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Israel proíbe homens com menos de 50 anos na Esplanada Das Mesquitas

Durante a tarde de quinta-feira (27/7), as forças de segurança israelenses enfrentaram manifestantes palestinos na Esplanada

Jerusalém, Undefined – A polícia israelense proibiu o acesso de homens com menos de 50 anos para as orações desta sexta-feira (28/7) na Esplanada das Mesquitas, em Jerusalém, após a escalada dos últimos dias. “Foi realizada uma avaliação de segurança e há indícios de que hoje haverá distúrbios e manifestações”, destacou a polícia em um comunicado.
“Apenas homens com mais de 50 anos e mulheres, de qualquer idade, serão autorizados”, e certas ruas em torno da Cidade Velha terão seu acesso limitado. “Todas as medidas de segurança necessárias foram adotadas para prevenir e responder a qualquer ato de violência”, assinalou a polícia.
Durante a tarde de quinta-feira (27/7), as forças de segurança israelenses enfrentaram manifestantes palestinos na Esplanada, na qual os fiéis muçulmanos entraram após quase duas semanas de boicote por conta das novas medidas de segurança impostas por Israel.
Segundo o Crescente Vermelho palestino, os incidentes deixaram 56 feridos na Esplanada, que os judeus chamam de Monte do Templo, e nas suas imediações. Na quinta-feira, os muçulmanos compareceram pela primeira vez em quase duas semanas à Esplanada, após  as autoridades israelenses retirarem as polêmicas medidas de segurança, decretadas depois de um ataque no qual morreram dois policias israelenses, em 14 de julho.
Israel justificou o reforço do dispositivo de segurança alegando que os agressores de 14 de julho esconderam suas armas na Esplanada, mas após as pressões da comunidade internacional, retirou na terça-feira os detectores de metal, substituídos por câmeras de segurança, que também foram desinstaladas posteriormente.

http://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia/mundo/2017/07/28/interna_mundo,613191/israel-proibe-homens-com-menos-de-50-anos-na-esplanada-das-mesquitas.shtml

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Marrocos proíbe o uso da burca

Embora a decisão tenha sido motivada por preocupações de segurança, a proibição é também “um passo importante na luta contra o extremismo religioso”.

O Ministério do Interior marroquino ordenou que fabricantes de vestuário e varejistas em todo o país norte-africano deixem de fabricar e vender burqas. Além disso, foram instruídos a liquidar as suas existências da peça de vestuário no prazo de 48 horas ou a confiscar riscos.

Em 9 de janeiro, funcionários do ministério visitaram os mercados para entregar manualmente avisos por escrito informando vendedores e alfaiates da decisão de parar a produção e venda da peça. O aviso também foi publicado em plataformas de mídia social.

“Seguindo as observações das autoridades, notamos que você vende burqas. Estamos lhe chamando para se livrar dessas peças de vestuário dentro de 48 horas e para abster-se de vendê-las no futuro “, o aviso lido.

Um alto funcionário do ministério também foi citado por meios de comunicação dizendo que eles tinham “tomado medidas para proibir completamente a importação, fabricação e comercialização deste vestuário em todas as cidades do reino”.

O uso da burca é relativamente raro em Marrocos, cujo governante, Rei Mohammed VI, defende uma versão moderada do Islã. A maioria das mulheres usa o hijab, uma peça cobrindo a cabeça, mas não o rosto.

A decisão é motivada por preocupações de segurança, já que no passado os criminosos usaram burqas para ocultação. Os salafistas estão preocupados que a proibição seja estendida ao niqab, um véu de rosto que, ao contrário da burqa, tem uma fenda deixando os olhos visíveis. Esta vestimenta é comum nas comunidades salafistas, particularmente no norte fundamentalista do país, de onde milhares de jihadistas viajaram para lutar na Síria e no Iraque.

“Marrocos está indo para a proibição do niqab, que mulheres muçulmanas usaram por cinco séculos?”, Pergunta o sheik salafista Hassan Kettani no Facebook. “Se assim for, será uma catástrofe.” Outro militante salafista advertiu que a proibição da burca era um primeiro passo para a proibição do niqab, o que levaria a uma divisão na sociedade marroquina.

Hammad Kabbadj, um pregador cuja candidatura no Parlamento de outubro de 2016 foi invalidada, reagiu dizendo que a proibição era inaceitável em um país onde o uso de trajes de banho ocidentais era considerado um direito humano.

A ex-ministra das Mulheres Nouzha Skalli comentou que a proibição da burca é “um passo importante na luta contra o extremismo religioso”.

http://www.clarionproject.org/news/morocco-bans-burqa

Alemanha deportará mais de 12.500 afegãos

Governo considera que atual situação em algumas regiões do Afeganistão não representa riscos à segurança. País foi palco de série de ataques na última semana, inclusive a um consulado alemão.

Mais de 12.500 afegãos que tiveram pedido de asilo negado pela Alemanha deverão ser deportados para o Afeganistão, revela reportagem publicada nesta quinta-feira (17/11) por um jornal alemão. O governo justifica a medida por considerar que grande parte do país não representa mais riscos para a segurança.

No total, 12.539 afegãos deverão voltar para sua terra natal, segundo o diário Neue Osnabrücker Zeitung. O número representa 5% dos quase 247 mil cidadãos de origem afegã que vivem atualmente na Alemanha.

Como justificativa, o Ministério do Interior alemão alegou que a segurança está garantida nos grandes centros do Afeganistão. “Levando em consideração o país como um todo, não pôde ser detectada nenhuma deterioração da situação de segurança”, informou o órgão, citado pelo diário.

O Ministério do Interior também acrescentou que a Bamf, agência de migração e refugiados, avalia cada pedido de asilo individualmente e quais são os riscos oferecidos aos requerentes. Ainda segundo a reportagem, 27 afegãos com asilo negado foram repatriados em 2016, em contraste com nove no ano anterior.

A deputada Ulla Jelpke , do partido A Esquerda, pediu ao governo que pare de enviar refugiados de volta para o “país colapsado por uma guerra civil”. Segundo ela, tais deportações representam “um alto risco de vida e são completamente irresponsáveis”.

Nos últimos dias, uma série de ataques ilustrou a situação em que se encontra o Afeganistão: há exatamente uma semana, militantes do Talibã atacaram o consulado alemão em Masar-i-Scharif, deixando seis mortos e quase 130 feridos; no sábado, um ataque reivindicado por radicais islâmicos na base militar dos Estados Unidos em Bragram matou quatro americanos; e por último, na quarta-feira, um atentado suicida na capital Cabul deixou seis vítimas.

http://www.dw.com/pt-br/alemanha-deportar%C3%A1-mais-de-12500-afeg%C3%A3os/a-36423844

Nigéria: líderes cristãos reivindicam justiça e segurança

A liberdade religiosa não é protegida e as leis que deveriam defender as minorias sequer servem para punir aqueles que usam a religião como desculpa para destruir casas, escolas e igrejas.

Já faz um tempo que líderes cristãos vêm criticando as ações do presidente Buhari. Entre as principais queixas estão as “chamadas para a expansão do escopo da lei islâmica na vida pública”, que são contrárias à Constituição nigeriana. A liberdade religiosa não é protegida e as leis que deveriam defender as minorias sequer servem para punir aqueles que usam a religião como desculpa para destruir casas, escolas e igrejas. Os cristãos estão reivindicando ao governo ajuda na reconstrução de seus imóveis destruídos.

Os dois incidentes mais recentes inclui a morte de um fazendeiro cristão por pastores fulani e a execução de um pastor. Esses dois casos foram a gota d’água para os líderes cristãos que estão reivindicando segurança e justiça. “Os cristãos nigerianos estão decepcionados e desiludidos com o governo. Buhari não tem sido capaz de conter a violência dos pastores fulani contra os cristãos na região conhecida como ‘Cinturão Médio’ (termo geográfico que designa a região de domínio cultural e religioso pelos muçulmanos)”, comenta um dos colaboradores da Portas Abertas. O Boko Haram está ativo no Norte da Nigéria e os extremistas islâmicos continuam a atacar os cristãos por motivos banais.

Em junho desse ano, por exemplo, uma cristã de 74 anos foi agredida até a morte simplesmente por pedir a um muçulmano que não realizasse seus rituais islâmicos em frente ao seu comércio. Conheça o caso lendo a matéria Falsa acusação de blasfêmia tira a vida de cristã. O fato foi divulgado em veículos de comunicação locais e o conselheiro especial de mídia do governo, declarou: “Nós vivemos em uma sociedade regida por regras e leis claramente definidas. Quando crimes desse tipo não são punidos, então corremos o risco de perder para a ilegalidade e a anarquia”. Depois disso, muitos outros crimes foram cometidos contra cristãos e as providências esperadas não foram tomadas pelas autoridades. Interceda pela igreja na Nigéria.

https://www.portasabertas.org.br/noticias/2016/11/lideres-cristaos-reivindicam-justica-e-seguranca

Netanyahu anuncia novas medidas de segurança para a região da Judeia após ataques terroristas

Jerusalém (TPS) – Após uma semana de ataques terroristas em que dois israelenses foram mortos nas colinas de Hebron, o primeiro-ministro Benjamin Netanyahu anunciou um conjunto de novas medidas de segurança a serem tomadas pelas forças de segurança na região.

“Estamos empregando vários meios, incluindo medidas resolutas não usadas no passado”, disse ele.

Entre as medidas listadas por Netanyahu estão um fechamento em todo o distrito de Hebron e a negação e revogação de autorizações de trabalho para os moradores da aldeia palestina vizinha, Bani Na’im. Parentes dos terroristas também serão investigados e, se necessário, presos, de acordo com seu nível de envolvimento em qualquer ataque.

Netanyahu também disse que reforços seriam fornecidos para as tropas na região, incluindo mais duas brigadas que operariam ao longo das rotas de viagem.

O plano também se concentra no fortalecimento das comunidades existentes na Judeia e Samaria.

“Vamos construir um plano especial para Kiryat Arba na próxima reunião do gabinete, e as minhas instruções aos ministros são para preparar seus ministérios para ajudar as comunidades na Judeia e Samaria”, disse Netanyahu.

Ambas as vítimas dos recentes ataques terroristas eram residentes da Judeia. Na quinta-feira, 30/6, de manhã, um adolescente palestino de 17 anos invadiu a casa de Hallel Yaffa Ariel, 13 anos, moradora de Kiryat Arba e a esfaqueou até a morte, enquanto ela dormia. Naquela mesma tarde, um outro homem palestino esfaqueou dois israelenses em um mercado na cidade costeira de Netanya.

Na sexta-feira, 1/7, à tarde, o rabino Michael (Miki) Mark, 48 anos, líder da yeshivá (escola judaica) em Otniel e residente dessa comunidade, foi baleado e morto enquanto dirigia ao longo da estrada 60 com sua esposa e dois de seus dez filhos. Sua esposa sofreu ferimentos graves no ataque, durante o qual o carro deles capotou, e os filhos, ambos na adolescência, também foram feridos.

Fonte: TPS / Texto: Jonathan Benedek / Tradução: Hannah Franco / Foto: Hillel Maeir

ONGs apelam contra fechamento do maior campo de refugiados do mundo

ONU e grupos denunciam ilegalidade de proposta, tomada por motivos de segurança, mas que pode piorar ainda mais situação de terrorismo.

NAIRÓBI – O governo do Quênia provocou apelo internacional após anunciar um grande investimento para encerrar as atividades no campo de refugiados de Dadaab, o maior do mundo. De acordo com o Executivo, o local tem suspeitas de que sirva de abrigo para os radicais islâmicos somalis do al-Shabaab, aliados da al-Qaeda. Mas a ONU e várias ONGs apelaram contra a decisão.

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França: Jihad Infecta o Exército e a Polícia

por Yves Mamou

  • Alguns policiais se recusaram abertamente a proteger sinagogas ou observar um minuto de silêncio em homenagem aos mortos, vítimas de ataques terroristas.
  • O fato de policiais estarem armados e terem acesso ao banco de dados da polícia só aumenta a angústia.
  • Em julho de 2015 quatro homens, um deles veterano da marinha, foram notificados a se apresentarem para interrogatório. Eles haviam planejado se infiltrar em uma base da marinha no sul da França, capturar um oficial de alta patente, decapitá-lo e publicar as fotos da decapitação nas redes sociais.

De acordo com um memorando confidencial, datado de janeiro de 2016, emitido pela unidade antiterrorista do ministro do interior francês, a França já hospeda 8.250 islamistas radicais (um crescimento de 50% em um ano).

Alguns desses islamistas foram para a Síria para se juntarem ao Estado Islâmico (EI), outros se infiltraram em todas as esferas da sociedade, começando pela polícia e forças armadas.

Um memorando confidencial vazado do Departamento de Segurança Pública, publicado peloLe Parisien, detalha 17 casos de policiais radicalizados entre 2012 e 2015. Particularmente foram enfatizados os casos de policiais que ouvem e transmitem cânticos muçulmanos enquanto rondam as ruas.

Alguns desses policiais se recusaram abertamente em proteger sinagogas ou observar um minuto de silêncio em homenagem aos mortos, vítimas de ataques terroristas.

Além disso, a polícia foi alertada a respeito de uma policial que incitava o terrorismo no Facebook, chamando sua farda de “farrapo imundo da República” enquanto limpava suas mãos nela. Em janeiro de 2015, imediatamente após os ataques à redação da revista Charlie Hebdo e ao supermercado kasher Hypercacher em Vincennes, que deixou 17 mortos, ela publicou em sua página do Facebook: “ataque mascarado conduzido por sionistas covardes… Eles precisam ser mortos”.

O fato de policiais estarem armados e terem acesso ao banco de dados da polícia só aumenta a angústia.

Embora o quartel-general da polícia de Paris alegue que casos como este são raros, ela achou por bem realizar reavaliações semanais em relação a qualquer comportamento que exceda o princípio de separação da igreja do estado, como acontece com policiais muçulmanos que aparentam inclinação à radicalização. Patrice Latron, que administra o gabinete do superintendente de polícia de Paris, disse ao Le Parisien que se trata de um fenômeno “extremamente marginal”.

Não são apenas os policiais que estão apreensivos, as forças armadas francesas também estão preocupadas. Não há estatísticas sobre o número de soldados muçulmanos servindo nas forças armadas francesas, mas tem-se como certo que há muitos, e que são vulneráveis às influências islamistas, dado que a França está envolvida militarmente na África contra a Al Qaeda no Magrebe Islâmico (AQIM) e também contra o Estado Islâmico no Oriente Médio. Desde o ataque contra o Charlie Hebdo em janeiro de 2015, contudo, a maior operação militar da França tem sido mesmo em solo francês: Encontram-se posicionados 10.000 soldados armados na França para proteger sinagogas, escolas judaicas, estações de trens e metrôs, e também algumas mesquitas, para mostrar aos muçulmanos que a República Francesa não os vê como inimigos. Sua missão não é mais a de ser simplesmente uma força suplementar e sim como explica o Le Figaro, para “implementar permanentemente operações militares dentro do país”.

Já no início de 2013, durante a 5ª conferência parlamentar sobre segurança nacional, o Coronel Pascal Rolez, assessor do diretor assistente da unidade de “contra intervenção” do Departamento de Proteção, Segurança e Defesa (DPSD), declarou: “estamos observando um crescimento da radicalização nas forças armadas francesas, particularmente desde o caso Merah”. Lembremo-nos que Mohammed Merah, um jovem muçulmano francês, assassinou três soldados franceses em Toulouse e Montauban, além de assassinar quatro judeus franceses em uma escola em Toulouse.

Em 2012 Mohammed Merah, um muçulmano francês, assassinou três soldados franceses, além de assassinar quatro judeus franceses em uma escola. Hoje, considerando os inúmeros casos de soldados e policiais muçulmanos franceses se radicalizando, os serviços de segurança temem o perigo de “terem em suas fileiras agentes das forças de segurança atacando seus colegas”.

A fim de identificar membros das forças armadas que estão sendo radicalizados, o DPSD leva em conta mudanças no modo de se vestir, licenças recorrentes por motivo de doença, viagens, furto de suprimentos ou de equipamento militar.

Desde os ataques ao Charlie Hebdo e ao supermercado kasher em Paris em janeiro de 2015, a mídia tem observado vários indícios de radicalização no exército francês.

Em 21 de janeiro de 2015 a emissora de rádio RFI anunciou que cerca de 10 soldados franceses desertaram e se uniram à luta jihadista na Síria e no Iraque. Isso foi confirmado pelo Ministro da Defesa Jean-Yves Le Drian, com a cautela de afirmar que são casos “extremamente raros”. Aparentemente um desses veteranos ocupa o posto de “emir” em Deir Ezzor na Síria e lidera um grupo de cerca de 10 combatentes franceses treinados por ele pessoalmente. Os outros desertores franceses são especialistas em explosivos ou paraquedistas, alguns vieram das unidades de comando da Legião Estrangeira Francesa.

Também em janeiro de 2015, depois dos ataques em Paris, a polícia descobriu que “Emmanuelle C”, assessora da gendarmaria (corpo de soldados da força policial na França) de 35 anos, havia se convertido ao Islã em 2011 e estava em um relacionamento com Amar Ramdani, procurado por tráfico de drogas e armas. Ramdani é cúmplice de Amedy Coulibaly, que perpetrou a chacina em Montrouge e no Hypercacher em Paris. Ramdani estava sendo monitorado pela divisão de inteligência do departamento de polícia (DRPP) na área “pública” do forte em Rosny-Sous-Bois (Seine-Saint-Denis). No forte fica a unidade científica da gendarmaria. Quanto a Emmanuelle C, ela foi acusada de ter violado mais de 60 vezes a segurança do arquivo do suspeito (FPR). Ela foi sentenciada a um ano de prisão, com suspensão condicional da pena e expulsa da gendarmaria.

Em julho de 2015, a imprensa revelou que aproximadamente 180 detonadores e 10 barras de explosivos plásticos foram roubados de um depósito do exército perto de Marselha. Os investigadores obviamente suspeitaram de cumplicidade interna, uma vez que os perpetradores pareciam estar muito bem informados. As investigações apontam em duas direções: terrorismo islâmico ou crime organizado, a investigação continua.

Em 16 de julho de 2015 o Presidente François Hollande revelou que tinha sido frustrado um ataque a uma base militar francesa. Três dias depois, quatro homens, um deles veterano da marinha, foram detidos. Eles confessaram que haviam planejado se infiltrar em uma base da marinha no sul da França, capturar um oficial de alta patente, decapitá-lo e publicar as fotos da decapitação nas redes sociais.

Em 6 de março de 2016, o veterano das forças armadas, “radicalizado” Manuel Broustail, foi detido quando descia de um avião no Marrocos. Segundo o jornal francês Presse Ocean, Broustail estava levando em sua mala um facão, quatro facas de cozinha, dois canivetes, um bastão retrátil, um capuz preto e um botijãozinho de gás. Veterano das forças armadas francesas e convertido ao Islã, Broustail já tinha sido posto sob prisão domiciliar por um longo período em Angers (Maine-et-Loire) dias depois dos execráveis ataques em Paris nos quais 130 pessoas foram assassinadas. Ele está sendo monitorado pelas agências de segurança francesas desde que foi dispensado do exército em 2014. A mídia parece estar preocupada que um indivíduo desses, que carrega armas desse tipo, possa passar pelos controles de segurança do aeroporto, pegar um avião e deixar o país.

De acordo com Thibaut de Montbrial, especialista em terrorismo e presidente do Centro de Estudos de Segurança Interna o risco é “a possibilidade de agentes das forças de segurança atacarem seus colegas. Alguém de farda atacando uma pessoa usando a mesma farda. Na França um cenário desses não é impossível. As forças de segurança precisam ter em mente esse risco”.

Yves Mamou, radicado na França, trabalhou por duas décadas como jornalista para o Le Monde.

http://pt.gatestoneinstitute.org/7739/franca-jihad-exercito-policia

Segurança salva igreja com a própria vida

Os cristãos reconheceram que foi um ato corajoso e ele morreu como um mártir, na intenção de proteger a igreja.

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O Paquistão nunca esteve numa posição tão alta na Classificação da Perseguição Religiosa. Esse ano, ele se junta à Nigéria ao atingir a pontuação máxima no quesito violência contra os cristãos e a própria igreja. Agora o país ocupa a 6ª posição, dentro de um contexto de perseguição extrema, onde as leis do país tiram toda a liberdade de um cristão, levando-o à prisão, tortura e até morte.

Mesmo assim, há milagres acontecendo por lá, já que Deus não desampara os filhos que Ele tanto ama. Há também notícias que chegam como um verdadeiro refrigério, dando esperança aos cristãos locais. “Em uma cidade paquistanesa, um cristão que trabalhava como segurança de uma rua, viu dois homens bombas se aproximarem de uma igreja. Ele os abordou, tentando fazê-los parar, mas os homens acionaram as bombas antes mesmo de chegar à igreja e os três morreram. Na semana seguinte, a igreja que foi poupada do atentado estava lotada de pessoas”, conta um dos analistas de perseguição.

Ainda que triste, pela perda do segurança, os cristãos reconheceram que foi um ato corajoso e ele morreu como um mártir, na intenção de proteger a igreja. Os ataques à bomba não impedem que os cristãos frequentem as igrejas, mesmo sabendo que correm risco de vida. Lembre-se dos cristãos paquistaneses em suas orações. Eles precisam de forças para seguir em frente.

Pedidos de oração

 

  • Ore para que Deus console a família do segurança que protegeu a igreja com a própria vida.
  • Peça ao Senhor para que a igreja paquistanesa continue crescendo, com fé e coragem, a fim de alcançar mais pessoas através da Palavra.
  • Ore também pelos perseguidores para que sejam tocados pelo Espírito Santo e também aceitem a Jesus como Salvador.

https://www.portasabertas.org.br/noticias/2016/02/seguranca-salva-igreja-com-a-propria-vida

 

Maioria dos britânicos quer saída da UE após ataques de Paris

Mais da metade dos entrevistados é contra permanência no bloco

LONDRES – Mais da metade dos britânicos quer a saída do país da União Europeia devido à incerteza a respeito da segurança do bloco após os atentados coordenados em Paris que deixaram 130 mortos em 13 de novembro. A informação é de uma pesquisa de opinião encomendada pelo jornal inglês “The Independent” à consultoria ORB.

A enquete, que entrevistou 2 mil pessoas, mostra que 52% dos britânicos participantes quer a saída do Reino Unido da UE, enquanto 48% são a favor da permanência. Pesquisas anteriores mostram que o apoio à continuação no bloco caiu 7 pontos percentuais desde junho.

Enquanto isso, o primeiro-ministro David Cameron tenta conquistar a aprovação de outros líderes para um referendo prometido para o fim de 2017 sobre a associação britânica.

— É o primeiro movimento que vemos no dado em seis meses e claramente é uma resposta aos eventos em Paris — afirmou Johnny Heald, gerente-diretor da ORB Internacional, à Reuters. — Muitos sentem que a Europa falhou em proteger as fronteiras, resultando na matança nas ruas de Paris. Precisamos esperar alguns meses para ver se é uma reação instintiva ou se a maré está mudando.

A separação do Reino Unido seria crucial na composição do bloco com a perda da segunda maior economia e uma das principais potências militares. Por um lado, defensores pró-União Europeia alertam que uma saída da UE prejudicaria a economia do país e desencadearia no rompimento do Reino Unido com o estímulo a outra votação de independência da Escócia.

No entanto, oponentes à permanência afirmam que há medo exacerbado e que a Grã-Bretanha e o centro financeiro de Londres poderiam prosperar com o afastamento das economias estagnadas na Europa Oriental.

A pesquisa da ORB mostra que o índice de apoio à saída do bloco foi mais alto entre pessoas com mais de 55 anos e menor entre cidadãos entre 18 e 24 anos. A Escócia e o País de Gales se mostraram as partes mais pró-UE do Reino Unido, enquanto o sudoeste da Inglaterra foi a região com maior aversão à permanência no bloco.

Pesquisas de opinião anteriores aos ataques de Paris mostraram que a vontade britânica de ficar na UE estava diminuindo na medida que aumentava a preocupação com o gerenciamento da crise dos refugiados no continente.

Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/mundo/maioria-dos-britanicos-quer-saida-da-ue-apos-ataques-de-paris-diz-pesquisa-18125068#ixzz3sQBCRIDp
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Hamas está fazendo esforços para realizar ataques suicidas contra Israel, dizem as autoridades

Autoridades israelenses disseram na segunda-feira que eles identificaram que a liderança do Hamas na Faixa de Gaza deu instruções aos seus agentes na Cisjordânia para realizar ataques suicidas contra alvos judaicos, segundo vários meios de comunicação.

Os pontos centrais das atividades do Hamas nos territórios palestinos são Nablus e Hebron, disseram autoridades israelenses. Como as autoridades lutam para lidar com a onda de atos de violência palestina nas últimas semanas, as autoridades israelenses estão convencidas de que o Hamas vai fazer todos os esforços para executar um ataque em grande escala usando qualquer meio disponível para seus homens no campo.

Uma fonte palestina disse à Rádio de Israel que as forças de segurança da Autoridade Palestina apreendeu um grupo de homens do Hamas em Hebron que estava planejando uma série de ataques. Segundo a AP, os membros do Hamas foram encontrados com posse de grandes somas de dinheiro, bem como explosivos. Enquanto não ficou claro exatamente como os homens planejavam realizar o ataque, as forças de segurança palestinas disseram que tinham manifestado o seu desejo de morrer.

http://www.jpost.com/Arab-Israeli-Conflict/Hamas-making-efforts-to-carry-out-suicide-attacks-against-Israel-officials-say-427381