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EVM discute com deputado Ezequiel Teixeira votos do Brasil contrários a Israel na ONU e genocídio de cristãos no Oriente Médio

Brasília – Na terça-feira(29/11), Andréa Fernandes, presidente da ONG Ecoando a Voz dos Mártires, participou de reunião com o deputado federal Ezequiel Teixeira, o jornalista Jarbas Aragão e os líderes evangélicos Paulo de Tarso Fernandes e Hudson Medeiros Teixeira.

O deputado Ezequiel Teixeira manifestou interesse de prestar apoio ao Movimento Pró- Israel e teceu esclarecimentos sobre plano de ação em 2017 para fortalecer o apoio à iniciativa de mudança da posição diplomática do Brasil frente às resoluções da ONU propostas por países árabes com o fim notório de deslegitimar o Estado de Israel e promover a islamização de lugares sagrados para os judeus. Nesse sentido, ouviu o Ap. Paulo de Tarso, que representou o Conselho Apostólico do Brasil na reunião com o Ministro das Relações Exteriores José Serra, onde se deliberou sobre o tema de reavaliação do voto brasileiro nas 20 resoluções da ONU aprovadas neste ano contrárias a Israel, além das resoluções da UNESCO que negam a ligação histórica dos judeus com o Monte do Templo e o Muro das Lamentações.

A questão da perseguição religiosa contra cristãos no mundo muçulmano também integrou a pauta de discussão, pois antes da chegada do deputado à reunião agendada em seu gabinete, Andréa Fernandes prestou esclarecimentos sobre o tema aos pastores Paulo de Tarso e Hudson, que se sensibilizaram com os dados prestados e se prontificaram a apoiar as ações da ONG Ecoando a Voz dos Mártires para dar visibilidade ao tema. Foram discutidas, também, propostas de ação para promover a necessária mobilização popular a fim de respaldar o movimento que pretende mudar o posicionamento diplomático do Brasil em relação a Israel, oportunidade em que, Andréa Fernandes informou estar articulando com movimentos internacionais para prestarem apoio.

Ao final da reunião, Ezequiel Teixeira afirmou que ingressará com o requerimento de audiência pública para debater a questão do genocídio de cristãos na Comissão de Direitos Humanos. Na oportunidade, a presidente da ONG manifestou sua preocupação quanto à necessária discussão acerca do reconhecimento do genocídio dos armênios, pois é um dever moral que vem sendo ignorado pela diplomacia brasileira, e por isso, vem sendo alvo de atenção de Andréa Fernandes em todas as reuniões que tem participado com parlamentares e lideranças religiosas.

O encontro foi bastante promissor, uma vez que agregou a luta da ONG EVM em incluir na agenda de política externa brasileira a preocupação com a violação dos direitos humanos no mundo muçulmano e o combate ao antissemitismo.

União Europeia abrigará 100 mil refugiados ao longo dos Bálcãs

Abrigos de acolhimentos serão criados nos países da rota. Grécia deve acolher 50 mil migrantes. Em reunião de líderes do bloco sobre crise migratória, países decidem ainda enviar 400 policiais para ajudar Eslovênia.

A União Europeia (UE) criará abrigos para acolher 100 mil refugiados ao longo da rota dos Bálcãs, afirmou nesta segunda-feira (26/10) o presidente da Comissão Europeia, Jean-Claude Juncker, após a reunião com líderes europeus sobre a crise migratória, em Bruxelas.

Somente na Grécia serão estabelecidos abrigos de acolhimento para receber 50 mil refugiados, sendo que 30 mil lugares devem ser entregues até o final deste ano. O Alto Comissariado das Nações Unidas para Refugiados (Acnur) ficará responsável pelos 20 mil restantes.

“As pessoas que segue pela rota dos Bálcãs precisam ser tratadas com dignidade. Não é possível que em 2015 pessoas precisem dormir no campo e isso com temperaturas muito baixas”, afirmou Juncker.

Os chefes de Estado e governo de países especialmente afetados pelo afluxo de refugiados se reuniram neste domingo em Bruxelas para discutir soluções sobre a crise migratória. O encontro contou com a presença de 11 líderes do bloco, incluindo Áustria, Eslovênia, Croácia, Hungria, Romênia, Bulgária, Grécia e Alemanha, além de representantes da Sérvia, Macedônia e Albânia, que não fazem parte da UE.

Durante a reunião foi determinado também o envio de 400 policiais, ainda nesta semana, para ajudar a Eslovênia diante o grande afluxo de migrantes. De acordo com o governo esloveno, somente neste domingo cerca de 15 mil refugiados chegaram ao país.

Os líderes europeus acertaram ainda que a agência de proteção de fronteiras da União Europeia (Frontex) deverá controlar melhor a passagem entre a Grécia, Sérvia, Macedônia e Albânia.

Juncker afirmou que os participantes da reunião se comprometeram a acabar com a “política de traslado” de migrantes para os países vizinhos. “Os refugiados precisam ser registrados. Sem registro, sem direito”, ressaltou o presidente da Comissão Europeia.

Passo intermediário

A chanceler federal da Alemanha, Angela Merkel, avaliou as medidas acertadas na reunião com um passo intermediário importante. “Mas serão necessários outros passos que realmente conduzam a uma solução”, ressaltou.

Depois da reunião, Merkel defendeu ainda a assinatura de acordos de readmissão com países de origem de migrantes e com a Turquia, o que possibilitaria a deportação para lá de migrantes ilegais que saíram do território turco em direção à Europa.

CN/dpa/rtr

http://www.dw.com/pt/uni%C3%A3o-europeia-abrigar%C3%A1-100-mil-refugiados-ao-longo-dos-b%C3%A1lc%C3%A3s/a-18805153

Assad se reúne com Putin em Moscou para analisar situação na Síria

Rússia faz intervenções militares no país desde 30 de setembro.
Pelo menos 370 pessoas morreram desde o início das ofensivas.

O líder sírio, Bashar al Assad, reuniu-se na noite de terça-feira (20) em Moscou com o presidente russo, Vladimir Putin, para analisar a situação da luta contra o terrorismo na Síria, informou nesta quarta-feira (21) o Kremlin.

Trata-se da primeira viagem de Assad fora da Síria desde o início do conflito, em março de 2011, segundo a agência EFE. “As conversas foram bastante prolongadas”, disse à imprensa o porta-voz da presidência russa, Dmitri Peskov, ao anunciar a visita-relâmpago de Assad à capital russa.

A Rússia, aliada do regime de Bashar al-Assad, tem feito intervenções militares na Síria desde 30 de setembro. A Rússia assegura que suas operações têm como alvos o grupo jihadista Estado Islâmico (EI) e outras organizações “terroristas” hostis ao governo.

Pelo menos 370 pessoas morreram desde o início das ofensivas russas, de acordo com a ONG Observatório Sírio dos Direitos Humanos (OSDH), segundo a agência France Presse.

Entre os mortos estão 243 rebeldes e 127 civis, de acordo com a France Presse. O diretor do OSDH, Rami Abdel Rahman, afirmou que entre os combatentes mortos estão 52 do grupo Estado Islâmico.

http://g1.globo.com/mundo/noticia/2015/10/assad-se-reune-com-putin-em-moscou-para-analisar-situacao-na-siria.html

Obama e premiê do Iraque discutirão combate ao EI em reunião

Haider al-Abadi se encontrará com o presidente dos EUA na Casa Branca.
Iraque busca bilhões de dólares em drones e outras armas para combate.

O primeiro-ministro iraquiano, Haider al-Abadi, e o presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, vão discutir a luta contra o Estado Islâmico nesta terça-feira (14) em uma reunião na Casa Branca que deve ter como foco os pedidos do Iraque por armas dos EUA e a tensão sobre o papel do Irã no campo de batalha.

Em sua primeira viagem aos EUA desde que se tornou primeiro-ministro, Abadi deve buscar bilhões de dólares em drones e outras armas dos EUA para combater o Estado Islâmico, grupo que tomou grande parte do norte e do centro do Iraque no ano passado.

O governo Obama, que saudou a chegada de Abadi ao poder depois de um relacionamento complicado com o ex-primeiro-ministro Nuri al-Maliki, pode não concordar com todos os pedidos.

Mesmo assim, a reunião de alto nível no Salão Oval tem a intenção de representar um selo de aprovação norte-americano a um líder que tem procurado ser mais abrangente do que o seu antecessor no governo do Iraque.

Obama, que chegou ao poder em parte devido a uma promessa de acabar com a guerra no Iraque, enfrenta uma aversão da opinião pública ao envolvimento dos EUA em mais um conflito regional, além de restrições do Congresso sobre sua autoridade orçamentária.

Em agosto de 2014, Obama autorizou os primeiros ataques aéreos dos EUA no Iraque desde a retirada das tropas norte-americanas em 2011 e enviou cerca de 3.000 militares dos EUA para treinar e aconselhar as forças iraquianas e curdas no combate ao Estado Islâmico.

http://g1.globo.com/mundo/noticia/2015/04/obama-e-premie-do-iraque-discutirao-combate-ao-ei-em-reuniao.html

Obama e premiê iraquiano vão se reunir em Washington em 14 de abril

Líderes irão discutir apoio dos EUA à luta contra o Estado Islâmico.
Anúncio foi feito pela Casa Branca.

O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, e o primeiro-ministro iraquiano, Haidar al-Abadi, vão se reunir em Washington em 14 de abril, informou a Casa Branca nesta segunda-feira (23).

Os dois líderes irão discutir diversos assuntos, “incluindo o apoio contínuo norte-americano ao Iraque para degradar e destruir” o Estado Islâmico, durante o encontro na Casa Branca, segundo a nota.

http://g1.globo.com/mundo/noticia/2015/03/obama-e-premie-iraquiano-vao-se-reunir-em-washington-em-14-de-abril.html