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Terror na Nova Zelândia: a quebra do paradigma midiático na abordagem do terrorismo

Por Andréa Fernandes

Um homem vestido de preto entra num prédio no centro da cidade de Christchurch, na Nova Zelândia, com uma câmera acoplada ao capacete para filmar o que considera ato heroico. A partir desse momento, dezenas de tiros e pessoas desesperadas saem do antro de morte e sangue sob as imagens que correram o mundo através das redes sociais, já que o “terror do seculo XXI” reclama publicidade global exigindo transmissão ao vivo. Após mais de dois minutos de carnificina, o homem – que toda imprensa descreve como “branco” – retorna para o seu carro a fim de pegar outra arma, que assim como as demais, continha inscrições com números, símbolos ou mensagens[1]. Ao reingressar no prédio volta a disparar contra vítimas indefesas à curta distância até que ouve-se o barulho das sirenes dos veículos de socorro chegando à localidade.

Ao se afastar, Brenton Tarrant, cidadão australiano de 28 anos, reclama dizendo que “não havia nem tempo para mirar, havia tantos alvos”[2]. As crianças que não foram executadas no violento ataque gritavam aterrorizadas[3].

Quando o filme com cenas reais de pavor parecia ter chegado ao fim, a gana assassina é renovada em outro prédio localizado no subúrbio de Linwwod, totalizando nas duas empreitadas terroristas 50 mortos e  48 feridos. Dentre as vítimas fatais, uma criancinha de 4 anos.

Se essas ações não estivessem estampadas como manchetes nos jornais que noticiaram os massacres em duas mesquitas, todos pensariam que os acontecimentos descritos acima se reportavam a mais um ato terrorista sob a modalidade de “jihad” contra o Ocidente, já submisso ao seu papel de capitulação frente à “guerra” que dura mais de 1.400 anos, pois como bem ensinou o prefeito muçulmano de Londres Sadiq Khan, “o terrorismo faz parte de uma grande cidade[4]. Sadiq tem razão: o terror já é “pauta constante” na agenda global e as grandes cidades não escapam de suas garras horripilantes, apesar do esforço hercúleo da imprensa para ocultar essa modalidade de crime noticiando, por exemplo, Caminhão invade feira natalina e deixa mortos e feridos na Alemanha[5], Explosão em igreja mata 19 e deixa 48 feridos nas Filipinas[6], Homem é morto a facadas na Alemanha[7],Ex-aluno invade escola municipal em Realengo e deixa mortos e feridos[8], Atropelamento na cidade alemã de Münster deixa deixa 2 mortos e 20 feridos[9] eO número de mortos no ataque do noroeste da Nigéria na semana passada dobra para 130[10]. Jornais comprometidos com a sharia não divulgam nas manchetes qualquer vocábulo que possibilite passar a ideia de “terrorismo”, termo considerado “islamofóbico” quando o terrorista é muçulmano.

O zelo com a “desinformação” é tão extremo que os jornalistas “criam” acontecimentos inexistentes como “licença midiática” para mentir, e nesse caso, o ato terrorista perpetrado pela dupla de ex-alunos da Escola Estadual Professor Raul Brasil se encaixa perfeitamente: o site de notícias “Exame” oferece a manchete : “Tiroteio em escola de Suzano: tudo o que se sabe até agora”[11]. Bom, tudo o que eu sei até agora, é que não houve “tiroteio”, e sim, covarde ataque terrorista com duas “vítimas da sociedade” atacando funcionárias e alunos da escola com tiros e machadadas. Aliás, se houvesse “tiroteio” surgiria a possibilidade de vidas serem salvas, partindo-se do pressuposto que outro “atirador tecnicamente preparado” iria defender os alvos da fúria extremista como vez e outra, vemos em Israel.

Brenton, o terrorista branco da extrema-esquerda quebrando paradigmas

Ocorre que, o atentado terrorista na Nova Zelândia veio quebrar alguns “paradigmas” da grande mídia. O primeiro: violou-se o procedimento padrão da imprensa ocidental de identificar imediatamente um criminoso em função da origem étnica. Brenton foi qualificado por todas as emissoras de TV e jornais como “branco”, antes mesmo de ser noticiado o “manifesto” reforçando o mencionado ideal de supremacia racial.

Se o terrorista fosse “muçulmano”, certamente não haveria comentário sobre o quesito importante “religião”. Sim, a crença individual vem sendo manipulada pela mídia para dois propósitos: se a fé é islâmica, cabe “proteção integral” do “Estado de direito” contra críticas por já ser “consenso”  – contrário às inequívocas evidências – de que o Islã é a “religião da paz”, apesar de todas as escolas de jurisprudência islâmica determinarem  que é parte da responsabilidade da comunidade muçulmana lutar contra os “incrédulos” visando estender a supremacia da sharia, de forma que, muitos muçulmanos se empenham na imposição dessa “submissão”, seja por meio pacífico ou violento[12]. Todavia, se o indivíduo é “cristão”, a “ordem editorial” é estereotipá-lo como “fundamentalista”, “homofóbico”, “fascista”, e seus valores, tradições e aparatos simbólicos devem ser desconstruídos da forma mais vexatória possível.

Outro ponto relevante nessa mudança dramática de narrativas da mídia e “especialistas em segurança internacional” é o silêncio generalizado sobre o estado mental de um terrorista que numa frieza assustadora fuzila dezenas de pessoas sem demonstrar nenhum arrependimento, deixando um “manifesto” onde se vê nitidamente ideias confusas. Parece que, a “loucura” – na concepção de jornalistas e demais formadores de opinião – é uma deficiência que atinge somente os “terroristas muçulmanos”.

Outrossim, de modo geral, a imprensa acreditou piamente – com algumas distorções interpretativas – no teor do “manifesto” escrito pelo terrorista, sem aventar a possibilidade de o mesmo estar mentindo para encobrir a real motivação do atentado. Isso me fez lembrar os casos de ataques terroristas em que muçulmanos assumiam ligação com o Estado Islâmico, bem como os atentados assumidos pelo grupo terrorista; em ambos contextos a imprensa duvidava acerca dos “supostos vínculos”.

Fato é que um paradigma não foi quebrado: os cristãos continuam sendo os “agentes motivadores” de toda forma de ódio concebida pela mente humana. Por isso, teve jornalista chamando Bretan de “cristão”, embora saiba que o Cristianismo é incompatível com o terrorismo. A “ética jornalística” ensina que a única religião a ser poupada de exposição quando seus fiéis praticam crime de terrorismo é o Islã.

No “mural do terror”, cadáveres de cristãos negros são invisíveis

Curioso que o rei Salman, da Arábia Saudita evocou sua indignação “esquecendo conscientemente” do histórico de financiamento do terrorismo global pela teocracia sanguinária comandada pelo príncipe herdeiro Mohammed bin Salman, acusado em novembro/2018 pela CIA[13] de assassinar o jornalista americano de origem saudita Jamal Khashoggi no interior do consulado saudita na Turquia[14]. O rei  Salman recorreu à estratégia do “engano” para pedir à comunidade internacional que combata o discurso de ódio e terrorismo[15], desde que releve, é claro, os ensinamentos desumanizando cristãos e judeus como “modelo didático islâmico salafista”, que se mantém “intocável” apesar de inúmeras denúncias de violações dos direitos humanos que jamais superarão os “rentáveis interesses compartilhados” com o “Ocidente infiel”.

O rei da teocracia famosa pela aplicação de “penas medievais” no berço do Islã aproveitou a “distração programada” da mídia ocidental e nem precisou fingir consternação por causa da notícia velada sobre o bárbaro MASSSACRE de 85 cristãos nigerianos por terroristas muçulmanos exatamente na mesma semana em que fiéis muçulmanos eram executados pelo terrorista da extrema-esquerda aliada do Islã ortodoxo. No domingo e na segunda-feira, três comunidades de cristãos na Nigéria foram atacadas a tiros e aproximadamente cem casas foram incendiadas[16].

Conforme relatado pela instituição Christian Today[17], o grupo muçulmano Pastores Fulanis se tornou mais letal que a insurgência jihadista do temido Boko Haram, e a Reuters[18] afirma que a facção tem “um plano deliberado para eliminar certas comunidades”, sendo as principais os cristãos da Nigéria, os quais vêm sofrendo ataques diversos. Na primeira semana de março, mais de 20 cristãos foram mortos a tiros e facadas, ações que se tornaram costumeiras sem constar nos noticiários internacionais.

Se os escandalosos movimentos negros ocidentais e grande parte das lideranças cristãs não se importam com seus irmãos africanos decapitados, queimados vivos e fuzilados por muçulmanos, por que o rei Salman e demais autoridades islâmicas deveriam recorrer à taqiyya[19] para dissimular solidariedade que não existe para com as vítimas do expansionismo islâmico preconizado pelo profeta Maomé, ao qual Allah fez “vitorioso” através do terror, segundo a tradição muçulmana?

“Defunto invisível” não gera estardalhaço… e nesse aspecto de “invisibilidade” dos massacres de negros na Nigéria e em outros países africanos, os movimentos negros em geral têm se destacado na covarde prática do descaso. Sabem suas lideranças que “sangue cristão” não gera lucros e nem comoção nas mídias sociais!

Pode a China comunista ser modelo de país para um suposto “terrorista radical cristão”?

Nas muitas leituras que fiz sobre o ataque terrorista, uma delas me chamou a atenção. Trata-se da Revista Sociedade Militar, que arroga expor artigos de militares e especialistas ligados à segurança pública, defesa e geopolítica. Ao apresentar o manifesto do terrorista consta a seguinte “informação”:

“O manifesto abaixo foi publicado pelo homem suspeito de assassinar dezenas de pessoas – Brenton Tarrant. Aparentemente é um radical cristão e supremacista branco que fala em povo eleito, se confessa xenófobo e racista.  Recebido em inglês pela Revista Sociedade Militar. Ao contrário de outras mídias que preferem não divulgar esse material acreditamos que o esclarecimento e verdade acerca do ocorrido, bem como a discussão franca e bem fundamentada são os melhores caminhos para evitar esse tipo de coisa no futuro”[20]

Desconfio que tenha sido um “estagiário” que formulou a “informação” com erro crasso de interpretação textual. Por mais que o terrorista seja contraditório em suas colocações,  em dado momento faz a pergunta Você é um cristão”? Tendo como resposta: Isso é complicado. Quando eu souber, vou te contar.

Ora, ao contrário dos terroristas muçulmanos que matam em nome de Allah e usam a doutrina islâmica embasando seu ódio, Brenton não fundamenta suas ações na doutrina cristã e, a princípio, tem “dúvida” sobre a sua crença. Dessa forma, por que uma revista militar, que deveria ser isenta, faz coro com a “mídia cristofóbica” enfiando o Cristianismo numa ação terrorista, mesmo sabendo que o criminoso se confessa um eco-fascista por natureza , além de anti-conservador que tem a República Popular da China como nação com os valores políticos e sociais mais próximos” da sua ideologia? Será que falta conhecimento elementar sobre a China, de modo que militares não saibam o nível elevado de perseguição aos cristãos naquele país comunista? Brenton seria o primeiro “cristão radical” que aprova tortura e toda sorte de violações de direitos humanos que seus supostos irmãos passam na China.

Simpatia pelos modelos de “socialismo light” da China e Coreia do Norte

Brenton enaltece Oswald Mosley, fundador da União Britânica dos Fascistas, conhecido admirador de Mussolini e amigo pessoal de Hitler[21]. Em outubro de 1927, Mosley foi eleito para o Comitê Executivo Nacional do Partido Trabalhista britânico e ao se tornar um dos principais defensores do socialismo foi descrito em 1926, por John Wheatley como uma das figuras mais brilhantes e esperançosas lançadas pelo Movimento Socialista durante os últimos 30 anos[22]. Logo, resta alguma dúvida de que o terrorista tem “os dois pés” no socialismo?

Decerto, o terrorista da extrema-esquerda conhece bem “os valores” cultuados pelo regime comunista da China, ao contrário dos parlamentares brasileiros do PSL e DEM que andaram “flertando” com o Partido Comunista Chinês[23]. A propaganda comunista incutiu na mente dos nossos parlamentares que a  terra do genocida Mao Tsé-Tung é a versão moderna do “socialismo light[24]. Diga-se de passagem, no Brasil, os “especialistas” e muitos “conservadores” não enxergam as violações de direitos humanos e perseguição religiosa contra cristãos na China.

A deputada federal Carla Zambelli (PSL/SP) “corrigiu” minha manifestação no Instagram denunciando a violência contra cristãos na China a partir de “suas percepções” auferidas numa viagem paga pelo Partido Comunista[25], que monitorou todos os seus passos “orientando” a “propaganda gratuita” de liberdade religiosa num regime de rígido controle social[26]. Como jornalista e internacionalista voltada às temáticas de direitos humanos, fiquei “emocionada” com a aula da ex-feminista que me aconselhou a “pesquisar” mais o tema. Deveras satisfeita com a reprimenda, atendi o “conselho” e já preparei o “resultado da pesquisa” para encaminhar ao gabinete da deputada. O “problema” é que não tive “ajuda pessoal” do Partido Comunista! Será que ela aceitará minha humilde contribuição na área humanitária?

Por outro lado, a Fox News divulgou os “passeios” do terrorista antes de promover o banho de sangue na Nova Zelândia: além dos países divulgados no manifesto, Brenton esteve no Paquistão e na Coreia do Norte[27]. Provavelmente, o supremacista branco de extrema-esquerda deve ter um certa afeição pelo “socialismo light” da Coreia do Norte.

De quem é a “culpa” pelo atentado na Nova Zelândia?

A “genialidade do progressismo tupiniquim” Guga Chacra, reconhecido pelo senso comum como “especialista em Oriente Médio”, traz a resposta mais aguardada pela extrema-esquerda que comemorava a vitória da agenda desarmamentista com o “êxito” do ataque terrorista promovido pelo “companheiro Brenton”, já que a primeira-ministra da Nova Zelândia anunciou mudanças na lei que dispões sobre armas no país[28].

Guga expõe em seu artigo no “O Globo” que “o terrorismo supremacista branco tem crescido ao longo dos últimos anos e já é considerado mais perigoso do que o jihadista em algumas nações”[29]. Porém, o jornalista não apresentou a “fonte” dessa preciosa informação e nem citou um país ameaçado pelos supremacistas brancos. Em pesquisa rápida, também não consegui verificar a exatidão da denúncia de Guga, muito embora não paire nenhuma dúvida que há movimento violento de ódio racial de alguns “grupos brancos”, como aliás, reconheceu o presidente Trump. Os discursos de ódio desses grupos supremacistas brancos são mais divulgados e combatidos pela mídia, o que infelizmente, não acontece em relação aos discursos e ações de ódio dos negros perseguindo e assassinando fazendeiros brancos na África do Sul[30].

A análise rasa do jornalista reforça discursos demonizando toda crítica fundada contra a “ideologia supremacista islâmica” que vem causando terror em todo Ocidente, já que o simpático colunista supervaloriza a ameaça do “terrorismo com uma ideologia de suposta superioridade do branco ocidental e um sentimento islamofóbico e anti-imigrante”. Na realidade, o atentado sanguinário na Nova Zelândia foi uma ação pontual de um extremista de esquerda que merece aprofundamento sob outras perspectivas analíticas.

Seria esse ataque terrorista mais um caso de false flag? Essa possibilidade será analisada num próximo artigo. Impor uma narrativa como “verdadeira” sem permitir o despertar do “contraditório” é ato assaz prejudicial à qualidade da informação.

David Fallis, editor do jornal “Washington Post” afirmou em entrevista que “o público procura por jornalismo investigativo”. Seguirei os conselhos do multiculturalista Fallis: prometo ser “extremamente curiosa, muito cética e altamente criativa” e ainda contarei com o auxílio de especialistas na abordagem não convencional da ação terrorista que “deu um up” na agenda progressista.

 Andréa Fernandes é jornalista, advogada, internacionalista e Presidente da ONG Ecoando a Voz dos Mártires (EVM).

Imagem Unilad

[1] https://www.nytimes.com/2019/03/15/world/asia/new-zealand-shooting.html

[2] https://www.foxnews.com/world/multiple-fatalities-at-new-zealand-mosque-shooting-police

[3] https://www.theguardian.com/world/2019/mar/15/new-zealand-shooting-what-we-know-so-far

[4] https://extra.globo.com/noticias/mundo/trump-jr-rebate-fala-do-prefeito-de-londres-sobre-terrorismo-fazer-parte-das-cidades-21099073.html

[5] http://g1.globo.com/hora1/noticia/2016/12/caminhao-invade-feira-natalina-e-deixa-mortos-e-feridos-na-alemanha.html

[6] https://noticias.r7.com/internacional/explosao-em-igreja-mata-19-e-deixa-48-feridos-nas-filipinas-27012019

[7] https://istoe.com.br/homem-e-morto-a-facadas-na-alemanha/

[8] https://oglobo.globo.com/rio/ex-aluno-armado-invade-escola-municipal-em-realengo-deixa-mortos-feridos-2799486

[9] https://g1.globo.com/mundo/noticia/atropelamento-na-cidade-alema-de-munster-deixa-mortos-e-feridos.ghtml

[10] https://af.reuters.com/article/topNews/idAFKCN1Q81X2-OZATP

[11] https://exame.abril.com.br/brasil/tiroteio-em-escola-em-suzano-tudo-o-que-se-sabe-ate-agora/

[12] https://atlassociety.org/commentary/commentary-blog/4490-tnis-interview-with-jihad-watcher-robert-spencer

[13] https://g1.globo.com/mundo/noticia/2018/11/16/cia-conclui-que-principe-herdeiro-saudita-mandou-matar-jornalista-diz-jornal.ghtml

[14] https://www.bbc.com/news/world-europe-45812399

[15] https://english.alarabiya.net/en/News/gulf/2019/03/15/Saudi-King-Crown-Prince-offer-condolences-to-New-Zealand-Governor-General.html

[16] https://www.thisdaylive.com/index.php/2019/03/13/herdsmen-kill-85-people-in-kaduna-communities/

[17] https://www.christianitytoday.com/news/2018/april/nigeria-fulani-attack-catholic-church-benue-boko-haram.html

[18] https://af.reuters.com/article/topNews/idAFKCN1Q81X2-OZATP

[19] Mentira sagrada – http://infielatento.blogspot.com/2014/11/taquia-taqiyya-no-alcorao-e-Sharia.html

[20] https://www.sociedademilitar.com.br/wp/2019/03/manifesto-do-atirador-da-nova-zelandia.html

[21] https://www.dn.pt/arquivo/2008/interior/o-britanico-que-admirava-mussolini-e-o-amigo-hitler-997281.html

[22] https://spartacus-educational.com/U3Ahistory44.htm

[23] https://congressoemfoco.uol.com.br/mundo-cat/viagem-de-parlamentares-eleitos-pelo-psl-a-china-provoca-conflito-entre-bolsonaristas/

[24] https://www.youtube.com/watch?v=e-qhAoFQMBQ]

[25] https://www.oantagonista.com/brasil/deputado-psl-diz-que-buscaria-melhorias-para-o-brasil-ate-na-coreia-norte/

[26] https://link.springer.com/article/10.1057%2Fpalgrave.cpcs.8140083

[27] https://www.foxnews.com/world/christchurch-shooter-traveled-the-world-including-trip-to-north-korea-and-pakistan?fbclid=IwAR3DAoWr3mq0l5JMKaRt0S5r8YDBHrvuBSe_ku8lnmxbTfDjX5iMkWfvY1o

[28] http://agenciabrasil.ebc.com.br/internacional/noticia/2019-03/apos-massacre-premie-da-nova-zelandia-promete-mudar-leis-de-armas

[29] https://blogs.oglobo.globo.com/guga-chacra/post/quem-dissemina-ideologia-terrorista-supremacista-branca.html

[30] https://www.abc.net.au/news/2019-03-17/trump-wants-pompeo-to-study-killing-of-farmers/10158114

Massacre em Suzano: a banalização do terrorismo

Por Andréa Fernandes

Nessa quarta-feira, mais uma tragédia abala o Brasil. Em que pese não tenhamos dados precisos sobre o que a polícia chama de “motivação” para o fuzilamento a esmo de estudantes e funcionárias da Escola Estadual Raul Brasil, em Suzano (SP), pelos ex-alunos Guilherme Taucci,  de 17 anos e Luiz Henrique de Castro, de 25 anos, brotam de todos os cantos “humanistas” defensores do “fortalecimento da agenda desarmamentista”, inclusive, no parlamento.

Esses “humanistas” fantasiados de “jornalistas paz e amor” e “acadêmicos isentões” já estão explorando a aflição das famílias vítimas da barbaridade e manipulando matérias e artigos de jornal com “maestria quixotesca”, sendo auxiliados pelos seguidores do “ódio do bem” nas mídias sociais, muitos dos quais acusam o presidente Jair Bolsonaro pelo ato criminoso em virtude do Decreto para flexibilização da posse de armas.

A colunista do jornal O Globo” Bela Megale afirma que “o monitoramento  de algumas áreas do governo federal já mostra que, nas redes sociais, a tragedia que aconteceu nesta manhã em Suzano (SP) e deixou ao menos 10 mortos e 16 feridos está sendo vinculada ao decreto que facilitou a posse de armas de fogo”, o que NÃO foi confirmado pelo governo, já que o objetivo da imprensa é “vender esse peixe podre”[1].

Aliás, cabe uma necessária divagação: a grande mídia vem promovendo uma nefasta CAMPANHA DIFAMATÓRIA, e em alguns casos, CALUNIADORA, contra o presidente Jair Bolsonaro, sendo que no episódio de ontem, o foco deixou de ser o suspeito do assassinato da vereadora Marielle, o policial reformado Ronie Lessa, pelo simples fato de ter sido preso em imóvel localizado no mesmo condomínio do presidente[2]. Assim que a “orquestra midiática progressista” noticiou o evento tendo Bolsonaro como “ator principal”, deu-se início ao “fuzilamento de reputação” nas mídias sociais. Acredito que, em virtude do “descaso” do Ministério Público em relação à referida “campanha de ódio” que, volto a repetir, assume em diversas ocasiões tipologia penal, a tendência será “criminalizar ações do presidente” ad eternum. Infelizmente, no Brasil, o  “MP fiscal da lei”, em algumas situações, parece estar mais interessado em “fiscalizar as ações da família Bolsonaro” do que as ações criminosas perpetradas contra o presidente.

Logo, deixando de lado a conduta temerária de jornalistas inescrupulosos que usam a perigosa arma da “desinformação” para “mortificar” qualquer possibilidade de reação da opinião pública frente às pautas que “gangrenam” o tecido social, cumpre trazer informações concretas sobre a criminosa “tragédia” que chocou o país, e para tanto, lembro que cabe ao jornalista não especializado em “segurança”, apenas NARRAR OS FATOS, e logo após o acontecimento acionar os “especialistas” para apresentação de “pareceres”, que certamente podem ser mudados com a apuração dos indícios e materialidade do crime. Foi isso que fiz…

Ataque a tiros ou terrorismo doméstico???

Segundo o jornalista Matheus Lisboa, especializado em geopolítica, defesa e segurança, o crime em São Paulo foi um caso de “terrorismo doméstico” centrado na figura do “lobo solitário”. Em sua rede social, Matheus cita o livro “O Fim do Poder” escrito por Moisés Naim, ex-ministro da Venezuela no período que antecede à Hugo Chaves. Salienta o jornalista que não adianta relativizarem o óbvio tentando “culpar” jogos eletrônicos ou motivações estritamente pessoais, e nem deduzir que a “idade” não deve ser levada em consideração.

Em maio/2018, Matheus cotejou magistralmente o denominado “tiroteio em massa” ocorrido na Austrália – onde três adultos e 4 crianças foram assassinados por um suicida – e outros assassinatos com o mesmo modus operandi. O texto se aplica ao evento criminoso de São Paulo, e vale a transcrição:

“Acabei de ver mais uma notícia de tiroteio em massa na Austrália, dessa vez ferindo 7 pessoas. Não pude deixar de lembrar de um livro que ando lendo, relendo e recomendando constantemente. O livro chama-se “ O fim do Poder” escrito por Moisés Naim, ex ministro da Venezuela durante a era pré Chavez, em seu livro Naim nos explica que o Poder não mais se concentra em grandes impérios , territórios e países apenas, mas sim que ele ( o poder), está sendo diluído e reformulado em especial pelas diversas mudanças sociais e tecnológicas que estamos vivendo nos últimos anos. 
Tá… Mas o que isso tem  a ver com o massacre na Flórida e de tantos outros que vêm ocorrendo ? Eu respondo. 
Em um dos capítulos do livro, Naim fala sobre como as guerras vêm sofrendo uma importantíssima modificação em suas dinâmicas; desde o fim da Segunda Guerra Mundial, os exércitos não mais têm se organizado em imensas frentes de batalhas com centenas de fileiras, ou se envolvendo em guerras de proporções globais. O que vem acontecendo é justamente o contrário, as Guerras continuam a existir, porém são travadas de forma diminuída, dissimulada e assimétrica, e não mais em campos de batalha, mas sim em pequenos grupos capazes de empreender enormes estragos em grandes e bem estruturados exércitos ou potências militares, vide as ações Jihadistas no Oriente Médio ou mesmo as ações das organizações criminosas, e não mais facções que atuam de forma assimétrica nas favelas do Rio. Temos aí uma modificação no uso das teorias de Clausewitz e outros teóricos de guerra tão largamente utilizados nas academias militares. 
E aqui está o link que quero fazer. Se esses exércitos menores conseguem infringir grandes baixas de forma dissimulada e em especial descentralizada, temos então o encaixe perfeito para o surgimento dos chamados “Lobos solitários” ou “atiradores em massa”, justamente por não precisarem da formalidade da Guerra e terem a seu dispor um sistema complexo, e ao mesmo tempo difuso, através da informação e circulação cada vez mais ampla de capitais, pessoas e até mesmo estímulos e ideologias através dos processos da Globalização; temos visto e veremos com mais e mais intensidade ações como a desse tipo, não apenas por sua facilidade logística, mas também por sua dificuldade de detecção, via meios formais dos sistemas criminais e de segurança, tendo apenas como recurso com maior probabilidade de acerto as ações e serviços de inteligência.”

Polícia reverbera velha ladainha copiada da Europa de atentado promovido por “doentes mentais”

Contudo, como bem sabemos, as “investigações” da polícia não serão divulgadas, exatamente como aconteceu no caso do “terrorista de Realengo”, o que será “terreno fértil” para as “especulações desinformativas”, auxiliadas pelos próprios policiais, que nesse ponto, são excelentes “imitadores” da “tese vitimizante” da polícia europeia, que em casos semelhantes, de antemão chama os criminosos de “loucos” antes de qualquer avaliação psiquiátrica. O comandante geral da PM, coronel Marcelo Vieira Salles, anuncia no auge da “incoerência leniente”: “Em 34 anos de polícia nunca vi nada igual. Um ATENTATO de alguém que não tem o domínio de suas faculdades[3]”.

O “coronel  assustado” reconhece indícios de ATENTADO, mas já possibilita a “defesa” dos cadáveres-terroristas como “deficientes mentais”, tese esplêndida para os “desarmamenistas” culparem a “sociedade opressora” de indiretamente – através da eleição de Bolsonaro – ter assassinado as “verdadeiras vítimas da tragédia”: os “inocentes agressores” vencidos pela “doença” e facilidade de obtenção de armas.

“Massacre de Realengo”: o terrorista muçulmano “acusado” de ter “motivação cristã” para o atentado

Inobstante a “retórica policialesca” do coronel, não posso abandonar o dever de expor a má-fé da grande mídia ao relembrar do “ataque a tiros” em abril de 2011, promovido por ex-aluno da Escola Municipal Tasso da Silveira, em bairro da Zona Oeste do Rio de Janeiro[4]. Doze adolescentes foram mortos e outros doze ficaram feridos no “massacre de Realengo”, que culminou com o suicídio do “atirador”. A “motivação” do crime foi “sepultada” como bullying e o jornal ‘O Globo’ aproveitou o ensejo para reforçá-la. Não é bem assim… vamos à “necrópsia do cadáver do terror”?

O factoide “massacre de Realengo” teve uma série de profissionais envolvidos para massificar o escamoteamento do atentado terrorista perpetrado por muçulmano. Psiquiatras não poderiam deixar de ofertar sua “contribuição” e elaboraram artigo para analisar o perfil psiquiátrico de Wellington, intitulado “Considerações sobre o Massacre de Realengo[5]”, no qual citaram especialistas que afirmavam que o assassino seria “esquizofrênico”. Porém, o profissional mais centrado, um psicanalista forense entrevistado pelo Estado de São Paulo vaticinou:

Apesar de ver nele algum desequilíbrio e embora o conteúdo do discurso dele parecesse distorcido, não creio que estivesse claramente psicótico, ou seja, que tivesse uma perda plena de juízo, sendo totalmente incapaz de diferenciar realidade de fantasia. E dar um diagnóstico qualquer sem tê-lo examinado a fundo (ou sem ter elementos suficientes) seria CHUTE (BARROS, 2011).

Contudo, os psiquiatras reconheceram que “a superficialidade e a mistura de ideias que mais são apelos chamativos, podem ser mais bem compreendidas a partir DA ANÁLISE DOS MEIOS DE COMUNICAÇÃO COMO A INTERNET E DA PROPAGANDA DE MASSA, do que a partir de diagnósticos psiquiátricos”. Ou seja, foi no ambiente onde Al-Qaeda e outros grupos terroristas islâmicos recrutavam livremente seus “jihadistas”, que se desenvolveu a verdadeira “patologia mental” que levou Wellington a executar covardemente os alunos da escola.

Comunista Leonardo Boff culpa tacitamente o Cristianismo pelo ataque do muçulmano

No “relatório encomendado” pelo ativismo ideológico, a tentativa pueril de afastar o Islã da “motivação” de um ataque terrorista efetivado por um muçulmano brasileiro, sobrou a “culpa” pelo comportamento violento para o “Cristianismo”. E a “bisonhice intelectual” deságua na seguinte assertiva medíocre fundamentada nas “análises” da extrema-imprensa:

“A mistura de crenças religiosas levou o jornal Clarín, por exemplo, a afirmar que o autor concluía sua carta de suicídio “com pedidos de um típico fiel católico” (CLARÍN, 2011). O teólogo Leonardo Boff, por exemplo, lembrando o ponto em que o autor da carta cita a segunda vinda de Jesus, afirmou que Wellington “não se liga à religião judaica, muçulmana, nada disso. Ele é da tradição judaico-cristã” (GLOBO.COM, 2011). De fato, apesar da importância dada pela mídia às conexões com muçulmanos fundamentalistas, assim como seu apreço pelo grupo terrorista Al-Qaeda e também por causa de imagens em que aparece com uma longa barba, sua página pessoal no site de relacionamento Orkut continha temas religiosos e passagens de livros da Bíblia, como Ezequiel e Eclesiastes (WIKIPEDIA, 2011). Wellington também termina sua carta de suicídio num referencial tipicamente cristão”.

Nem dá para imaginar algo diferente de um teólogo comunista como o Boff afirmar que Wellington “se liga ao Cristianismo” e não ao Islã, e o fato do Orkut ter passagens de livros do Antigo Testamento deu “bug” na mente dos “psiquiatras-teólogos”. Então, cabe explicar aos “infiéis ignorantes” a doutrina que desconhecem: o sheik Ali Abdune, do Centro Islâmico de São Bernardo (SP), afirma “reconhecemos o Antigo e Novo Testamento como parte da mensagem divina[6]. Assim, qual o problema de um muçulmano postar passagens bíblicas?

Quanto à sandice para explicar o “perfil cristão” do terrorista muçulmano embasado na ideia de que “também termina sua carta  de suicídio num referencial tipicamente cristão”, é importante ressaltar que, assim como o Cristianismo, guardadas as especificidades doutrinárias, o Islã também aguarda o retorno de Jesus no fim dos tempos. Contudo, o encerramento da questão se dá com uma evidência oculta aos olhos de muitos: ativistas muçulmanos no Ocidente têm usado a “estratégia” de alegar que “adoram o mesmo Deus que os cristãos”, a fim de ganhar legitimidade e aceitação; inclusive, usam o nome “Deus” substituindo “Allah” em muitas traduções do alcorão.

As estratégias da “mentira muçulmana” desconhecidas no país dos massacres disfarçados de “bullying

Dessa forma, Wellington estava apenas utilizando a MENTIRA. Ocidentais acreditam que seus valores de “verdade” e “justiça” são unanimidade. Estão enganados. Vejamos as 6 estratégias usuais de MENTIRA apregoadas pelo Islã como “doutrina” que sedimenta suas ações em países onde os muçulmanos são minoritários. São elas:

Taqiyya  (muda’rat) – dizer algo que não é verdade.

Kitman – mentira por omissão. Um exemplo seria quando apologistas muçulmanos citam apenas um fragmento do verso 5:32 (se alguém mata “seria como se tivesse matado toda a humanidade”), deixando de mencionar que o restante do versículo (e no próximo) ordena o assassinato em casos indefinidos de “corrupção” e “mal comportamento”.

Tawriya – enganar o kafir (infiel) sendo ambíguo.

Taysir – enganar o kafir ao mostrar uma certa flexibilidade e não observar todos os princípios da Sharia (lei islâmica).

Darura – enganar por necessidade, ou seja, fazendo algo que seja “Haram” (proibido)

Muruna – a suspensão temporária da Sharia, permitindo que imigrantes muçulmanos pareçam “moderados”. Então, através do princípio da Hégira (imigração muçulmana), os primeiros muçulmanos são como uma espécie de “Cavalo de Troia”. A comunidade káfir (Não muçulmana) fica com a falsa impressão de que os primeiros imigrantes não são uma ameaça, pelo menos até que a comunidade muçulmana tem ganhado força.

Quem não lembra das “orientações” do Estado Islâmico na revista “Dabiq” solicitando seus “jihadistas” que ingressaram na Europa como “imigrantes” a deixarem de frequentar mesquitas e utilizar bíblias no interior das igrejas?

Mas, os “psiquiatras bitolados” preferiram repetir a importância dada pela imprensa de que sua mãe adotiva seria uma fanática evangélica, a partir de cuja influência ele teria passado ao fanatismo originário de outra religião, a mistura de crenças pouco sólidas de Wellington também nos parece muito mais fruto de uma racionalização extrema, que justificasse pra si e para os outros seu comportamento assassino, do que a adesão a alguma prática religiosa.

Imprensa obcecada em ocultar o óbvio: Wellington era fascinado por terrorismo

Os depoimentos de parentes e amigos do terrorista mostrando o que rotulam como “obsessão” que Wellington nutria pelos atentados de 11 de Setembro; os MANUSCRITOS divulgados pelo Fantástico[7] que fazem MENÇÃO a um GRUPO em que participava com 5 ORAÇÕES DIÁRIAS e LEITURA DO ALCORÃO, a citação de dois estrangeiros Abdul e Philip, com os quais mantinha contato, sendo certo que nos manuscritos constavam, segundo a reportagem, OBSESSÃO POR ATENTADOS TERRORISTAS, e o próprio sobrinho divulgando que ele teria um “orientador espiritual”, dentre tantas EVIDÊNCIAS, mas NADA foi capaz de mostrar aos “submissos psiquiatras” que a conclusão que lhes “caiu bem” – simplório “FETICHISMO PELO ISLÔ – é um ataque mortal à inteligência mediana.

“Fetichismo pelo Islã” ou fiel seguidor do Islã ortodoxo?

Se os ignorantes pesquisassem os ensinamentos da Universidade Al-azhar, no Egito, fonte doutrinária dos terroristas sunitas, saberia que BASTA declarar a SHAHADA[8] (confissão de fé) e o ocidental infiel se torna um legítimo muçulmano. Disse o sheik Ahmed Al Tayeb, ao se negar a denunciar o Estado Islâmico como apóstata[9]:

“Al Azhar não pode acusar nenhum [muçulmano] de ser um  kafir  [infiel], contanto que ele acredite em Allah e no Último Dia – mesmo que ele cometa todas as atrocidades…”

Uma vez tendo declarado incontestavelmente a SHAHADA, Wellington era sim, um muçulmano, independentemente de utilizar estratégia de mentira para enganar os “infiéis” utilizando símbolos cristãos, e sendo apologista do grupo terrorista “Al Qaeda, também deveria ter sido considerado um autêntico “terrorista” que não somente seguiu todo o comando de ataques conhecidos executando suas vítimas indefesas, bem como orientando sobre o seu sepultamento. Seriam muitos os tópicos a serem abordados comprovando a ação terrorista, porém, creio que os delineados bastam!

Bullying ou terrorismo: o que diz a lei?

Quando estava finalizando o artigo, recebi do jornalista Matheus links mostrando que sua tese é verdadeira: os adolescentes assassinos integravam um grupo que a imprensa rotula como “extremista”, conhecido como Dogolochan[10], onde são discutidos publicamente a prática de crimes, violação de direitos humanos, além de racismo e misoginia. Foi lá que eles conseguiram as “dicas” para promover a atrocidade.

Agora, convido ao prezado leitor se debruçar sobre o artigo 2º, da Lei nº 13.260/16[11]:

Art. 2o  O terrorismo consiste na prática por um ou mais indivíduos dos atos previstos neste artigo, por razões de xenofobia, discriminação ou preconceito de raça, cor, etnia e religião, quando cometidos com a finalidade de provocar terror social ou generalizado, expondo a perigo pessoa, patrimônio, a paz pública ou a incolumidade pública.

Só não espere da imprensa o comprometimento com a “verdade”… Os terroristas cumpriram a sua “missão”: provocaram “terror social” e a mídia se refugia como “animal acuado” na caverna da desinformação. Enquanto jornalistas despreparados exploram a sensibilidade da opinião pública sem informá-la de forma escorreita, nos “chans”, os “terroristas vitimizados” pela sociedade opressora são considerados “heróis” com celebração[12]. Aliás, um dos criadores do grupo, Marcelo Valle Silveira Mello, foi condenado a 41 anos de prisão por associação criminosa, divulgação de imagens de pedofilia, racismo, coação, incitação ao cometimento de crimes e TERRORISMO cometidos na internet.

De modo que, um dos  fundadores do “grupo extremista” que supostamente teria “orientado” os assassinos foi CONDENADO por “terrorismo”, tornando o CRIME uma das ações do “grupo”, mas a “imprensa solidária aos criminosos sanguinários” trata o caso como “bullying colhendo diversos “depoimentos” do “sofrimento” imposto aos “bárbaros terroristas”. Nesse caso, a pauta está “fechada”: nega-se o protagonismo das vítimas mortas a tiros e machadadas. O “desespero” ocasionado pelo bullying  é suficiente para transformar “pacatos jovens” em “agressores”.

Que siga o “baile macabro” da “mentira midiática” em respeito aos “terroristas” que celebram incólume o sangue de suas vítimas!

Andréa Fernandesjornalista, advogada, internacionalista, presidente da ONG Ecoando a Voz dos Mártires.

Imagens  Veja e Eu Rio (edição Diego Araújo)

[1] https://blogs.oglobo.globo.com/bela-megale/post/monitoramento-de-governo-mostra-que-redes-sociais-ligam-tragedia-em-suzano-decreto-de-armas-assinado-por-bolsonaro.html

[2] https://noticias.uol.com.br/cotidiano/ultimas-noticias/2019/03/12/suspeito-de-matar-marielle-mora-em-condominio-de-bolsonaro-no-rio.htm

[3] https://oglobo.globo.com/brasil/ataque-tiros-deixa-ao-menos-dez-mortos-em-escola-de-suzano-na-grande-sao-paulo-23517682

[4] https://oglobo.globo.com/brasil/relembre-outros-ataques-que-aconteceram-no-brasil-23297146

[5]http://pepsic.bvsalud.org/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0100-34372012000100003

[6] https://super.abril.com.br/historia/a-palavra-de-deus/

[7] https://www.youtube.com/watch?v=WPW5R0E5J3U

[8] (Eu testemunho que não existe deus além de Allah e de que Muhammad é Seu Profeta e Mensageiro) – http://www.islambrasil.com/br/infusions/guest_book/guest_book.php?rowstart=440

[9] https://www.raymondibrahim.com/2016/08/23/dr-ahmed-al-tayeb-meet-the-worlds-most-influential-muslim/

[10] https://noticias.r7.com/sao-paulo/em-forum-extremista-atiradores-pediram-dicas-para-atacar-escola-13032019

[11] http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2015-2018/2016/Lei/L13260.htm

[12] https://www.vice.com/pt_br/article/qvya87/nos-chans-ja-se-celebra-o-massacre-na-escola-de-suzano

Hamas explora a entrada de pacientes de Gaza em hospitais israelenses para ajudar as células da jihad a planejar assassinatos em massa de civis israelenses

“Israel frustra plano terrorista na Cisjordânia”, Bicom , 23 de novembro de 2018 (graças a The Religion of Peace ):

A Agência de Segurança de Israel (Shin Bet) descobriu uma célula terrorista trabalhando para a ala militar do Hamas na Cisjordânia, revelou ontem.

De acordo com o Shin Bet, membros da ala militar do Hamas recrutaram palestinos na Cisjordânia, ensinaram-nos a construir bombas e instruíram-nas a localizar locais lotados em Israel – como grandes edifícios, shopping centers, restaurantes, hotéis, trens e ônibus. .

O Shin Bet divulgou a informação que foi revelada sob o questionamento de Awis Rajoub, um jovem de 25 anos de idade de Dura, perto de Hebron, que foi preso em 23 de setembro. “Sua prisão só foi possível depois que ele cooptou vários de seus amigos e parentes em sua atividade terrorista e os usou para comprar materiais para uso na produção de IEDs”, disse o Shin Bet.

O Hamas também explorou a entrada de doentes em Gaza em hospitais israelenses para tratamento médico que salva vidas. Naama Mikdad, 53 anos e mãe de nove filhos, acompanhou sua irmã Samira Smot, residente de Khan Yunis e que sofre de câncer, em Israel em 9 de agosto para receber tratamento médico. Eles passaram um telefone e “deram uma calça Awis na qual havia sido costurada uma faixa de tecido em que instruções haviam sido escritas”, disse o Shin Bet….

Com imagem Yahoo Notícias e informações Jihad Watch

Inglaterra:apoiador do Estado Islâmico custará 2 milhões de libras por ano para ser monitorado após ser solto da prisão

  • Anjem Choudary pode ser libertado esta semana da prisão de Frankland em Durham
  • Ele foi preso em 2016 por apoiar o grupo terrorista do Estado Islâmico publicamente
  •  Governo impotente para impedir a libertação do pregador de ódio islâmico Choudary
  • Contribuintes estabelecidos para financiar a enorme operação de segurança para monitorar e mantê-lo seguro 

Os contribuintes serão atingidos com uma conta de 2 milhões de libras esterlinas por ano para proteger o notório pregador de ódio Anjem Choudary.

O homem de 51 anos poderia ser libertado na quarta-feira da Prisão Frankland de segurança máxima em County Durham, depois de cumprir menos da metade de sua sentença de cinco anos e meio.

Ele foi preso em 2016 por apoiar publicamente o grupo terrorista do Estado Islâmico.

Mas os contribuintes ficarão com o projeto de financiamento da enorme operação de segurança necessária para manter o controle sobre os islamitas, segundo o The Sunday Telegraph .  

Choudary será forçado a cumprir 25 condições distintas enquanto estiver em licença, e os custos para mantê-lo seguro provavelmente excederão 2 milhões de libras por ano.

Acredita-se que os limites de seu movimento incluam um toque de recolher noturno, o uso de uma etiqueta eletrônica do GPS e a proibição de visitar locais específicos, como a Mesquita de Regents Park, no centro de Londres, onde ele adorava.

Ele também será proibido de se comunicar com vários ex-associados.

Choudary liderou a organização terrorista proibida Al-Muhajiroun, cujos discípulos incluíam o atacante Khuram Butt, do London Bridge, e os assassinos do Fusilier Lee Rigby – Michael Adebolajo e Michael Adebowale.

‘Tóxico’: Anjem Choudary foi preso em 2016 por apoiar publicamente o Estado Islâmico

Mesmo dias antes de sua libertação, Choudary ainda custava aos contribuintes ainda mais dinheiro.

Seu processo judicial custou mais de £ 140.000 e um recurso contra sua condenação original custou £ 4.200. 

A notícia vem depois que foi revelado que os poderes do Conselho de Segurança da ONU serão usados ​​para atacar Choudary com um congelamento de ativos e proibição de viagens – e até mesmo forçá-lo a estar sujeito às suas ‘provisões de embargo de armas’ 

A medida, realizada com a estreita cooperação do governo do presidente francês Emmanuel Macron, significa que cada estado membro da ONU é legalmente obrigado a congelar seus ativos financeiros, impedi-lo de entrar em seus países e impedir que qualquer arma chegue até ele.

Acredita-se que tais medidas draconianas tenham sido usadas apenas uma vez na Grã-Bretanha – e naquela ocasião o assunto era Abu Hamza al-Masri, o clérigo egípcio que pregou o fundamentalismo islâmico e o islamismo militante da Mesquita Finsbury Park em Londres antes de ser extraditado para a América em 2012 e posteriormente condenado à prisão perpétua.

Uma importante fonte do governo disse sobre a ação da ONU contra Choudary: ‘Este é um grande golpe para Jeremy e para a Grã-Bretanha e mostra que levamos a sério todas as medidas necessárias para destruir o Estado Islâmico e seus tentáculos em todo o mundo.

Com imagem e informações Daily Mail

Israel frustrou 40 ataques do Estado Islâmico em 3 anos, diz Netanyahu

Falando em visitar jornalistas da mídia cristã, o primeiro-ministro Netanyahu disse que nomear um enviado para o mundo cristão é “uma ótima ideia”. Netanyahu também promete examinar as restrições que impedem que milhões de cristãos indonésios visitem Israel.

O primeiro-ministro Benjamin Netanyahu revelou no domingo que Israel frustrou pelo menos 40 supostos ataques terroristas do Estado Islâmico em países ocidentais nos últimos três anos.

Netanyahu falou domingo em uma reunião em Jerusalém para jornalistas visitantes da mídia cristã, onde ele foi calorosamente recebido por repórteres.

O primeiro-ministro disse que prefere nomear um enviado israelense para o mundo cristão, um sinal dos esforços do país para promover laços estreitos com seus aliados cristãos.

Ele acolheu a ideia sugerida por um jornalista de designar um emissário como “uma ótima ideia”.

A cúpula reflete o aprofundamento dos laços entre Israel e o mundo cristão evangélico. Israel passou a contar com amplo apoio evangélico nos últimos anos, um movimento que levantou preocupações entre alguns judeus em Israel e no exterior.

Uma grande aliança com os evangélicos é algo pelo qual não pedimos desculpas”, disse Netanyahu. “Não temos melhores amigos no mundo.”

Netanyahu também prometeu examinar as restrições de levantamento que impedem que milhões de cristãos indonésios visitem Israel.

Com imagem RTE e informações Israel Hayom Staff

Sangue americano fresco nas mãos de Abbas

O implacável incitamento de Abbas contra Israel e os judeus levou ao assassinato do israelense-americano Ari Fuld, cujo sangue, entre o de muitos outros, está em Nas mãos do líder da Autoridade Palestina (AP).

Por: Bassam Tawil,  The Gatestone Institute

Em um discurso perante o Comitê Executivo da OLP em Ramallah, em 15 de setembro, o presidente da Autoridade Palestina (AP), Mahmoud Abbas, repetiu o velho libelo de que Israel planejava estabelecer zonas especiais de oração judaicas dentro da mesquita de Al-Aqsa. Abbas afirmou que Israel estava procurando copiar o exemplo do Túmulo dos Patriarcas em Hebron, onde judeus e muçulmanos rezam em diferentes seções.

Abbas não disse em que basear sua mentira. Ele também não forneceu qualquer evidência da trama ostensiva de Israel contra a Mesquita Al-Aqsa. Ele disse, no entanto, que os palestinos, juntamente com a Jordânia, planejavam levar essa questão ao Tribunal Penal Internacional e ao Tribunal Internacional de Justiça.

A alegação de Abbas foi rapidamente captada por vários meios de comunicação no mundo árabe, na Cisjordânia e na Faixa de Gaza. As manchetes que apareceram em sites afiliados ao Hamas e à Jihad Islâmica Palestina, o segundo maior grupo terrorista na Faixa de Gaza, afirmaram que Israel está planejando permitir que judeus rezem dentro da mesquita Al-Aqsa.

É desnecessário dizer que não há plano israelense para permitir que os judeus rezem dentro da mesquita Al-Aqsa. No entanto, nos últimos anos, os judeus, como todos os outros não-muçulmanos, foram autorizados a retomar suas visitas perfeitamente legais ao Monte do Templo. Milhares de judeus visitaram o local sagrado sob proteção policial, apesar de provocações e ataques violentos de muçulmanos. Vale a pena notar que qualquer tipo de oração de “exibições religiosas” por judeus ou cristãos em qualquer parte do Monte do Templo é completamente proibido pela Polícia de Israel.

O ataque veio horas após o incitamento

Por que a falsa acusação de Abbas é significativa e perigosa? Horas após os relatos sobre as alegações de Abbas, um palestino de 17 anos da cidade de Yatta, no sul da Cisjordânia, esfaqueou Ari Fuld , um cidadão israelense de 45 anos de idade e pai de quatro filhos, em um shopping center. em Gush Etzion, ao sul de Belém.

De acordo com grupos terroristas palestinos, o terrorista Khalil Jabarin decidiu assassinar um judeu em resposta a “crimes” israelenses contra a Mesquita Al-Aqsa em particular e locais sagrados islâmicos em geral.

Em outras palavras, o terrorista foi influenciado pelo incitamento de Abbas, e é por isso que ele decidiu começar sua missão mortal. Não há dúvida de que o terrorista viu os relatos citando a alegação de Abbas de que Israel estava planejando permitir que os judeus rezassem dentro da mesquita de Al-Aqsa.

Grupos terroristas palestinos foram rápidos em estabelecer uma conexão entre o assassinato de Fuld e os comentários de Abbas.

O grupo terrorista palestino Jihad Islâmica, por exemplo, observou em comunicado que o ataque de esfaqueamento foi umaresposta natural ao terrorismo sionista cometido por agressão e crimes contra nosso povo, nossas terras e nossos locais sagrados”.

O Hamas, por sua vez, disse que o ataque terrorista ocorreu em resposta às “violações” israelenses contra a mesquita Al-Aqsa. “Nós saudamos este ataque heróico e afirmamos que prejudicar a Mesquita Al-Aqsa é uma linha vermelha”, disse o oficial do Hamas, Husam Badran, em um comunicado. “Esta operação é em resposta ao que Israel está planejando fazer na Mesquita Al-Aqsa.”

As declarações feitas pelo Hamas e pela Jihad Islâmica Palestina confirmam que existe uma ligação direta entre a falsa acusação de Abbas contra Israel e o assassinato do cidadão israelense-americano. Os grupos terroristas estão indiretamente dizendo que Jabarin decidiu matar um judeu porque seu presidente, Abbas, disse a ele e ao resto do mundo que Israel estava planejando criar áreas de oração judaicas especiais dentro da mesquita de Al-Aqsa.

A longa história de Abbas de libertadores anti-judeus

A falsa alegação de Abbas não foi o primeiro libelo do gênero .

É hora de lembrar aqueles que podem ter esquecido que foi Abbas quem desencadeou a “intifada da faca” de 2015 com sua acusação de que os judeus “com seus pés sujos estavam contaminando a Mesquita Al-Aqsa”. A declaração de Abbas veio em resposta à decisão do governo israelense de suspender a proibição temporária de visitas judias ao Monte do Templo. Aqui está o que Abbas tinha a dizer então:

“A Al-Aqsa [nossa] é nossa, a Igreja do Santo Sepulcro é nossa e eles não têm o direito de contaminá-los com seus pés imundos. Nós não permitiremos, e faremos tudo que estiver ao nosso alcance para proteger Jerusalém. ”

Abbas prosseguiu dizendo: “Acolhemos cada gota de sangue derramada em Jerusalém. Isso é sangue puro, sangue limpo, sangue a caminho de Allah. Com a ajuda de Allah, todo shaheed (mártir) estará no céu, e todo ferido receberá sua recompensa”.

Pouco depois dos comentários de Abbas, os palestinos lançaram uma onda de ataques de facadas e veículos como parte do que chamaram de “Intifada de Jerusalém”, ou “Intifada da Faca”, na qual centenas de israelenses foram assassinados e feridos.

Abbas e sua Autoridade Palestina, desde então, continuaram a incitar os palestinos contra Israel alegando que os judeus estavam “invadindo violentamente” a Mesquita Al-Aqsa.

Essa afirmação, é claro, também é falsa porque os judeus em visita ao Monte do Templo nunca puseram os pés dentro da Mesquita Al-Aqsa. Judeus e cristãos não têm sequer permissão para orar em qualquer lugar do Monte do Templo. De fato, os judeus que são vistos orando, cantando, se curvando, fechando os olhos ou chorando durante as visitas são frequentemente presos pela Polícia de Israel.

Abbas, no entanto, não permitirá que ninguém o confunda com os fatos. Ele vive em seu próprio mundo sonhado, onde continua a espalhar mentiras e incitar contra Israel. A última invenção de Abbas é diretamente responsável pelo assassinato de Ari Fuld, esfaqueado até a morte por um terrorista que realmente acreditou nas mentiras de Abbas sobre um pretenso esquema israelense de dividir a mesquita Al-Aqsa entre muçulmanos e judeus.

Chegou a hora da comunidade internacional ver que o incitamento anti-Israel de Abbas é o que está levando os palestinos a pegar uma faca e tentar esfaquear o primeiro judeu que encontrarem. O sangue de Ari Fuld , entre muitos outros, está nas mãos de Abbas.

Bassam Tawil é um muçulmano árabe baseado no Oriente Médio.

Imagem e informações World Israel News

Escola palestina financiada pela Bélgica troca nome que se reportava à terrorista

Autoridades palestinas no mês passado mudaram o nome de uma escola financiada pela Bélgica, anteriormente dedicado a um assassino em massa, mas tem o mesmo nome controverso duas outras escolas da Cisjordânia.

A Escola Mártir Dalal Mughrabi tinha esse nome em homenagem à palestina que ajudou a massacrar 38 pessoas, incluindo 13 crianças, perto de Tel Aviv em 1978, agora conhecida como a escola mista elemental belga, em honra do governo belga e da Agência de Desenvolvimento belga que ajudou pela primeira vez.

No entanto, a escola, localizada na cidade de Beit Awwa, perto de Hebron, não eliminou os elementos controversos do logotipo, que ainda tem um mapa que representa Israel, Cisjordânia e Faixa de Gaza como um único território . Sua iteração mais recente mostra uma bandeira palestina cobrindo todo o território de Israel.

Após a escola ser criticada pela primeira vez em outubro, a Bélgica anunciou que tinha levantado a questão com a Autoridade Palestina (AP) e se comprometeu a “não ser autorizados a associar-se com os nomes dos terroristas de qualquer forma.” Ele também suspendeu dois projetos relacionados à construção de escolas palestinas.

No entanto, Palestinian Media Watch, grupo de monitoramento baseado em Jerusalém, que descobriu a mudança, pela primeira vez, disse que as “boas intenções” da Bélgica estavam a ser neutralizados pela decisão simultânea da Autoridade Palestiniana a nomear duas outras escolas Beit Awwa depois de Mughrabi.

O jornal oficial da Autoridade Palestina ,   Al-Hayat Al-Jadida,   informou   na semana passada que o Ministério da Educação da Autoridade Palestina ” transferiu o nome da Escola Dalal Mughrabi para a Escola Primária para Meninas Beit Awwa “.

Al-Hayat Al-Jadida também informou que a AP estava “construindo uma nova escola chamada Dalal, incluindo um jardim de infância”. Autoridades palestinas foram fotografadas colocando a pedra fundamental desta escola, Khalid Abu Sharar, diretor do Departamento de Educação do Sul de Hebron, defendendo a decisão de honrar Mughrabi.

Enquanto Abu Sharar disse que a nova escola “seria financiada pelo Tesouro estadual,” em vez de doadores internacionais, uma parte importante do orçamento anual da Autoridade Palestina depende de ajuda externa. A agência cumulativamente recebeu bilhões de dólares em ajuda orçamental direta de doadores internacionais nos últimos anos, de acordo com o grupo de peritos doCentro para Assuntos Públicos em Jerusalém.

Bélgica, em particular, fez um Acordo de Financiamento Conjunto doador (JFA) , um fundo comum tenha  enviado  aproximadamente € 95 milhões (US $ 110 milhões) para planos de desenvolvimento em sector da educação da AP 2016-2019.

Além do apoio financeiro, a JFA diz que também participa do diálogo sobre política educacional, planejamento estratégico e gestão financeira.

O Ministério das Relações Exteriores belga não comentou imediatamente quando  o Algemeiner  entrou em contato com ele.

Esforços para mudar o nome da escola se opuseram anteriormente em Beit Awwa. Um post de outubro postado na página do Facebook da escola dizia: ” O nome de Dalal está gravado em nossos corações e será gravado em nossas mentes .”

A página também compartilhou um poema escrito para expressar a “tristeza” dos “professores e alunos” sobre “confisco e roubo de direito e da vontade do povo palestino para citar suas instituições.”

“Você pode mudar o nome nos registros oficiais”, observou outro post, “mas é muito difícil mudar o que está nos corações e mentes … e é muito difícil de passar por essa ocupação intelectual.”

Imagem The Times of Israel e informações Israel Noticias

Dois israelenses gravemente feridos em esfaqueamento perpetrado por terrorista palestino

Um terrorista palestino apunhala três israelenses depois de entrar em uma casa no assentamento de Adam na Cisjordânia, segundo as IDF.

Uma das vítimas, em seus 50 anos, está em estado crítico e outra, em seus 30 anos, está em estado grave, segundo os médicos do MDA.

O terceiro está levemente ferido.

O terrorista foi baleado, confirma o IDF. Sua condição não é imediatamente clara, embora alguns relatórios digam que ele está morto.

Imagem e informações The Times of Israel e Noticias israel

Chefe do Estado-Maior austríaco: A imigração em massa é a maior ameaça à nossa segurança; a proteção das fronteiras é necessária

O major-general Robert Brieger, novo chefe do Estado-Maior do exército da Áustria, considera a imigração em massa a maior ameaça à segurança do país, informa o tablóide Wochenblick .

“O problema da imigração se desenvolveu de maneira que agora todos os Estados membros da União Européia são afetados. Enquanto a proteção das fronteiras externas não for totalmente garantida, é necessário atuar em nível nacional ”, diz Brieger em entrevista ao Ö1 Morgenjournal, da Áustria.

Segundo o Major General, a proteção de fronteira pode proteger o país de ameaças terroristas. Brieger é o novo Chefe de Gabinete do Exército austríaco desde julho e é o sucessor do General Othmar Commenda.

O ministro da Defesa, Mario Kunasek, que atribuiu a função a Brieger na terça-feira, está confiante no novo chefe do Estado-Maior.

“Tenho o prazer de poder entregar o cargo ao sucessor na função do Chefe do Estado Maior hoje com uma cerimônia militar. Estou convencido de que o general Brieger tem a visão e a experiência necessárias para atender às demandas ”, disse o ministro da Defesa no Facebook.

Com imagem e informações Voice of Europe

O líder da AP, Abbas, declara: ‘Nós nunca vamos parar de pagar mártires e prisioneiros’

“Mesmo que tenhamos apenas um centavo sobrando, vamos primeiro colocá-lo em direção a esses pagamentos”, promete Mahmoud Abbas, ignorando a pressão israelense para parar de pagar estipêndios a terroristas e famílias • A lei israelense pode ver a AP perder parcela significativa do orçamento de US $ 5 bilhões .

 – O líder da Autoridade Palestina, Mahmoud Abbas, prometeu na segunda-feira que não cortaria pagamentos às famílias de terroristas, apesar de uma lei israelense punir seu governo por fazê-lo.

“Nós nunca vamos parar de pagar as famílias dos mártires e dos prisioneiros, apesar dos esforços para nos impedir de fazê-lo”, disse ele.

Ele alertou que “mesmo que tenhamos apenas um centavo sobrando, vamos primeiro colocá-lo em direção a esses pagamentos”.

O Knesset recentemente promulgou uma lei para penalizar financeiramente a Autoridade Palestina pelo pagamento de estipêndios a terroristas presos em Israel e suas famílias. A lei permite que Israel retenha várias receitas fiscais que arrecada em nome dos palestinos como um meio de pressionar a Autoridade Palestina a parar com essa prática, que tem sido chamada de “pagamento para matar”.

Israel há muito tempo pressiona os palestinos a suspenderem os estipêndios e disse que a prática encoraja a violência. Entre os beneficiários estão as famílias de terroristas suicidas e outros terroristas envolvidos em ataques mortais.

Os estipêndios totalizam aproximadamente US$ 330 milhões, ou cerca de 7% do orçamento de US $ 5 bilhões da Autoridade Palestina em 2018.

A declaração de Abbas na terça-feira foi feita em uma reunião com ativistas que promovem a libertação de prisioneiros palestinos mantidos em prisões israelenses. Abbas disse que os prisioneiros daqueles que “martirizaram” a si mesmos pela causa palestina foram as estrelas da luta contra Israel, e é por isso que eles e suas famílias devem permanecer como prioridade máxima.

Abbas lembrou a decisão do líder da Organização para a Libertação da Palestina, Yasser Arafat, de estabelecer uma organização para cuidar das famílias dos prisioneiros, dizendo que essa foi uma das primeiras coisas que ele fez como ativista palestino. Abbas passou a premiar os prisioneiros libertados de medalhas de honra.

Com imagem e informações Jewish news Syndicate