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República Centro-Africana: Cristãos refugiados são atacados

A paz é relativa para os centro-africanos; quanto aos cristãos, a “paz que excede todo o entendimento” tem reinado em seus corações, apesar das adversidades

As eleições presidenciais na República Centro-Africana, realizadas em fevereiro desse ano, deveriam marcar o fim dos conflitos entre muçulmanos e cristãos no país. Dois candidatos cristãos disputaram o cargo e o clima foi de tranquilidade. Faustin-Archange Touadéra, atual presidente, prometeu que a paz e a reconciliação seriam suas prioridades. Ele tenta enfraquecer as atuações do grupo extremista Seleka, mas não tem sido tarefa fácil.

Recentemente, houve um ataque aos refugiados na cidade de Kaga-Bandoro por muçulmanos rebeldes que pertenciam ao Seleka. Parece que a ação faz parte de uma retaliação pelo assassinato de um de seus militantes e também pela morte de quatro jovens muçulmanos na região. O acampamento estava perto de uma base da ONU. Dois refugiados cristãos foram mortos durante o ataque. Enquanto os demais fugiam, os rebeldes dispararam suas armas. Pelo menos 30 pessoas morreram e mais de 50 ficaram feridas.

Esse incidente confirma a retomada dos conflitos que já assolaram o país há anos. A paz é relativa para os centro-africanos. Quanto aos cristãos, a “paz que excede todo o entendimento” tem reinado em seus corações, apesar das adversidades. É possível que o recente ataque tenha efeito dominó e que a segurança da igreja fique comprometida, a menos que a missão de paz da ONU consiga intervir de forma decisiva sobre as negociações entre governo e grupos extremistas islâmicos. Em suas orações, interceda pelos cristãos perseguidos.

https://www.portasabertas.org.br/noticias/2016/10/cristaos-refugiados-sao-atacados

República Centro-Africana: conflitos entre muçulmanos e cristãos podem aumentar

Rebeldes do grupo Seleka mataram 26 moradores de um vilarejo de maioria cristã; é possível que as unidades anti-Balaka reajam e que aumentem os conflitos entre cristãos e muçulmanos

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A República Centro-Africana continua enfrentando o grande desafio de restaurar a paz e a segurança no país. Recentemente, rebeldes do grupo Seleka mataram 26 moradores de um vilarejo de maioria cristã, que fica na região Norte, conhecido como Ndomete, segundo um porta-voz da presidência. De acordo com informações locais, os militantes bateram de porta em porta para realizar os crimes e o chefe da aldeia estava entre as vítimas.

Esse ocorrido faz reacender a perseguição religiosa e também alerta para a turbulência política que tem devastado o país há tempos. A Missão Multidimensional Integrada das Nações Unidas para a Estabilização na República Centro-Africana, (MINUSCA – sigla em inglês) implantou suas tropas ao redor da região para evitar mais violência.

É possível que as unidades anti-Balaka reajam e que aumentem os conflitos entre muçulmanos e cristãos. Desde que o Seleka deu um ultimato ao governo, exigindo a libertação de seus membros presos em Bangui, a violência se espalhou rapidamente. Seus militantes se recusam a participar de conversações sobre desarmamento. Os cidadãos esperam que as forças da ONU consigam estabilizar a situação rapidamente. Enquanto isso, a igreja ora pedindo proteção a Deus. Interceda pelos cristãos perseguidos da República Centro-Africana.

https://www.portasabertas.org.br/noticias/2016/10/conflitos-entre-muculmanos-e-cristaos-podem-aumentar

República Centro-Africana: cristãos são atingidos por conflitos de grupos extremistas

A rebelião do grupo Seleka causou uma violência excessiva contra a população cristã do país entre os anos de 2012 e 2014; há indícios de que esse cenário possa se repetir neste segundo semestre

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A situação da igreja na República Centro-Africana é alarmante. Falta segurança nas ruas e os conflitos entre grupos armados são cada vez mais frequentes. Logo no início do segundo semestre, houve novos confrontos entre o grupo extremista Seleka e o anti-Balaka, na cidade de Bambari, onde 12 pessoas morreram. A situação fez com que milhares de cristãos fugissem para países vizinhos. Não se sabe ao certo se os conflitos foram causados por algumas questões entre os agricultores e os pastores de gado que atuam no Noroeste do país, ou se foi por causa do assassinato de um importante empresário da cidade.

A questão é que, independente da origem dos conflitos, os cristãos sentirão na pele as consequências, pois os grupos minoritários estão sempre vulneráveis. Para piorar a situação, a França anunciou o fim da missão militar dentro da República Centro-Africana. Os soldados franceses cumprem uma missão de paz no país, que vai durar até outubro desse ano, e depois disso a Segurança será assumida somente pelos soldados da ONU.

A República Centro-Africana, país que ocupa a 26ª posição na atual Classificação da Perseguição Religiosa, apresenta um contexto de guerra e a rebelião do grupo Seleka causou uma violência excessiva contra a população cristã do país entre os anos de 2012 e 2014. Há indícios de que esse cenário possa se repetir em 2016. A população é predominantemente cristã, e mesmo assim, os cristãos são obrigados a fugir de suas aldeias por conta do extremismo islâmico. A saída dos soldados franceses pode afetar ainda mais a situação da igreja no país.

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República Centro-Africana: Igreja é atacada e muitos ficam feridos

Cristãos recebem ajuda psicológica e espiritual.

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A crise na República Centro-Africana deixou muitas marcas na vida da maioria dos cidadãos. Apesar dos apelos de reconciliação, muitos ainda não experimentaram a paz no país, desde 2012, quando cinco grupos rebeldes predominantemente muçulmanos formaram a aliança Seleka, na região nordeste.

Enquanto marchavam para a capital Bangui, eles capturaram as principais cidades, espalhando a miséria em todos os caminhos por onde passaram. Os cristãos foram alvos específicos. Em 2013, o Seleka atacou uma igreja, enquanto os cristãos realizavam um culto. “O pregador havia terminado de ler a palavra e estava cumprimentando a todos. A igreja estava lotada quando granadas explodiram no telhado. Houve um pânico geral, todos gritaram, alguns morreram e muitos ficaram gravemente feridos”, relatou um dos cristãos.

A Portas Abertas ajudou na recuperação de algumas vítimas, fornecendo próteses e ajudando na parte psicológica e espiritual. Uma campanha de cartas também foi realizada. “Escrever para eles é um grande apoio moral e emocional, é uma prova de que há irmãos que se importam com essas vidas. Vamos todos orar para que eles aceitem o que aconteceu e para que encontrem forças para seguir em frente”, pede um dos analistas de perseguição.

https://www.portasabertas.org.br/noticias/2015/12/igreja-e-atacada-e-muitos-ficam-feridos

 

Bispo herético de Roma se curva para Meca, mas não vai se ajoelhar diante do próprio Deus

Em uma demonstração chocante – e nunca antes vista ou documentada de irreverência religiosa por um Papa, Francisco tirou os sapatos e se inclinou em direção a Meca antes de entrar em uma mesquita na República Centro-Africana mas, ao ir rezar a missa, como apontou o jornalista católico Antonio Socci, ele se recusou a fazer a genuflexão diante do Santíssimo Sacramento, ao entrar na Igreja.
Basta comparar estes gestos com os do Papa João Paulo II, que, mesmo quando doente, se ajoelhou.

Versus João Paulo II:

A Eucaristia é o centro da adoração na missa é a razão pela qual ela existe. Na Eucaristia, o próprio Jesus é o órgão presente-, sangue, alma e divindade – sob as espécies do pão e do vinho depois da consagração na missa. Este é o ensinamento do próprio Cristo no Evangelho:

Muito sinceramente, eu vos digo: quem crê tem a vida eterna.   Eu sou o pão da vida.  Seus antepassados ​​comeram o maná no deserto e morreram.  Este é o pão que desce do céu, para que se possa comer dele e não morrer.  Eu sou o pão vivo que desceu do céu. Quem come deste pão viverá para sempre; e o pão que Eu darei pela vida do mundo é a minha carne “(João 6: 47-58).

Os judeus discutiam entre si, dizendo: “Como pode este dar-nos a sua carne a comer?”  Então Jesus disse-lhes: «Em verdade, vos digo que, se não comerdes a carne do Filho do Homem e não beberdes o seu sangue , não tereis a vida em vós.  Quem come a minha carne e bebe o meu sangue tem a vida eterna, e eu o ressuscitarei no último dia;  Porque a minha carne é verdadeira comida e o meu sangue é verdadeira bebida.  Quem come a minha carne e bebe o meu sangue permanece em mim e eu neles.  Assim como o Pai que me enviou vive e Eu vivo pelo Pai, assim aquele que de mim se alimenta, também viverá por causa de mim.  Este é o pão que desceu do céu, não como o que seus antepassados ​​comeram, e morreram. Mas aquele que come deste pão viverá para sempre “. Ele disse estas coisas enquanto ele estava ensinando na sinagoga de Cafarnaum. (João 6: 47-59)

Para quem nunca duvidou disso, Deus providenciou a prova com inúmeros milagres bem documentados em que a Eucaristia visivelmente sangra ou se faz carne real. É a mesma razão pela qual adoradores do diabo nunca mais vão atrás da “eucaristia” nas Igrejas protestantes. Eles vão dizer a você – se é que apenas representa Jesus- eles querem ferir a própria carne de Jesus diretamente – e que a única maneira que eles podem fazer isso é com anfitriões consagrados.

Eu nunca me lembro de nenhuma vez que um Papa não se ajoelhou diante do Santíssimo Sacramento. Para definir um modelo desse tipo de impiedade para com o próprio Deus é nada menos que um sacrilégio. Mas quando se trata de Islã, esta mesma pessoa seguiu a lei islâmica na remoção de seus sapatos em uma mesquita e curvando-se em direção à pedra negra de Meca. Esta não é a primeira vez que Francisco se envolveu em tal heresia, como ele fez o mesmo no ano passado.

Deixe-me perguntar-lhe: Você acha que os muçulmanos que foram convidados a rezar no Vaticano pelo Papa Francis no ano passado fizeram uma reverência para Jesus no Santíssimo Sacramento? Nós todos sabemos a resposta para essa pergunta.

Este homem está mais interessado em tornar-se desejável aos olhos de homens do que de Deus.

por Andrew Bieszad em 3 de dezembro, 2015 em Geral

http://shoebat.com/2015/12/03/88808/

Quase todas as mesquitas foram destruídas em conflito na República Centro-Africana

Quase todas as 436 mesquitas na República Centro-Africana foram destruídas após meses de lutas violentas entre cristãos e muçulmanos, disse a embaixadora dos EUA nas Nações Unidas na terça-feira.

Samantha Power falou aos jornalistas após uma visita do Conselho de Segurança na semana passada ao o país. Ela expressou preocupação sobre um possível vácuo de segurança.

Pelo menos 5.000 pessoas foram mortas desde que a República Centro-Africano explodiu em violência sectária sem precedentes em dezembro de 2013. Quase 1 milhão dos 4,5 milhões de habitantes do país do tamanho do Texas foram deslocados. Muitos dos que fugiram são muçulmanos.

Power disse que 417 mesquitas do país foram destruídas. Ela visitou o restante do bairro muçulmano na capital, Bangui, e descreveu os residentes como “uma população aterrorizada.”

Algumas mulheres muçulmanas, com medo de deixar a comunidade, vestindo seus véus, estão optando por dar à luz em suas casas, em vez de hospitais, disse o embaixador.

Tropas da ONU, as forças francesas e uma operação militar da União Europeia tentaram acalmar a violência. Mas Power disse que o último contingente da força, de cerca de 750 soldados da EU, deixou a República Centro-Africano no fim de semana, logo após a visita do Conselho de Segurança.

Enquanto isso, as forças francesas anunciaram um “levantamento substancial” até o final deste ano. A França tinha enviado 2.000 soldados para sua ex-colônia.

A força de paz da ONU permanece com cerca de 80 por cento de sua força prevista de cerca de 10.000, disse Power. O último mês, o secretário-geral das Nações Unidas pediu  mais de 1.000 soldados de paz adicionais, e Power disse que o conselho está “muito favoravelmente disposto” para atender o pedido.

Ela disse que as forças combinadas têm “evitado um cenário pior”, mas os grupos armados itinerantes do país permanecem armados.

O embaixador disse estar com profunda preocupação e que o desarmamento é uma “grande prioridade”.

http://english.alarabiya.net/en/News/africa/2015/03/18/Almost-all-mosques-destroyed-in-C-African-Republic-conflict.html