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Padre grego espancado por requerentes de asilo na frente de sua igreja

Um padre ortodoxo grego foi espancado por dois requerentes de asilo sírios na frente de sua própria igreja.

O sacerdote observou os migrantes estacionamento suas motocicletas no pátio do santuário de São Nicolau, em Patisia, um bairro de Atenas, na sexta-feira à tarde, e foi até eles para convencê-los a retirará-las do local, segundo o jornal  Proto Thema relata .

Depois de uma troca de palavras acalorada, diz-se que os sírios deram um soco no padre e depois fugiram. Inicialmente, a polícia prendeu dois suspeitos e interrogou-os na delegacia de Agios Panteleimonas, mas deixou-os ir devido à falta de provas.

Não muito tempo depois que os suspeitos iniciais foram libertados, os perpetradores chegaram à delegacia de polícia e se renderam às autoridades.

Breitbart London@BreitbartLondon

Lesbos: Huge Christian Cross Destroyed After Migrant NGO Demanded Removal of ‘Crusader Tool’ https://www.breitbart.com/europe/2018/10/15/lesvos-cross-destroyed-migrant-ngo/ 

Lesbos: Huge Christian Cross Destroyed After Migrant NGO Demanded Removal of ‘Crusader Tool’ |…

Greek islanders reacted with anger to the destruction of a large stone cross after a migrant NGO said it promoted “hate” against migrants.

breitbart.com

O ataque acontece apenas meses após a destruição de uma cruz de pedra em Lesbos, que ONGs de esquerda pró-migrantes já haviam pedido para serem removidas, alegando que a cruz promovem “ódio” contra os imigrantes na ilha, que abriga um grande campo de imigrantes.

Em outros países europeus, a violência anticristã por migrantes tornou-se uma questão importante, como na Alemanha, onde o arcebispo católico Ludwig Schick fez questão no ano passado de condenar a violência dirigida a cristãos e convertidos por imigrantes extremistas islâmicos.

O Departamento de Polícia Criminal Federal alemão (BKA) também revelou que em 2017 houve cerca de 100 ataques de ódio contra cristãos no país, com pelo menos 14 casos envolvendo requerentes de asilo e refugiados, incluindo o assassinato de um cristão convertido.

Em 2017, a França também relatou um enorme surto de ataques anticristãos com o Ministério do Interior, alegando que incidentes anticristãos aumentaram 245%  desde 2008 – enquanto ataques racistas, anti-muçulmanos e anti-semitas caíram durante o mesmo período.

Breitbart London@BreitbartLondon

Poland, Hungary Veto EU Human Rights Report Which Ignores Christian and Jewish Persecution https://www.breitbart.com/london/2018/10/12/poland-hungary-veto-eu-human-rights-report-ignores-christian-jewish-persecution/ 

Poland, Hungary Veto EU Human Rights Report Which Ignores Christians and Jews

The EU’s report on civil rights will be vetoed by Poland and Hungary for failing to mention the growing persecution of Christians and Jews.

breitbart.com

Com imagem e informações Breitbart

Israel fornece mais ajuda humanitária aos sírios deslocados no Golã

Na semana passada, as Forças de Defesa de Israel (IDF) realizaram seis operações para fornecer ajuda humanitária aos sírios deslocados nas Colinas de Golan, informaram os militares nesta quinta-feira.

Dirigido pela Brigada Bashar , 72 toneladas de alimentos, 70 tendas, 9 mil litros de combustível, bem como remédios, suprimentos médicos, roupas e brinquedos foram transferidos para a Síria.

“As IDF continuaram  ajudando sírios em acampamentos  estabelecidos no Golan sírio, onde milhares de sírios que vivem em condições precárias , sem acesso à água, eletricidade, comida ou necessidades básicas,” diz o comunicado divulgado pela Unidade Porta-voz das IDF.

“ASs IDF estão monitorando eventos no sul da Síria e estão preparadas para uma variedade de cenários , incluindo assistência humanitária contínuo aos sírios “, disse o comunicado, acrescentando que as IDF vão permitir que os sírios atravessem para Israel e os militares continuarão a defender os interesses de segurança do Estado de Israel “.

IDF têm vindo a fornecer  assistência humanitária para salvar vidas dos sírios nas Colinas de Golã, como parte da operação ” bons vizinhos “, que foi lançado em junho de 2016. O Exército de Israel tem fornecido de 1524 toneladas de alimentos 250 toneladas de roupas, 947.520 litros de combustível, 21 geradores, 24.900 equipamentos médicos e medicamentos, tudo isso mantendo o princípio de não participação na guerra civil síria.

O major Dr. Sergei Kotikov , um oficial sênior das IDF envolvido na Operação Good Neighbor, disse ao  The Jerusalem Post  em uma entrevista recente perto da fronteira com a Síria que as IDF aumentaram sua ajuda e alimentos para os sírios desde o início da ofensiva.

No início desta semana, cerca de 200 sírios se reuniram a poucos metros da fronteira com Israel, depois que eles marcharam na fronteira, com algumas bandeiras brancas acenando na tentativa de entrar no Estado judeu.

Os sírios recuaram logo depois que soldados israelenses gritaram para que eles voltassem e retornassem a um acampamento de pessoas deslocadas na vila de Bariqa .

O exército sírio iraniano – apoiado milícias xiitas e Hezbollah foi bater nas províncias do sudoeste da Dara’a e Qunetria em uma ofensiva destinada a recuperar os eixos estratégicos que fazem fronteira com a Jordânia e os rebeldes no Golan que ocuparam a fronteira durante vários anos.

Milhares de sírios fugiram para a fronteira israelense nas Colinas de Golã em busca de uma área segura e de acordo com a ONU , entre 285.000 e 325.000 pessoas fugiram desde o início da ofensiva com cerca de 189.000 que se mudaram para a fronteira com Israel.

Os sírios fugiram de suas casas por causa da ofensiva. Muitos se agruparam na área de Quneitra ao longo da fronteira, esperando que a área de fronteira seja uma zona de exclusão e que eles sejam protegidos de ataques aéreos ou avanços de regime.

Apesar dos relatos não confirmados de que Israel e a ONU estão em negociações para estabelecer zonas de segurança para os sírios ao longo da fronteira, Israel deixou claro que nenhum refugiado sírio poderá entrar em Israel, e que continuará a fornecer ajuda humanitária.

Com imagem MENAHEM KAHANA / AFP / Getty Images e informações Israel Noticias

Refugiados sírios fazem protesto em São Paulo

Grupo quer sensibilizar brasileiros para a violência na terra natal.

SÃO PAULO. Um grupo de refugiados sírios que vive no Brasil fez neste domingo um ato na Avenida Paulista, em São Paulo, próximo ao Consulado da Síria, em solidariedade aos conterrâneos e em protesto contra bombardeios na província de Aleppo, no norte do país.

Em abril, apesar da trégua em vigor desde fevereiro entre o regime e os rebeldes, bombardeios deixaram 22 civis mortos na província da Síria, entre eles dez crianças, de acordo com o Observatório Sírio dos Direitos Humanos (OSDH). Continuar lendo Refugiados sírios fazem protesto em São Paulo

Turquia forçou milhares de refugiados a retornarem à Síria, denuncia ONG

Segundo a Anistia Internacional, cerca de cem sírios são enviados de volta a seu país por dia desde janeiro

ANCARA — A Turquia forçou milhares de refugiados a retornarem à Síria ilegalmente, denunciou a Anistia Internacional (EI) em um relatório divulgado na quinta-feira. Segundo a ONG de defesa de direitos humanos, cerca de cem sírios foram enviados de volta a seu país devastado pela guerra todos os dias desde meados de janeiro, numa prática que constitui uma violação do direito internacional.

A Anistia Internacional afirmou ainda que a expulsão de refugiados expõe “falhas fatais” em um acordo entre a Turquia e a União Europeia (UE), que prevê o retorno ao território turco de refugiados sírios que chegarem às ilhas gregas.

Grupos de defesa manifestaram preocupação de que a proposta, que visa conter o fluxo de imigrantes ilegais e entra em vigor em 4 de abril, ameace os direitos dos requerentes de asilo. Nesta sexta-feira, a ONU pediu garantias antes de que qualquer imigrante seja devolvido.

No âmbito do direito internacional humanitário, um Estado é proibido de deportar indivíduos para uma zona de guerra.

A Anistia disse que um caso envolveu três crianças pequenas forçadas a voltarem à Síria sem seus pais. Outro caso dramático foi a expulsão de uma mulher grávida de oito meses.

Muitos dos que foram forçados a retornar, de acordo com a ONG, pareciam ser refugiados não registrados. Mas também havia casos de deslocados com registro sendo enviados de volta, enquanto aguardavam a documentação.

Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/mundo/turquia-forcou-milhares-de-refugiados-retornarem-siria-denuncia-ong-18996221#ixzz44gJYJJic
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Salvo do Holocausto por família cristã cria operação para levar à Europa sírios cristãos

Salvo do nazismo por família cristã, lorde tenta resgatar sírios que estão sob risco de grupos extremistas, como ‘Estado Islâmico’.

Lorde Weidenfeld escapou da Áustria nazista em 1938, antes da Segunda Guerra Mundial. Judeu, tinha, então, 19 anos, e foi adotado por uma família de cristãos evangélicos em Londres. Agora, deu início a um projeto para resgatar cristãos ameaçados por fundamentalistas islâmicos no Oriente Médio.

Weidenfeld, de 96 anos, criou a operação Safe Havens (Refúgio Seguro, em tradução literal), que ajuda cristãos a se realocarem na Europa.

Muitos enfrentam o risco de se tornarem prisioneiros de grupos radicais, como a Frente Al-Nusra, ligada à Al-Qaeda, e o autodenominado “Estado Islâmico”, que anunciou em 2014 a criação de um califado em partes da Síria e do Iraque.

Acredita-se que cristãos representavam 10% da população de 22 milhões de sírios antes do conflito, iniciado em 2011. Até 40 mil deles eram assírios.

O projeto Safe Havens tem o apoio de outros colaboradores judeus e já contribuiu com a retirada de 50 famílias sírias, que foram levadas à Polônia.

A iniciativa deu-se após Weidenfeld considerar que a ajuda dada a cristãos era “insuficiente” e que deveria retribuir a ajuda que recebeu.

“Quando eu ouvi o que estava sendo feito a cristãos (na Síria) achei que a ajuda que estava dando a eles (sob o “Estado Islâmico”) era insuficente. Então, pensei que eu deveria fazer alguma coisa”, disse ele, em entrevista ao programa Hard Talk, da BBC.

“Devido a minha experiência em ter sido ajudado por cristãos, me senti pessoalmente obrigado a ajudar os cristãos da minha maneira modesta”.

Estima-se que o custo de financiar uma família de cinco pessoas por um ano na Europa seja o equivalente a R$ 121 mil.

O “Estado Islâmico” aplica uma versão extrema do sunismo e tem ameaçado cristãos em áreas sob seu controle. Dezenas de cristãos assírios foram sequestrados pelos militantes neste ano na Síria e acredita-se que cerca de mil famílias assírias deixaram suas casas no país.

O “EI” oferece a cristãos moradores de áreas sob seu controle três opções: conversão ao Islã, pagamento de uma taxa religiosa ou o risco de serem executados.

Weidenfeld disse ter sido recebido por uma família cristã-evangélica de funcionários públicos em Londres após a Áustria ser anexada pela Alemanha nazista. “Tive a sorte de sair”, disse.

Anos depois, em 1949, fundou a editora Weidenfeld and Nicolson, uma das mais conhecidas na Grã-Bretanha.

‘Obama responsável’ por problemas
O conflito na Síria criou um grande fluxo de refugiados. Estima-se que mais de 4 milhões de sírios deixaram o país, e a maioria mudou-se para o Líbano e a Turquia.

Mas muitos tentam chegar à Europa, fazendo a perigosa travessia de barco no Mediterrâneo ou à pé, cruzando diversos países. O fluxo é o maior no continente desde a Segunda Guerra Mundial.

Weidenfeld rebate críticas feitas ao projeto, de não oferecer a mesma ajuda para muçulmanos que também enfrentam risco de grupos extremistas.

Segundo Weidenfeld, a situação enfrentada por cristãos é “injusta e eles não têm apoio suficiente”. Já muçulmanos têm “áreas seguras próximas, estão sendo ajudados logisticamente e uma grande quantidade de dinheiro está sendo oferecida”.

O lorde é ainda crítico à atuação do presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, no Oriente Médio: “eu o responsabilizo pelo o que está acontencendo hoje” na região, disse ele.

“A liderança americana não está lá… Obama não tem talento ou conhecimento de assuntos internacionais. Ele pode ser bom para assuntos internos, mas não tem talento ou conhecimento de assuntos internacionais. Ele é inocente”.

Segundo ele, a posição de Obama “enfraqueceu e alienou” alguns de seus aliados.

Os Estados Unidos lideram uma coalizão internacional que tem realizado ataques aéreos contra alvos do “Estado Islâmico” na Síria desde setembro de 2014.

No mês passado, a Rússia iniciou ataques aéreos e de mísseis contra alvos na Síria. Moscou diz que o objetivo é atingir o “EI”, mas os Estados Unidos e aliados afirmam que os militantes têm pouca ou nenhuma presença nas áreas atacadas.

http://g1.globo.com/mundo/noticia/2015/10/salvo-do-holocausto-por-familia-crista-cria-operacao-para-levar-a-europa-sirios-cristaos.html

Brasil prorroga regra que facilita concessão de visto a refugiados sírios

Diante do agravamento da crise humanitária na Síria, o governo brasileiro decidiu prorrogar a medida que flexibiliza o ingresso de refugiados daquele país no Brasil, segundo apurou a BBC Brasil.

A regra facilita a concessão de visto. Uma vez em território nacional, eles podem dar entrada no pedido de refúgio.

A prorrogação da medida, por mais dois anos, foi decidida após reunião do colegiado do Conare (Comitê Nacional para os Refugiados), órgão ligado ao Ministério da Justiça, ocorrida nesta segunda-feira em Brasília.

Em vigor há aproximadamente dois anos, a regra expiraria no próximo dia 24 de setembro.

“Diante do agravamento do conflito, o governo federal optou pela prorrogação e continuidade de uma importante medida humanitária que vinha adotando nos últimos anos”, afirmou à BBC Brasil o secretário nacional de Justiça, Beto Vasconcelos.

“Trata-se de um passo importante para o reconhecimento dos refugiados sírios que chegam a nosso país”, acrescentou ele.

Leia também: Brasil acolhe mais sírios que países na rota europeia de refugiados

‘Razões humanitárias’

(Reuters)Image copyrightReuters
Image captionRegra expiraria em alguns dias

Em 2013, dois anos após o início do conflito na Síria, o Conare autorizou a concessão de visto a essa população por “razões humanitárias”.

Até então, eles deveriam atender os mesmos pré-requisitos exigidos dos demais estrangeiros, como comprovação de emprego fixo e condições financeiras para permanecer no Brasil.

Desde que a medida entrou em vigor, foram concedidos cerca de 7 mil vistos a refugiados sírios, segundo o Ministério das Relações Exteriores.

Desses, segundo dados do Conare, 2.077 receberam refúgio do governo brasileiro de 2011 até agosto deste ano, ou cerca de um quarto do total de refugiados no país (8.400). Trata-se da nacionalidade com mais refugiados reconhecidos, à frente da angolana e da congolesa.

O número é superior ao dos Estados Unidos (1.243) e ao de países do sul da Europa que recebem grandes levas de refugiados ─ não apenas sírios, mas também de todo o Oriente Médio e da África ─ que atravessam o Mar Mediterrâneo em busca de asilo, como Espanha (1.535), Itália (1.060) e Portugal (15). Os dados da Eurostat, a agência de estatísticas da União Europeia, referem-se ao total de sírios que receberam refúgio, e não aos que o solicitaram, e englobam o período de 2011 até o 2º trimestre de 2015.

A emissão do documento está concentrada principalmente nas embaixadas brasileiras em Beirute (Líbano), Amã (Jordânia) e Istambul (Turquia). A representação diplomática em Damasco (Síria) foi fechada em 2012 por motivos de segurança.

“A medida é importante pois facilita a concessão de vistos a quem mais precisa. Muitas pessoas chegam aqui só com a roupa do corpo, pois abandonaram suas casas às pressas”, afirmou à BBC Brasil um diplomata brasileiro que atua no Oriente Médio e pediu para não ser identificado.

Segundo ele, apenas na embaixada onde trabalha, o número de vistos concedidos por mês a cidadãos sírios é hoje quatro vezes maior do que antes da crise, em 2011.

Naquele ano, grupos rebeldes iniciaram protestos contra o governo do presidente Bashar al-Assad, e os confrontos com suas tropas (e agora também com o grupo autodenominado “Estado Islâmico”) se arrastam até hoje.

A regra que facilita a concessão de vistos para refugiados sírios fez com que o Brasil se tornasse uma opção à tradicional rota de fuga dessa população, que, em sua maioria, ruma à Europa.

Leia também: Saga síria: o drama dos refugiados que vivem como sem-teto em SP

Parceria

(Getty)Image copyrightGetty
Image captionAcnur vai ajudar na identificação e documentação de refugiados sírios

Com a prorrogação da regra, o Brasil espera poder conceder refúgio a mais sírios, afirmou Vasconcelos. Ele, no entanto, não soube precisar quantos refugiados o país deve receber.

“Por ora, nosso objetivo é manter o mesmo patamar que mantivemos até agora. Estamos implementando novas iniciativas. E à medida que elas se consolidem, vamos implementar alterações no volume de emissão”, disse ele.

Entre elas está uma parceria inédita com o Acnur, o braço da ONU para refugiados. Segundo Vasconcelos, a agência vai atuar em conjunto com as representações diplomáticas do Brasil nos países vizinhos à Síria para ajudar na identificação e documentação de mais refugiados, especialmente de “casos mais sensíveis”, além de agilizar a emissão de vistos.

“A partir dessa parceria, esperamos garantir uma maior eficiência dessa política humanitária. Aproveitaremos a expertise incomparável do Acnur nessa área para que mais pessoas possam ser beneficiadas”, afirmou.

Segundo Vasconcelos, o governo brasileiro já iniciou conversas com a sede da agência em Genebra, na Suíça, para concretizar a colaboração.

Além disso, acrescentou ele, o Conare fará, nos próximos dias, reuniões com Estados e municípios e entidades da sociedade civil para avaliar “outros mecanismos de melhoria nas políticas de acolhimento e assistência” a refugiados sírios.

“Esperamos que ao melhor identificar, processar e preparar o ambiente de recepção, possamos avaliar iniciativas distintas das que já tomamos até agora”, afirmou.

http://www.bbc.com/portuguese/noticias/2015/09/150920_brasil_refugio_sirio_lgb

Obama quer receber 10 mil refugiados sírios nos EUA em 2016

O presidente Barack Obama ordenou que sua equipe estude a admissão de pelo menos 10.000 refugiados da Síria aos Estados Unidos no próximo ano – informou a Casa Branca.

Diante das críticas de que o governo Obama não está fazendo o suficiente para ajudar os sírios que fogem da brutal guerra civil em seu país, o porta-voz da Casa Branca, Josh Earnest, disse que o presidente pediu preparações para que sejam aceitos ao menos 10.000 refugiados no próximo ano fiscal, que começa em 1º de outubro.

Com a opinião pública global atônita com as imagens dos refugiados que chegam à Europa, aumenta a pressão para que os Estados Unidos ajam rápido.

Atualmente, os Estados Unidos aceitam cerca de 70.000 refugiados de conflitos e perseguições por ano, mas têm evitado receber sírios. O país já recebeu pelo menos 1.500 refugiados no ano fiscal corrente.

Os refugiados da Síria são submetidos a uma rígida verificação de segurança para impedir a entrada de extremistas em território americano.

O Alto Comissariado da ONU para os Refugiados (Acnur) recomendou às autoridades americanas 17.000 casos de sírios para que sejam eventualmente instalados no país, enquanto o temor da chegada de jihadistas ultrarradicais por esse mecanismo ocupa um lugar central no debate político americano.

Nesse contexto, a Casa Branca garantiu que a segurança do território é “a prioridade número um” da Administração.

“Posso lhes assegurar que os refugiados passam pelo processo de segurança mais rigoroso que existe”, frisou Josh Earnest, referindo-se aos controles realizados pelo Centro Nacional de Luta contra o Terrorismo e pelo FBI, a Polícia Federal americana, ou às entrevistas individuais às quais devem se submeter. O processo dura entre 12 e 18 meses em média, completou.

A lentidão desse processo administrativo é, com frequência, denunciada pelas organizações de direitos humanos.

No plano diplomático, o secretário de Estado americano, John Kerry, multiplica há semanas as consultas com Rússia e Arábia Saudita para buscar uma saída política para o conflito sírio. Desde 2011, já são mais de 240.000 mortos.

https://br.noticias.yahoo.com/obama-quer-eua-recebam-10-000-refugiados-s%C3%ADrios-181931230.html?linkId=16960735

EUA receberão mais refugiados sírios, diz Kerry

Secretário de Estado deu declaração após encontro com congressistas.
Kerry não entrou em detalhes sobre quantos e quando eles seriam aceitos.

Os Estados Unidos estudam a forma de receber mais refugiados da guerra civil na Síria, afirmou nesta quarta-feira (9) o secretário de Estado John Kerry. “Estamos comprometidos em aumentar o número de refugiados que recebemos”, afirmou Kerry, depois de um encontro com congressistas.

Kerry não entrou em detalhes sobre quantos e quando eles seriam aceitos. Desde o início da guerra civil na Síria, os Estados Unidos receberam cerca de 1.500 refugiados, com 300 a mais esperada claro até outubro, de acordo com o Departamento de Estado, de acordo com a Reuters.

Alguns legisladores dos EUA pressionam o governo a tomar atitudes que contribuam para contornar a crise migratória, que atinge a Europa.

Depois de participar da reunião com Kerry, o senador democrata Patrick Leahy encaminhou para avaliação dos legisladores uma emenda para encaminhar uma ajuda aos refugiados. Essa contribuição tinha sido cortada do orçamento destinado à ajuda internacional.

http://g1.globo.com/mundo/noticia/2015/09/eua-receberao-mais-refugiados-sirios-diz-kerry.html

Brasil já concede mais vistos de refugiados a sírios que países europeus

Ao todo, 2.077 sírios que conseguiram o refúgio no Brasil desde que o país entrou em conflito.

Hania Alkhateb, de 25 anos, diz sentir-se privilegiada por sua filha ter nascido no Brasil, longe da guerra da Síria, mas ainda sonha com o dia em que seu país vai voltar a ter paz para que possa regressar com Zena Salha, de 4 meses.

— Ela é brasileira, mas seu país é a Síria. Quero que ela cresça lá, mas só voltamos quando tiver paz.

Hania é um dos 2.077 sírios que conseguiram o refúgio no Brasil desde que o país entrou em conflito.

Os sírios são o povo com mais refugiados reconhecidos no Brasil. Há dois anos, o Conare
(Comitê Nacional para Refugiados), do Ministério da Justiça, publicou uma normativa, facilitando a concessão de vistos a imigrantes da Síria, com isso o país se tornou uma das principais alternativas para as famílias que fogem dos conflitos.

O Brasil já concedeu mais refúgios para sírios do que países do sul da Europa, que recebem grande contingente de imigrantes ilegais pela facilidade geográfica. A Espanha, por exemplo, só concedeu refúgio para 1.335 sírios, a Itália para 1.005 e Portugal para 15, segundo a Eurostat, agência de estatísticas da União Europeia.

“Além da questão humanitária, o que já seria motivo suficiente para facilitar a acolhida dessas pessoas, o Brasil está cumprindo com seus compromissos internacionais e sua legislação nacional ao dar refúgio para quem necessita. Assim como nós buscamos melhores condições de vida, essas pessoas têm na imigração a única possibilidade de viver, elas foram obrigadas a sair de seus países”, disse Beto Vasconcelos, presidente do Conare.

Nos primeiros sete meses deste ano, o Brasil concedeu 10,4% mais pedidos de refúgios do que em todo o ano passado. Já são 8.400 refugiados em 2015; no ano passado, foram 7.609. Depois da Síria os países que mais conseguiram refúgio brasileiro foram Angola (1.480) e República Democrática do Congo (844), ambos com conflitos políticos internos.

Perfil

Os refugiados no Brasil, segundo o relatório do Conare, são na maioria homens (70,7%) e com idade entre 18 e 39 anos (65 6%). No entanto, entre os refugiados ainda há 19% de menores de 17 anos.

Pedro Dallari, diretor do Instituto de Relações Internacionais da USP e um dos especialistas que elabora a proposta de anteprojeto de Lei de Migrações e Promoção dos Direitos dos Migrantes no Brasil, disse que os sírios que migraram para o Brasil nos últimos dois anos são de famílias com maior poder aquisitivo e com maior grau de escolaridade.

— Quem vai para a Europa sabe que naqueles países há uma melhor acolhida, com ajuda financeira e abrigos. Já no Brasil eles vão precisar batalhar mais, para conseguir se manter.

É o caso da família de Hania. O pai, Bahaa, era dono de uma construtora na Síria, mas viu os negócios falirem com a guerra. “Vendi nossos móveis, roupas e colchões para pagar as passagens de todos (cerca de U$ 800 para cada um dos sete integrantes da família). Quando chegamos ao Brasil, tinha apenas U$ 29 na carteira e nenhum lugar para ir. Um funcionário do aeroporto que nos indicou ligar para uma ONG”, contou Bahaa. A família está há um ano no Brasil e mora na sede da ONG Livro Aberto, em Guarulhos.

Ao contrário da irmã, Akram, de 21 anos, não pensa em voltar para a Síria, onde cursou um ano de Medicina, mas precisou abandonar os estudos.

— Vou prestar vestibular para recomeçar Medicina. Quero ficar aqui no Brasil, montar meu consultório e dar uma boa vida para os meus pais.

O sonho de Akram é se tornar oftalmologista. Antes de vir para o Brasil, a família ainda tentou viver por um ano de forma ilegal no Egito e por sete meses na Mauritânia.

— Não éramos bem aceitos. No Egito, por exemplo, não aceitavam que um sírio estudasse nas faculdades. No Brasil é diferente, as pessoas nos acolheram. Todos os sírios querem ir para a Europa, mas aqui é que podemos ter futuro.

http://noticias.r7.com/brasil/brasil-ja-concede-mais-vistos-de-refugiados-a-sirios-que-paises-europeus-06092015

Britain poised to take in 15,000 Syrian refugees

The British government is poised to accept 15,000 Syrian refugees and hopes next month to get backing for air strikes against ISIS militants, the Sunday Times reported.

Prime Minister David Cameron has been under pressure internationally and domestically to address the refugee crisis.

On Thursday, he said he was “deeply moved” by images of three-year-old Syrian toddler Aylan Kurdi, found dead on a Turkish beach.

Will Britain take in ‘thousands’ of Syrians?

(Farwa Rizwan/ Al Arabiya News)

Cameron now intends to expand Britain’s vulnerable persons relocation programme, take in around 15,000 refugees and launch military action against people traffickers, the report said.

He also hopes to persuade MPs in the opposition Labour Party to back air strikes in Syria in a vote early next month, it said.

The paper previously reported that there was an option to directly accept refugees from UN camps on the Syrian border.

A Syrian refugee screams for help as he carries a baby after crossing over the broken border fence into Turkey from Syria in Akcakale, Sanliurfa province, southeastern Turkey. (Reuters)

Britain has accepted 216 Syrian refugees under a special government scheme over the past year and around 5,000 Syrians have been granted asylum since the conflict there broke out in 2011, far fewer than countries like France, Germany and Sweden.

Britain has also opted out of a quota system for relocating asylum seekers within the European Union despite growing calls in the EU for fairer distribution.

More than four million Syrians have fled the war.

Cameron gained support for military action against Syria from an unusual source on Sunday, former Archbishop of Canterbury, the leader of the world’s Anglicans, George Carey.

Syrian refugees on a dinghy approach, in rough seas, a beach on the island of Lesbos, Greece August 23, 2015. (Reuters)

Britain should help “crush” ISIS and “air strikes” may be needed, Carey said.

“I do not consider it enough to send aid to refugee camps in the Middle East. Rather, there must be renewed military and diplomatic efforts to crush the twin menaces of ISIS and al-Qaeda once and for all,” he wrote in the Sunday Telegraph.

https://english.alarabiya.net/en/News/middle-east/2015/09/06/Britain-to-take-15-000-Syrian-refugees-.html