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Flint, Michigan: Muçulmano gritando “Allahu akbar” apunhala policial em “possível ato de terrorismo”

“NBC News: Policiais apontam como” possível ato de terrorismo “. O suspeito nascido no Canadá gritou” Allahu Akbar “, por John Steckroth e Ken Haddad, clique em Detroit , 21 de junho de 2017:

FLINT TOWNSHIP, Mich. – A polícia diz que um oficial do aeroporto foi esfaqueado no pescoço quarta-feira de manhã no aeroporto internacional Bishop em Flint.

O oficial foi levado ao hospital. A Polícia do Estado de Michigan disse que o oficial está em estado crítico.

A polícia identificou o oficial ferido como tenente Jeff Neville. O Aeroporto Internacional Bishop foi evacuado e fechado.

A polícia disse que um suspeito foi detido …

O FBI está liderando a investigação. A Câmara Municipal de Flint começou a operar sob uma segurança elevada com muita cautela após o incidente ….

https://www.jihadwatch.org/2017/06/flint-michigan-muslim-screaming-allahu-akbar-stabs-police-officer-in-possible-act-of-terrorism

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Mais Convocações para Ataques

Por Amir Kater

É no mínimo, absurdo que um grupo, que se impões com base em sua “religião da paz”, chame seus seguidores/simpatizantes para ataques. Pior, em pleno “Ramadã”.

Conforme gravação de áudio que foi divulgada segunda-feira (12/06), um porta-voz do Daesh ou EI, Abu al-Hassan al-Muhajer, elogiava ataques realizados na semana passada na capital iraniana. Após dizer que o país está “mais fraco que uma teia de aranha”, de maneira clara incitou a perpetração de mais ataques.

Não satisfeito, Al-Muhajer, convocou realização de atentados na América do Norte, Rússia e Austrália, mencionando que  “o céu é alcançado sob a sombra das espadas”.

É de sabença geral aquilo que no mínimo, parece incongruente, mesmo não havendo congruência alguma nos atos animalescos desse e de outros grupos terroristas islâmicos: o DAESH já convocara ataques durante o “ramadã” em anos anteriores.

Por sinal, não podemos nos esquecer que neste ano já houve reivindicação de outros ataques ocorridos nesse período “festivo/religioso” no  Egito, Irã, Filipinas e Inglaterra, que ceifaram dezenas de vidas ferindo outras centenas.

Por oportuno, vale sempre lembrar – principalmente em países como o Brasil, que ainda pode reverter a entrada maciça dessa onda terrorista invasora – que são só cinco passos:

HÉGIRA (migração): É uma tática tradicional de ocupação pacífica, na qual a comunidade Kafir tem a falsa sensação de que os primeiros imigrantes não são uma ameaça, pelo menos até que a comunidade muçulmana tenha ganhado força.

TAYSIR: Permite ensinar fórmulas falsas do Islã em terras estrangeiras, ou ignorar os princípios mais rígidos da Sharia, como uma versão “light” do Islã – para facilitar sua observância pelos novatos – que mais tarde serão endurecidos.

MURUNA: É a suspensão temporária da SHARIA, a fim de que os imigrantes muçulmanos pareçam “moderados”.

HUDNA: É uma trégua temporária (muitas vezes entendida como “paz” pelo kafir), que os muçulmanos podem quebrar a qualquer momento, quando se tornar estrategicamente vantajoso. É geralmente para fins de armamento e reagrupamento (ver as ondas de ataques dos palestinos a Israel).

ALWALA’ WA’LBARA’: Esta é a convocação geral – uma conclamação aos muçulmanos para se unirem (incluindo os terroristas) e se ajudarem contra os não-muçulmanos. A ordem para todos é evitar se opor à Jihad, incluindo participar no esforço de guerra aos não muçulmanos.

Despertemos! Urge a necessidade de acordarmos para a realidade, deixando todo e qualquer preconceito de lado, pois a cimitarra que se coloca sobre as nucas, se aproveita, se fortalece e se engrandece a cada cisão, a cada ponto de preconceito interno, de desentendimento entre pares. Acordemos!

 

Fonte da imagem: https://goo.gl/images/5IQ1ri

Outras fontes: http://www.elconfidencial.com/mundo/2017-05-26/estado-islamico-guerra-total-occidente-ramadan_1389444/

http://www.hispantv.com/noticias/europa/342715/estado-islamico-isis-guerra-occidente

Ramadan:http://www.dn.pt/lusa/interior/grupo-extremista-estado-islamico-apela-a-ataques-na-europa-durante-o-ramadao-8558935.html

O Terror Disfarçado de Religião: EI clama por Ataques durante o Ramadã

por Amir Kater

No último sábado se iniciou o Ramadã, nono mês do calendário islâmico, onde “Maomé”, Mohamad, teria recebido a “iluminação” sobre os primeiros versos do “Al Kouran” e de como deveriam servir a “Allah”. Esse período é de um mês no calendário islâmico, é o mesmo mês em que o EI conclama mais ataques na Europa.

Certamente que pensando na questão de “iluminação divina” a última coisa que se deveria fazer é a conclamação de ataques pelo mundo a fora. Mas claro que o Estado Islâmico assim como outros grupos, talvez de menor expressão, não poderiam deixar de fazer o que sabem melhor; promover o terror.

O que já se mostra factível, pois se nesse período os seguidores de “Maomé” devem além do jejum integral (de comida e bebida) durante o período noturno, a ideia é de que se desprendam dos bens materiais enaltecendo as reflexões, a contrição e levando-os ao desapego material. Teria momento melhor, para estes que dão apoio, simpatizam ou participam da mentalidade do EI para morrer, mesmo que levando calmos e tranquilos, “infiéis” junto? Não, não há!

Mas há a utopia em afirmar, na Europa, que o aparato de segurança está alerta e atento; devemos nos perguntar se, o alerta, será da mesma forma que vimos quando da explosão em show há cerca de uma semana em Manchester. Afinal se a operacionalidade de triagem, inteligência e proteção dos “infiéis” for igual ao daquela noite, só podemos lastimar as consequências.

Mas voltando; dias atrás o grupo “DAESH” (Estado Islâmico) conclamou, mais uma vez,  para que seus seguidores e/ou simpatizantes, por que não, para que iniciem uma onda de ataques de “guerra total” contra os infiéis daquele continente. Mas é compreensível, por pior que pareça, que tal chamado seja feito nessa época e  possa fazer com que haja ataques em qualquer ponto do globo, onde haja seguidores ou simpatizantes desse grupo. E não só na Europa.

Por outro lado, por mais que pareça estranho Trump, que recentemente esteve em Israel e Vaticano, que tenta desde o início de mandato a proibição de entrada solo Estadunidense de pessoas oriundas de 06 (seis) países de “fé” muçulmana (Somália, Líbia, Irã, Iêmem, Sudão e Síria) acaba por expedir nota com votos de “bom ramadã”. Ao mesmo tempo em que reforça que o Ocidente não pode se dobrar ou aceitar qualquer tipo de violência, importante é que o tal presidente, Trump, invoca o sentimento, se é que há algum, islâmico do período do ramadã para frisar que não podemos nos curvar ou aceitar a violência. Mas deveria ter inserido no contexto de suas palavras que não se pode aceitar a violência, e, ainda mais, o terrorismo, em qualquer época, sendo ramadã ou não; até por que, esses que conclamam ataques sangrentos para esse período, já deixaram claro que não aceitaram ou aceitarão qualquer comemoração cristã ou de outras denominações religiosas.

Para piorar, são apoiados por lideranças do sistema teo-político colonizador, que bradam aos sete ventos, que sofrem de “islamofobia” através de palavras ou atos contra suas mesquitas. Mas evidente é a manobra casada, bem engendrada para tentar sensibilizar os desavisados, se é que ainda existem estes.

Lembremos sempre desses passos para a islamização:

HÉGIRA (migração): É uma tática tradicional de ocupação pacífica, na qual a comunidade Kafir tem a falsa sensação de que os primeiros imigrantes não são uma ameaça, pelo menos até que a comunidade muçulmana tenha ganhado força.

TAYSIR: Permite ensinar fórmulas falsas do Islã em terras estrangeiras, ou ignorar os princípios mais rígidos da Sharia, como uma versão “light” do Islã – para facilitar sua observância pelos novatos – que mais tarde serão endurecidos.

MURUNA: É a suspensão temporária da SHARIA, a fim de que os imigrantes muçulmanos pareçam “moderados”.

HUDNA: É uma trégua temporária (muitas vezes entendida como “paz” pelo kafir), que os muçulmanos podem quebrar a qualquer momento, quando se tornar estrategicamente vantajoso. É geralmente para fins de armamento e reagrupamento (ver as ondas de ataques dos palestinos a Israel).

ALWALA’ WA’LBARA’: Esta é a convocação geral – uma conclamação aos muçulmanos para se unirem (incluindo os terroristas) e se ajudarem contra os não-muçulmanos. A ordem para todos é evitar se opor à Jihad, incluindo participar no esforço de guerra aos não muçulmanos.

Acordemos! Urge a necessidade de acordarmos para a realidade, deixando todo e qualquer preconceito de lado, pois a cimitarra que se coloca sobre as nucas, se aproveita, se fortalece e se engrandece a cada cisão, a cada ponto de preconceito interno, de desentendimento entre pares. Acordemos!

Abraços, com votos de paz e bons olhos para enxergar melhor o que se aproxima.

Filipinas: Jihadistas do Estado Islâmico capturam e assassinam nove cristãos

“Os cristãos são amarrados e mortos a tiros pelos militantes do ISIS, enquanto forças especiais treinadas pelos EUA lutam para retomar a cidade sitiada das Filipinas contra os jihadistas”, de Ekin Karasin, Jay Akbar e Nic White, Daily Mail Austrália, 25 de maio de 2017:

Os militantes ligados ao ISIS capturaram nove cristãos, amarraram suas mãos e os mataram em uma cidade das Filipinas.

O grupo de Maute forçou os civis a saírem de um caminhão num ponto de verificação da estrada na cidade de Marawi na quarta-feira e os assassinou depois que foram identificados como cristãos, relataram os meios de comunicação locais.

Imagens angustiantes mostram o grupo deitado de bruços na grama, em meio a relatos de que os moradores têm medo de retirar os corpos porque os terroristas ainda estão na área.

Um policial foi capturado de forma semelhante em um posto de controle criado pelos militantes e decapitado na quarta-feira, disse o presidente Rodrigo Duterte.

Isso acontece quando 100 homens das forças especiais treinadas pelos EUA a bordo de helicópteros e tanques blindados lutaram para retomar a cidade sitiada no sul por jihadistas.

Cinco soldados e um policial morreram nos confrontos, enquanto 13 homens armados foram mortos, segundo os militares.

“Estamos enfrentando talvez 30 a 40 restantes do grupo terrorista local”, disse Jo-Ar Herrera, um porta-voz do primeiro Regimento de Infantaria do Exército ….

https://www.jihadwatch.org/2017/05/philippines-islamic-state-jihadis-capture-and-murder-nine-christians

Justiça Federal do Paraná condena oito por terrorismo

Presos pela Operação Hashtag, em julho de 2016, eles foram acusados de fazer parte de célula do Estado Islâmico e de planejar atentados na Olimpíada do Rio

O juiz federal Marcos Josegrei da Silva proferiu na tarde de hoje sentença condenando os oito brasileiros denunciados pelo Ministério Público Federal (MPF) por fazerem parte de uma célula da organização terrorista Estado Islâmico (EI) no Brasil. O magistrado ratificou a posição do MPF, que afirmou que os acusados difundiam os ideais do EI e planejavam realizar um atentado em solo brasileiro. O grupo foi desmantelado em julho passado, quando a Polícia Federal prendeu doze pessoas acusadas de fazer parte da mesma célula, durante a Operação Hashtag – ocorrida duas semanas antes da abertura da Olimpíada do Rio de Janeiro.

A maior pena, de quinze anos, dez meses e cinco dias, além de multa, foi imposta ao líder do grupo, Leonid El Kadre, de 33 anos. Segundo o juiz, não restam dúvidas da ascendência dele sobre os demais. Nas mensagens interceptadas pela Polícia Federal, El Kadre era quem dava as ordens para os outros seguidores. Também coube a ele o principal papel de recrutamento de adeptos, alguns deles menores de idade.

E, ao contrário dos demais condenados, El Kadre possuía antecedentes criminais, o que impediu a aplicação de qualquer atenuante. Em 2005, ele já havia sido sentenciado a treze anos de prisão por homicídio. Depois de um assalto, ele matou o comparsa a pedradas para não ter que dividir o dinheiro. El Kadre – que está preso no presídio federal de Campo Grande – iniciou uma greve de fome. Diz que é alvo de perseguição religiosa.

A segunda maior pena foi aplicada a Alisson Luan de Oliveira. A ele foram impostos seis anos e onze meses de prisão. Oliveira foi, ao lado de El Kadre, um dos principais insufladores da violência. Valendo-se de programas de comunicação criptografada, ele foi um dos que mais deram sugestões de atentados possíveis de ser praticados.

A maioria dos réus – Oziris Moris Lundi dos Santos Azevedo, Israel Pedra Mesquita, Levi Ribeiro Fernandes de Jesus, Hortêncio Yoshitake e Luís Gustavo de Oliveira – recebeu uma pena de seis anos e três meses. Todos foram considerados culpados de promoção de organização terrorista e associação para crime.

O único dos oito condenados a não receber a pena por associação para o crime foi o paulista Fernando Pinheiro Cabral, de 23 anos. O juiz Marcos Josegrei da Silva não considerou que Cabral mantivesse as conexões necessárias para tipificação do crime. Em depoimento prestado em setembro do ano passado, Cabral assumiu ter planejado um atentado para ser realizado durante a Parada Gay, em São Paulo.

Esta é a primeira vez que a Justiça brasileira julga acusados de terrorismo islâmico. A condenação confirmada hoje também é a primeira do tipo na América Latina.

A Operação Hashtag foi tratada como um exagero por seus críticos. O juiz Marcos Josegrei da Silva faz uma reflexão ao justificar a ação dos policiais. Ele comparou as investigações da célula brasileira do EI aos crimes de pedofilia pela internet. Segundo ele, aqueles criminosos que enviam imagens de crianças mantendo relações sexuais não necessariamente as praticam. Mas nem por isso eles deixar de ser pedófilos ou estimulam outros pedófilos. Em sua sentença de 99 páginas, ele discorre sobre os riscos associados à radicalização individual (os lobos solitários) e o potencial destrutivo que as redes sociais podem ter nas mãos dos radicais. Da sentença cabe recurso.

Justiça Federal do Paraná condena oito por terrorismo

Aumenta violência contra cristãos africanos

Grupos militantes islâmicos que operam em regiões africanas pretendem criar uma sociedade exclusiva, onde prevalecem as leis do islã e a imposição de suas regras de vida.

Atualmente, a maioria dos países norte-africanos, como a Argélia, por exemplo, tem enfrentado uma séria ameaça de grupos militantes islâmicos que operam na região. Sabe-se que esses grupos pretendem criar uma sociedade exclusiva, onde prevalecem as leis do islã e a imposição de suas regras de vida em todos os sentidos, desde a vida social até a religiosa. Esse tipo de sociedade não deixa espaço para os cristãos.

De acordo com relatórios do exército argelino sobre as operações contra militantes islâmicos, na província oriental de Batna, cerca de 50 militantes do exército inimigo foram mortos no primeiro semestre desse ano. Acredita-se que 5 deles estavam associados ao Al-Qaeda, um dos grupos que está em atividade nas partes mais remotas do país.

O DIP 2017 (Domingo da Igreja Perseguida) vai abordar a situação de alguns países africanos, onde o extremismo islâmico também está agindo com muita violência. A Argélia faz fronteira com dois deles: Mali (44º da atual Classificação da Perseguição Religiosa) e Níger (49º). Para esses governos, aqueles que criticam o islã são considerados os “apóstatas do Estado”. Dessa forma, os governantes ferem a liberdade de religião e de expressão no país.

https://www.portasabertas.org.br/noticias/2016/11/aumenta-violencia-contra-cristao-africanos

Grupo que apoia EI dá sugestões de atentados para a Rio-2016

As sugestões foram postadas no canal Ansar al-Khilafah Brazil, criado por extremistas brasileiros no aplicativo de mensagens Telegram.

O grupo extremista brasileiro que declarou lealdade ao Estado Islâmico (EI) divulgou uma lista com 17 maneiras de cometer um atentado terrorista durante a Olimpíada do Rio. As sugestões foram publicadas no canal Ansar al-Khilafah Brazil, criado pelo grupo no aplicativo de mensagens Telegram, semelhante ao Whatsapp, segundo a especialista americana em monitoramento de atividades terroristas na web Rita Katz, do SITE Intelligence Group.

LEIA MAIS:
Grupo no Brasil declara apoio ao Estado Islâmico
Abin minimiza terrorismo no Rio. Preocupação, porém, é altíssima
Abin confirma ameaça do Estado Islâmico ao Brasil

A relação inclui tipos de alvo, localizações e métodos de ataque que podem ser cometidos pelos chamados lobos solitários – que agem inspirados ou sob orientação de algum grupo radical, mas sem a necessidade de uma célula terrorista ou outra organização formal. De acordo com Katz, a lista menciona atentados em aeroportos e transportes públicos, ataques com facas, envenenamento, ataques visando mulheres e crianças, além de ameaças falsas.

Dentro do grupo no Telegram, o Ansar al-Khilafah Brazil comentou que, “se a polícia francesa não consegue deter ataques dentro do seu território, o treinamento dado à polícia brasileira não servirá em nada”, referindo-se ao apoio que agências internacionais de inteligência têm oferecido ao governo brasileiro na prevenção de ataques terroristas durante os Jogos Olímpicos do Rio.

Em novembro, uma ameaça ao Brasil foi publicada em conta no Twitter vinculada a um membro do Estado Islâmico. “Brasil, vocês são nosso próximo alvo”, dizia o tuíte, publicado dias depois dos ataques terroristas em Paris. A mensagem foi postada na conta – posteriormente suspensa – de Maxime Hauchard, um francês que foi para a Síria em 2013 para integrar o grupo jihadista.

O diretor de Contraterrorismo da Agência Brasileira de Inteligência (Abin), Luiz Alberto Sallaberry, alertou que as autoridades brasileiras consideram os chamados lobos solitários “a principal ameaça aos Jogos Olímpicos”.

Grupo que apoia EI dá sugestões de atentados para a Rio-2016

CIA diz que os muçulmanos participam do ISIS por causa da … economia

Falando no Conselho de Relações Exteriores em 13 de março, o diretor da CIA, John Brennan, disse que “o Estado islâmico era ‘bola de neve’ para além do Iraque e da Síria, estimando-se que pelo menos 20 mil combatentes de mais de 90 países passaram a integrar o grupo militante, vários milhares deles de nações ocidentais, incluindo os Estados Unidos”.

“Se nada for feito, o grupo iria constituir um sério perigo não somente para a Síria e o Iraque, mas para toda a região e para além dela, incluindo a ameaça de ataques nas pátrias dos Estados Unidos e de nossos parceiros”, disse Brennan.

Ele deixou claro em seu discurso que é por isso que o Estado Islâmico –  que Obama e sua equipe insistem regularmente que não tem nada a ver com o Islã –  é “bola de neve”; por causa de 20.000 “combatentes” (também conhecidos como “muçulmanos”) estão se juntando a ele.

Quase há ano atrás, no entanto, no mesmo Conselho de Relações Exteriores, Brennan teve que explicar o que fazia com que os muçulmanos de todo o mundo se juntasse à jihad islâmica (então sob a rubrica de “Al-Qaeda”). Depois de assegurar a todos os presentes que a ideologia da Al-Qaeda é “uma interpretação perversa e muito corrupta do Alcorão”; que “al-Qaeda sequestrou” o Islã; que “eles têm realmente distorcido os ensinamentos de Maomé” -Brennan ainda confirmou que, mesmo assim, “a ideologia, da agenda da al-Qaeda ganhou ressonância e seguiu em muitas partes do mundo.”

Quando perguntado como um entendimento tão “perverso e muito corrupto” do Islã que “distorceu os ensinamentos de Maomé” então ressoa entre os muçulmanos, a CIA respondeu dizendo que estava sendo “alimentado muitas vezes, sabe como é, pela repressão política, por questões econômicas, você sabe, privação de direitos, por, você sabe, a falta de educação e ignorância, por isso, há uma série de fenômenos agora que eu acho que estão alimentando os fogos de, você sabe, dessa ideologia. ”

Curiosamente, se você assistir a um vídeo do discurso de Brennan, você vai notar que ele só usa “você sabe” na citação acima (quatro vezes) e quando ele diz que a Al-Qaeda “distorceu os ensinamentos de Maomé, você sabe, para fins violentos. ”

O resto do seu discurso é relativamente suave.

Poderia Brennan ser auto-consciente de seus próprios equívocos, daí todos este artificialismo do “você sabe” em uma frase?

Será que ele poderia estar ciente do relatório da Rand Corporation no combate ao terrorismo, preparado para o Gabinete do Secretário de Defesa, em 2009? Constatou-se que “Os terroristas não são particularmente pobres, sem instrução, ou atingidos por doença mental. Demograficamente, sua característica mais importante é a normalidade (dentro de seu ambiente). Líderes terroristas realmente tendem a vir de fundos relativamente privilegiados “.

Ou considere o seguinte trecho da “Understanding Terror Networks”, por Marc Sageman, um ex-agente da CIA que trabalhou em estreita colaboração com grupos jihadistas no Afeganistão (grifo meu):

“Houve uma mudança definitiva no grau de devoção ao Islã na vida adulta pelos mujahedin [jihadistas], precedendo o seu recrutamento para a jihad. Isso não é surpreendente, dado o fato de que a jihad salafista global é uma organização revivalista muçulmana. Dos 155 mujahedin sobre os quais eu poderia encontrar informações relevantes, todos estavam certos de que eram consideravelmente mais devotos antes de ingressar na jihad do que tinham sido quando crianças. Mais de 99 por cento eram muito religiosos, nesse momento, muitas vezes vestindo a vestimenta afegã, paquistanesa, ou vestimenta tradicional árabe e barbas que crescem …”

“A devoção ao Islã” é o que faz com que os muçulmanos se juntem ao Estado islâmico. Apesar deste fato muito óbvio, funcionários do Obama constantemente negam, oferecendo mais motivos “sensatos”. Assim, durante uma entrevista recente, a porta-voz do Departamento de Estado, Marie Harf, disse que uma das “causas que levam as pessoas a se juntar a esses grupos”, uma referência para o Estado Islâmico, é a “falta de oportunidade de emprego.”

“A repressão política”, “privação econômica”, “falta de educação e ignorância”, e agora a “falta de oportunidade de emprego.” Estes, de acordo com a administração Obama, estão por incontáveis, anônimos muçulmanos de todo o mundo que estão travando a jihad, e não o fato que acredita o senso comum que a jihad é parte integrante do Islã, doutrinaria e historicamente.

Um último ponto de interesse. Esta tendência generalizada para projetar explicações culturais ocidentais para pessoas não-ocidentais é o cúmulo da arrogância e do etnocentrismo, precisamente o que os progressistas e multiculturalistas alertam constantemente contra. Mas a ironia é que tais defensores “de mente aberta” do relativismo cultural também são os mais propensos a ignorar os ensinamentos islâmicos. Quando Brennan e Harf insistem que os jihadistas não são muito motivados pela religião, mas são produtos de forças políticas, econômicas e sociais, não é esta improcedência total do “outro” e suas motivações peculiares (em favor dos familiares paradigmas ocidentais) o epítome da arrogância cultural?

por  Raymond Ibrahim

http://www.raymondibrahim.com/islam/cia-says-muslims-join-isis-because-of-economics/

TERRORISTAS DO AL-SHABAB ATACAM IMPORTANTE CIDADE DA SOMÁLIA

Islamitas shebab atacaram nesta quinta-feira Baidoa, no sul da Somália, importante cidade que abriga a sede do governo local, o aeroporto, o quartel-general da força da União Africana e escritórios das Nações Unidas.

Uma autoridade das forças de segurança de Baidoa, que não quis se identificar, indicou à AFP que o ataque terminou com um soldado etíope morto.

De acordo com uma fonte ocidental, cinco homens armados tentaram entrar no complexo da presidência interina do estado regional do sudoeste, sem sucesso. O chefe executivo regional, Sharif Hassan Sheikh Adan, não foi ferido, segundo esta fonte que pediu para não ser identificada.

“Eles foram cercados em uma barreira das tropas etíopes da Força da União Africana na Somália” (Amisom), explicou a fonte ocidental, confirmando a morte de um soldado etíope.

Três agressores morreram ao acionarem os explosivos que carregavam consigo e um quatro foi morto, enquanto um quinto está gravemente ferido, segundo a mesma fonte.

O porta-voz militar dos shebab, Abdulaziz Abu Mussab, contactado pela AFP, reivindicou o ataque de Baidoa, afirmando que o comando rebelde havia visado “uma reunião de segurança entre o presidente Adan e autoridades etíopes”.

Segundo Mohamed Dahir, oficial da polícia contactado pela AFP em Baidoa, “shebabs disfarçados com o uniforme militar somalis conseguiram entrar” no complexo e atiraram contra várias pessoas.

O presidente Adan tomou posse em dezembro do governo interino da região sudoeste, nova autoridade encarregada de administrar as regiões Bay, Bakool e Basse-Shabelle, no quadro do futuro Estado federal somali.

Um referendo constitucional está previsto em 2015 na Somália, seguido no próximo ano pelas primeiras eleições multipartidárias em quase 40 anos, um processo destinado a dotar o país de uma autoridade central real, inexistente desde a queda do autocrata Siad Barre, em 1991.

Desde então, o país mergulhou no caos, entregue às milícias de clãs, gangues criminosas e grupos islamitas.

O atual governo do presidente Hassan Sheikh Mohamud, apresentado em sua chegada ao poder em 2012 como a melhor chance à paz para a Somália, não conseguiu afirmar sua influência para além de Mogadíscio, apesar do declínio militar dos islamitas shebab, muitas vezes substituídos por senhores da guerra que tentam impor sua própria autoridade e autonomia de sua região.

Baidoa, cerca de 220 quilômetros a noroeste de Mogadíscio, foi uma das principais fortalezas dos shebab entre janeiro de 2009 e fevereiro de 2012, quando a cidade foi retomada por tropas etíopes que entraram na Somália em novembro de 2011.

O contingente etíope se integrou à Amisom, cujos efetivos aumentaram para 22 mil homens em janeiro de 2014.

Um duplo atentado a bomba matou 15 pessoas no início de dezembro nesta cidade. Um homem-bomba se explodiu no meio de um café e, alguns minutos mais tarde, uma bomba explodiu enquanto as equipes de resgate ajudavam os feridos.

Pelo menos 19 pessoas também foram mortas em maio de 2014 na explosão de um carro-bomba em Baidoa.

Os insurgentes shebab, que controlavam quase toda a região central e sul do país, no entanto, ainda detêm grandes áreas rurais, mas, confrontado com o poder da Amisom, agora favorecem operações e ataques suicidas e de guerrilha.

Segundo os observadores, eles continuam a ser a maior ameaça para a paz na Somália, mas também para os países vizinhos, onde realizaram ataques mortais nos últimos anos.

Em 25 de dezembro, os shebab conseguiram entrar a sede da Amison em Mogadíscio, antes de abrir fogo.

Três soldados e um civil foram mortos, de acordo com a Força Africana, que desde agosto de 2011 expulsou os islamitas de quase todos os seus redutos no centro e sul da Somália.