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Alemanha fecha jardim de infância islâmico ligado a islamistas

Autoridades na cidade de Mainz cassaram a licença do único jardim de infância muçulmano em meio a alegações de que a instalação no estado de Renânia-Palatinado estava promovendo o salafismo.
O presidente do departamento de jovens do estado, Detlef Placzek, disse que a promoção de materiais salafistas significava que o berçário não mais respeita a constituição alemã .
Oficiais tinham o dever de intervir, disse Placzek, quando um operador não estava disposto ou “incapaz de criar as condições que garantam o bem-estar das crianças”.
O presidente da Arab Nil-Rhein, Samy El Hagrasy, rejeitou as acusações de extremismo e disse que ele seria atraente. “Nós aceitamos e respeitamos a constituição”, disse El Hagrasy, acrescentando que a decisão foi “incompreensível e um mistério”.
Os alarmes soaram pela primeira vez em 2012, quando um pregador polêmico começou a participar de eventos para a associação da mesquita árabe Nil-Rhein, que é responsável pela creche da Al Nur.
Imagem e informações Voice of Europe

O Terror Disfarçado de Religião: EI clama por Ataques durante o Ramadã

por Amir Kater

No último sábado se iniciou o Ramadã, nono mês do calendário islâmico, onde “Maomé”, Mohamad, teria recebido a “iluminação” sobre os primeiros versos do “Al Kouran” e de como deveriam servir a “Allah”. Esse período é de um mês no calendário islâmico, é o mesmo mês em que o EI conclama mais ataques na Europa.

Certamente que pensando na questão de “iluminação divina” a última coisa que se deveria fazer é a conclamação de ataques pelo mundo a fora. Mas claro que o Estado Islâmico assim como outros grupos, talvez de menor expressão, não poderiam deixar de fazer o que sabem melhor; promover o terror.

O que já se mostra factível, pois se nesse período os seguidores de “Maomé” devem além do jejum integral (de comida e bebida) durante o período noturno, a ideia é de que se desprendam dos bens materiais enaltecendo as reflexões, a contrição e levando-os ao desapego material. Teria momento melhor, para estes que dão apoio, simpatizam ou participam da mentalidade do EI para morrer, mesmo que levando calmos e tranquilos, “infiéis” junto? Não, não há!

Mas há a utopia em afirmar, na Europa, que o aparato de segurança está alerta e atento; devemos nos perguntar se, o alerta, será da mesma forma que vimos quando da explosão em show há cerca de uma semana em Manchester. Afinal se a operacionalidade de triagem, inteligência e proteção dos “infiéis” for igual ao daquela noite, só podemos lastimar as consequências.

Mas voltando; dias atrás o grupo “DAESH” (Estado Islâmico) conclamou, mais uma vez,  para que seus seguidores e/ou simpatizantes, por que não, para que iniciem uma onda de ataques de “guerra total” contra os infiéis daquele continente. Mas é compreensível, por pior que pareça, que tal chamado seja feito nessa época e  possa fazer com que haja ataques em qualquer ponto do globo, onde haja seguidores ou simpatizantes desse grupo. E não só na Europa.

Por outro lado, por mais que pareça estranho Trump, que recentemente esteve em Israel e Vaticano, que tenta desde o início de mandato a proibição de entrada solo Estadunidense de pessoas oriundas de 06 (seis) países de “fé” muçulmana (Somália, Líbia, Irã, Iêmem, Sudão e Síria) acaba por expedir nota com votos de “bom ramadã”. Ao mesmo tempo em que reforça que o Ocidente não pode se dobrar ou aceitar qualquer tipo de violência, importante é que o tal presidente, Trump, invoca o sentimento, se é que há algum, islâmico do período do ramadã para frisar que não podemos nos curvar ou aceitar a violência. Mas deveria ter inserido no contexto de suas palavras que não se pode aceitar a violência, e, ainda mais, o terrorismo, em qualquer época, sendo ramadã ou não; até por que, esses que conclamam ataques sangrentos para esse período, já deixaram claro que não aceitaram ou aceitarão qualquer comemoração cristã ou de outras denominações religiosas.

Para piorar, são apoiados por lideranças do sistema teo-político colonizador, que bradam aos sete ventos, que sofrem de “islamofobia” através de palavras ou atos contra suas mesquitas. Mas evidente é a manobra casada, bem engendrada para tentar sensibilizar os desavisados, se é que ainda existem estes.

Lembremos sempre desses passos para a islamização:

HÉGIRA (migração): É uma tática tradicional de ocupação pacífica, na qual a comunidade Kafir tem a falsa sensação de que os primeiros imigrantes não são uma ameaça, pelo menos até que a comunidade muçulmana tenha ganhado força.

TAYSIR: Permite ensinar fórmulas falsas do Islã em terras estrangeiras, ou ignorar os princípios mais rígidos da Sharia, como uma versão “light” do Islã – para facilitar sua observância pelos novatos – que mais tarde serão endurecidos.

MURUNA: É a suspensão temporária da SHARIA, a fim de que os imigrantes muçulmanos pareçam “moderados”.

HUDNA: É uma trégua temporária (muitas vezes entendida como “paz” pelo kafir), que os muçulmanos podem quebrar a qualquer momento, quando se tornar estrategicamente vantajoso. É geralmente para fins de armamento e reagrupamento (ver as ondas de ataques dos palestinos a Israel).

ALWALA’ WA’LBARA’: Esta é a convocação geral – uma conclamação aos muçulmanos para se unirem (incluindo os terroristas) e se ajudarem contra os não-muçulmanos. A ordem para todos é evitar se opor à Jihad, incluindo participar no esforço de guerra aos não muçulmanos.

Acordemos! Urge a necessidade de acordarmos para a realidade, deixando todo e qualquer preconceito de lado, pois a cimitarra que se coloca sobre as nucas, se aproveita, se fortalece e se engrandece a cada cisão, a cada ponto de preconceito interno, de desentendimento entre pares. Acordemos!

Abraços, com votos de paz e bons olhos para enxergar melhor o que se aproxima.

Livros infantis no Irã glorificam a violência

Na República Islâmica, livros são submetidos a um rígido processo de aprovação. Mas a disseminação de atos violentos, mesmo na literatura para crianças, não parece ser um problema.

O cão era um traidor, um dos cúmplices do lobo-mau. A punição: execução for enforcamento. Foi o mesmo destino, numa outra história, de um gato inimigo, derrotado pelos ratos. São cenas de contos infantis no Irã, país onde cerca de mil pessoas foram executadas em 2015, muitas em público e na presença de espectadores.

Livros de entretenimento e romances são caros. Seus conteúdos são fortemente controlados e precisam ser aprovados por um conselho de supervisão do Ministério da Cultura. E livros infantis não são exceção: também precisam satisfazer os rígidos critérios estabelecidos para defender os valores religiosos do Irã.

“Eu olho com muito cuidado o que eu compro para minha filha de 8 anos de idade. Tenho que me certificar que ela não receba livros que celebrem a violência”, diz a designer gráfico Shohreh*, em entrevista à DW. Ela descreve um boom na literatura para jovens no Irã. “Livros infantis são muito mais vendidos do que todos os outros livros. Sei de muitos pais que preferem dar livros a seus filhos, embora eles próprios não gostem de ler.”

Na vida real, as mulheres iranianas têm de cobrir os cabelos em público, mas podem vestir o que quiserem em casa. Nas ilustrações, no entanto, as mulheres devem ter lenços na cabeça independentemente da localização. Mulheres desenhadas sem um véu precisam ser redesenhadas caso o livro queira receber a aprovação para publicação e venda. Essa aprovação pode ser revogada a qualquer momento, inclusive após o lançamento.

“Livros infantis se tornaram muito mais religiosos. Há mais histórias envolvem mesquitas ou cerimônias religiosas”, diz Shohreh. Ela afirma não estar surpresa que os livros que incluem animais pendurados sejam bem vendidos. “As pessoas assistem a execuções públicas e até mesmo levam seus filhos.”

defaultControle rígido da literatura no Irã: nesta imagem, o véu foi desenhado por cima. Parte do cabelo ainda está visível

Iranianos preferem assistir à televisão. Livros não são particularmente populares, apesar de 80% da população serem alfabetizados. Dados oficiais, porém contestados, sugerem que iranianos leem 70 minutos por dia. Isso inclui livros didáticos e litúrgicos.

“A sociedade está sendo intencionalmente insensibilizada”, diz o advogado de direitos humanos e ativista dos direitos da criança Mohammad Mostafaie. Mostafaie é especialista em casos referentes à execução de menores, que, em alguns casos, podem ser condenados à morte no Irã.

Mostafaie foi forçado a fugir do Irã em 2010, mas segue focado em exercer oposição à pena de morte em sua terra natal. Ele classifica a violência nos livros infantis como altamente perigosa para uma sociedade que carece de liberdade de expressão.

“Estatísticas mostram que a violência, particularmente no seio das famílias, aumentou fortemente”, diz. “E há muitas causas. Violência em público é certamente uma delas. Pessoas expostas a tanta violência não titubeiam em usar a força. Isso deve ser combatido e não celebrado.”

*nome alterado pela redação

http://www.dw.com/pt-br/livros-infantis-no-ir%C3%A3-glorificam-a-viol%C3%AAncia/a-36191856

Grupo no Brasil declara apoio ao Estado Islâmico

Ansar al-Khilafah Brazil afirmou que treinamento da polícia brasileira não conseguirá impedir País de sofrer ataques.

Um grupo extremista no Brasil declarou lealdade ao Estado Islâmico (EI, ex-Isis) e criou um canal chamado Ansar al-Khilafah Brazil na rede social Telegram, que se assemelha ao popular WhatsApp. A informação foi divulgada pela especialista norte-americana em monitoramento de atividades terroristas na web Rita Katz, do SITE, nesta segunda-feira (18).

De acordo com Katz, esta é a primeira vez que uma organização anuncia aliança com o Estado Islâmico na América do Sul e declara submissão ao líder do califado, Abu Bakr al-Baghdadi. Dentro do canal no Telegram, o Ansar al-Khilafah Brazil comentou que, “se a polícia francesa não consegue deter ataques dentro do seu território, o treinamento dado à polícia brasileira não servirá em nada”, referindo-se ao apoio que agências internacionais de inteligência têm oferecido ao governo brasileiro na prevenção de ataques terroristas durante os Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro.

Em um post no Twitter, Katz ressaltou que o grupo está aproveitando o momento para espalhar a ideologia extremista antes da competição esportiva. No fim de maio, o Estado Islâmico criou o primeiro canal em português da organização, também dentro do Telegram. A página, para propaganda do califado, é uma versão em português do já existente Nashir Channel.

Estado Islâmico planejou ataque para Olimpíadas, diz França

Em menos de 20 dias, pelo menos 480 pessoas morreram em 11 atentados ao redor do mundo

Procurada pela ANSA, a Agência Brasileira de Inteligência (Abin) ainda não retornou ao contato sobre a suposta aliança de um grupo no Brasil ao Estado Islâmico.

O cientista político Heni Ozi Cukier, professor de Relações Internacionais da ESPM, disse em entrevista à ANSA que qualquer ameaça precisa ser verificada para se constatar se é falsa ou real.

“Pode ser só uma oportunidade de aterrorizar antes dos Jogos”, afirmou, destacando, porém, que, caso seja verdadeira, o Brasil precisa aumentar sua vigilância. Na semana passada, a Assembleia Nacional da França publicou o relatório de uma audição com o chefe da Direção de Inteligência Militar (DRM), general Christophe Gomart, no qual o especialista admitia ter informações de que o Estado Islâmico planejara um atentado contra a delegação francesa durante os Jogos.

As Olimpíadas do Rio de Janeiro ocorrerão entre os dias 5 e 21 de agosto. Devido ao massacre em Nice há quatro dias, quando Mohamed Bouhlel atropelou uma multidão e matou 84 pessoas, o governo brasileiro adotou medidas extras de segurança para os Jogos.

Ontem (17) foi realizado o terceiro treinamento de forças conjuntas para simular a cerimônia de abertura, que ocorrerá no Maracanã. A estimativa é de que cinco mil homens da Força Nacional de Segurança Pública e 21 mil oficiais das Forças Armadas, além do contingente fixo do Rio de Janeiro, façam a segurança durante os Jogos Olímpicos.

Itamaraty confirma morte de brasileira no atentado em Nice

Como aplicativo ajudará a evitar ataques terroristas na Rio 2016

http://noticias.r7.com/internacional/grupo-no-brasil-declara-apoio-ao-estado-islamico-18072016

Menino de 4 anos explode carro com prisioneiros em novo vídeo do EI

RIO — O Estado Islâmico divulgou um novo vídeo nesta quinta-feira no qual mostra um menino britânico de apenas 4 anos explodindo um carro com três prisoneiros dentro. O garoto, conhecido como jihadi júnior Isa Dare, aparece com a mão em um detonador antes de gritar ‘Deus é grande’.

Este é o segundo vídeo do grupo extremista que mostra o menino, identificado como filho da mulçumana extremista Grace ‘Khadija’ Dare, que o levou para Síria e jurou lealdade ao Estado Islâmico. O primeiro foi divulgado em janeiro deste ano.

Nas imagens, Isa está vestido com roupas militares de camuflagem e uma faixa preta na cabeça. Além dele, um homem mascarado surge por perto e faz ameaças ao primeiro-ministro britânico, David Cameron.

— Prepare seu exército e reuna suas nações pois estamos também preparando o nosso — disse o homem com um sotaque britânico e que depois coloca a mão na cabeça de Isa.

O vídeo de oito minutos mostra os três prisioneiros confessando os seus crimes para a câmera e termina com um carro explodindo.

Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/mundo/menino-de-4-anos-explode-carro-com-prisioneiros-em-novo-video-do-ei-18649717#ixzz3zsT4B9zC
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