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Massacre em Suzano: a impunidade também pode gerar vítimas

Por Andréa Fernandes

O Poder Judiciário em São Paulo determinou na noite de segunda-feira(19), a internação de um adolescente de 17 anos por suspeita de participação no planejamento do denominado “massacre em Suzano”, que resultou na morte de sete alunos e duas funcionárias na Escola Estadual Raul Brasil, além do empresário Jorge Antonio de Moraes, tio de um dos assassinos, Guilherme Taucci Monteiro, de 17 anos. Segundo a determinação judicial, a internação deve ser cumprida no prazo de 45 dias na Fundação Casa.

O suspeito foi apreendido pela polícia na manhã desta terça-feira(19), em sua residência e após ser levado ao IML de Suzano seguiu junto com a genitora para o Fórum da cidade a fim de comparecer a audiência de apresentação.

O adolescente já havia se pronunciado na sexta-feira(15), em oitiva com o Ministério Público no Fórum regional negando a participação no crime, e naquela oportunidade, o promotor Rafael Ribeiro do Val não teria encontrado indícios suficientes para provar a participação no planejamento do crime, de forma que decidiu não apresentar denúncia, deixando de  atender o pedido de internação feito pela autoridade policial, o que teve como consequência a liberação do suspeito. Ocorre que, na segunda-feira (18), novas provas coletadas foram examinadas pelo Ministério Público e polícia em reunião na qual os investigadores apresentaram depoimentos e aparelhos eletrônicos apreendidos na casa do adolescente com diálogos entre o mesmo e os outros responsáveis pelo massacre que “supostamente” teriam se matado após a efetivação da barbárie.  Com isso, a Polícia Civil  reforçou a tese de participação do suspeito na fase de preparação.

A juíza Erica Marcelina Cruz, da Vara da Infância e da Juventude, deve despachar no processo a fim de esclarecer se mantém a decisão de internar o suspeito, determinando a unidade da Fundação Casa onde deve ficar apreendido no prazo de 45 dias, ou se revoga a internação.

O suspeito apreendido é ex-aluno da escola Raul Brasil e estudou na sala de Guilherme Taucci Monteiro, apontado pela polícia como líder da ação criminosa.

Todavia, há um pormenor que a “mídia progressista” e “ativistas dos direitos dos manos” mantêm distante da opinião pública: o Artigo 108, do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), prevê 45 dias como prazo máximo de uma internação provisória para um menor de 18 anos, sendo considerado constrangimento ilegal” pela jurisprudência qualquer tentativa de prorrogação. Após o referido período, não tendo a investigação findado, o suspeito de planejar o massacre deve ser solto

Assim, mais uma vez a lei mostra inequivocamente beneficiar “jovens infratores” permitindo que suspeitos de crimes odiosos e que representam alto grau de periculosidade tenham “liberdade garantida” para reinserção ao convício social, apesar dos “indícios  suficientes de autoria e materialidade”, que paradoxalmente deixam de “demonstrar a necessidade imperiosa da medida de internação” para proteger possíveis vítimas de um novo massacre.

Interessante que hoje, li em artigo da “colunista-militante” do ‘O Globo‘, Ana Maria Machado, a repetição de uma teoria de alguns antropólogos ao afirmar que, “a barbárie e selvageria crescentes da violência urbana em todas as suas formas têm traço que nos marca desde a colonização e a escravidão — o da força bruta contra o fraco e desprotegido“.

Afirma, ainda a “jornalista-militante”:

“Mesmo querendo resgatar mártires e heróis esquecidos, cumpre reconhecer que, historicamente, nossa violência não se caracterizou pela resistência inteligente e organizada, como a dos vietcongues contra os invasores. Em geral, ao dar vazão à revolta, nossa valentia prefere esperar pela vítima indefesa.”

Todavia, “dona Machado” e os demais ativistas “aplaudem” o ECA quando permite que suspeitos de crimes caliginosos tenham a possibilidade de gozar soltura, ainda que o fato represente um grave risco para a sociedade. O “desconchavo intelectual” da jornalista não possibilita que entenda que ao defender a manutenção da maioridade penal e demais “generosidades” para menores que cometem crimes bárbaros, configura-se a  pusilanimidade típica da esquerda, que autoriza esses criminosos a atacarem impunemente as “vítimas indefesas”, nesse caso, a própria sociedade desprotegida. Verdade é que “valentia desarmada” só existe na cabeça de progressista!

Essa seria a “resistência inteligente e organizada” defendida pela hipocrisia do “jornalismo ideologizado”: libertar um “menor sem nome” com indícios de participação no crime suficientes “apenas” para 45 dias de “internação” visando não promover “constrangimento ilegal” do “coitado” e aprisionar no “medo impessoal” um grande número de pessoas, que mal podem se proteger porque “indivíduos perigosos” têm o “direito” de não ser identificados pelos meio de comunicação, quando menores de 18 anos.

Em contrapartida, os “cadáveres” de todos os adolescentes e funcionárias mortos no massacre – investigado pelo MP como “eventual prática de terrorismo doméstico” – foram devidamente “identificados” e “numerados” para indicar os índices de homicídio no Brasil, cujo único “cadáver insepulto” pela mídia, ONU e “ativistas do bem” é  “Marielle Franco“.  Todas as demais vítimas fatais da violência gestada pela ausência total de segurança pública que caraterizou os governos pretéritos são apenas “números desprezíveis”, à exceção de alguns “mortos” que servem para a “agenda do progressismo seletivo”: negros da periferia, membros da comunidade LGBT e mulheres que sofrem violência doméstica. Aliás, o motorista de Marielle, Anderson Gomes, também foi desprezado pela militância cultural e midiática, não tendo uma “alegoria” sequer na “compreensível homenagem” que o “crime organizado” fez à vereadora no desfile da escola de samba Mangueira, campeã do carnaval do Rio. Estranhamente, ninguém na extrema-imprensa acusou a escola de samba de “discriminação cadavérica” por ignorar o “subalterno branco” morto na mesma ação criminosa que vitimou a “vereadora negra” do PSOL. A cor da pele realmente “fala muito alto” num “país racista”, não é verdade?

Inobstante a doutrinação do crime organizado em apreço à luta de “Marielle ausente“, aprendo na “escola da Mangueira socialista” que “resistência inteligente” é  ofender o presidente Bolsonaro com palavras de baixo calão durante a festa pela vitória na quadra um pouco sem graça pela ausência do seu presidente Francisco Manoel de Carvalho, o conhecido deputado “Chiquinho da Mangueira” (PSC/RJ), que cumpre prisão  domiciliar. Ademais, “resistência organizada” é garantir o “samba do crime” levantando o “estandarte da Marielle” na “passarela da hipocrisia”, bem como rechaçar a redução da maioridade penal a fim de garantir que a “escola dos menores abutres da fiel” continue encantando a esquerda com seu  “espetáculo mortal” no “carnaval da impunidade”. Infelizmente, nesse “quesito” do “grupo especial da contra-resistência” para salvaguardar o direito à paz social, a “escola dos conservadores indignados” está ameaçada de sofrer “rebaixamento”. Lembro, no entanto, que no temível  “enredo” da segurança pública, “todo cuidado é pouco”! 

Após terminar o artigo, descubro que a polícia afirma que o adolescente apreendido é o mentor intelectual do massacre em Suzano. O delegado se espantou com a frieza do “menor” que será “aquecido pelas asas acolhedoras” do ECA. O “perigo” continua sendo “fiel companheiro” de muitas crianças e adolescentes em São Paulo graças ao “progressismo suicida” que contamina nossas leis.

Andréa Fernandes é jornalista, advogada, internacionalista e presidente da ONG Ecoando a Voz dos Mártires.

Imagem Metro 1

Estado Islâmico planejou ataques no Brasil, afirma agência francesa

Brasileiro estaria por trás do planejamento dos ataques que deveriam ocorrer durante as Olimpíadas do Rio de Janeiro.

A facção terrorista Estado Islâmico, também conhecida por Daesh ou ISIS, responsável pelos recentes atentados noaeroporto de Istambul e de Paris no ano passado, havia planejado novos ataques contra delegação da França durante os Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro, informou um novo relatório oficial da agência de inteligência do governo francês nesta quarta-feira (13).

LEIA MAIS: Suspeito de ação terrorista é encaminhado para a Polícia Federal

A informação foi anunciada pelo chefe da Direção de Inteligência Militar (DRM), general Christophe Gomart, durante uma audição, em maio, na comissão parlamentar de luta contra o terrorismo, responsável por investigar os atentados de 2015 na França. Na ocasião, os ataques foram reivindicados pelo Estado Islâmicoe deixaram 130 pessoas mortas. O episódio é considerado um dos mais sangrentos da história recente do país.

Há indícios de que um brasileiro poderia estar por trás dos ataques, assegurou Gomart em declaração aos parlamentares. Não se sabe se o brasileiro estaria sendo treinado remotamente ou em bases locais do Estado Islâmico no oriente médio. De acordo com a agência ANSA, é provável que ele estivesse fora do Brasil e já tenha sido detido.

LEIA MAIS: Trump elogia ditador Saddam Hussein por matar terroristas

Em nota, o jornal francês “Libération” afirmou que o diálogo entre Gomart e os parlamentares não deixam claro a identidade desse suposto brasileiro.

http://ultimosegundo.ig.com.br/brasil/2016-07-13/estado-islamico-ataques-brasil.html

Estado Islâmico planejou ataques no Brasil, afirma agência francesa

Brasileiro estaria por trás do planejamento dos ataques que deveriam ocorrer durante as Olimpíadas do Rio de Janeiro.

A facção terrorista Estado Islâmico, também conhecida por Daesh ou ISIS, responsável pelos recentes atentados no aeroporto de Istambul e de Paris no ano passado, havia planejado novos ataques contra delegação da França durante os Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro, informou um novo relatório oficial da agência de inteligência do governo francês nesta quarta-feira (13).

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A informação foi anunciada pelo chefe da Direção de Inteligência Militar (DRM), general Christophe Gomart, durante uma audição, em maio, na comissão parlamentar de luta contra o terrorismo, responsável por investigar os atentados de 2015 na França. Na ocasião, os ataques foram reivindicados pelo Estado Islâmico e deixaram 130 pessoas mortas. O episódio é considerado um dos mais sangrentos da história recente do país.

Há indícios de que um brasileiro poderia estar por trás dos ataques, assegurou Gomart em declaração aos parlamentares. Não se sabe se o brasileiro estaria sendo treinado remotamente ou em bases locais do Estado Islâmico no oriente médio. De acordo com a agência ANSA, é provável que ele estivesse fora do Brasil e já tenha sido detido.

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Em nota, o jornal francês “Libération” afirmou que o diálogo entre Gomart e os parlamentares não deixam claro a identidade desse suposto brasileiro.

http://ultimosegundo.ig.com.br/brasil/2016-07-13/estado-islamico-ataques-brasil.html

Caçada em curso ao terrorista após o fuzilamento em Tel Aviv

A caçada ao suspeito de perpetrar o ataque a tiros mortal de sexta-feira na Rua Dizengoff em Tel Aviv continuou na manhã de sábado. A equipe de polícia SWAT e o Shin Bet (Autoridade de Segurança de Israel) realizaram varreduras na região central  de Gush Dan durante toda a noite. As forças de segurança na sexta-feira também fizeram incursões em casa na área de Wadi, Ara norte de Israel que pertence à família do suspeito no ataque do dia de Ano Novo. Nesta fase, acredita-se que o atacante fugiu da área metropolitana de Tel Aviv. Uma reavaliação da situação era esperada mais tarde no sábado de manhã.

Cena do ataque a tiros em um bar na Rua Dizengoff em Telavive em 1 de Janeiro de 2016. (crédito da foto: Avshalom SASSONI)

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Duas pessoas foram mortas e mais sete ficaram feridos quando um atirador abriu fogo em um bar e um café no centro de rua Tel Aviv. O suspeito foi concebido como um nativo de 28 anos de idade, da aldeia árabe-israelense de Arara, que era do conhecimento das autoridades por um delito anterior. Uma das vítimas mortais de ataque a tiros de sexta-feira no centro de Tel Aviv foi identificado como Alon Bakal, 26, um gerente de turno no pub a ‘HaSimta “, que levou o peso do tiroteio em Dizengoff Street. A outra fatalidade no ataque era Shimon Roemee de Ofakim. Em imagens da câmera do ataque, o atirador foi visto puxando a arma de uma mochila e que aponta o rifle em transeuntes e em clientes do bar.   O nome do suspeito permaneceu retido de publicação sob um ordem judicial. O Shin Bet questionou o pai do suspeito, que teria contactado a polícia depois de reconhecer seu filho na transmissão na televisão após o ataque. O pai disse à polícia que ele recebeu um telefonema anônimo de alguém que lhe disse para verificar se a sua arma de fogo licenciada, que ele usa como segurança, estava de posse em sua casa. Ele verificou e encontrou sua arma de fogo, mas depois percebeu que poderia ter sido seu filho, o atirador suspeito, que fez o telefonema anônimo. A polícia enfatizou que todas as ligações estavam sendo rastreadas. Na sexta-feira à noite a página do Facebook do suspeito foi removida da Internet. A perspectiva de links para ideologia do Estado Islâmico foi averiguada como uma das teorias sendo investigadas como possível motivação por trás do ataque.Mas um advogado da família, Sami Melhem disse à televisão israelense na sexta-feira que o suspeito é emocionalmente instável e não um adepto do Estado islâmico. “Ele não é são. Ultimamente, ele foi se locomovia de uma maneira estranha,” Melhem disse ao Jerusalem Post ‘ s na sexta-feira.

Channel 10 informou que o primo do suspeito foi morto em uma batida policial há cerca de dez anos atrás, quando ele foi encontrado por armazenar armas. O próprio suspeito também tem um passado criminal e era conhecido por autoridades de segurança. Ele tem anteriormente uma sentença de prisão de quatro anos por lutar com um soldado tentando roubar sua arma.  Uma cópia do Alcorão teria sido encontrada dentro da mochila do atirador que ele deixou na loja de alimentos ​​que visitou imediatamente antes de realizar o ataque, de acordo com o Canal 10. Em um incidente separado na sexta-feira à tarde, um motorista de táxi foi morto a tiros no norte de Tel Aviv. A vítima foi identificada como um morador da cidade israelense central da Lod. A polícia estava investigando as circunstâncias da morte.

http://www.jpost.com/Arab-Israeli-Conflict/Manhunt-underway-for-terrorist-who-went-on-Tel-Aviv-shooting-rampage-439141

Bélgica indicia sexta pessoa por participação nos atentados de Paris

Suspeito foi preso em Bruxelas nesta quinta.
Pessoa é acusada de participação em atividades de grupo terrorista.

A procuradoria belga indiciou nesta sexta-feira (27) um sexto suspeito de crimes relacionados ao terrorismo dentro das investigações pelos atentados de Paris, ocorridos nos dia 13 de novembro, informou a France Presse.

O ataque terrorista matou 130 pessoas e deixou mais de 300 feridos.

Promotores federais disseram nesta sexta que um homem preso em Bruxelas foi indiciado por assassinatos terroristas e participação em atividades de grupo terrorista.

Outras duas pessoas detidas na cidade de Verviers, no leste, na quinta-feira, acabaram soltas, segundo a Reuters. A emissora de TV belga RTBF disse que eram o irmão e o pai do homem indiciado.

Prisão
Ainda segundo a agência Reuters, um tribunal também determinou nesta sexta-feira que um suspeito identificado como Ali O. e outra pessoa não identificada, ambos detidos na segunda-feira, fiquem presos por um mês.

O país ainda está buscando o morador da Bélgica Salah Abdeslam, cujo irmão era um dos homens-bomba de Paris e que ligou para um amigo a partir da capital francesa na noite dos ataques.

A Bélgica indiciou as duas pessoas que partiram de Bruxelas para buscá-lo, assim como Ali O., que levou Abdeslam para outra parte da cidade após ter voltado à Bélgica em 14 de novembro.

Um marroquino de 39 anos chamado Lazez A. também foi indiciado após a polícia ter encontrado duas armas e traços de sangue em seu carro. Promotores não deram detalhes sobre o quinto.

http://g1.globo.com/mundo/noticia/2015/11/belgica-indicia-sexta-pessoa-por-participacao-nos-atentados-de-paris.html

Polícia detém suspeito relacionado a atentado em Bangcoc

Suspeito, de nacionalidade turca, foi detido em apartamento, diz jornal local.
Ao menos 20 mortos morreram em atentando no dia 17 de agosto.

A polícia tailandesa deteve neste sábado (29) um suspeito relacionado com o atentado à bomba que no dia 17 de agosto deixou 20 mortos e mais de cem feridos em um templo hindu em Bangcoc.

Segundo o jornal local “Post Today”, o suspeito, que seria turco, foi detido por volta de 14h (horário local, 4h de Brasília) em uma batida policial em um apartamento no noroeste da capital da Tailândia. A polícia ainda não confirmou a nacionalidade do suspeito.

Nesta sexta-feira, a polícia tailandesa divulgou uma foto de um suspeito. O homem aparece nas imagens de uma câmera de segurança jogando uma bolsa na água no píer na noite de 17 de agosto. A polícia emitiu um mandado de prisão contra o suspeito, que ainda não foi identificado.

Como foi o ataque
Na ocasião, nenhum grupo reivindicou o ataque de imediato. Para o governo, o atentado visava prejudicar a economia do país. “Os criminosos pretendiam destruir a economia e o turismo, porque o incidente aconteceu no coração do distrito turístico”, disse o ministro da Defesa tailandês, Prawit Wongsuwan, à Reuters.

Pessoas observam carcaças de motos destruídas pela explosão em Bangcoc, capital da Tailândia (Foto: Pornchai Kittiwongsakul/AFP)Pessoas observam carcaças de motos destruídas pela explosão em Bangcoc, capital da Tailândia (Foto: Pornchai Kittiwongsakul/AFP)

O incidente aconteceu por volta de 19h no horário local (9h no horário de Brasília) perto do templo Erawan Shrine e do cruzamento Rajprasong, onde costumam acontecer protestos na cidade. O templo Erawan Shrine é dedicado ao deus hindu Brahman, mas também é visitado por milhares de fiéis budistas.

A região, que fica ainda perto de vários grandes hotéis e shoppings, é muito frequentada por turistas. Por isso, não está descartada a presença de turistas entre os feridos. A polícia isolou a área. Várias equipes dos bombeiros foram mobilizadas para prestar socorro às vítimas. Pedaços de corpos podiam ser vistos no local.

Motocicletas ficaram completamente destruídas. Um soldado pediu que as pessoas se afastassem e afirmou que estavam checando se haveria uma segunda bomba no local.

Pouco frequente
Embora grupos armados muçulmanos estejam implantados no sul da Tailândia, atentados terroristas não são frequentes em Bangcoc, de acordo com a agência EFE.

As forças tailandesas combatem a insurgência muçulmana no sul, que é predominantemente budista. O país também vem sendo abalado há décadas por uma rivalidade intensa e às vezes violenta entre facções políticas na capital e em outras localidades, segundo a Reuters.

O Exército controla a Tailândia desde maio de 2014, quando depôs um governo eleito depois de meses de manifestações anti-governo às vezes violentas.

http://g1.globo.com/mundo/noticia/2015/08/policia-detem-suspeito-relacionado-atentado-em-bangcoc.html

EI pediu que suspeito de atentado frustrado na França atingisse o país

Presidente disse que novos atos terroristas foram evitados esta semana.
Ministro confirmou quatro prisões relacionadas aos ataques frustrados.

Um jihadista do grupo Estado Islâmico (EI) na Síria ordenou a um dos quatro detidos na França por projetar um ataque contra uma instalação militar que atingisse este país, indicou nesta sexta-feira (17) o procurador de Paris, François Molins.

O mais jovem dos três suspeitos, de 17 anos, recebeu esta instrução ante a impossibilidade de partir à Síria para fazer a jihad por ter sido fichado pelos serviços de inteligência franceses, disse Molins em um comunicado.

Na quarta-feira (15), o ministério do Interior francês anunciou a detenção de quatro pessoas que planejavam “uma ação terrorista contra instalações militares francesas”.

Estes indivíduos “de 16 a 23 anos, um deles um ex-militar da marinha nacional”, foram presos na madrugada de segunda-feira em “quatro pontos diferentes” do país, disse o ministro Bernard Cazeneuve em uma coletiva de imprensa.

http://g1.globo.com/mundo/noticia/2015/07/ei-pediu-que-suspeito-de-atentado-frustrado-na-franca-atingisse-o-pais.html

Investigado por terrorismo em Brasília já trabalhou na Casa Civil junto com Dilma

Marcelo Bulhões dos Santos, no canto esquerdo da foto (de barba): ele trabalhou por 3 anos e 9 meses na Casa Civil(Reprodução / Facebook/VEJA)

Por Gabriel Castro, na VEJA.com:
O advogado de Brasília que entrou no radar da Justiça por suspeita de cumplicidade com terroristas é um brasileiro que se converteu ao islamismo e já trabalhou na Casa Civil da Presidência da República durante a gestão de Dilma Rousseff. Ele também foi funcionário da própria Polícia Federal, órgão que ele viria a acusar de ser conivente com interferência internacional na CPI da Espionagem. Marcelo Bulhões dos Santos pertence à corrente sunita e frequenta com regularidade a mesquita da capital federal. Os policiais federais que estiveram no prédio de Bulhões nesta sexta-feira apreenderam documentos e materiais eletrônicos, por ordem da Justiça Federal. Os indícios dão conta da ligação dele com extremistas estrangeiros. Como não há crime de terrorismo no país, a Justiça colhe elementos para julgá-lo por crimes acessórios, como estelionato e falsificação de documento.

Bulhões já era conhecido pela PF. Ele é ex-servidor de nível médio da corporação, onde trabalhou entre 2004 e 2007. Como fala árabe, espanhol, italiano e inglês foi lotado na Coordenação-Geral de Polícia Criminal Internacional, braço da Interpol na PF, antes de ser cedido à Presidência da República. Exercia atividades burocráticas na troca de informações e comunicados com outros escritórios centrais nacionais da Interpol. Anos depois, ele diria que havia interferência de serviços de inteligência dos Estados Unidos da PF.

Bulhões formou-se em 2009 em uma universidade particular de Brasília. Ele trabalhou por quase quatro anos como assessor da Casa Civil, durante a gestão da então ministra Dilma Rousseff. Foi nomeado por ela para um cargo de confiança: supervisor de legislação pessoal. Bulhões diz ter se desligado em 2010 por vontade própria, para se dedicar à atividades de consultoria jurídica. Hoje, atua no próprio escritório, que funciona no apartamento onde também mora sua mulher e o filho do casal. Há dois meses, passou a assessorar a embaixada de Omã na capital federal.

Espionagem
O alvo da PF também denunciou supostas atividades de contraterrorismo dos Estados Unidos no Brasil. Em setembro de 2013, Bulhões encaminhou à senadora Vanessa Grazziotin (PCdoB-AM), então presidente da CPI da Espionagem, um documento que reunia relatórios sobre atividades de terroristas na América do Sul. Disse que agia por “senso de responsabilidade cívica”. Alguns dos documentos eram da Embaixada Americana no Brasil, vazados pelo WikiLeaks, e parte do acervo da biblioteca do Congresso dos Estados Unidos. Outros, datados de 1995 a 2011, pertenciam ao arquivo do Itamaraty e, segundo ele, “sugeriam atividades de espionagem norte-americana em desfavor do governo brasileiro”.

O relatório americano sobre atividades criminosas e terroristas na tríplice fronteira, encaminhado por Bulhões à CPI da Espionagem, cita entre outros alvos o doleiro Alberto Youssef, delator do escândalo do petrolão. Youssef é descrito como um dos “maiores operadores de lavagem de dinheiro do país, tendo trabalhado para o traficante Fernandinho Beira-Mar”.

“Há fortes indícios de que cidadãos brasileiros de origem árabe e/ou de confissão islâmica tenham sido objeto de investigação por parte de órgãos de inteligência nacionais e estrangeiros , sendo que nem sempre havia motivo plausível para tal”, justificou Bulhões. “Nesse sentido, houve, inclusive, diversas ocasiões em que o ora signatário [ele mesmo] presenciou a interferência de serviços estrangeiros na atuação de órgãos do governo federal, dentre os quais é possível destacar o Departamento de Polícia Federal, do qual o subscritor é ex-servidor.”

Em postagens no Facebook, Bulhões também justifica a ação do grupo terrorista Hamas, que costuma lançar mísseis sobre o território israelense. “Sem a ocupação dos sionistas de uma terra alheia nem sequer existiria o Hamas, muito menos os mísseis”, disse ele em julho de 2014. O advogado prosseguiu: “Os apoiadores de Israel chamam o Hamas de ‘terrorista’, mas esquecem de estudar sobre o modo que se deu a formação do pseudo-estado judeu”.? Bulhões formou-se bacharel com uma monografia intitulada “O princípio da igualdade no Direito islâmico” e estudou no prestigiado Colégio Militar do Rio de Janeiro.

http://veja.abril.com.br/blog/reinaldo/geral/investigado-por-terrorismo-em-brasilia-ja-trabalhou-na-casa-civil-junto-com-dilma/

Por Reinaldo Azevedo

França detém suspeito de planejar ataques a igrejas

Jovem de origem argelina tinha arma e munição. Ele tentou viajar à Síria para se unir a grupos jihadistas

PARIS — A polícia francesa deteve um homem suspeito de planejar um ataque iminente contra uma ou duas igrejas em Paris, informou nesta quarta-feira o ministro do Interior, Bernard Cazeneuve. O detido, um jovem de 24 anos de origem argelina, é suspeito de assassinar uma mulher cujo corpo foi encontrado no domingo dentro de seu carro.

O jovem tinha um ferimento a bala quando foi preso perto da capital francesa, no domingo passado. Dentro do quarto e do carro do suspeito, um estudante de Ciências da Computação, foram encontrados um fuzil, munições, coletes à prova de bala e vários telefones celulares.

A convicção da polícia de que o estudante estava preparando ataques a igrejas baseia-se nos documentos encontrados em sua casa.

— Na manhã de domingo, o ataque foi evitado — conformou o ministro.

O suspeito vive na França há seis anos e era conhecido dos serviços de segurança. Ele havia tentado, em 2014 e neste ano, viajar à Síria para se juntar a grupos jihadistas. Cazeneuve, no entanto, observou que não se havia reunido provas suficientes para abrir um processo judicial.

A mulher assassinada foi identificada como Aurélie Chatelain, de 32 anos. Mãe de uma filha de 5 anos, tinha viajado a Paris no último sábado para participar de um curso profissionalizante.

Seu corpo foi encontrado dentro de um carro estacionado em uma rua na localidade de Villejuif, perto de Paris. De acordo com as primeiras investigações, o suspeito tentou roubar o veículo da mulher e, diante de sua suposta resistência, o jovem fez vários disparos, um dos quais atingiu sua própria perna.

Os serviços de segurança acreditam que os atentados foram planejados para o mesmo domingo. Suspeita-se que o detido não estava agindo sozinho e, provavelmente, tinha cúmplices.

A detenção ocorreu três meses e meio depois dos ataques jihadistas contra o jornal satírico “Charlie Hebdo” e contra um mercado de produtos judaicos, em Paris, que mataram 17 pessoas e três terroristas. Desde então, a França reforçou a segurança em lugares considerados vulneráveis e estuda medidas para monitorar suspeitos e evitar atentados.

http://oglobo.globo.com/mundo/franca-detem-suspeito-de-planejar-ataques-igrejas-15943307