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Minorias religiosas são alvo de assassinatos brutais em Bangladesh

As mortes de dois hindus, um cristão e a esposa de um oficial anti-terror em Bangladesh de maioria muçulmana na semana passada deixaram membros das comunidades religiosas minoritárias amedrontadas por suas vidas e céticas em relação à capacidade do governo para garantir sua segurança.

Ataques direcionados separados contra hindus, cristãos, budistas e ateus deixaram o país em choque. No topo da violência, algumas igrejas têm recebido ameaças de morte de militantes islâmicos.

“Os islamitas disseram que Bangladesh seria governado apenas pela lei Shariah”, disse William Proloy Samadder, secretário do Bangladesh Christian Association. “Nós todos estamos realmente com medo.”

Grupos islâmicos durante anos se levantam sobre questões que supostamente ameaçam a sua hegemonia, apesar do fato de que 90% dos 160 milhões de habitantes de Bangladesh são muçulmanos.

A recente onda de intolerância religiosa começou em 2013, quando militantes brutalmente mataram um blogger ateu.

Mais recentemente, as vítimas têm incluído estrangeiros, xiitas, muçulmanos liberais e membros de outras minorias religiosas.

Ao todo, 48 mortes nos últimos 18 meses foram atribuídas a militantes islâmicos. O chamado Estado Islâmico reivindicou a autoria de mais de metade das mortes, incluindo a da semana passada a respeito da morte de um sacerdote hindu, um trabalhador do mosteiro hindu e uma mercador cristã. Al-Qaeda reivindicou a responsabilidade pela maior parte, de acordo com o site baseado no EUA Intelligence Group.

O governo insiste que nem o Estado Islâmico nem al-Qaeda tem um ponto de apoio em Bangladesh, e que os militantes locais estão por trás dos assassinatos.

O primeiro-ministro Sheikh Hasina e ministro do Interior Asaduzzaman Khan Kamal disseram que os grupos militantes foram apoiados pelo Partido Nacionalista de Bangladesh de Khaleda Zia e seu aliado Jamaat-e-Islami. Mas as duas partes rejeitaram as alegações e disseram que o governo está enquadrando-os nas taxas de terrorismo para enfraquecer a oposição.

Esta semana, o chefe nacional da polícia de Bangladesh disse que proibiu trajes islâmicos. Ansarullah Bangla Team e Jama’atul Mujahideen Bangladesh estavam por trás dos assassinatos seletivos.

Na semana passada, Bangladesh começou uma ofensiva em todo o país, prendendo 8.000 pessoas, incluindo pelo menos 119 supostos radicais islâmicos.

Hasina disse que nenhum dos criminosos envolvidos nos assassinatos vai escapar da punição.

“Bangladesh é um país pequeno. Onde os assassinos vão se esconder? Hasina perguntou. “Nossas forças vão caçá-los e trazê-los para justiça. Aqueles que estão patrocinando esses ataques horríveis também não serão poupados. A violência contra as minorias e os outros vai ser controlada. “

Mas muitos líderes minoritários em Bangladesh disseram que estão perdendo a esperança.

“A aceleração súbita nos ataques mortais mostra que os assassinos estão aproveitando a situação de impunidade prevalecente no país”, disse Rana Dasgupta, secretário-geral do Bangladesh Hindu Buddhist Christian Unity Council. “O padrão de ataques de facão mostrar que os assassinos estão entre os islamitas que querem limpar o país de todos os não-muçulmanos e até mesmo os muçulmanos liberais. O governo tem claramente fracassado em proporcionar segurança às minorias. A situação é alarmante “.

Nirmol Rozario, secretário-geral da Bangladesh Christian Association, disse que parece difícil para as autoridades parar os assassinatos quando os militantes mantêm civis como alvo em todo o país.

“Um deles é vulnerável a um ataque assassino só porque é hindu, cristão ou budista”, disse ele. “É quase impossível para a polícia oferecer segurança a todos estes membros da comunidade minoritária vulneráveis. Por agora, os militantes, ao que parece, serão capazes de manter a matança à vontade. “

http://www.usatoday.com/story/news/world/2016/06/13/brutal-killings-target-bangladesh-religious-minorities/85842236/

Grupo que apoia EI dá sugestões de atentados para a Rio-2016

As sugestões foram postadas no canal Ansar al-Khilafah Brazil, criado por extremistas brasileiros no aplicativo de mensagens Telegram.

O grupo extremista brasileiro que declarou lealdade ao Estado Islâmico (EI) divulgou uma lista com 17 maneiras de cometer um atentado terrorista durante a Olimpíada do Rio. As sugestões foram publicadas no canal Ansar al-Khilafah Brazil, criado pelo grupo no aplicativo de mensagens Telegram, semelhante ao Whatsapp, segundo a especialista americana em monitoramento de atividades terroristas na web Rita Katz, do SITE Intelligence Group.

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A relação inclui tipos de alvo, localizações e métodos de ataque que podem ser cometidos pelos chamados lobos solitários – que agem inspirados ou sob orientação de algum grupo radical, mas sem a necessidade de uma célula terrorista ou outra organização formal. De acordo com Katz, a lista menciona atentados em aeroportos e transportes públicos, ataques com facas, envenenamento, ataques visando mulheres e crianças, além de ameaças falsas.

Dentro do grupo no Telegram, o Ansar al-Khilafah Brazil comentou que, “se a polícia francesa não consegue deter ataques dentro do seu território, o treinamento dado à polícia brasileira não servirá em nada”, referindo-se ao apoio que agências internacionais de inteligência têm oferecido ao governo brasileiro na prevenção de ataques terroristas durante os Jogos Olímpicos do Rio.

Em novembro, uma ameaça ao Brasil foi publicada em conta no Twitter vinculada a um membro do Estado Islâmico. “Brasil, vocês são nosso próximo alvo”, dizia o tuíte, publicado dias depois dos ataques terroristas em Paris. A mensagem foi postada na conta – posteriormente suspensa – de Maxime Hauchard, um francês que foi para a Síria em 2013 para integrar o grupo jihadista.

O diretor de Contraterrorismo da Agência Brasileira de Inteligência (Abin), Luiz Alberto Sallaberry, alertou que as autoridades brasileiras consideram os chamados lobos solitários “a principal ameaça aos Jogos Olímpicos”.

Grupo que apoia EI dá sugestões de atentados para a Rio-2016

Comemorando o Terrorismo ao Estilo Palestino

  • O júbilo palestino concernente ao ataque terrorista de ontem em Jerusalém, o primeiro deste tipo desde os atentados suicidas durante a Segunda Intifada há mais de uma década, é mais um lembrete da crescente radicalização no meio palestino.
  • O principal obstáculo à paz com Israel continua sendo a ausência de uma educação para a paz com Israel. Na realidade, pode-se afirmar com segurança que nunca houve nenhuma tentativa sincera por parte das facções e líderes palestinos em preparar seu povo para a paz com Israel. Muito pelo contrário, a mensagem que eles mandam ao seu povo continua sendo radicalmente contra Israel.
  • Isso põe em xeque a disposição tanto da liderança palestina quanto do povo de avançar na direção da paz e coexistência com Israel.

Logo depois da explosão do ataque terrorista em um ônibus de Jerusalém em 18 de abril, inúmeras facções palestinas se apressaram em emitir declarações aplaudindo a “heróica operação”, exortando os palestinos a prosseguirem no caminho da luta armada contra Israel.

O júbilo palestino concernente ao ataque terrorista, o primeiro deste tipo desde os atentados suicidas durante a Segunda Intifada há mais de uma década, é mais um lembrete da crescente radicalização no meio palestino. Esta radicalização é atribuída principalmente ao incessante incitamento e doutrinamento anti-Israel impingido por diversas facções e líderes palestinos.

Não é de se admirar que o primeiro grupo palestino a aplaudir o ataque ao ônibus de Jerusalém tenha sido o Hamas.

O porta-voz do Hamas Sami Abu Zuhri disse que o movimento “saúda a operação de Jerusalém e considera-a uma resposta natural aos crimes israelenses, especialmente as execuções extrajudiciais e a profanação da Mesquita de Al-Aqsa”.

O porta-voz do Hamas estava na realidade ecoando acusações do mesmo tipo feitas pelo Presidente da Autoridade Palestina Mahmoud Abbas, que declarou que os palestinos não permitirão que judeus “profanem a Mesquita de Aqsa com seus pés imundos”.

Como é possível alguém repudiar o Hamas por proferir tais acusações contra os judeus quando o próprio Abbas, parceiro da paz de Israel, foi o primeiro a vir a público se manifestar contra as visitas de judeus ao Templo do Monte? Vale a pena lembrar que as alegações de Abbas foram proferidas somente poucas semanas antes da explosão da “Intifada das Facadas” no início de outubro último.

Hussar Badran, outro líder do Hamas, também teceu elogios ao ataque terrorista. Ele disse que seu movimento estava determinado a seguir em frente com a resistência para “acabar com a ocupação das nossas terras palestinas”.

Quando os líderes do Hamas falam em “acabar com a ocupação das terras palestinas”, o que eles estão na realidade dizendo é que Israel deve ser eliminado e substituído por um império islamista.

O apresentador Mohamed Hamed da TV Al-Aqsa do Hamas estava tão feliz e agitado ao saber do ataque terrorista de Jerusalém que resolveu saudar os criminosos.

Outros palestinos que não necessariamente são partidários do Hamas foram às redes sociais para elogiar o ataque terrorista e pedir mais ataques. No Twitter, muitos ativistas palestinos criaram hashtags com o nome #Bus12 (Ônibus12) e #TheRoofoftheBusGoesFlying (O Teto do Ônibus Voou Pelos Ares) para festejar o ataque terrorista.

Refletindo o estado de júbilo em relação ao ataque terrorista de Jerusalém, cartunistas palestinos, mais do que depressa, engrossaram o coro daqueles que estavam comemorando a “heróica operação” contra civis israelenses. Omayya Juha, uma dessas cartunistas, respondeu rapidamente desenhando uma charge destacando uma palestina festejando o ataque terrorista, uivando e distribuindo doces.

A cartunista palestina Omayya Juha comemorou o ataque terrorista de 18 de abril contra um ônibus de Jerusalém desenhando rapidamente uma charge destacando uma palestina festejando o ataque terrorista, uivando e distribuindo doces.

Em questão de horas após o ataque, as facções palestinas pareciam estar competindo entre si pela declaração mais favorável no tocante à explosão terrorista. A Jihad Islâmica Palestina e a Frente Popular para a Libertação da Palestina (PFLP em inglês) reagiram emitindo declarações separadas aplaudindo a explosão do ônibus de Jerusalém. As facções ressaltam que o ataque marca uma “evolução qualitativa” da intifada. Ambos os grupos prometem continuar assassinando israelenses como parte do esforço para “escalar” a intifada. Mais tarde, outro grupo chamado Comitês de Resistência Popular emitiu sua própria declaração na qual ameaça desfechar “mais ataques dolorosos contra o inimigo sionista”.

Até a facção Fatah de Abbas se esforçou ao máximo para justificar o ataque terrorista. Na primeira reação ao ataque, o porta-voz da Fatah Ra’fat Elayan usou as mesmas palavras do Hamas ao comentar a explosão do ônibus: “é uma resposta natural às práticas israelenses contra o nosso povo, incluindo detenções, assassinatos e incursões na Mesquita de Al-Aqsa”.

Posteriormente, à noite houve relatos que alguns palestinos, principalmente na Faixa de Gaza, tomaram as ruas para expressar sua felicidade com o ataque terrorista.

As declarações públicas dos líderes e grupos palestinos após o ataque terrorista de Jerusalém são outros indícios de como eles continuam a incitar seu povo contra Israel. Estas são as declarações que induzem mulheres e homens palestinos a pegarem uma faca (neste caso um artefato explosivo) e sair assassinando o primeiro judeu que avistarem.

O principal obstáculo à paz com Israel continua sendo a ausência de uma educação para a paz com Israel. Na realidade, pode-se afirmar com segurança que nunca houve nenhuma tentativa sincera por parte das facções e líderes palestinos em preparar seu povo para a paz com Israel. Muito pelo contrário, a mensagem que eles mandam ao seu povo continua sendo radicalmente contra Israel.

Incitamentos, ameaças e retóricas incendiárias só levarão a mais violência. Por ora tudo indica que os palestinos estão avançando no sentido de elevar a “Intifada das Facadas” a uma onda de atentados contra alvos civis dentro de Israel. A julgar pelas reações de diversas facções e ativistas palestinos, o apoio aos ataques terroristas contra Israel é tão disseminado entre os palestinos que eles estão dispostos a comemorar a explosão de um ônibus com passageiros civis. Isso põe em xeque a disposição tanto da liderança palestina quanto do povo de avançar na direção da paz e coexistência com Israel.

Khaled Abu Toameh é um jornalista premiado radicado em Jerusalém.

http://pt.gatestoneinstitute.org/7886/palestinos-celebram-terrorismo

Bangladesh:Aumenta violência contra minorias religiosas

Estado Islâmico reivindica a responsabilidade pelos ataques, mas as autoridades de Bangladesh insistem em negar que os últimos ocorridos tenham alguma ligação com esse grupo extremista

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De acordo com a agência de notícias francesa AFP, invasores islâmicos decapitaram um sacerdote hindu em um templo localizado no norte de Bangladesh. “Mais uma vez o Estado Islâmico (EI) reivindica a responsabilidade pelo ataque, mas as autoridades do país insistem em negar que os últimos ocorridos tenham alguma ligação com esse grupo extremista. Além de rejeitar as alegações do EI, o governo diz que a ação partiu de militantes locais”, comenta um dos analistas de perseguição.

Críticos afirmam que o governo está criando um clima de medo para perseguir rivais políticos. “Enquanto isso, a população sofre com a violência e os cristãos são perseguidos a um nível cada vez mais elevado. Não parece que o governo esteja preocupado com essa situação. Igrejas e escolas cristãs são atacadas frequentemente, líderes religiosos são mortos em plena luz do dia e as atividades fundamentalistas predominam”, explica o analista.

Bangladesh é o 35º país na Classificação da Perseguição Religiosa atual, onde o Estado Islâmico tenta amedrontar a população através de execuções e ataques cada vez mais estratégicos. Enquanto o governo diz que está tudo sob controle, a pressão sobre as minorias aumenta, os crimes se tornam comuns, a impunidade e a injustiça tomam conta do cenário. Mas a igreja bengalesa não desiste e continua firme apesar das dificuldades, crescendo em secreto e fazendo novos discípulos. Interceda por eles.

Leia também
Cristão ex muçulmano é morto
Líder cristão é assassinado por fundamentalistas islâmicos
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https://www.portasabertas.org.br/noticias/2016/04/aumenta-violencia-contra-minorias-religiosas

Bangladesh: Líder cristão é assassinado por fundamentalistas islâmicos

“Agora que o EI assumiu a autoria do assassinato do líder cristão, tememos por mais ataques, por que eles estão e constante vigia”

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O líder cristão Khoza Samiruddin, de 75 anos, foi assassinado por fundamentalistas islâmicos no dia 6 de janeiro, em plena luz do dia, dentro de uma clínica homeopática, onde estava realizando um tratamento de saúde. Khoza aceitou a Cristo em 2001 e em 2014 passou a liderar uma igreja com 250 membros. Antes de sua morte, ele havia relatado sobre várias ameaças que estava recebendo de extremistas islâmicos por causa de seus trabalhos evangelísticos.

O enterro do líder foi acompanhado pela polícia local e pela comunidade que exigia que a cerimônia fosse realizada de acordo com os costumes muçulmanos. Como a família negou a conversão de Khoza ao cristianismo, o ritual fúnebre acabou sendo feito conforme as leis do islã. A pressão sobre a família e a igreja tem sido muito grande, já que o Estado Islâmico assumiu a responsabilidade do assassinato, além de uma série de outros ocorridos violentos, incluindo assassinatos de estrangeiro e ameaças de morte de mais líderes cristãos.

Segundo a polícia, o grupo militante “Jamaat-ul-Mujahideen” está por trás dos ataques, mas o governo nega a presença do grupo no país. “Agora que o EI assumiu a autoria do assassinato do líder cristão, tememos por mais ataques, porque eles estão em constante vigia”, disse Pikul Mahduri, que é Secretário Geral da Associação Cristã Bangladesh Jenaidah. Bangladesh, em 2016, ocupa a 35ª posição na Classificação da Perseguição Religiosa e, apesar de sua constituição prever a liberdade religiosa, ela também declara que o islã é a religião oficial do Estado. Como a minoria cristã está crescendo, ela enfrenta mais e mais restrições e desafios. Essa pressão não é impulsionada pelo governo, e sim por grupos extremistas islâmicos, líderes religiosos locais e famílias tradicionais. Lembre-se deles em suas orações.

Pedidos de oração

  • Ore pela família de Khoza, para que tenham a fé fortalecida durante esse momento difícil.
  • Peça ao Senhor para que os membros da igreja do líder assassinado sejam fortes e que continuem seus trabalhos evangelísticos, apesar da perseguição.
  • Ore pela igreja de Bangladesh, no geral, para que continue crescendo na graça e no conhecimento e que possam enfrentar os atuais desafios com a coragem e a ousadia que vem do Espírito Santo.

https://www.portasabertas.org.br/noticias/2016/02/lider-cristao-e-assassinado-por-fundamentalistas-islamicos

 

Número de muçulmanos radicais dobra na França

Autoridades identificaram 8.250 jihadistas no país frente a 4.015 no ano anterior.

PARIS — Alvo de dois atentados terroristas que choraram o mundo no ano passado, a França registra a cada dia a presença de mais fundamentalistas islâmicos em seu território. De acordo com relatório oficial obtido com exclusividade pelo jornal “Le Figaro”, as autoridades francesas identificaram um total de 8.250 pessoas radicalizadas no país, enquanto no ano anterior esse número era menos da metade: 4.015. Todos eles, 20% menores de idade, foram incluídos na lista devido a atitudes como mudança de identidade, apologia ao terrorismo e hostilidade com instituições francesas.

 

O levantamento é resultado da plataforma antiterrorismo, lançada pelo Ministério do Interior em abril de 2014. Todas as instituições francesas são encarregadas de identificar pessoas radicalizadas. As denúncias servem de apoio para o governo tomar medidas como vigilância especial, proibição de saída do território nacional, participação em serviços sociais com apoio psicológico ou educativo ou acompanhamento especial por parte dos pais no caso de menores. Tudo depende da idade e do grau de radicalização identificado.

Desde a implementação da plataforma, o governo fechou 4.848 sites ou contas de redes sociais e proibiu 275 pessoas de saírem da França. Mais de 570 franceses estavam na Síria e no Iraque em novembro passado e 141 morreram, de acordo com o último balanço do governo.

Tanto os autores dos atentados de janeiro de 2015 como alguns dos ataques de novembro eram franceses. Centenas de combatentes (300 no ano passado) na Síria e no Iraque voltaram à França, sendo considerados os mais perigosos pelas autoridades.

O relatório, produzido pela Unidade de Coordenação de Luta contra o Terrorismo (Uclat), mostra que os jovens não se radicalizam em um ambiente solitário através da internet.

“O gatilho está ligado em 95% dos casos a um contato humano”, diz o documento. “Só depois as redes sociais reforçam a radicalização”.

A situação no Sudeste do país surpreende, com uma proporção muito elevada de pessoas radicalizadas. O Ministério do Interior ainda não divulgou os dados oficialmente e não respondeu a perguntas da reportagem do “Le Figaro”.

Reivindicados pelo Estado Islâmico (EI), os ataques de novembro em Paris deixaram cerca de 130 mortos, forçando a França a intensificar seus bombardeios aéreos contra o grupo jihadista que opera no Iraque e na Síria. Os atentados ocorreram meses após o massacre no jornal satírico “Charlie Hebdo” e num mercado de produtos judaicos, também na capital francesa.

Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/mundo/numero-de-muculmanos-radicais-dobra-na-franca-18598501#ixzz3z7xeXrvm
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Turquia diz que avisou França duas vezes sobre um dos terroristas

Governo francês apenas respondeu às notificações após os atentados em Paris.

BELEK, Turquia – A Turquia notificou a França em dezembro de 2014 e junho de 2015 sobre um dos extremistas envolvido nos atentados coordenados de sexta-feira em Paris que deixaram mais de 130 mortos, afirmou uma autoridade turca na segunda-feira.

Segundo a fonte, o governo turco apenas recebeu uma solicitação de informação da França sobre Ismael Omar Mostefai após os episódios. A Turquia recebeu um pedido de informação da França em 10 de outubro do ano passado a respeito de quatro suspeitos de terrorismo, mas a investigação identificou um quinto indivíduo, Mostefai, afirmou a fonte. A França, então, foi notificada duas vezes da descoberta, mas só respondeu depois dos ataques de sexta-feira.

Mostefai entrou na Turquia em 2013, mas não há registro de saída dele. O francês, 29 anos, de Chartres, sudoeste de Paris, foi identificado a partir das impressões digitais recolhidas na cena dos crimes.

“Não é um momento para culpar o jogo, mas somos obrigados a compartilhar informação para esclarecer o histório de viagem (de Mostefai)”, declarou a autoridade turca. “O caso claramente estabelece que o compartilhamento de inteligência e comunicação efetiva são crucais para efeitos contraterrorista”.

Sobre pressão dos aliados ocidentais para intensificar a luta contra o Estado Islâmico, o governo da Turquia abriu suas bases aéreas à coalizão liderada pelos Estados Unidos em julho e apertou os controles nas fronteiras para conter o fluxo de jihadistas estrangeiros. No entanto, o país reclama da falta de inteligência robusta compartilhada entre os aliados e pede ao Ocidente que forneça mais informação sobre possíveis suspeitos.

Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/mundo/turquia-diz-que-avisou-franca-duas-vezes-sobre-um-dos-terroristas-18060103#ixzz3rivOyfLk
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Estado Islâmico envia muçulmanos a campos de refugiados na Jordânia para sequestrar e matar cristãos

De acordo com um relatório recente, os muçulmanos estão enviando assassinos em campos de refugiados para abater e sequestrar deliberadamente cristãos. Como lemos em um relatório:

O Estado Islâmico do Iraque e da Síria (ISIS) já teria inventado uma conspiração para sequestrar e matar cristãos em campos de refugiados.

Os assassinos treinados pelo ISIS estão se infiltrando nos campos de refugiados sob o pretexto de ser refugiados na sua missão de sequestrar ou matar cristãos. Trabalhadores humanitários em um acampamento da Jordânia gerido pela Organização das Nações Unidas (ONU) descobriram o mais novo plano do grupo extremista, de acordo com um relatório do Sunday Express, citado por Christian Today (CT).

O enredo foi revelado depois que um dos assassinos treinados que conseguiram entrar no acampamento na Jordânia renunciou a jihad quando viu a situação dentro do lugar. Ele teria testemunhado como os trabalhadores cristãos no campo de refugiados tratavam seus colegas sírios com bondade e isto tocou seu coração profundamente que ele foi compelido a divulgar o plano do ISIS ” para as autoridades, o Expresso relata.

O agente do ISIS, que não foi identificado por razões de segurança, também disse que o grupo extremista também enviou sequestradores para os campos para levar mulheres refugiadas e vendê-las como escravos sexuais. O grupo terrorista quer limpar completamente o cristianismo do mapa, acrescenta o relatório.

“As gangues muçulmanas vêm como refugiados, mas eles têm suas agendas. Eles são como uma máfia, “CT cita a declaração do funcionário da ajuda da ONU. “As pessoas estão mesmo sendo mortas dentro dos campos, e os refugiados têm medo de dizer se eles viram alguém ser morto. Se você perguntar-lhes, eles vão dizer, ‘Eu não sei, eu estava dormindo.’ ”

Refugiados que testemunharam alguns dos assassinatos resolveram mudos por temer ser apontados como a próxima vítima, disse o funcionário da ajuda.

A descoberta da trama do ISIS ‘para matar cristãos em campos de refugiados deu origem a preocupações de que assassinos disfarçados podem ganhar a entrada para o Reino Unido, que prometeu acolher 20.000 refugiados cristãos do Oriente Médio. Os jihadistas poderiam infligir terror no Reino Unido se tiverem sucesso na realização do seu enredo

http://shoebat.com/2015/10/27/muslims-send-assassins-into-refugee-camps-to-deliberately-slaughter-and-kidnap-christians/.

Abbas premia com a “Ordem do Mérito Palestino” o cartunista que promove o ódio e a violência

Isto é perfeitamente cabível, nos centros de cultura “palestinos” sobre a violência e o ódio aos israelenses. Quem melhor para receber a Ordem do Mérito Palestino da Cultura, Ciências e Artes, do que Baha Al-Bukhari, exceto aqueles que realmente jogam as pedras e assassinam civis israelenses? No próximo ano, Abbas deve dar o prêmio para os “palestinos” que oferecem doces quando jihadistas assassinam civis israelenses.

Abbas não é culpado de incitação aqui. Lembre-se: a incitação é somente quando Netanyahu salienta o papel do Mufti no Holocausto.

“Abbas homenageia cartunista que promove o ódio e a violência”, por Itamar Marcus e Nan Jacques Zilberdik, Palestinian Media Watch, 25 de outubro, 2015:

[Al-Ayyam, 13 de outubro de 2015]

Como os ataques terroristas palestinos e apedrejamentos continuam sem esmorecer, o presidente da Autoridade Palestina, Abbas, escolheu para homenagear um cartunista do diário palestino Al-Ayyam cujas últimas caricaturas incentivam a violência palestina e apedrejamentos de israelenses, como mostrado pela Palestinian Media Watch.
Abbas concedeu a Baha Al-Bukhari a Ordem do Mérito Palestino da Cultura, Ciências e Artes. Ele explicou sua escolha, afirmando que Al-Bukhari recebeu o prêmio devido ao fato de que o seu trabalho “se encaixa em cheio na Palestina e sua resoluta cultura.”
“O presidente [Abbas] condecorou com a Ordem do Mérito da Cultura, Ciências e Artes o criador e artista Al-Bukhari em reconhecimento do seu caminho criativo nas artes plásticas e desenhos animados, e fora do reconhecimento de sua vida cheia de doação, ações, luta, e beleza, de uma forma que se encaixa em cheio na Palestina e sua cultura resoluta. “
[Al-Hayat Al-Jadida, 22 de outubro de 2015]
Uns desenhos animados recentes (acima) mostra uma família palestina inteira preparada com pedras nas mãos e pronta para atacar.
Texto acima do desenho animado: “As pedras de 2015 !!”
texto no braço do homem:
“. Deus está com você, Abu Al-Abed” (nome do personagem do desenho animado)
Um mapa da “Palestina” ao lado do texto no braço inclui as áreas da AP, bem como todAs As de Israel.
[Al-Ayyam, 13 de outubro de 2015]
Outros desenhos animados de Al-Bukhari incentivam mais apedrejamentos, chamando os palestinos. O desenho mostra um palestino jogando uma pedra, com uma bandeira palestina em segundo plano “Avance, antecipadamente.”:
[Al-Ayyam, 09 de outubro de 2015]
Al-Bukhari também acusou o primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, de promovr banho de sangue. O cartoon refere-se à morte de 3 palestinos, incluindo um terrorista do Hamas pelo exército israelense. As forças israelenses vieram prender um terrorista do Hamas, mas ele e outros começaram a atirar e, posteriormente, o terrorista que eles estavam procurando, e dois outros, foram mortos.
Texto: “Um banho em Jenin!”
 [Al-Ayyam, 23 de março, de 2014]

O cartunista apresentou o presidente israelense Reuven Rivlin como carregando o que parece ser baldes de sangue. Os mesmos desenhos animados adotam reivindicação caluniosa da AP de que as duas listras na bandeira israelense representam os rios Nilo e o Eufrates ou o rio Jordão e o Mar Mediterrâneo, representando um suposto plano judeu para estabelecer o “Grande Israel” governando sobre todos da ” Palestina “.

O texto no canto: “[O presidente israelense Reuven] Rivlin e seu slogan! O novo presidente de Israel “
Texto no balde direito: “A partir do rio” texto no balde esquerdo: “Para o mar”
[Al-Ayyam, 12 de junho, de 2014]
Al-Bukhari apresentou Israel como um polvo envolvendo seus braços ao redor de Al-Aqsa, criticando as nações árabes por “dormir!”
 [Al-Ayyam, 13 de outubro de 2013] …

Onda de ataques: palestino atropela e tenta esfaquear israelenses perto na Cisjordânia

Ambas as vítimas ficaram levemente feridas no ataque.

Um homem palestino atacou a facadas um soldado e um civil israelense nesta terça-feira (20) na região da Cisjordânia, segundo informações do Jerusalem Post.

O criminoso tentou atropelar os pedestres que caminhavam na calçada. Em seguida, ele desceu do carro com uma faca na mão.

Um comandante do Exército de Israel abriu fogo contra o agressor, que morreu no local.

Ambas as vítimas do agressor ficaram levemente feridas. Eles foram levados para o centro médico da Universidade de Hadassah, em Jerusalém.

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O paramédico Dror Eini, que participou do resgate aos feridos, falou sobre o que viu na cena do crime.

— Quando chegamos ao local, vimos um homem de aproximadamente 30 anos de idade. Ele estava em pé no cruzamento, e tinha sido atingido pelo carro do agressor. Estava totalmente consciente, apesar dos ferimentos leves em seus membros.

Também vimos um jovem de cerca de 20 anos plenamente consciente, que também havia sofrido feridas leve em seus membros.

http://noticias.r7.com/internacional/onda-de-ataques-palestino-atropela-e-tenta-esfaquear-israelenses-perto-na-cisjordania-20102015