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Paulo Coelho, o “mago sectarista”

Por Andréa Fernandes

O autointitulado mago Paulo Coelho deu a sua contribuição multiculturalista para “salvar o Brasil”. Num arroubo de “sinceridade humanista”, twitou: “Boicote exportações brasileiras ou o Taleban cristão controlará o país”.

Na verdade, a expressão “Talibã cristão” foi utilizada inicialmente pelo escritor em agosto, quando se referiu aos conservadores que são contrários ao assassinato de bebês no ventre materno, no episódio em que uma criança de dez anos sofreu aborto. Tentar salvar a vida de um bebê  é considerado  “intolerância religiosa” comparável ao grupo muçulmano que ordena o apedrejamento de adúlteras.

Considerando o pedido de “boicote às exportações brasileiras” em momento de recessão global ocasionada pela COVID-19 – oriunda da China – que deixou milhões de desempregados mundo afora,  não posso deixar de expor minha opinião sobre a “sugestão” do escritor para o Brasil combalido pela estrutura de poder corrupto que sempre apoiou o “Coelho Falastrão” em sua saga de festim literário de quinta categoria.

É lógico que eu não precisaria afirmar que o escritor é um insólito “coelhinho do PT”, ressentido por não ver o seu “bandido de estimação” dando continuidade ao arruinante projeto de poder que levou o país à bancarrota. Há quase um ano, o militante birrento tentou convencer o ex-presidiário Lula a não aceitar o regime semiaberto, twitando[1]: “não aceite participar da farsa sinistra dos procuradores da Lava-Jato. Aguenta mais um pouco e saia como inocente”.

Com um histórico  de apoio a um corrupto preso por violar a lei, o “Coelho do PT” , se juntou à turma do “quanto pior, melhor”, a militância totalitária de extrema-esquerda que não se conforma com o resultado das urnas e vive atacando conservadores e promovendo discursos de “sabotagem” visando a destruição completa do país. Aliás, o “Coelho covarde” já se entocou na Suíça para garantir afastamento do caos que tenta ocasionar em nossa pátria. Se o Brasil quebrasse com os “conselhos de um bruxo”, a ruína seria celebrada com champagne, comemoração idolatrada pela “esquerda caviar”.

Demonstrada a “fórmula mágica” da estupidez ideológica para enganar os leigos que leem as asneiras em forma de livros do “Coelho da cartola petista”, esqueceu o farsante que de nada adiantaria tentar excluir sua manifestação sectária. Não tem “alquimia” que vença o “santo print nosso de cada dia”!

Como todo segregacionista, o bruxo ataca um grupo culpando-o pelas mazelas do país. Na visão torpe do extremista, os cristãos são os culpados pelo infortúnio econômico herdado pelo esquema de corrupção desenvolvido por “nobres nomes” do “partido vermelho”.

As críticas contrárias à intolerância, que o jornal O Globo chama de “ataques” não geraram arrependimento por tamanha intolerância religiosa. O sectarista compartilhou a manifestação de um seguidor no Twitter que jocosamente agradeceu os conservadores a repercussão das palavras de ódio contra cristãos.

O escritor, que simpatizava com o “controle do país nas mãos de Lula corrupto”, teme o suposto controle que promova o ideário cristão, o que seria um verdadeiro “crime” num Estado que a maioria esmagadora é cristã, mas respeita os direitos das minorias através das instituições e leis vigentes. A desonestidade do bruxo é tão banal, que compara o Cristianismo ao Talibã, grupo islâmico sunita sediado no Afeganistão que cumpre os ensinamentos do profeta Maomé in natura, ensinamentos estes que o “Coelho medroso” não critica!

Em 2017, o escritor reagiu ao conhecimento dos seus livros queimados por muçulmanos na Líbia, afirmando o seguinte: “Islã é uma religião que merece respeito, e o fato de fanáticos na Líbia terem hoje queimado meus livros não justifica islamofobia.”

O falastrão não salientou que, nesse caso, os fanáticos eram AUTORIDADES do governo líbio, que censuraram seus livros ignóbeis e de outros autores por supostamente conterem erotismo e mensagens contrárias a religião da paz.

Para o bruxo, a religião que fundamenta o sistema de governo de todos os países muçulmanos que violam o direito à liberdade de expressão, “merece respeito”, mas o Cristianismo, que trouxe as bases para os direitos humanos desrespeitados em países muçulmanos, deve ser desrespeitado com seus seguidores sendo chamados de “Talibãs” só porque não têm apreço a um criminoso que acaba de ser denunciado novamente pelo MPF por lavagem de dinheiro.

Por sinal, ao que parece, o “Coelho sectarista” não anda bem informado sobre as ações dos “Talibãs” na Eurábia, especialmente, na Suíça, onde vive… Então, vou trazer somente dois exemplos do “controle religioso” que não “tira o Coelho da toca” para criticar: dois meses após o bruxo defender a soltura de um preso condenado pelo Judiciário, o sultão Erdogan ordenou aos muçulmanos turcos que NÃO se INTEGRASSEM à sociedade suíça, pois o Islã – sem mágica progressista – ensina a não-assimilação nas terras dos infiéis que devem ser submetidas à vontade de Allah através da sharia (lei islâmica). O abuso culminou no gesto com a mãos da “saudação rabia”, símbolo da Irmandade Muçulmana, grupo terrorista islâmico temido por alguns países muçulmanos.

Pois é… o bruxo mete o bedelho em assuntos do país que abandonou, mas fica caladinho quando um sultão carniceiro mostra as “garras do controle islâmico” sobre um país supostamente laico!

Outro exemplo interessante: na Suíça, o casamento infantil forçado não é considerado ilegal, desde que, proveniente de minoria cuja “cultura” aprove tal prática. A instituição federal “Center For Forced Marriage” relatou em 2019, o aumento do número de casamentos forçados com crianças de minorias provenientes, principalmente do Iraque, Síria, Turquia, Somália e – ora, vejam! – Afeganistão”, onde a ação é promovida não apenas pelo grupo islâmico Talibã, que causa assombro ao “Coelhinho da paz”.

Diz a presidente da instituição:

“Na Suíça, as famílias veem o perigo de que sua filha faça sexo antes do casamento. Porque aqui você não mora separado de acordo com o sexo. Para honrar a honra da família, a filha é então casada ou noiva no exterior como menor de idade”, disse o presidente”.

Para burlar a tradição suíça amparada por lei, as famílias muçulmanas enviam suas crianças e adolescentes para noivar ou casar no exterior, pois o Conservadorismo que o bruxo amigo de Lula abomina vê como violação de direitos humanos forçar uma criança a contrair casamento.

Para o leitor ter vaga ideia do medievalismo suíço, vale citar o caso enfatizado pela presidente do Center For Forced Marriage acerca de uma jovem suíça –  filha de pais muçulmanos sírios – “vítima do multiculturalismo perverso” idolatrado pelo bruxo e o progressismo global:

Samira é suíça e nasceu aqui, seus pais são da Síria. Ela tinha 15 anos quando se casou por telefone com o marido na Síria. Um ano depois, devido à pressão da família, o casamento ritual no exterior aconteceu.

No ano passado, Samira completou 18 anos. Ao atingir a maioridade, o casamento infantil na Suíça tornou-se legalmente obrigatório. Quando a jovem percebeu isso, tentou suicídio: “Engoli os comprimidos do meu pai. Mas eu sobrevivi. “Com o casamento reconhecido, seu marido, que ainda mora na Síria, tem direito ao reagrupamento familiar. Ele também quer usar isso: entrará na Suíça nos próximos dias. Um desastre para Samira: “Por que a Suíça reconhece meu casamento infantil? Eu não quero me casar! “A jovem de 19 anos agora está tentando desesperadamente com a ajuda do casamento forçado do escritório de impedir a entrada de seu marido …

Logo, o verdadeiro “Talibã institucionalizado” no país onde vive o “Coelho hipócrita”, que obriga crianças suíças a cumprirem a perversa  sharia (lei islâmica) pertinente ao casamento forçado, ao que parece, não incomoda nadinha o bruxo defensor do ex-presidiário!

Termino meu artigo em forma de repúdio ao bruxo sectarista que ataca cristãos no Brasil por puro revanchismo lembrando ao escritor o seguinte: tome cuidado com o avanço da sharia na Suíça. Se os seguidores da “religião da paz” pensarem que realmente pratica a bruxaria, ele corre o sério risco de experimentar a “pena” imposta pelo Islã. O “Talibã original” não perdoa nem mesmo os escritores medíocres.

Andréa Fernandes – advogada, jornalista, internacionalista e presidente da ONG Ecoando a Voz dos Mártires (EVM).

Foto: Stuckert/Reprodução

[1] https://www.brasil247.com/cultura/paulo-coelho-a-lula-aguenta-mais-um-pouco-e-saia-como-inocente

Será que uma igreja precisa avocar que “Deus é Jesus, Maomé ou Oxalá” para receber líderes religiosos a fim de discutir intolerância?

Em tempos sombrios de perseguição religiosa onde mais de 100 mil cristãos são mortos anualmente de forma covarde por causa da sua fé, a igreja Batista Betânia realizou no dia 25 de setembro  um “seminário” sobre intolerância religiosa, excluindo outros segmentos religiosos da sua proposta de “diálogo inter-religioso”.

Foram convidados o padre Rodrigo Vieira da Silva, o babalorixá Ivanir dos Santos, que insiste em criticar e estereotipar os evangélicos e Samir Isbelle, representante da Sociedade Beneficente Muçulmana do RJ. Não houve justificativa alguma para o fato de não ter sido convidado um rabino, a fim de representar os judeus, que aliás, sofrem constantes perseguições de antissemitas de matizes religiosas diversas, o que, por si só, corrobora a ideia que a agenda do Sr. Neil – líder religioso em cujo templo o evento foi realizado –  não é tão voltada para o diálogo inter-religioso, e espero que a recusa não tenha sido ditada por uma agenda política consonante com o governo petista, inequivocamente anti-Israel.

Aliás, é relevante destacar que antes do evento, um amigo judeu solicitou educadamente esclarecimentos sobre a ausência do convite, mas, por “coincidência”, não houve desejo de manter um “diálogo” sobre essa questão.

Os muçulmanos, candomblecistas e católicos foram retratados como as religiões mais perseguidas e foram exibidos vídeos para mostrar casos de intolerância. No entanto, apesar de os muçulmanos serem considerados pela organização do debate como um dos segmentos religiosos mais perseguidos, a “prova” da ilação foi apenas uma reportagem com a denúncia de uma muçulmana que foi injuriada por usar burca. Faltaram números comprobatórios da alegada perseguição, mas isso foi “detalhe desnecessário”… Por certo, a multidão presente devia conhecer centenas de casos de islamofobia!

Como o tema do seminário era “intolerância”, o Sr. Neil também não perdeu a oportunidade de agradar a todos, e para tanto, recorreu a uma música do cantor Gilberto Gil, intitulada “guerra santa”, pois teria que demarcar bem a quem tanto ódio seria dirigido. Eis a letra da música entoada DENTRO de um templo que diz ser evangélico:

Ele diz que tem, que tem como abrir o portão do céu

ele promete a salvação

ele chuta a imagem da santa, fica louco-pinel

mas não rasga dinheiro, não

Ele diz que faz, que faz tudo isso em nome de Deus

como um Papa na inquisição

nem se lembra do horror da noite de São Bartolomeu

não, não lembra de nada não

Não lembra de nada, é louco

mas não rasga dinheiro

promete a mansão no paraíso

contanto, que você pague primeiro

que você primeiro pague dinheiro

dê sua doação, e entre no céu

levado pelo bom ladrão

Ele pensa que faz do amor sua profissão de fé

só que faz da fé profissão

aliás em matéria de vender paz, amor e axé

ele não está sozinho não

Eu até compreendo os salvadores profissionais

sua feira de ilusões

só que o bom barraqueiro que quer vender seu peixe em paz

deixa o outro vender limões

Um vende limões, o outro

vende o peixe que quer

o nome de Deus pode ser Oxalá

Jeová, Tupã, Jesus, Maomé

Maomé, Jesus, Tupã, Jeová

Oxalá e tantos mais

sons diferentes, sim, para sonhos iguais.

Alguém imaginou ouvir no interior de um “templo cristão” que o nome de Deus pode ser Oxalá ou Maomé? Mas, em nome da “tolerância”, vale tudo, até apostatar da fé!

O Sr. Samir, conhecido muçulmano que tem se esforçado em diversos segmentos para apresentar aspectos pacíficos da religião islâmica, teve a honra de ser o primeiro a “abrir” o evento e no embalo do Gilberto Gil, aproveitou para explicar que “jihad” não é guerra santa, tendo a ousadia de afirmar que as guerras permitidas pelo islã eram apenas de “auto-defesa”.

Aliás, o muçulmano  apresentou como exemplo de “islamofobia” o fato de o currículo escolar brasileiro conter a “visão judaico-cristã” do corão, não especificando que o livro sagrados dos muçulmanos não é uma cópia da Torah ou da Bíblia, e sim, “a revelação” da palavra de Deus para os muçulmanos. Ele só esqueceu de explicar que, apesar de sua lamentação ter eco entre os desentendidos, no mundo muçulmano, TODOS os países de maioria islâmica não apresentam a NOSSA visão judaico-cristã sobre a Bíblia… pelo contrário, TODO muçulmano que lê os escritos sagrados da religião enxerga os cristãos como INIFÉIS! As madrassas (escolas muçulmanas) não retratam o Cristo conforme a Bíblia ensina, e sim, como Maomé estabeleceu, mas vem um muçulmano tentar obrigar um país de maioria cristã a seguir o “manual islâmico de retratação do seu profeta”, caso contrário ter-se-á islamofobia!

Importante ressaltar que, o sr. Samir repetiu parte do primeiro discurso no templo, quando defendeu cabalmente o islã, verberando que a culpa das mazelas no Oriente Médio está nas costas das grandes potências, que teriam, inclusive, apoiado o golpe militar no Egito para retirar do poder um representante da Irmandade Muçulmana. Porém, o Sr. Samir “esqueceu” de informar à platéia que o próprio povo não suportava mais a tentativa do tal presidente fundamentalista de impor a SHARIA (lei islâmica), pelo que, não somente apoiou o “golpe”, como também, ELEGEU DEMOCRATICAMENTE O MILITAR AL-SISSI, que está tentando livrar o país das ações de vários grupos terroristas, inclusive, da própria Irmandade, que é considerada facção terrorista pela Arábia Saudita e outros países.

E quanto ao Sr. Ivanir, devo reconhecer que é astuto e eloquente, apesar de não ter a representatividade que alega ter, pois, como bem lembrado pelo Pastor Silas Malafaia, nunca conseguiu se eleger, sendo certo que, não convenceu seus irmãos de fé, que possui as virtudes necessárias para ser  um bom político! Entrementes, os “irmãos do Sr. Neil” se entusiasmaram tanto com sua fala, que ovacionaram diversas vezes as colocações do candomblecista. Ele foi o ÚNICO dos palestrantes que conseguiu efusivas palmas espontâneas do público, mesmo DESMENTINDO DESCARADAMENTE diversas doutrinas básicas da fé cristã sem ser contestado! E quando o Sr. Neil tentou “brincar” convidando-o para uma vigília, o “pacifista” lembrou de um ato de intolerância contra uma seguidora da sua religião na Bahia. Ficou claro que muitos foram convencidos pelo Sr. Ivanir de que são realmente “irmãos” dos seguidores das religiões de matriz africana e dos muçulmanos, embora o padre tenha tentado explicar o motivo do evangélico não poder ser considerado um “irmão” do católico, ao se pronunciar sobre o  impedimento de “padrinhos evangélicos” para o batismo de crianças católicas.

Pena que o Sr. Samir, que também salientou os aspectos positivos da irmandade que deve existir em todas as religiões, não convidou o Sr. Neil e os presentes para fazer um evento sobre intolerância numa mesquita. Seria um ótimo passo a proposta de levar os INFIÉIS para ouvir líderes islâmicos defendendo as ações da Arábia Saudita de proibir a construção de igrejas em seu território e de nominar judeus e cristãos de “macacos e porcos”! Seria o máximo, se ele aceitasse a proposta de fazer uma preleção explicando o “corão de Medina”, onde a jihad foi uma das marcas sangrentas da expansão de sua fé em terras cristãs no século VIII.

Entrementes, o apoio  que o Sr. Ivanir ofertou à “causa muçulmana” foi tão incondicional, que não esqueceu de frisar que as criancinhas muçulmanas têm o direito de “não comer carne de porco no feijão”… Acreditem! É islamofóbico uma escola pública dar carne de porco para essas crianças, mas não é “judeufóbico” não ter uma “cartilha” elaborada pela Defensoria Pública para resguardar os direitos de tratamento adequado para com os religiosos judeus presos, embora os muçulmanos tenham tamanho privilégio… Para a Defensoria, preso muçulmano tem o direito de não comer carne de porco e fazer as suas rezas nos horários determinados por líderes religiosos, além de tantos outros pormenorizadamente explicados  pelo ente do Judiciário. Será que os candomblecistas têm o mesmo direito de seguir seus ritos alimentares nas prisões? Se têm, não vi em nenhuma cartilha…

Enfim, começou a “caça às bruxas”…  quem não se adequar à “cartilha da tolerância” ditada pelas minorias vai queimar na fogueira da “inquisição moral” e o Sr. Ivanir já deixou claro que na mira dos “fascistas” estão primeiro os seguidores da sua religião, vindo depois os muçulmanos e, pasmem, os católicos! Por que o candomblecista não citou os judeus? Deve ser por acreditar que não são alvos da fúria dos intolerantes.

Deu, agora, para entender quem é o vilão da “estória”?

E a noite de alegria pelo congraçamento das religiões terminou sem uma citação ao martírio dos cristãos, pois, quem ousaria pronunciar que 80% da perseguição aos meus irmãos se dá em países de maioria muçulmana? Seria islamofóbico demais e sensibilizaria o simpático representante da religião da paz, que em momento algum criticou as ações dos GOVERNOS muçulmanos que perseguem e demonizam os seguidores não somente do cristianismo mas de todas as demais vertentes religiosas e ideologias não islâmicas. Quem cala…

Todavia, na visão do Sr. Neil, os fundamentalistas são os evangélicos brasileiros, cuja “guerra santa” não verteu sangue de um muçulmano sequer!

Lamentável constatar as raízes do sectarismo produzindo concepções danosas para a igreja que deveria buscar união para socorrer seus irmãos, por serem as verdadeiras vítimas do ódio e da intolerância no mundo. Onde os “discursos  ocos de falsa paz” abundam, superabunda a falta de amor!

por Andréa Fernandes

Paquistão: combatentes são mortos em confronto contra paramilitares

Dois combatentes se explodiram nesta sexta-feira enquanto quatro outros foram mortos durante um confronto com soldados paramilitares no Paquistão na província de Baluquistão, no sudoeste do país, informou um porta-voz.

O incidente ocorreu em Sanjavi, perto do distrito de Loralai, a 300 quilômetros da capital da província de Quetta.

“Quatro combatentes foram mortos enquanto outros dois se explodiram em uma operação conduzida pelo Frontier Corps (um dos principais exércitos paramilitares do Paquistão), em um operação que ainda está em andamento”, disse um porta-voz do grupo paramilitar à AFP.

Ele acrescentou que uma grande quantidade de munição, incluindo materiais explosivos e coletes usados por suicidas, foram encontrados com os insurgentes.

O porta-voz disse que os combatentes estavam abrigados no local depois de fugirem de uma ofensiva militar de longa duração.

“Eles estavam envolvidos em um sequestro para extorsão”, informou.

O Baluquistão é uma província do Paquistão atingida pela violência, com um movimento separatista armado que deseja assumir o controle de recursos como petróleo, gás e minério.

Também é assolada por ataques talibãs e por agitações sectárias. Um grande número de estrangeiros foram sequestrados na região nos últimos anos.

https://br.noticias.yahoo.com/paquist%C3%A3o-combatentes-s%C3%A3o-mortos-confronto-paramilitares-203054050.html