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Como derrubar o voraz “jabuti islâmico” no “acordo de cooperação cultural” entre Brasil e Arábia Saudita?

Por Andréa Fernandes

Hoje, tomamos conhecimento através da imprensa que o presidente Bolsonaro afirmou em Riad que a Arábia Saudita convidou informalmente o Brasil a integrar a OPEP ( Organização dos Países Exportadores de Petróleo). Mostrando a devida cautela, o presidente disse que a decisão seria comunicada após consultar a equipe econômica e o Ministério da Energia, apesar de manifestar entusiasmo pelo convite que vem após o anúncio de investimento do Fundo Soberano Saudita à monta de US$ 10 bilhões no Brasil.

O voraz “Jabuti islâmico”

Dessa forma, o presidente cumpre a promessa de comercializar com o mundo, porém, ontem, a imprensa árabe noticiou os acordos celebrados com o Brasil e como eu já esperava, entre os acordos assinados foi inserido estrategicamente um perigoso “jabuti islâmico” que, uma vez implementado trará sérias ameaças à soberania nacional. De maneira que ao firmar o ” “Memorando de Entendimento sobre Cooperação Cultural, o Brasil se expõe às práticas de dominação islâmica que já mostraram sua maléfica influência na Europa através da instalação de uma estrutura de poder que fortalece a rede de jihadistas que se infiltram em todos os níveis da sociedade a fim de impor a sharia (lei islâmica), o que ocorre muitas vezes de forma imperceptível.

Quando escrevi o artigo alertando para o perigo de sair das águas dos acordos comerciais e navegar pelo mar turbulento da “cooperação cultural” fundamentada no estímulo à divulgação de uma doutrina religiosa ortodoxa que promove atrocidades, alguns leitores subestimaram a análise, isto porque, não discernem a forma de atuação do fundamentalismo islâmico.

Acordo de “cooperação cultural” ou acordo de “dominação islâmica”?

Em primeiro lugar, não existe uma real reciprocidade nesse acordo, pois não haverá efetiva cooperação cultural por parte dos sauditas. A sharia (lei islâmica) comanda a vida do muçulmano em todos os aspectos  e a cultura ocidental é demonizada, além do que, a Arábia Saudita exporta a doutrina wahabita para as mesquitas em todo mundo. Essa doutrina é a base religiosa do Estado Islâmico, Al -Qaeda, Hamas e milhares de outros grupos terroristas muçulmanos sunitas.

De sorte que, as lideranças religiosas muçulmanas ortodoxas terão “carta aberta”para apregoar de forma enganosa o pacifismo do Islã ortodoxo a fim de angariar novos fiéis que serão ensinados através do Alcorão e Hadiths a odiar cristãos, homossexuais, ateus e judeus. Enquanto isso, os brasileiros não poderão levar sua fé e/ou cultura ao solo sagrado saudita, onde o Cristianismo é terminantemente proibido desde a ordem do profeta Mohammad de extirpar da Península Arábica todos os cristãos e judeus. Antes de sua morte, seus seguidores jihadistas assassinaram ou expulsaram todos os não-muçulmanos de suas terras, pelo que todos aqueles que conhecem o Islã ortodoxo sabem que esse acordo assinado pelo presidente com o príncipe acusado recentemente de mandar esquartejar um jornalista no interior do Consulado turco é apenas uma estratégia de “engano religioso” chamada taqiyya (obrigação de todo muçulmano mentir para os infiéis visando expandir o Islã).

O Jabuti Islâmico devorou até a Primeira Emenda dos Estados Unidos

Ademais, os países europeus que comercializaram com a Arábia Saudita e demais Estados totalitário muçulmanos permitindo a concretização dos comandos de “acordo de cooperação cultural” estão sofrendo as terríveis consequências da islamização radical. A sharia (lei islâmica) tem sido implantada de forma a regular até o comportamento de não-muçulmanos em obediência ao Islã, e enganam-se aqueles que ao tentarem refutar meus argumentos afirmaram que alguns países ocidentais comercializam com sauditas, inclusive os Estados Unidos. Contudo, se adentrarmos no contexto comportamental americano perceberemos que a SHARIA já impõe os preceitos islâmicos no país protestante violando as outrora sagradas “liberdades individuais” e “liberdades religiosas”. Vamos a um exemplo? A Suprema Corte se negou a apreciar o processo de estudante do ensino médio de Maryland , Caleigh Wood, que se recusou a participar de um trabalho escolar para escrever a reza de conversão islâmica que afirma “… não há Deus, exceto Alah”, porque ela acreditava que isso contradizia diretamente sua fé cristã .

Segundo a Fox News:

Richard Thompson, presidente e conselheiro principal do Thomas More Law Center, que apresentou a petição em nome de Wood, disse: “As escolas estão promovendo o Islã sobre o cristianismo ou qualquer outra religião, e você tem um padrão duplo, que consideramos uma violação da lei. Thompson também disse no comunicado de imprensa da empresa : “Sob o pretexto de ensinar história ou estudos sociais, escolas públicas de toda a América estão promovendo a religião do Islã de maneira que nunca seria tolerada pelo Cristianismo ou por qualquer outra religião”.

Thompson disse que, além de obter um F na classe, Wood também foi obrigado a assistir a uma apresentação em PowerPoint pró-Islã que denegria sua religião e basicamente dizia que os cristãos não são tão fiéis quanto os muçulmanos. Então acreditamos firmemente que isso era uma violação. ”

Ora, se nos Estados Unidos as diversas entidades muçulmanas ortodoxas patrocinadas pela Arábia Saudita e outros países totalitários conseguem DERRUBAR A PRIMEIRA EMENDA para promover a difusão em todo país dessa crença que estimula violação de direitos humanos, pergunto: por que o brasileiro acha que nosso país será o ÚNICO no mundo em que o Islã não abocanhará as principais instituições????

Brasil na rota das doutrinas religiosas extremistas

Brasileiro, você tem a noção do nível de influência do Islã ortodoxo nas comunidades carentes? Esqueceu que o PCC de São Paulo e o Comando Vermelho do Rio de Janeiro já fecharam parceria com a mais poderosa organização narcoterrorista islâmica do mundo? Então leia parte da matéria publicada no Correio Braziliense em abril de 2019 seguinte:

Enquanto o Congresso discute uma série de leis anticrime e o governo federal concentra esforços na atuação da crise na divisa com a Venezuela, no norte do país, facções criminosas se fortalecem na tríplice fronteira, na divisa entre Brasil, Paraguai e Argentina. Desde 2017, organizações como o Primeiro Comando Capital (PCC), aliada ao Hezbollah, e o Comando Vermelho (CV), ampliam suas atividades de contrabando de armas, drogas lícitas e ilícitas e eletrônicos na região. O crescimento do poder do crime preocupa autoridades, mas encontra poucas ações práticas para frear o crescimento do poder paralelo no local.

Assim, mesmo sabendo que a maioria dos muçulmanos NÃO são jihadistas, a realidade é que o Brasil ainda não está preparado para combater em todas as frentes um aprofundamento da ameaça terrorista que já existe há anos. Apenas uma ação coordenada de ataques jihadistas/terroristas perpetrados por sauditas que seguiam a doutrina wahabita  exportada pela Arábia Saudita matou quase 3 mil inocentes nos atentados de 11 de setembro (Estados Unidos), o que mostra que não podemos facilitar a disseminação desse VENENO IDEOLÓGICO em solo nacional!

Como se livrar do perigoso jabuti?

Uma vez assinado o “acordo de jabuti islâmico”, resta-nos, a princípio, uma saída altamente democrática e respeitosa para com o presidente: pressionar os parlamentares para derrubarem em votação esse acordo de cooperação, e caso seja ratificado – porque dificilmente o Parlamento vai se mobilizar – a alternativa é promover a criminalização explícita da sharia em território nacional e derrubar a Lei de Migração. Ressalto, ainda, que sem MOBILIZAÇÃO POPULAR dentro e fora das redes, essa batalha estrá perdida!!!

O brasileiro que vem permitindo o ingresso de inúmeros terroristas do Hezbollah, FARC e milícias venezuelanas infiltrados entre os refugiados no pobre território de Roraima precisa despertar urgentemente para essa GRAVE questão de SOBERANIA NACIONAL. A espada de Mohammad não poupa aqueles que se omitem no quesito SEGURANÇA NACIONAL.

A democracia precisa vencer a sharia. Brasil acima de tudo, D’us acima do Islã!!!

Andréa Fernandes – advogada, jornalista, internacionalista e diretora-presidente da ONG Ecoando a Voz dos Mártires

Imagem Veja

No Irã, conversão ao Cristianismo resulta em prisão por “agir contra a segurança nacional”

“O Irã sentencia cristãos convertidos a 1 ano de prisão por ‘agir contra a segurança nacional’”, por Samuel Smith, Christian Post , 1º de agosto de 2019:

Um cristão convertido foi condenado a um ano de prisão sob a acusação de “atuar contra a segurança nacional” e de se engajar em “propaganda contra o sistema” enquanto prosseguem as repressões contra os cristãos, informa o grupo de ajuda International Christian Response.

A sentença foi entregue a Mahrokh Kanbari, de 65 anos, na segunda-feira, dois dias depois de comparecer ao Tribunal Revolucionário Islâmico em Karaj. Amigos de Kanbari disseram ao grupo sem fins lucrativos que o juiz foi rude com a ré e tentou humilhá-la quando ela discordou dele.

Kanbari foi presa por três agentes de inteligência iranianos em sua casa na véspera de Natal. Autoridades teriam confiscado telefones celulares, Bíblias e outros materiais relacionados a cristãos.

Depois de pagar uma fiança equivalente a cerca de US $ 2.500, ela foi liberada. Ela foi oficialmente acusada de agir contra a segurança nacional em janeiro. De acordo com a International Christian Response, ela foi orientada a ir a um líder religioso para ser “instruída” a retornar ao Islã….

Imagem e informações Jihad Watch

O Desafio Conservador

Por Andréa Fernandes

Na madrugada de sexta-feira, tive uma surpresa que abalou positivamente minha estrutura… Uma professora do Amazonas entrou em contato comigo solicitando autorização para inserir meus artigos no conteúdo programático dos seus alunos, afirmando que o conhecimento neles expostos poderia, em algum momento, ajudar em provas de redação do ENEM, já que temos a firme esperança do sepultamento da “ideologização” que tanto contaminou a “avaliação” do concurso.

Disse a professora que tinha por objetivo familiarizar o alunado com algumas questões que já eram abordadas em sala de aula, sendo uma delas, o crescimento do antissemitismo no mundo e também, no Brasil, quando reconheceu o destaque que venho alcançando com a disseminação de temas diversos na área dos direitos humanos publicizados nas redes e demais entes públicos e privados.

Daí, a profissional da educação afirma que “escolheu especialmente o Dia Internacional da Mulher” para inaugurar um trabalho de conscientização sobre as violações dos direitos das mulheres em países muçulmanos para que seus alunos possam ter acesso às informações não “filtradas” pela extrema-imprensa apoiadora do ideário de dominação comuno-islâmica. Desse modo, vejo o “investimento didático” nesse tema como importante iniciativa para “desaparelhar” o conceito de “direitos humanos” sequestrado por acadêmicos e movimentos que apoiam abertamente a sanguinária ditadura venezuelana e o totalitarismo islâmico.

A atitude exemplar dessa professora do norte do Brasil serve de “sinal” dos “novos tempos” que reclamam o fim do sucesso manipulador da “hegemonia acadêmica marxista”, a qual pode e deve ser confrontada de maneira racional nas redes e escolas. Desse modo, saber que venho prestando pequena contribuição nesse cenário de mudança das “narrativas” buscando desnudar a realidade ofuscada por “teorias utópicas” na área dos direitos humanos é um alento, vez que a ONG Ecoando a Voz dos Mártires[1] nasceu do propósito renegado pela esquerda global: “dar voz” às minorias desprezadas pelos intelectuais e grande mídia, sejam essas minorias integrantes de comunidades estrangeiras, nacionais ou o estado de Roraima integrante de “país continental” que abandonou sua unidade federativa pobre e arruinada pela imigração em massa de venezuelanos por simples “capricho” de sucessivos governos e descaso de vários movimentos de direita que explodem as redes com  protestos contra o ministro Sérgio Moro devido indicação indevida de uma “desarmamentista abortista” para compor suplência de órgão sem caráter deliberativo[2], mas não protestam pela decisão do governo federal de manter ingerência da ONU em território nacional autorizando a entrada de 500 imigrantes diariamente sem efetivo controle de segurança nas fronteiras, apesar de Roraima ocupar o 1º lugar no ranking de estados brasileiros com mais mortes violentas, quando poderia ser minimizado o impacto da crise humanitária venezuelana no Brasil com a instalação de CAMPOS DE REFUGIADOS no país que, por enquanto, não vivencia guerra civil.

Ativismo sério também demanda confrontar os movimentos de direita que prestam exitosos serviços à nação, mas não devem, por isso, estar imunes à crítica pertinente às suas limitações no tocante a algumas pautas, que aliás, estão inseridas no contexto da SEGURANÇA NACIONAL, ou será que ainda é de “desconhecimento geral” a atuação preocupante de terroristas do Hezbollah, agentes da inteligência cubana, narcotraficantes e outros criminosos aproveitando o “relaxamento da segurança” na fronteira venezuelana com Pacaraima por “questão humanitária”, agravada com a total liberdade para perigosos elementos estrangeiros ingressarem por outras vias não oficiais, como exaustivamente denunciado pelo ativista Nando de Abreu?

Temas como controle sanitário e controle de segurança nas fronteiras, além da adequação do “humanitarismo” aos direitos básicos das populações nativas que recebem milhares de imigrantes/refugiados, devem fazer parte das discussões no seio da sociedade, incluindo universidades e escolas.  E se os acadêmicos, youtubers, políticos, jornalistas e “humanistas” se omitem quanto a tão fundamental obrigação, cabe ao “cidadão comum” cobrar posicionamento rápido e explícito utilizando, inclusive, as mídias sociais!

Chegou o momento dos formadores de opinião e lideranças de movimentos conservadores perceberem que “empacar” exclusivamente nas velhas pautas da ideologia de gênero, aborto, liberação de drogas e desarmamento, impede a “conscientização nacional” acerca de outros graves problemas que exigem coragem e “pressão social” para a busca responsável de soluções urgentes.

A bem da verdade, em algumas situações assistimos “confrontos” em razão da “paternidade” de determinadas “pautas” que já caíram no “gosto popular” por expressar o “pensamento conservador”, ma, os “temas indigestos” TAMBÉM são necessários, ainda que muita “gente boa e famosa” não constate essa realidade. Brevemente, escreverei artigo explicativo sobre a “questão Roraima”, uma vez que, nesse assunto de relevância extrema, “o movimento conservador dorme em berço toldado”, correndo sério risco de acordar com horripilante pesadelo!

Andréa Fernandes é advogada, jornalista, internacionalista e presidente da ONG Ecoando a Voz dos Mártires.

[1] https://www.facebook.com/ecoandoavozdosmartires/?epa=SEARCH_BOX

[2] https://www.bol.uol.com.br/noticias/2019/03/01/sergio-moro-desconvidou-ilona-szabo-de-seu-ministerio-o-que-aconteceu.htm

 

Urgente:Deputado Orlando Silva tenta “derrubar”alguns vetos de Temer na Lei de Migração

Por Andréa Fernandes

Brasília – O deputado Orlando Silva (PCdo B/SP) apresentou em 13/06/2017, o Projeto Lei nº 7876/2017 objetivando vetar alguns dispositivos da Lei de Migração (LEI Nº 13.445), sancionada em 24 de maio de 2017 e que aguarda a entrada em vigor, cujo prazo é de 180 dias.

O artigo 118, vetado por Temer, preceituava:

“Art. 118. Será concedida autorização de residência aos imigrantes que, tendo  ingressado no território nacional até 6 de julho de 2016, assim o requeiram no prazo de 1 (um) ano após a entrada em vigor desta Lei, independentemente de sua situação migratória prévia. (Grifo nosso)

Orlando Silva modificou o referido artigo vetado tornando-o num dispositivo que implica em GRAVE RISCO À SEGURANÇA NACIONAL, pois ao contrário da redação anterior, autoriza a residência de qualquer imigrante ou refugiado em território brasileiro sem estabelecer um prazo inicial – como 06 de julho de 2017, previsto na Lei de Migração antes do art. 118 ser vetado – bastando que seja requerido no prazo de 18 meses após a data da vigência da lei, independentemente da situação migratória anterior.

Eis o teor do art. 1°, do Projeto de Lei n° 7876/2017:

Art. 1º Será concedida autorização de residência aos imigrantes que, tendo ingressado no território nacional até a data de início de vigência desta Lei, assim o requeiram no prazo de 18 (dezoito) meses após essa data, independentemente de sua situação migratória prévia, na forma do regulamento.

O Gabinete de Segurança Institucional da Presidência da República e a Casa Civil reconheceram a gravidade representada pelo artigo 118 e por isso, apresentaram justificativa do veto referenciado afirmando:

O artigo concede anistia indiscriminada a todos os imigrantes, independentemente de sua situação migratória ou de sua condição pessoal, esvaziando a discricionariedade do Estado para o acolhimento dos estrangeiros. Além disso, não há como se precisar a data efetiva de entrada de imigrantes no território nacional, permitindo que um imigrante que entre durante a vacatio legis possa requerer regularização com base no dispositivo.” (Grifo nosso)

Em sua justificativa para derrubar os vetos do presidente Temer no Art. 118 e respectivos parágrafos, Orlando Silva afirma que objetiva instituir o que “popularmente se denomina por ‘anistia’ aos imigrantes que buscam residência permanente em nosso país e que tenham  ingressado no território nacional até a data de início de vigência desta Lei.”

Sorrateiramente, o deputado ainda incluiu algumas modificações e acréscimos não previstos em dispositivos da Lei de Migração para ampliar o apoio à regularização da imigração em massa  para o Brasil. Exemplo de tal fato pode ser encontrado no parágrafo 3° do Art. 118, que estipulava:

§ 3 o   O imigrante com processo de regularização migratória em tramitação poderá optar por ser beneficiado por esta Lei.

Com a proposta de modificação de Orlando  Silva, o parágrafo vetado acima comentado passa a ter a seguinte redação:

§ 3º O imigrante com processo de regularização migratória em tramitação poderá optar por ser beneficiado por esta Lei, assim como o solicitante de refúgio que manifestadamente expressar sua opção pela solução migratória prevista no caput deste artigo.

A iniciativa do deputado – que não encontra qualquer respaldo popular – representa um perigo para a segurança nacional, pois, tenta revalidar dispositivos que o próprio governo reconheceu como temerários, sendo certo que tais dispositivos facilitarão o processo de imigração em massa de imigrantes sem que o país tenha a mínima infraestrutura para recebê-los e mesmo para combater o extremismo islâmico causador de milhares de atentados terroristas em todo mundo.

Propor leis que visam apenas suposto “auxílio humanitário” num período em que o Ocidente “fecha fronteiras” e “reforça a segurança nacional” para coibir o terrorismo islâmico  é um ato de traição à nação brasileira e atentado ao estado de direito.