçulmanos que se converteram ao cristianismo, a maioria deles em seu país de origem.

As entrevistas foram conduzidas pela equipe do Open Doors, na Alemanha, que também emitiu pesquisas escritas no idioma nativo deles. A organização disse que os relatos de assédio provocado pelas pesquisas representam “apenas a ponta do iceberg”.

“O que é alarmante é o fato de que os refugiados cristãos e outras minorias religiosas estão enfrentando cada vez mais o mesmo tipo de perseguição e discriminação como em seus países de origem e não estão recebendo a proteção adequada na Alemanha”, disse a organização.

Outros grupos, tais como a Konrad Adenauer Foundation com sede em Berlin, também documentaram ocorrências anti-cristãs  em  centros de refugiados alemães. Um relatório de março pela fundação observou um aumento nas hostilidades para com os cristãos.

 O Open Doors, no entanto, disse que o relatório da fundação é excessivamente desconsiderado porque concluiu que os dados concretos sobre a hostilidade orientada pela a religião é difícil de obter, e que grande parte do atrito “mais provável” é um produto  sobrecarregado, multicultural,  vida angustiante nos centros de refugiados.

 “Tais teorias somente serevem para banalizar e suprimir a verdeira razão por trás dos ataques , assim como os resultados do estudo do Open Doors indicam claramente”, informou o relatório do Open Doors. “Isso mostra que os incidendentes documentados são  ataques religioamente motivados por natureza e que eles estão acontecendo com frequência e não apenas ocasionamente.”

8% dos refugiados entrevitdos pelo Open Doors disseram que refugiados  cristãos e muçulmanos deveriam estar em centros diferentes.

“Não deve haver mais “experiência de integração” em detriment dos refugiados cristãos”, disse o relatório. “Eles veem eles mesmos como um pequena minotira dentro de uma maioria de muçulmanos e rapidamente tomam conhecimento que a maioria das autoriades dos alojamentos não apenas falham para providenciar qualquer ajuda a eles, pelo contrário, mostra-e um complete abandon de um completo abandon ao entendimento da situação”.

Open Doors acrescenta que há outros países europeus “onde sinais alarmantes estão começando a chegar a publico, incluindo, Suécia, onde , Segundo o relatório, “o diretor do conselho de migração tem conhecimento dos problemas nessa área.

O problemas também foram reportados em um campo de refugiados no nordeste da France, onde no ultimo ano um iraniano convertido ao cristianismo foi assassinado.

Open Doors disse que há uma “necessidade crucial para a proteção de convertidos e do direito de ser capaz de escolher livremente a própria fé (incluindo mudá-lo). Isso ocorre especialmente quando minorias religiosas buscam por ajuda e proteção em um país como a Alemanha, onde os direitos para praticar livremente  a própria fé são garantidos constitucionalmente.

“A forma radical do Islam, enquanto praticada nos países de origem dos perpetradores,  deve ser impedida de destruir o direito à liberdade religiosa na Alemanha”, acrescentou.

*Fonte: World Watch Monitor

EVM presente em seminário sobre Religião e Política na UCAM

Por Erica Oliveira

A equipe da ONG Ecoando a Voz do Mártires (EVM) participou do seminário “Religião e Política: tensões, complementação e contradições”, na noite de ontem, na Universidade Candido Mendes.

Estavam à mesa o reitor da universidade, Cândido Mendes, o pastor e teólogo da Igreja Cristã de Ipanema Edson Fernando de Almeida , o cientista político e coordenador do seminário Luiz Alberto G. Souza e a professora e pesquisadora da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) Beatriz Bissio.

No seminário, foi apresentado pela professora Beatriz um mundo muçulmano “vitimizado” pelas potências ocidentais e isento de qualquer culpabilidade pelo extremismo que exporta para o Ocidente e os demais palestrantes criticaram o “cristianismo fundamentalista”, tachado como intolerante.
Não houve debates, porém, a presidente da EVM questionou a ausência de abordagem sobre a perseguição contra cristãos e minorias no Oriente Médio. Luiz Alberto – organizador do seminário e cientista politico – disse que poderia incluir o tema numa próxima oportunidade. Enquanto isso, a EVM continuará a questionar a carência de uma discussão plural acerca de perseguições e violações dos direitos humanos internacionais, por vezes, ocultadas ou pouco debatidas nos espaços acadêmicos.

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À esquerda, o produtor Daniel Souza; ao centro; a presidente do EVM, Andrea Fernandes e à direita, a assistente de comunicação, Erica Oliveira
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À direita o internacionalista e pesquisador André Nunes que demonstrou interesse pelo trabalho do EVM
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Edson F. Almeida, Pastor e teólogo
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Selfie do produtor e da assistente de comunicação do EVM
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Da esquerda para a direita, o pastor e teólogo, Edson F. Almeida; ao lado, a professora e pesquisadora da UFRJ Beatriz Bissio; ao centro, o reitor da UCAM e ao lado, o cientista político e coordenador do seminário, Luiz Alberto G. Souza

Dia de Ecoar a voz do mártires em São Paulo

A internacionalista e presidente da ONG Ecoando a Voz dos Mártires (EVM), Dra. Andréa Fernandes, realizou palestra nesta tarde de quarta-feira (30/03), na Igreja Pentecostal do Brasil, na cidade de Araras, estado de São Paulo.

Durante o evento,  Andréa Fernandes apresentou a perseguição de cristãos em países em que são minoria como no Oriente Médio, África e Ásia. Após a ministração, fora agendado encontro com o pastor da igreja para articulação de apoio ao pleito do EVM junto ao Ministério das Relações Exteriores, posto que, a instituição requereu inclusão da condenação da cristofobia no discurso do representante brasileiro na ONU, em setembro.

Além disso, ela também mencionou a participação do EVM na videoconferência feita no Ministério Público que discutiu sobre a atuação internacional do Brasil em temas de direitos humanos nas cidades de Brasília, Belém, Curitiba, Manaus, Rio de Janeiro, Recife e São Paulo.

A videoconferência foi organizada pelo Comitê Brasileiro de Direitos Humanos e Política Externa (CBDHPE), Ministério das Relações Exteriores e Ministério das Mulheres, Igualdade Racial e Direitos Humanos.

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Igreja Pentecostal do Brasil – Araras, SP
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Igreja Pentecostal do Brasil – Araras, SP
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Igreja Pentecostal do Brasil – Araras, SP

Pastor que foi preso no Irã diz que cristãos Americanos precisam de avivamento, cristãos iranianos “oram cinco horas por dia apesar da perseguição

Saeed Abedini, o pastor Americano que foi liberto de uma prisão iraniana em janeiro, disse que os cristãos americanos são muitas vezes complacentes em sua fé e carecem do “verdadeiro avivamento”, enquanto seus irmãos e irmãs no Irã estão orando ativamente e compartilhando o Evangelho  às pessoas, apesar da contínua perseguição

Em uma publicação compartilhada no fim de semana, no Facebook , Abedni, 35, revelou que que ele recentemente falou com David Nasser, vice-presidente sênior do Desenvolvimento Espiritual na Universidade da Liberdade. Durante a sua discussão, os pastores perguntaram a uma estudante se existia avivamento na Universidade.

 “Ela disse, ‘Eu acho que nós temos. Nós temos um bom culto, um bom estudo da Bíblia e as pessoas estão servindo ao Senhor’, Abedini escreveu. “Essas são grandes coisas, mas não penso que esse é o verdadeiro avivamento”.

O pastor disse que crentes no Irã oram “ao menos  cinco horas por dia” e eles estão preparados para dar a vida para manter a fé.

“E quando você pergunta a eles se eles têm avivamento, eles dizem, “Não! Nós não conhecemos muito bem a Bíblia, nós não evangelizamos o bastante e não pregamos. Nós não podemos encontrar um igreja para ir e nos sentimos muito mal por isso”, ele disse.

 “Neles, eu vejo avivamento”, ele enfatizou. “Cristãos americanos tem muito e são tão boas pessoas, mas nós ainda precisamos de avivamento em nossos corações. Nossos joelhos dobrados e oração, alegria de avivar. Então, eu vejo, aqueles que pensam que estão avivados, realmente não estão. E aqueles que pensam não estar avivados, estão.

Como relatado pelo The Gospel Herald, Abedini foi originalmente preso sob acusações de que sua fé minava o governo do Irã. Durante a sua primeira entrevista pós-liberação de volta aos Estados Unidos, ele contou a Greta Van Susteren da Fox News que ele havia sido espancado e torturado no cativeiro e passava o tempo em oração, aproximadamente 20 horas por dia. Em uma postagem anterior no Facebook, ele disse que as dificuldades na prisão tomaram a sua passagem em alguns de seus companheiros da prisão, e “muitos prisioneiros religiosos e políticos que começaram com uma fé muito forte, pensamentos e ações, enquanto estavam passando por tantas mudanças em seu país e do mundo “foram desgastados pela cadeia”.

“Eu vi alguns cristãos que foram presos porque eles não poderiam negar e sua fé e ele mantiveram seu ministério”, ele recordou. “Mas infelizmente, eu vi muitos desses heróis da fé enfraquecerem através das dificuldades do sofrimento na prisão”, ele disse. “Eu ouvi um dos cristãos orar a oração Islâmica de Namaz para tornar a sua situação mais fácil”. Abedini acrescentou: “Eu vi alguns prisioneiros políticos que começaram a obedecer a Política de Inteligência do Irã para obter a liberdade ou melhorar as suas condições na prisão. Nós não sabemos o quão forte a nossa fé realmente é até ela ser testada.” Ele pediu aos seus seguidores no Facebook para manter a fé deles alimentada, não importam as dificuldades que encontrem.  “Jesus tem uma razão para nos chamar para terminar o que nós começamos com Ele e caminharmos adiante em nossos valores bíblicos. Nossa recompensa está nos esperando no fim da nossa jornada,” ele disse. “Eu comecei um ministério em que havia milhares de pessoas, mas muitas não estão mais servindo ao Senhor porque eles não calculam o preço para a caminhada até o fim dela. Às vezes, nós queremos culpar outros por nossa causa da nossa queda no caminho. Nós temos que ter responsabilidade por nossos caminhos com o Senhor. “Nós não devemos voltar às costas ao chamado de Deus em nossas vidas. Sigamos em frente, não importam as circunstâncias. Ele está esperando no fim dessa Estrada da vida para pegar a sua mãe e dizer. ‘Bom trabalho, servo bom e fiel’. A Ele a Glória”.

Fonte: The Gospel Herald

Bangladesh considera abandonar o Islã como religião oficial após sequência de ataques extremistas

Bangladesh poderia deixar o Islã enquanto religião oficial do país depois uma série de ataques extremista contra pessoas de outra fé.

O tribunal supremo da nação sul da Ásia já começou a ouvir os argumentos que desafiam o status do Islã como a religião oficial do Estado.

Isso vem após uma série de ataques contra pessoas de outras religiões, como os hindus, cristãos e as minorias xiitas, que foram atribuídos a extremistas islâmicos.

Um oficial da polícia de Bangladesh disse: “Nós fizemos detenções e muitos chamam de reivindicam o ataque ao ISIS.”

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Bangladesh fica no leste da Índia, na Baía de Bengala, na parte sul do continente asiático. Sua Suprema Corte está atualmente pensando em abandonar o Islã como religião oficial. Esta decisão procede de uma série de alarmantes  ataques extremistas infligidas contra hindus e cristãos na região.

“Os agressores confessaram os seus crimes em tribunal. Eles também confessaram serem membros de um grupo de Bangladesh chamado Jamaatul Mujahideen , e negaram qualquer ligação com ISIS ‘.

Contudo, um diretor Americano de Inteligência Nacional insistiu que os ataques foram obra de grupos terroristas.

Em depoimento escrito para os Estados Unidos o senador Clapper observou as reivindicações  de responsabilidade do ISIS por 11 ataques de alto –perfil contra estrangeiros e minorias religiosas, e as reinvindicações do Grupo Ansarullah Bangla e Al-Qaida na subcontinente para matar ao menos 11 escritores e blogueiros em Bangladesh desde 2013.

Enquanto isso, Bangladesh estava em ebulição na política desde a preparação para as eleições de janeiro de 2014.

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Elas foram boicotadas por partidos da opção, e mais crimes de guerra de processos instaurados contra os líderes Jamaat-e-Islami sobre o alegado envolvimento em atrocidades durante 1971 a guerra da independência de Bangladesh.

Os muçulmanos constituem 90 por centro da população de Bangladesh, enquanto hindus representam com 8 por cento e outras religiões – incluindo budismo e cristianismo – compõem o restante.

Fonte: DailyMail