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Rebeldes sírios atacam bairro cristão em Aleppo, matando 4 crianças e a força aérea russa intervém matando os terroristas

Shoebat  – Terroristas rebeldes muçulmanos na Síria lançaram um ataque contra um bairro cristão, matando quatro crianças. Por causa deste ataque, a Força Aérea da Rússia,  bombardeou os assassinos rebeldes. Aqui está o relatório:

Pelo menos quatro crianças foram mortas em Aleppo, Síria, em um bombardeio no bairro cristão da cidade sitiada em 13 de outubro.

Bishop George Abou Khazen, o Vigário Apostólico de Aleppo, disse ao serviço da AsiaNews que o bombardeio do bairro Sulaymaniyah atingiu uma escola, entre outros alvos civis. Os ataques foram lançados a partir da parte leste de Aleppo, que agora é tomada por rebeldes que lutam contra o presidente Assad. Os rebeldes, por sua vez foram bombardeados em uma ofensiva apoiado pela Rússia.

“Aleppo agora é um inferno”, disse Bishop Khazen. Ele juntou-se Papa Francisco implorando por um cessar-fogo.

Muslims Attack Christian Neighborhood And Ruthlessly Slaughter Four Children. Russian Military Comes In And Kills The Terrorists For What They Did To The Christians

União Europeia pede que Rússia pare de bombardear rebeldes na Síria

Ataques estão enfraquecendo terroristas, mas também ‘oposição moderada’. Ação pode prolongar conflito agravar situação humanitária, diz documento.

A União Europeia pediu nesta segunda-feira (12) à Rússia que “cesse imediatamente” os bombardeios contra tropas da oposição moderada na Síria, acrescentando que uma paz duradoura é impossível sob a atual liderança do presidente Bashar al-Assad.

“As recentes operações militares russas que tiveram como alvo o Daesh (Estado Islâmico) e outros grupos designados pela ONU como terroristas, mas também a oposição moderada, são fonte de uma profunda preocupação e devem cessar imediatamente”, indicaram os 28 ministros das Relações Exteriores em um comunicado.

A “escalada militar” russa, que começou a bombardear a Síria no dia 30 de setembro, “ameaça prolongar o conflito, minar o processo político, agravar a situação humanitária e aumentar a radicalização”, acrescentaram ao término de uma reunião em Luxemburgo.

Os ministros convocaram Moscou a “centralizar seus esforços no objetivo comum de alcançar uma solução política ao conflito” na Síria.

O presidente russo, Vladimir Putin, afirmou no domingo que a intervenção militar na Síria tem por objetivo “reforçar as autoridades legítimas e criar as condições necessárias para encontrar um compromisso político”.

Mas para os europeus “não pode haver uma paz duradoura na Síria com a liderança atual”, segundo a declaração.

A reunião dos ministros ocorre a poucos dias de uma cúpula de chefes de Estado da UE (na quinta-feira) na qual a Síria também estará na agenda.

Os ministros afirmaram que a crise se aprofundou e que é imperativo terminar com um conflito que já deixou 250.000 mortos e obrigou 12 milhares de pessoas a deixar seus lares.

“É cada vez mais urgente encontrar uma solução duradoura para colocar fim ao conflito”, acrescentam no texto, no qual convocam “um processo dirigido pelos sírios” que leve a “uma transição pacífica e inclusiva”, sem informar se Bashar al-Assad deve participar dela.

Sobre este ponto a UE está dividida. Ao chegar à reunião, a chefe da diplomacia europeia, Federica Mogherini, não esclareceu a posição.

Assad, rebeldes e o Estado Islâmico
Mogherini disse que a UE colocará toda a sua energia para apoiar os esforços da ONU para alcançar a paz, “um processo no qual todos os atores relevantes devem estar ao redor da mesa”.

O secretário de Relações Exteriores britânico, Philip Hammond, disse que pode existir certa flexibilidade sobre o momento da partida de Assad, mas que existe um sério risco de que os rebeldes se unam, então, aos grupos radicais.

“Podemos ser flexíveis sobre a forma, o momento de sua partida, mas se tentarmos trabalhar com Assad lançaremos a oposição (ao regime sírio) nos braços do Estado Islâmico, o contrário do que queremos”, disse.

“Para nós está claro que não podemos trabalhar com Assad como uma solução de longo prazo para o futuro da Síria”, acrescentou.

“Nem todos estão de acordo sobre como este processo deve ser abordado”, indicou o ministro espanhol, José Manuel García Margallo.

Para García Margallo “o pior dos males seria a continuação da guerra. As outras alternativas, mesmo algumas delas sendo ruins, são melhores que esta”.

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EUA receberão mais refugiados sírios, diz Kerry

Secretário de Estado deu declaração após encontro com congressistas.
Kerry não entrou em detalhes sobre quantos e quando eles seriam aceitos.

Os Estados Unidos estudam a forma de receber mais refugiados da guerra civil na Síria, afirmou nesta quarta-feira (9) o secretário de Estado John Kerry. “Estamos comprometidos em aumentar o número de refugiados que recebemos”, afirmou Kerry, depois de um encontro com congressistas.

Kerry não entrou em detalhes sobre quantos e quando eles seriam aceitos. Desde o início da guerra civil na Síria, os Estados Unidos receberam cerca de 1.500 refugiados, com 300 a mais esperada claro até outubro, de acordo com o Departamento de Estado, de acordo com a Reuters.

Alguns legisladores dos EUA pressionam o governo a tomar atitudes que contribuam para contornar a crise migratória, que atinge a Europa.

Depois de participar da reunião com Kerry, o senador democrata Patrick Leahy encaminhou para avaliação dos legisladores uma emenda para encaminhar uma ajuda aos refugiados. Essa contribuição tinha sido cortada do orçamento destinado à ajuda internacional.

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