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Horror no centro alemão de imigrantes: pai sírio é preso por tentativa de homicídio por jogar seus três filhos pequenos de uma janela do primeiro andar

  • Polícia chamada após testemunha ver crianças caindo uma por uma de uma janela
  • Menino de 5 anos, e sua irmã, de 7 anos, foram levados de helicóptero para o hospital sofrendo ferimentos graves na cabeça
  • Terceiro filho, de um ano, foi devolvido a sua mãe após o tratamento para ferimentos leves
  • As precárias condições têm  provocou  cenas iradas em centros de imigrantes na Alemanha

Um pai de refugiados foi preso por tentativa de homicídio na Alemanha, depois de supostamente jogar os três filhos de uma janela no centro de alojamento de emergência.

A polícia recebeu uma chamada de emergência em Lohmar, no oeste da Alemanha na segunda-feira de um homem que disse que viu as crianças caindo uma por uma a partir da janela do primeiro andar do centro de requerentes de asilo.

Quando os médicos chegaram a cena que encontraram duas das crianças com ferimentos graves e ambas foram de helicóptero para um hospital próximo.

Uma terceira criança, de um ano, foi devolvida a sua mãe depois do tratamento para ferimentos leves após ser mantido durante a noite no hospital para observação.

As crianças gravemente feridas – um menino de cinco anos de idade e sua irmã, de sete anos, sofreram grave ferimentos na cabeça e traumatismo.

O pai, um sírio de 35 anos, foi preso no local.

Um esquadrão especial da polícia foi formado para investigar o incidente – um dos números crescentes de crimes violentos entre as famílias de refugiados,

“O homem não ofereceu resistência durante a sua prisão”, disse o porta-voz da polícia Stefan Birk.

O centro de acolhimento foi declarado como cena do crime e o isolaram e as 30 pessoas que vivem na casa – um antigo restaurante chinês – movidas para outro lugar.

A família síria viveu em um grande apartamento no primeiro andar, juntamente com outros requerentes de asilo.

Várias famílias compartilhavam o banheiro e uma cozinha.

Trabalhadores humanitários têm se queixado nas últimas semanas que a falta de espaço e privacidade nos centros em toda a Alemanha desencadeou confrontos violentos e até mesmo abuso de crianças e mulheres.

A polícia recebeu uma chamada de emergência em Lohmar, no oeste da Alemanha a partir de um homem que disse que viu as crianças caindo um por um a partir da janela do primeiro andar do centro de requerentes de asilo

A polícia recebeu uma chamada de emergência em Lohmar, no oeste da Alemanha a partir de um homem que disse que viu as crianças caindo uma por uma da janela do primeiro andar do centro de requerentes de asilo

Cologne está prometendo uma resposta tolerância zero para qualquer um que cometer crimes quando a temporada de carnaval começa lá no fim de semana após os excessos da véspera de Ano Novo na cidade, quando as mulheres foram submetidas a agressões sexuais em massa e roubo de centenas de homens imigrantes

Colônia está prometendo uma resposta de tolerância zero para qualquer um que cometer crimes quando começar a temporada de carnaval no fim de semana após os excessos da véspera de Ano Novo na cidade, quando as mulheres foram submetidas a agressões sexuais em massa e roubo por centenas de homens imigrantes

Na sequência dos excessos da véspera de Ano Novo em Colônia, quando as mulheres foram sujeitas a agressões sexuais em massa e roubo por centenas de homens imigrantes, a cidade está prometendo tolerância zero para qualquer um que cometa essas infracções novamente quando se iniciar o carnaval no fim de semana.

“Todos devem ser capazes de celebrar o carnaval em Colônia sem perigo”, disse o prefeito Henriette Reker.

‘Colónia está a tomar medidas para evitar uma repetição da véspera de Ano Novo.

‘O público global vai estar assistindo muito de perto para ver como Colônia gere este desafio. “

Mas tanto ela como novo chefe de polícia Jürgen Mathies disseram que não há tal coisa como 100%.

Cerca de 2.500 policiais estarão nas ruas na quinta-feira à noite para a primeira noite tradicional do fim de semana mais movimentado do carnaval, o dobro do número de 2015.

Read more: http://www.dailymail.co.uk/news/article-3427696/Horror-German-migrant-centre-Syrian-father-arrested-attempted-murder-throwing-three-young-children-floor-window.html#ixzz3z12Fs2qU
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De estudante de Odontologia a terrorista do EI

SANLIURFA — As autoridades turcas ainda trabalham para construir o perfil de Nabli Fadli, que se explodiu no histórico e turístico bairro de Sultanahmet, no Centro de Istambul, matando dez alemães. Fadli entrou em solo turco como refugiado a partir da fronteira síria. Antes de integrar o grupo radical Estado Islâmico (EI), era um estudante “consciente, popular e quieto” de Odontologia na Universidade de Aleppo, na Síria, segundo colegas.

Fadli entrou em solo turco em meados de dezembro e inicialmente pretendia realizar o ataque durante as comemorações de Ano Novo na capital Ancara, segundo informações do BuzzFeed News. Ele se registrou como refugiado quando chegou ao país, mas não despertou a desconfiança das forças de segurança, embora um irmão de Fadli tenha se explodido no ano passado em combate contra as tropas do ditador sírio, Bashar al-Assad.

Entrevistas com conhecidos de Fadli deram pistas sobre sua trajetória de radicalização. Antes de se aliar às fileiras extremistas do EI, ele integrou um grupo rebelde antigoverno.

Um combatente da oposição que lutou ao lado de Fadli disse que o conheceu antes do começo da guerra na Síria, na cidade fronteiriça de Jarabulus. Eles eram de diferentes grupos baseados na cidade, que ajudaram a tomar o território das mãos do governo. Fadli era membro do al-Daher Baybars, cujo nome foi inspirado em um sultão do século 13.

— Nós lutamos pela nossa revolução, mas eles quiseram construir o Estado Islâmico deles — disse o rebelde, que pediu anonimato para evitar retaliação do grupo terrorista por falar à imprensa. — Nós pensamos que ele fosse um bom rapaz, mas ele é um cretino.

TREINO PARA HOMEM-BOMBA

Em 2013, o EI atacou Jarabulus para anexar a estratégica fronteira com a Turquia. Os extremistas prevaleceram, em parte porque vários membros do al-Daher Baybars, inclusive Fadli, os ajudaram a conquistar a cidade. Um recente desertor do Estado Islâmico, que chegou a trabalhar como comandante do grupo, disse que Fadli se uniu aos terroristas com colegas rebeldes e seguiu para o treinamento da organização de homens-bomba. Ele acrescentou que vários parentes do sírio também entraram no EI, e que um deles se explodiu ano passado em uma batalha contra as forças de Assad. Ele disse ainda que “muita gente do bem” se junta ao grupo pela necessidade de sustentar a família, mas que Fadli “realmente acreditava nos extremistas”.

— Ele fez isso para causar problemas aos refugiados. — disse o ex-rebelde. — Ele matou dez pessoas, mas colocou dois milhões de sírios na Turquia em risco.

As unhas dos pés de Fadli haviam sido retiradas, o que indica que o sírio foi torturado em algum momento da vida. As autoridades agora investigam se ele já foi preso pelo governo sírio ou pelas milícias curdas. Fadli também passou um tempo na Arábia Saudita, embora os investigadores não saibam quando.

Fadli entrou em solo turco em meados de dezembro. Depois que a polícia prendeu dois homens sob o pretexto de serem do Estado Islâmico e planejarem um ataque na capital, em 30 de dezembro, Fadli preferiu a discrição.

— Depois que esses suspeitos foram detidos, ele mudou de ideia. Voltou a Istambul e se explodiu dez dias depois — explicou o funcionário do governo, que também pediu anonimato por não ter autorização de falar publicamente sobre a investigação.

A deliberada atitude de deixar pistas sobre sua identidade intriga os investigadores turcos. Fadli fez check-in em hotéis com o próprio nome e se registrou como refugiado, “embora pudesse facilmente se manter anônimo no mar de refugiados que chegavam ao país com ele”, disse o funcionário.

UM UNIVERSITÁRIO QUE NÃO SE ENVOLVIA EM BRIGAS

A mãe de Fadli era uma cristã armênia que se converteu ao Islamismo para casar com o pai dele, islâmico fervoroso. Um nativo de Manbij, cidade no interior de Aleppo agora controlada pelo Estado Islâmico, disse que a família de Fadli tinha uma loja de mobiliário na cidade. Eram pessoas respeitadas pela comunidade, conhecidas por criar os filhos sob estritos dogmas religiosos. Abdullatif Fadli, pai do terrorista, disse que a família se sente envergonhada pelo ato do filho.

— Eles eram como puritanos — disse um nativo de Manbij.

Mohammed Bakir Hussein, que hoje vive na Alemanha, estudou com Fadli na Universidade de Aleppo. Descreveu o ex-colega como um estudante popular, quieto e consciente. Conhecido por raramente se envolver em brigas, Fadli não era muito religioso, mas tinha paixão por exercícios físicos. Hussein contou que, como a família era muito pobre para alugar uma casa próxima à universidade, Fadli viajava diariamente quase 50 quilômetros para ir às aulas. Ele estudava para se tornar dentista. Os dois perderam contato depois da formatura.

– Fiquei chocado quando soube o que ele fez em Istambul — disse Hussein. — Em março, ele me mandou uma mensagem no Facebook com um pseudônimo. Até o seu rosto estava diferente, sua expressão facial estava endurecida.

Foi aí que Fadli contou a Hussein que havia se juntado ao Estado Islâmico. Quando Hussein criticou o grupo, Fadli rebateu que ele “não sabia nada do EI” e convidou o ex-colega para ir à Síria “se ele quisesse aprender sobre o grupo”. Logo depois do contato, Fadli deletou a conta na rede social.

O atentado na Turquia preocupou as autoridades se os extremistas estão usando a grave crise humanitária da região para atravessar as fronteiras e armar ataques.

Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/mundo/de-estudante-de-odontologia-terrorista-do-ei-18480789#ixzz3xKl9Q054

Este menino sírio tem um recado curto e grosso para o mundo

Kinan: “Parem a guerra na Síria, não queremos ir para a Europa. Apenas parem a guerra”, apela o menino de 13 anos.

São Paulo – Em um vídeo curto de apenas 45 segundos, um jovem refugiado sírio faz um apelo forte para o mundo: “Parem a guerra na Síria, não queremos ir para a Europa”, diz o menino de 13 anos.
O registro foi feito pela rede de televisão árabe Al Jazeera  e viralizou nas redes sociais nesta quarta-feira, um dia após a tragédia envolvendo o pequeno Aylan al-Kurdi, encontrado morto numa praia da Turquia após um naufrágio e que virou símbolo do drama dos refugiados.

Uma equipe de repórteres da TV árabe encontrou o adolescente, que se chama Kinan Masalemeh, acompanhado de sua família em dois momentos: primeiro na fronteira da Sérvia com a Hungria e, dias depois, na estação de comboios de Budapeste, em meio a uma multidão de refugiados.

Frustrado, o adolescente esperava que as autoridades húngaras permitissem que ele e sua família embarcassem em algum comboio com destino à Alemanha.

“A polícia não gosta dos sírios, nem na Sérvia, na Hungria, na Macedónia ou na Grécia”, disse Kinan à TV.

Perguntado sobre que mensagem gostaria de mandar para o mundo, o menino respondeu:

“A minha mensagem? Por favor ajudem os sírios. Os sírios precisam de ajuda já. Parem simplesmente com a guerra. Nós não queremos ir para a Europa. Apenas parem a guerra na Síria, só isso”.

A guerra da Síria já dura quatro anos, somando mais 250.000 mortos e 23 milhões de deslocados. Um dos seus desdobramentos foi a fortificação do grupo extremista Estado Islâmico, que vem espalhando o terror e o caos onde invade.

http://exame.abril.com.br/mundo/noticias/este-jovem-sirio-tem-um-recado-forte-e-curto-para-o-mundo

Criança-soldado do Estado Islâmico mata espião com tiro na cabeça

Violência praticada por crianças para o grupo têm se tornado cada vez mais comum na Síria e no Iraque; em julho, menino apareceu em vídeo decapitando um soldado do exército sírio

Parece que o Estado Islâmico realmente percebeu o quão chocantes para o mundo são as imagens em que crianças aparecem praticando violentos assassinatos. E, como o medo é uma das principais armas dos terroristas, o grupo tem se dedicado cada vez mais a fazê-las praticar crimes do tipo.

Imagem mostra criança mirando cabeça de suposto soldado pouco antes atirar em sua cabeça
Reprodução

Imagem mostra criança mirando cabeça de suposto soldado pouco antes atirar em sua cabeça

Novas imagens divulgadas nesta segunda-feira (3) mostram uma criança com não mais do que 12 anos de idade, toda trajada com roupas militares, mirando a cabeça de um suposto espião sírio, inteiramente vestido de laranja (uniforme tradicional dos prisioneiros do Estado Islâmico), e assassinando-o friamente.

Leia mais:
Criança decapita soldado sírio em vídeo divulgado pelo Estado Islâmico

O uso de crianças pelo grupo para praticar violência se banalizou de tal forma que os terroristas que reivinicam a fundação de um Estado em ampla área dos territórios iraquiano e sírio até criaram um nome para identificá-las: “crianças do califado”.

No último dia 16 de julho, um outro vídeo, ainda mais chocante, foi divulgado pelo grupo mostrando uma criança decapitando de forma fria um capitão do exército sírio, em assassinato cometido na província de Homs, na região central da Síria.

http://ultimosegundo.ig.com.br/mundo/2015-08-03/crianca-soldado-do-estado-islamico-mata-espiao-com-tiro-na-cabeca.html

Lutando pelos cristãos e minorias perseguidos