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Centro de imigrante proibido de fazer cerimonial para assistente social sueca esfaqueada até a morte por jovem somali de 15 anos para não perturbar crianças refugiadas

Centro de imigrante proibido de fazer cerimonial para assistente social sueca esfaqueada até a morte por menino somali, de 15 anos para não pertubar crianças refugiadas

Os funcionários do centro de asilo foram proibidos de fazer memorial para a mulher assassinada.

Os assistentes sociais em Örnsköldsvik também disseram para não hastear bandeira a meio mastro.

O Conselho disse que a decisão de proibir foi a de garantir o bem-estar das crianças

Alexandra Mezher, de 22 anos, foi morta a facadas em Molndal, na última segunda-feira

Por SARA MALM PARA MailOnline

O assistente social Carl Lindahl foi proibido de fazer um memorial para Alexandra Mezher em Örnsköldsvik

Social worker Carl Lindahl  was banned from holding a memorial for Alexandra Mezher in Örnsköldsvik

A equipe em um centro de alojamento para crianças migrantes na Suécia foi proibida de ocupar o serviço com memorial em homenagem a uma colega assistente social que foi assassinada na semana passada.

Alexandra Mezher, 22, foi morta a facadas quando tentou apartar uma briga entre dois adolescentes em um lar para menores desacompanhados em Molndal, Gotemburgo.

Quando a equipe em uma acomodação similar em Örnsköldsvik, nordeste da Suécia, queria assegurar um memorial para Mezher, o conselho disse que não.

O assassinato de Mezher chocou toda a Suécia, e destacou uma série de questões que se seguiu na esteira do grande número de requerentes de asilo na Suécia nos últimos 12 meses.

Staff e assistentes sociais em um lar para menores desacompanhados em Örnsköldsvik, uma cidade na costa nordeste, foram profundamente afetados pelo assassinato de uma colega no local de trabalho.

“O que aconteceu em Molndal poderia ter acontecido aqui. Isso é é ruim “, disse Carl Lindahl à SVT Vasternorrland.

Lindahl, que já trabalhou em casas para menores não acompanhados por três e meio anos acrescentou que as instalações de alojamento para crianças migrantes em todo o país são “exageradamente superlotadas”.

Lindahl queria fazer um memorial para a ‘colega’ Mezher, mas disse que um superior entrou imediatamente em contato e proibiu-os de usar instalações do Conselho.

Eles também foram orientados a não arvorar a bandeira do pavilhão sueco a meio mastro, segundo informações de SVT.

Um representante para o Conselho Örnskoldvik mais tarde falou a SVT Vasternorrland e disse que a decisão de proibir a “manifestação” tinha sido feito para garantir o bem-estar das crianças.

A gerente administrativa Katarina Jensstad disse que o conselho decidiu que era melhor para assegurar a o serviço memorial em instalação que não fosse um lar para menores não acompanhados.

Um cerimonial para Mezher foi realizado mais tarde em uma igreja próxima em Örnskoldvik, mas funcionários da instalação do alojamento que estavam programados para trabalhar, foram informados de que não poderiam participar durante as horas de trabalho.

A service for Miss Mezher was later held at a nearby church in Örnsköldvik, but staff at the housing facility who were scheduled to work, were told they could not attend during working hours 

Morta: Alexandra Mezher, 22 anos, foi mortalmente esfaqueada nas costas e coxa no centro de asilo para jovens migrantes não acompanhadas, em Molndal, Suécia, na segunda-feira de manhã

Heroína: Mezher morreu salvando a vida de outro residente que oagressor estava supostamente tentando matar a facadas, disseram fontes policiais

Mezher foi esfaqueada na coxa e nas costas pouco antes do final de seu turno da noite, na segunda-feira de manhã na semana passada. Ela foi levada para o hospital e morreu de vido ferimentos.

O suposto agressor, um rapaz que dizia ter 15 anos e ser da Somália, está sendo tratado em um hospital psiquiátrico seguro em Gotemburgo e foi decretada prisão preventiva até 11 de Fevereiro.

Promotores suecos dizem HVB Vida Nordic pode ser acusado de homicídio culposo  e violar a lei de ambiente de trabalho  com o assassinato da Mezher em seu local de trabalho.

A instalação de alojamento onde trabalhou é o lar de dez migrantes e refugiados com idade entre 14-17 anos, todos requerentes de asilo na Suécia sem um dos pais ou responsável.

Administração de Ambiente de Trabalho da Suécia está investigando se HVB Vida Nordic violou leis do ambiente de trabalho para permitir que Mezher trabalhasse em seu próprio país com dez adolescentes.

HVB Vida Nordic é uma empresa privada paga pela autoridade local para fornecer habitação e cuidados para os menores não acompanhados, que vem operando desde o final de 2013.

Em 2014, Molndal recebeu £ 22.6 million para fornecer habitação para os menores não acompanhados – maior financiamento estatal per capita do que qualquer cidade na Suécia.

Um representante para o Conselho Örnskoldvik disse que a decisão de proibir o memorial de ser realizado no centro de habitação tinha sido feito para garantir o bem-estar das crianças que são hospedadas.

Suécia tem sofrido com maior crise de migração do continente desde a Segunda Guerra Mundial.

País de 9,8 milhões de habitantes, a Suécia tomou em mais de 160.000 requerentes de asilo em 2015, o maior número de refugiados e migrantes chegados per capita na UE.

Dos 160.000 que solicitaramu asilo, 35.369 eram menores não acompanhados.

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Suécia em choque após morte de mulher a facadas em centro de refugiados

Premier classifica assassinato como um crime terrível e diz que suecos temem ataques semelhantes.

ESTOCOLMO — O primeiro-ministro sueco, Stefan Lofven, condenou o assassinato de uma funcionária esfaqueada até a morte em um centro de refugiados para menores não acompanhados e disse que muitos suecos temem que ataques como esse possam ocorrer novamente. Após visita ao centro, em Molndal, no Oeste do país, o premier classificou o ataque como um crime terrível e prometeu mais recursos para a polícia.

— Eu acredito que há muitas pessoas na Suécia que sentem muita preocupação que mais casos desse tipo possam acontecer, no momento em que a Suécia recebe tantas crianças e jovens que vêm sozinhos (a procura de asilo) — disse ele na noite de segunda-feira, segundo a Rádio da Suécia.

 

O esfaqueamento levantou preocupações de que o país está sendo sobrecarregadas pelo número de requerentes de asilo. Um menor de 15 anos foi preso sob suspeita de assassinato ou homicídio culposo, informou a agência de notícias TT.

As declarações de Lofven em Molndal vieram após a polícia apontar a necessidade de mais funcionários para lidar com o controles de fronteiras, a segurança nos centros de asilo e a ameaça do terror.

— A autoridade policial tem uma carga de trabalho mais pesada… por causa da situação dos refugiados. E então vocês precisam de mais recursos — afirmou Lofven.

A Suécia reverteu sua política de portas abertas no ano passado e introduziu controles nas fronteiras e verificação da identidade para conter o fluxo de requerentes de asilo que atingiu um recorde de 160 mil pessoas em 2015.

Uma pesquisa mostrou que o apoio a Lofven, do Partido Social Democrata, de centro-esquerda, estava no seu mais baixo nível, em parte devido a um sentimento de que o governo é incapaz de lidar com o fluxo de refugiados.

As autoridades policiais disseram que eram necessários mais 2.500 funcionários.

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BENS CONFISCADOS

A Suíça determinou que os refugiados que chegam ao país têm que entregar ao Estado todos os bens que valem mais do que mil franco suíço (R$ 4 mil) para ajudar a pagar pela estadia.

Além disso, os imigrantes que ganham o direito de permanecer e trabalhar em território suíço devem entregar 10% de seu salário por até dez anos, até pagar 15 mil francos suíços. A Agência de Imigração do país justificou a medida, afirmando estar de acordo com a lei que pede aos requerentes de asilo contribuições, sempre que possível, para arcar com o custo do processo e o fornecimento de assistência social.

O confisco será votado nesta terça-feira na Dinamarca também chegou à Alemanha, com os estados Baviera e Baden-Württemberg, no Sul do país, colocando em prática a medida polêmica. A ação se apoia em uma lei nacional segundo a qual solicitantes de refúgio devem consumir, em primeiro lugar, seus próprios bens antes que o Estado possa prover seu sustento.

Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/mundo/suecia-em-choque-apos-morte-de-mulher-facadas-em-centro-de-refugiados-18542568#ixzz3yOuKmgOX
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