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O jihadista de Londres ao cortar garganta de mulher gritou: “Isto é para Allah pare de viver essa vida”

“Quando você encontrar os incrédulos, ataca os pescoços …” (Alcorão 47: 4)

“Isto é para Deus, pare de viver esta vida”: o que os terroristas de Londres gritaram quando eles cortaram a garganta da vítima australiana em cenas “como um filme de terror” em um restaurante cheio onde com fúria mataram oito “, de April Glover e Max Margan, Daily Mail Austrália , 11 de junho de 2017:

Uma mulher australiana e seu parceiro que sobreviveram ao ataque terrorista de Londres descreveram o momento em que três terroristas jihadistas invadiram o restaurante onde eles trabalhavam.

Candice Hedge, 31, de Brisbane, teve a garganta cortada durante a fúria por três homens que atropelaram muitas pessoas em London Bridge no último sábado à noite antes de atacar pessoas inocentes com facas.

Oito pessoas morreram quando foram atacadas a faca por jihadistas gritando slogans islâmicos quando entraram em restaurantes atacando aleatoriamente qualquer um em seu caminho, antes de serem mortos a tiros pela polícia.

“Eles estavam dizendo:” Isto é para nossa família, isso é para Allah. Pare de viver essa vida “, disse Luke ao programa Sunday Night da Channel Seven.

A Sra. Hedge estava trabalhando no restaurante de Elliot no Borough Market perto da ponte, junto com seu namorado Luke.

Recordando a provação em sua primeira entrevista na mídia, ela descreveu como ela olhou seu atacante no olho segundos antes de ser esfaqueada.

“Ele olhou para mim e eu olhei para ele, realmente aconteceu tão rápido”, disse Hedge.

No momento em que ela foi ferida, ela disse: “Foi um rápido ir e foi isso. Eu estava vomitando sangue.

O terrorista cortou a garganta da Sra. Hedge, deixando um corte profundo que quase rasgou suas cordas vocais e a principal artéria.

“Eu podia sentir a quantidade de sangue e estava quente na minha mão”, disse ela.

‘E eu podia ver o quanto era e, você sabe, você vê filmes de terror – era assim. Eu estava pensando por um momento que não conseguiria fazê-lo.

A área que os terroristas atingiram foi cercada e nenhuma ambulância foi autorizada a entrar com medo, os ataques ainda estavam em andamento.

A Sra. Hedge foi forçada a dirigir-se para a ajuda médica a pé enquanto segurava um pedaço de pano na garganta sangrando.

“Eu estava pensando,” eu não quero morrer. Eu quero passar por isso. “E eu também queria sair daqui. Eu queria entrar em segurança “, disse ela.

https://www.jihadwatch.org/2017/06/london-jihadi-screamed-this-is-for-allah-stop-living-this-life-as-he-slit-womans-throat

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Salvo do Holocausto por família cristã cria operação para levar à Europa sírios cristãos

Salvo do nazismo por família cristã, lorde tenta resgatar sírios que estão sob risco de grupos extremistas, como ‘Estado Islâmico’.

Lorde Weidenfeld escapou da Áustria nazista em 1938, antes da Segunda Guerra Mundial. Judeu, tinha, então, 19 anos, e foi adotado por uma família de cristãos evangélicos em Londres. Agora, deu início a um projeto para resgatar cristãos ameaçados por fundamentalistas islâmicos no Oriente Médio.

Weidenfeld, de 96 anos, criou a operação Safe Havens (Refúgio Seguro, em tradução literal), que ajuda cristãos a se realocarem na Europa.

Muitos enfrentam o risco de se tornarem prisioneiros de grupos radicais, como a Frente Al-Nusra, ligada à Al-Qaeda, e o autodenominado “Estado Islâmico”, que anunciou em 2014 a criação de um califado em partes da Síria e do Iraque.

Acredita-se que cristãos representavam 10% da população de 22 milhões de sírios antes do conflito, iniciado em 2011. Até 40 mil deles eram assírios.

O projeto Safe Havens tem o apoio de outros colaboradores judeus e já contribuiu com a retirada de 50 famílias sírias, que foram levadas à Polônia.

A iniciativa deu-se após Weidenfeld considerar que a ajuda dada a cristãos era “insuficiente” e que deveria retribuir a ajuda que recebeu.

“Quando eu ouvi o que estava sendo feito a cristãos (na Síria) achei que a ajuda que estava dando a eles (sob o “Estado Islâmico”) era insuficente. Então, pensei que eu deveria fazer alguma coisa”, disse ele, em entrevista ao programa Hard Talk, da BBC.

“Devido a minha experiência em ter sido ajudado por cristãos, me senti pessoalmente obrigado a ajudar os cristãos da minha maneira modesta”.

Estima-se que o custo de financiar uma família de cinco pessoas por um ano na Europa seja o equivalente a R$ 121 mil.

O “Estado Islâmico” aplica uma versão extrema do sunismo e tem ameaçado cristãos em áreas sob seu controle. Dezenas de cristãos assírios foram sequestrados pelos militantes neste ano na Síria e acredita-se que cerca de mil famílias assírias deixaram suas casas no país.

O “EI” oferece a cristãos moradores de áreas sob seu controle três opções: conversão ao Islã, pagamento de uma taxa religiosa ou o risco de serem executados.

Weidenfeld disse ter sido recebido por uma família cristã-evangélica de funcionários públicos em Londres após a Áustria ser anexada pela Alemanha nazista. “Tive a sorte de sair”, disse.

Anos depois, em 1949, fundou a editora Weidenfeld and Nicolson, uma das mais conhecidas na Grã-Bretanha.

‘Obama responsável’ por problemas
O conflito na Síria criou um grande fluxo de refugiados. Estima-se que mais de 4 milhões de sírios deixaram o país, e a maioria mudou-se para o Líbano e a Turquia.

Mas muitos tentam chegar à Europa, fazendo a perigosa travessia de barco no Mediterrâneo ou à pé, cruzando diversos países. O fluxo é o maior no continente desde a Segunda Guerra Mundial.

Weidenfeld rebate críticas feitas ao projeto, de não oferecer a mesma ajuda para muçulmanos que também enfrentam risco de grupos extremistas.

Segundo Weidenfeld, a situação enfrentada por cristãos é “injusta e eles não têm apoio suficiente”. Já muçulmanos têm “áreas seguras próximas, estão sendo ajudados logisticamente e uma grande quantidade de dinheiro está sendo oferecida”.

O lorde é ainda crítico à atuação do presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, no Oriente Médio: “eu o responsabilizo pelo o que está acontencendo hoje” na região, disse ele.

“A liderança americana não está lá… Obama não tem talento ou conhecimento de assuntos internacionais. Ele pode ser bom para assuntos internos, mas não tem talento ou conhecimento de assuntos internacionais. Ele é inocente”.

Segundo ele, a posição de Obama “enfraqueceu e alienou” alguns de seus aliados.

Os Estados Unidos lideram uma coalizão internacional que tem realizado ataques aéreos contra alvos do “Estado Islâmico” na Síria desde setembro de 2014.

No mês passado, a Rússia iniciou ataques aéreos e de mísseis contra alvos na Síria. Moscou diz que o objetivo é atingir o “EI”, mas os Estados Unidos e aliados afirmam que os militantes têm pouca ou nenhuma presença nas áreas atacadas.

http://g1.globo.com/mundo/noticia/2015/10/salvo-do-holocausto-por-familia-crista-cria-operacao-para-levar-a-europa-sirios-cristaos.html

Mulher coberta de poeira em foto do 11 de Setembro morre de câncer

Marcy Borders protagonizou uma das fotos mais famosas da tragédia.
Ela trabalhava em banco na região e entrou em depressão após ataque.

Uma sobrevivente dos ataques de 11 de setembro de 2001 em Nova York que foi protagonista de uma das fotos mais famosas da tragédia morreu de câncer de estômago aos 42 anos.

A família de Marcy Borders anunciou sua morte na segunda-feira (24) no Facebook.

Marcy Borders em uma entrevista em seu apartamento em 2002 (Foto: Stan Honda/AFP)Marcy Borders em uma entrevista em 2002
(Foto: Stan Honda/AFP)

Borders, que tinha 28 anos no momento dos ataques, trabalhava há apenas um mês no Bank of America, localizado em uma das Torres Gêmeas, quando os atentados ocorreram.

Quando uma das torres desabou, ela correu para se proteger em um edifício de escritórios próximo, onde o fotógrafo da AFP Stan Honda fez uma foto que a mostrava completamente coberta com uma grande camada de poeira, tornando-a conhecida como “The Dust Lady”.

Na foto, o ar aparentava estar pesado e Borders, que demonstrava estar chocada, estava coberta de poeira, cercada por uma luz amarelada.

“Não consigo acreditar que minha irmã se foi”, escreveu o irmão Michael Borders no Facebook, pedindo orações das pessoas.

http://g1.globo.com/mundo/noticia/2015/08/mulher-coberta-de-poeira-do-11-de-setembro-morre-de-cancer.html

A um jornal local, ela disse logo após ser diagnosticada com o câncer, em 2014, acreditar que seu câncer tinha relação com a poeira inalada durante o atentado.

“Eu me pergunto: será que essa coisa infringiu células cancerígenas em mim? Eu definitivamente acredito nisso porque eu não tive outras doenças. Como você passa de ser saudável para acordar no dia seguinte com câncer?”, disse ao “Jersey Journal”.

Depressão
Após os ataques, Borders mergulhou em uma década de depressão profunda com abuso de álcool e drogas, da qual conseguiu se recuperar. Ela perdeu seu emprego no Bank of American depois de ter ignorado diversas ofertas de transferência.

Borders passou muito tempo reclusa em seu apartamento de dois quartos em uma das áreas mais pobres de Bayonne, uma comunidade-dormitório de Nova Jersey.

“Uma parte dela morreu naquele dia fatídico”, segundo a família.

“Ainda vivo com medo. Não consigo pensar estar lá, naqueles alvos, nas pontes, nos túneis, nas estações (de metrô)”, disse Borders à AFP em uma entrevista concedida em março de 2012.

Morre Aleksander Laks, judeu sobrevivente dos campos de concentração nazistas

Do Portal Menorah, de Victor Grinbaum:

Morreu na tarde desta terça-feira, aos 87 anos, Aleksander Henryk Laks, presidente da Associação Brasileira dos Israelitas Sobreviventes do Holocausto. Ele estava internado desde o dia 4 de julho no Hospital Copa D’Or, em Copacabana, tratando de uma infecção pulmonar.

Nascido em Lodz, na Polônia, em 1926, ele atravessou todo período da Segunda Guerra Mundial como prisioneiro dos nazistas. O relato de sua passagem por cinco campos de extermínio, até sua libertação, em 1945, virou um livro, em parceria com a escritora Tova Sender.

Como palestrante, Aleksander Laks ajudou a conscientizar milhares de pessoas — em especial estudantes — da história do Holocausto e do poder da superação.

É com tristeza que recebo a notícia. Tive a oportunidade de conhecer Laks durante uma palestra que fiz na CIB, e me pareceu, de imediato, um senhor extremamente simpático, que transmite paz e harmonia apesar de tudo que já passou na vida. Poderia ser ressentido, vingativo, rancoroso, mas não era nada disso. Transmitia para as pessoas aquilo que os judeus, em suas tradições culturais, têm de mais impressionante e fantástico: a capacidade de superação!

Como singela homenagem a ele, segue o link para o texto que escrevi após nosso breve encontro, um alerta necessário num mundo sob crescente judeofobia. Eis um trecho:

Tive a honra de conhecer no evento Aleksander Henryk Laks, presidente da Associação Brasileira dos Israelitas Sobreviventes da Perseguição Nazista. Um senhor simpático que passou, quando criança, pelos campos de concentração nazistas. Simboliza aquilo que melhor define, em minha opinião, a história do povo judeu: a superação. Apesar dos obstáculos, das perseguições, do preconceito, é um povo que, em geral, olha para frente e deseja avançar.

Mas não podem fazer isso sem a ajuda dos demais, sem a colaboração das pessoas decentes das outras religiões ou povos, pois são uma minoria minúscula. O silêncio dos bons é inadmissível perante o ataque dos maus.

Se não queremos ter uma nova Anne Frank, se não desejamos que ninguém mais sofra perseguições injustas apenas por ser de uma minoria, então é hora de agir, de defender seus direitos com coragem. A covardia poderá destruir a todos nós, defensores da justiça e da liberdade.

As últimas testemunhas oculares do Holocausto estão indo embora desse mundo, mas é nossa obrigação, em respeito a todas as vítimas do nazismo, não deixar sua memória se apagar. O “povo do livro” tem esse hábito, e ele é louvável. A palavra: ela tem o poder de manter viva as lembranças, as histórias, para que jamais esqueçamos. “Aquele que não se lembra do passado está condenado a repeti-lo”, disse George Santayana. Não vamos esquecer. Jamais!

Rodrigo Constantino

http://veja.abril.com.br/blog/rodrigo-constantino/religiao/morre-aleksander-laks-judeu-sobrevivente-dos-campos-de-concentracao-nazistas/

Quênia: Sobrevivente recorda o ataque à Universidade de Garissa. Identificação dos cadáveres está difícil

Centenas de familiares continuam a comparecer ao hospital de Nairóbi, no Quênia, onde se encontram os cadáveres das 148 vítimas do ataque, na quinta-feira, contra a Universidade de Garissa, que foi reivindicado pelo grupo islamita Al-Shabab, baseado na Somália.

A identificação das vítimas está a ser lenta e é dificultada pelo estado dos corpos. Alguns cadáveres são reclamados por mais de uma família, como explica o pai de uma estudante: “Estive aqui ontem (domingo), à procura do corpo da minha filha, que acabei por identificar. Mas descobri que o cadáver já tinha sido identificado por outra pessoa. Por isso, regressei hoje para saber se é o corpo da minha filha ou de outra pessoa”.

Quem sobreviveu, não esquece os momentos de terror vividos no estabelecimento de ensino. É o caso de Gitonga Ng’ang’a, que conseguiu escapar à matança levada a cabo pelos terroristas.

“Os estudantes gritavam e alguns choravam. Ao início, os terroristas não falaram. Mas, depois de terem tomado os quartos onde dormíamos, eram capazes de dizer bem alto: Viemos aqui para matar e morrer”, recorda o jovem de 22 anos.

Ng’ang’a não esquece o horror que presenciou quando saiu do esconderijo, debaixo de uma cama:

“Tive de passar por cima de sangue e dos cadáveres dos meus melhores amigos e de outros bons amigos. Foi amargo. Ainda agora, é duro recordar”.

A polícia deteve, no sábado, quatro pessoas suspeitas de envolvimento na ação, depois de ter emitido um mandado de captura para o alegado líder do ataque, Mohamed Mohamud, um antigo professor de uma escola corânica de Garissa.

Os investigadores revelaram que um dos quatro atacantes seria filho de um alto funcionário do governo queniano, de etnia somali.

http://pt.euronews.com/2015/04/06/quenia-sobrevivente-recorda-o-ataque-a-universidade-de-garissa-identificacao-/

Cristã foge de acampamento do Boko Haram

Quando o ônibus de Rahila Moses parou na cidade de Dutsen Kura, no nordeste da Nigéria, ela sabia que estava em apuros. Terroristas do Boko Haram a agarraram e levaram para um de seus acampamentos. Lá, disseram à Rahila, cujo marido anteriormente foi morto pelo Boko Haram, que ela “seria abatida como um animal” se não renunciasse a Cristo e voltasse para o islã.

A fé e esperança de um dia voltar a ver seus três filhos pequenos mantinha Rahilaviva. Assim, ela elaborou um plano para escapar de seus captores.

Ela convenceu a pessoa encarregada de que iria recolher os seus filhos e, em seguida, voltar para o acampamento. Seu plano funcionou. Ela escapou, mas quase morreu no caminho devido a uma intoxicação alimentar. Foi tão grave que foi necessária uma transfusão de sangue para a sua recuperação. A Portas Abertas conseguiu ajudá-la com medicamentos e cuidados médicos.

A Portas Abertas se alegra com Rahila pelo livramento do Senhor, mas sabe que existem milhares de outras mulheres, homens e crianças que permanecem presos em acampamentos do Boko Haram. É preciso continuar a orar para que o Senhor traga libertação para eles também.

Enquanto os militares nigerianos, juntamente com a ajuda de uma força multinacional, continuam a retomar o controle de algumas cidades detidas pelo Boko Haram, a devastação causada pelos terroristas é esmagadora. Os militantes islâmicos matam pessoas, sequestram milhares e têm governado as cidades em que assumem o poder através do medo.

Um colaborador da Portas Abertas na África Ocidental disse: “O impacto emocional sobre o povo da Nigéria é inimaginável. O governo está mal equipado para lidar com a sua magnitude. Os reflexos desta crise irão oferecer à igreja uma de suas maiores oportunidades, mas também um dos seus maiores desafios: ser instrumento de cura nas mãos do Senhor.”

“A Portas Abertas, ao longo de muitos anos de envolvimento no norte da Nigéria, tem trabalhado para preparar e equipar os cristãos para o ministério em tempos como estes. Ore para que o Corpo local e internacional de Cristo seja capaz de ser sal e luz em meio a essa situação, através de ajuda prática e emocional, e oração por muitas pessoas traumatizadas”, concluiu ele.

https://www.portasabertas.org.br/noticias/2015/04/crista_foge_de_acampamento_do_Boko_Haram