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Muçulmanos atacam cristãos em igreja no Natal e destroem casa de cristã enquanto gritam ‘esta aldeia não é para cristãos, mas para Allah’

Em um terrível ataque no dia de Natal, 19 saqueadores muçulmanos atacaram cristãos na igreja. Eles espancaram uma mãe solteira e destruíram sua casa enquanto gritavam que sua aldeia não é “para cristãos, mas para Allah”:

Os muçulmanos no leste de Uganda atacaram os cristãos no Natal e destruíram a casa de uma mãe solteira na véspera de Natal, disseram fontes.

Em uma aldeia predominantemente muçulmana de Obokora, no distrito de Pallisa, 19 muçulmanos mascarados entraram em um conjunto de igrejas cantando o slogan jihadista “Allahu Akbar” e “Longe daqui, esta aldeia não é para cristãos, mas para Allah”, durante um culto dominical (25 de dezembro) às 11 horas, disse à Morning Star News o pastor da congregação, Erod Okaali.

O pastor Okaali, que estava pregando na ocasião, e vários membros da igreja fugiram para salvar suas vidas por uma porta dos fundos. Os assaltantes pegaram o pastor e 15 membros da igreja e os espancaram, deixando cinco com ferimentos graves, incluindo ossos quebrados de suas mãos e pernas, disse ele. A face do pastor foi ferida. Os cristãos receberam tratamento em um centro de saúde em Kashebai.

Anteriormente em um serviço de noite de Natal, um muçulmano tinha se convertido foi imediatamente curado de doença, disse o converso à Morning Star News. Yasiini Mugoya disse que voltou para casa e compartilhou o evangelho de Cristo com seus companheiros muçulmanos no início da manhã de Natal.

“Eles começaram a me bater e me forçaram a levá-los para o recinto da igreja onde os cristãos haviam orado por mim e eu tinha recebido salvação e cura”, Mugoya disse. “Quando chegamos à igreja, os muçulmanos começaram a atacar os membros da igreja.” (Fonte)

http://shoebat.com/2016/12/27/muslims-attack-christians-celebrating-christmas-beat-a-single-mother-and-destroy-her-home-while-shouting-this-village-is-not-for-christians-but-for-allah/

Uganda: consequências para quem decide seguir a Cristo

Hawa* manteve sua fé em segredo durante dois anos, até o marido descobrir: “Meu casamento acabou e ele se recusou a ajudar com o sustento das crianças”.

Hawa tem 38 anos, é mãe de 4 filhos e trabalha como professora em Uganda. Ela nasceu em uma família muçulmana, mas decidiu seguir a Cristo desde agosto de 2014, quando participou de um seminário de forma secreta. Ela conseguiu manter sua fé em segredo até que um conhecido de seu marido percebeu e contou para ele. Ao ser questionada, em maio do ano passado, ela preferiu dizer a verdade e não negou sua conversão. O marido ficou furioso e a agrediu violentamente.

A cristã relatou o incidente à polícia local. O marido foi confrontado pelos policiais e como resposta disse que não continuaria a viver com uma “infiel”. Durante uma audiência no tribunal ele confirmou que queria o divórcio e que, de acordo com o alcorão, ele tinha o direito de matá-la, já que ela havia se tornado uma apóstata. O tribunal o condenou a duas semanas de prisão. Para sua própria segurança, Hawa deixou a casa da família e levou os filhos (com idades de 2, 4, 6 e 10 anos).

“Meu casamento acabou e meu ex-marido se recusou a ajudar com o sustento das crianças. Recentemente, ele me convidou para conversar. Eu esperava que ele fosse tentar resgatar nosso relacionamento. Mas quando cheguei, ele me abraçou com um facão nas mãos. Quando tentou me agredir, Deus me protegeu e ele acabou ferindo a si mesmo. Então eu fugi para sempre”, conclui a cristã.

*Nome alterado por motivos de segurança.

https://www.portasabertas.org.br/noticias/2016/10/consequencias-para-quem-decide-seguir-a-cristo

Cristão foi morto e sua filha estuprada por vizinho e dois amigos após dizer que não acredita no Islã

Algo que é reconhecido por muitos anos no Ocidente é o fato de que nós temos, mais ou menos, sido capazes de viver em paz com pessoas de culturas muito diferentes. Esta é uma anomalia histórica, que não é assim na maioria das culturas. Na verdade, especialmente onde cristãos e muçulmanos vivem juntos, há violência regular por causa das diferenças inerentes entre as religiões, juntamente com o fato de que o Islã define a paz só em termos de submissão ao seu dispostos de que não havendo conversão, não há paz.

Martírio e perseguição são reais e ainda acontecem por conta de ser um cristão, especialmente em áreas muçulmanas. Esta história vem da Uganda, onde um homem cristão foi assassinado e sua filha estuprada por seu vizinho muçulmano porque ele “insultou o Islã”:

Ela disse que foi espancada e estuprada no dia 19 de abril e encontrada inconsciente em uma poça de sangue naquela noite na vila Kanginima, depois de ter sido atacada por três homens muçulmanos.

“Vamos matá-la hoje, porque você foi a única que fez o nosso sheikh ser preso”, um dos homens disse para ela, segundo seu relato para notíciário quando estava hospitalizada.

A mulher, cuja identidade não foi revelada, estava presente quando seu pai foi morto, mas conseguiu escapar.

Eu era capaz de identificar o sheikh porque somos vizinhos, e meu pai o questionou sobre a fé islâmica, que não leva para a salvação com Deus “, disse ela.

“O sheikh tinha dito a ele: ‘Você não tem respeito à nossa religião, e viemos acabar com a sua vida hoje.’ Eles começaram a estrangular o meu pai, bem como bater-lhe na cabeça com uma vara grande. Quando meu pai caiu, eu consegui escapar pela janela”.

Ibrahim foi preso junto com outros dois suspeitos em 29 de janeiro, mas os outros dois foram libertados depois que a mulher não foi capaz de identificá-los. Ibrahim ainda está sendo mantido em uma cela emm Kamuge.

Fonte: Walid Shoebat 

Limpeza étnica é o real motivo da morte de milhares de cristãos

As ações do Estado Islâmico na República do Congo estão passando despercebidas

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Enquanto o Estado Islâmico chama a atenção do mundo inteiro com seus ataques violentos, principalmente contra o Iraque e a Síria, seus movimentos mais discretos estão dominando o Oriente Médio e poucos notam. A imprensa noticia apenas os escândalos, mas as verdadeiras intenções do EI estão passando despercebidas. Na África Central, um grupo militante islâmico radical invadiu o extremo leste da República Democrática do Congo. O MDI (sigla em inglês que significa Defesa Muçulmana Internacional), anteriormente conhecido como Aliança das Forças Democráticas, infiltrou-se na região e está fazendo uma verdadeira limpeza étnica, tentando exterminar com os cristãos, a fim de criar ali mais uma central do islã, para comandar toda a região dos Lagos.

“Com essa intenção, os ataques aos cristãos, que são a maioria deste lugar, têm sido frequentes. Cada ano que passa a situação piora ainda mais. Sequestros e assassinatos agora fazem parte do cotidiano deles. Estamos diante de uma preparação da jihad, nome que eles dão a uma guerra que chamam de ‘santa’ e que possui o foco de construir um governo único para o mundo”, comenta um dos analistas de perseguição. Atuante no coração da África, a região dos Lagos é o lugar onde o Estado Islâmico mais comete atrocidades. “A militância islâmica africana é a corrente ideológica mais ampla que existe. Até os pequenos grupos radicais são inspirados pelo EI. No ano passado, a jihad como eles chamam, custou a vida de milhares de cristãos de diversos países”, diz o analista.

O MDI islamiza toda a região, inspira as pessoas a se revoltarem contra o governo, recrutam crianças, oferecem educação gratuita e presenteiam seus pais. “Depois que eles dominam, então mostram como são violentos, sequestrando jovens para repor suas fileiras militares, raptam mulheres para servirem de escravas sexuais e também para reproduzir mais crianças, além de massacrar os moradores”, explica um pesquisador. De acordo com o governo de Uganda, o MDI tem apoio do governo islâmico do Sudão, além de ter ligações com Al-Shabaad da Somália, Boko Haram da Nigéria e Al-Qaeda.

E qual tem sido o impacto desses acontecimentos sobre a igreja? Levando em conta que a população relacionada é predominantemente cristã, cerca de 95,8%, o impacto tem sido imenso. “Essa crise tem colocado a igreja sob pressão. Os cristãos lutam para lidar com o deslocamento, perda de entes queridos, sérias dificuldades econômicas e muitos traumas. Muitas igrejas tiveram que ser fechadas. Porém, vale a pena observar que falta dinheiro, mas não faltam membros nas igrejas, e elas continuam a existir em forma de pequenos grupos, que resistem debaixo de muito sofrimento. Eles realmente precisam das nossas orações. Por favor, ore por estes cristãos perseguidos”, pede o analista.

https://www.portasabertas.org.br/noticias/2016/02/limpeza-etnica-e-o-real-motivo-da-morte-de-milhares-de-cristaos

 

Pastor é decapitado e cristãos envenenados em `armadilha´ no leste da Uganda

Um pastor africano foi decapitado na última quarta-feira (23) por um grupo de muçulmanos na região leste da Uganda, por resistir a um ataque ao terreno de sua igreja.

No distrito de Namudumba, muçulmanos ergueram uma cerca de arame para fazer uma fronteira, incluindo nela o terreno do Ministério Igreja Pentecostal, relatou um dos líderes ao site Morning Star News. Um membro que vive próximo ao prédio da igreja telefonou ao pastor Martin Bongo, que se dirigiu imediatamente ao local.

“Por que vocês estão invadindo o terreno da igreja e removendo os marcos da fronteira?”, questionou Martin. Um líder muçulmano respondeu: “Nós dissemos muitas vezes que não queríamos que a igreja fosse localizada próximo à mesquita. Sua igreja tem roubado os nossos membros para sua igreja”.

Em seguida, um muçulmano chamado Abdulhakha Mugen sacou uma espada e feriu o pescoço do pastor. Martin caiu sangrando e foi morto, aos 32 anos, depois de receber mais golpes de espada.

O grupo de muçulmanos lançou o corpo do pastor Martin em um rio próximo ao local do crime. Ele deixou uma viúva e dois filhos.

A igreja tem documentos que provam a compra da terra disputada pelos muçulmanos. Foram pagos 3,4 milhões de xelins ugandeses (aproximadamente R$ 4 mil), informa um líder da igreja.

Cristãos envenenados

Em outra área do leste da Uganda, cinco cristãos que viviam em uma vila predominantemente muçulmana foram mortos depois de terem se alimentado de comida envenenada após um estudo bíblico.

O estudo da Bíblia aconteceu no dia 18 de dezembro no distrito de Budaka, na casa de Hajii Suleiman Sajjabi — uma ex-muçulmana que liderava os estudos com oito membros de sua família, que chegaram à fé em Cristo sob sua influência.

Após a cilada, Sajjabi ficou em coma e quatro de seus parentes morreram: Katooko Aisha Sajjabi, 22, morreu às 4 horas da manhã do dia 19 de dezembro; Mwanje Husain Sajjabi, 24, morreu às 5 horas da manhã no mesmo dia e Eric Ali Sajjabi, 29 e Musa Namusongi Sajjabi, 26, morreram um pouco mais tarde.

Uma quinta vítima, a vizinha Mariam Kurumu, que estava grávida, morreu às 5 horas da manhã no Hospital Regional Mbale.

A polícia de Budaka e a polícia de Kaderuna investigam um dos filhos de Sajjabi, Isa Sajjabi, de 32 anos. Ele sempre resistiu em deixar o islã para abraçar o cristianismo, e se distanciou de seus parentes convertidos. Ele estava em casa no momento do estudo bíblico, mas não participou.

Sobreviventes relatam que quando sua mãe deixou o estudo, por um momento, para pegar água, encontrou Isa Sajjabi na cozinha. Depois que o estudo foi finalizado, às 19h30min, e o grupo começou a comer, Isa Sajjabi e um amigo muçulmano desapareceram. Os membros do grupo começaram a se sentir mal depois de meia hora.

De acordo com um médico do Hospital Regional Mbale, um exame feito nos corpos das vítimas revelou a presença de uma substância conhecida como Malathion, um pesticida de baixa toxicidade. Apesar do baixo nível tóxico, depois de ingerido, Malathion, metaboliza rapidamente e se torna altamente tóxico.

Cerca de 85% da população em Uganda é cristã e 11% professa a fé muçulmana, concentrada principalmente no leste do país. A constituição do país consagra a liberdade religiosa, incluindo o direito de propagar a própria fé e converter as pessoas de uma fé para outra.

http://www.cpadnews.com.br/universo-cristao/31688/pastor-e-decapitado-e-cristaos-envenenados-em-%60armadilha%C2%B4-no-leste-da-uganda.html?utm_source=twitterfeed&utm_medium=facebook

Derramamento de sangue em Uganda continua com cristã, mãe de oito filhos, sendo morta

NAIROBI (Quênia) – Os muçulmanos do leste de Uganda ficaram com raiva de um homem porque ele tinha abandonado o islã para se converter ao Cristianismo e então mataram sua esposa em 19 de Outubro, um mês depois que o irmão do homem foi morto pelo mesmo motivo.

Mamwikomba Mwanika, mãe de oito filhos morreu a caminho do hospital depois que muçulmanos a tiraram de casa por volta de 9 da manhã.

Mwanika atendeu a algumas pessoas que batiam em sua porta procurando por seu marido na vila Kalampete, situada no bairro Kibuku.

Mwanika abriu a porta. Os muçulmanos a arrastaram para fora de casa enquanto ela gritava, disse o filho de 13 anos. Os vizinhos chegaram mais tarde e logo depois veio o marido George Mwanika. Eles haviam encontrado a mulher em uma poça de sangue, mas ainda com vida. Eles a levaram ao hospital, mas ao chegar lá, foi declarada morta.

No dia 23 de setembro Samson Nfunyeku, seu cunhado, foi morto depois de um debate religioso com um especialista muçulmano.

NAIROBI (Quênia) – Os muçulmanos do leste de Uganda ficaram com raiva de um homem porque ele tinha abandonado o islã para se converter ao Cristianismo e então mataram sua esposa em 19 de Outubro, um mês depois que o irmão do homem foi morto pelo mesmo motivo.

Mamwikomba Mwanika, mãe de oito filhos morreu a caminho do hospital depois que muçulmanos a tiraram de casa por volta de 9 da manhã.

Mwanika atendeu a algumas pessoas que batiam em sua porta procurando por seu marido na vila Kalampete, situada no bairro Kibuku.

Mwanika abriu a porta. Os muçulmanos a arrastaram para fora de casa enquanto ela gritava, disse o filho de 13 anos. Os vizinhos chegaram mais tarde e logo depois veio o marido George Mwanika. Eles haviam encontrado a mulher em uma poça de sangue, mas ainda com vida. Eles a levaram ao hospital, mas ao chegar lá, foi declarada morta.

No dia 23 de setembro Samson Nfunyeku, seu cunhado, foi morto depois de um debate religioso com um especialista muçulmano.

http://morningstarnews.org/2015/10/bloodshed-in-eastern-uganda-continues-as-christian-mother-of-eight-is-slain/

Uganda tem parada um ano após queda de lei que previa prisão perpétua de gays

Um ano após a revogação da lei que previa a prisão de perpétua de homossexuais, ativistas realizaram neste sábado uma parada gay em Uganda, na África.

Os participantes dançaram, cantaram e hastearam bandeiras de arco-íris, símbolo do movimento LGBT, em um espaço nos arredores da capital Kampala. O evento foi o ponto alto de uma semana de comemorações.

Leia mais: Iraquiano gay relata como escapou de ser atirado de prédio pelo ‘EI’

Um dos presentes afirmou esperar que a parada representasse um “passo adiante” no país. Em Uganda, boa parte da população ainda se opõe aos direitos dos gays, e a homossexualidade ainda é motivo para prisão.

A legislação que permitia condenar pessoas a prisão perpétua por “homossexualidade agravada” e bania a “promoção da homossexualidade” foi anulada pela Suprema Corte do país no ano passado.

Participantes estendem faixa na parada gay de Uganda (Foto:  Isaac Kasamani/AFP/Getty)
Apesar da realização da parada, Uganda ainda prevê a prisão de homossexuais

“A parada é para mostrar a toda a sociedade que violência, discriminação e perseguição contra a comunidade LGBT é uma coisa ruim”, afirmou Moses Kimbugwe, um dos participantes.

“Nós estamos aqui para mostrar a todos que sim, nós existimos, e queremos os nossos direitos assim como todos os outros ugandenses”, completou.

Richard Lusimbo, um dos organizadores, afirmou à agência de notícias AFP que a parada “é uma celebração de quem somos”.

Durante a semana, foram realizados outros eventos, como o Dia da Consciência Transgênera e o concurso de beleza “Mr. and Miss Pride”.

Em visita recente ao continente, o presidente dos EUA, Barack Obama, falou em favor dos direitos dos gays. Alguns líderes africanos, porém, têm afirmado que a homossexualidade não faz parte da cultura local.

http://www.bbc.com/portuguese/noticias/2015/08/150808_parada_uganda_ab

Embaixada americana em Uganda emite alerta sobre possíveis ataques

País, que já foi alvo de ataques do grupo somali al-Shabaab, pode ser palco de ataques contra estrangeiros

WASHINGTON — Os Estados Unidos disseram na quarta-feira que tinham informações de “possíveis ameaças terroristas” a locais frequentados por ocidentais na capital de Uganda, Kampala, e advertiu que um ataque poderia ocorrer em breve.

A Embaixada americana em Kampala emitiu o aviso em um comunicado publicado em seu site.

“A Embaixada dos Estados Unidos recebeu informações de possíveis ameaças terroristas aos locais onde os ocidentais, incluindo os cidadãos americanos, se reúnem em Kampala, e que um ataque pode ocorrer em breve”, diz o comunicado. “Por cautela, a missão cancelou alguns eventos não essenciais programados em hotéis locais nos próximos dias”, acrescentou.

Uganda é um aliado próximo de segurança dos Estados Unidos na África Oriental. A embaixada emitiu alertas semelhantes no ano passado sobre possíveis ataques no país.

A embaixada advertiu que os estrangeiros hospedados ou visitando hotéis devem esperar um aumento nas batidas de segurança.

Uganda é um dos países que mais contribuem para uma missão de paz da União Africana que combate o grupo militante islâmico al-Shabaab na Somália.

A al-Shabaab, aliada à al-Qaeda, atacou um centro comercial em Nairobi, capital do vizinho Quênia, em 2013. Em 2010, o grupo bombardeou bares esportivos em Uganda, onde as pessoas assistindo à Copa do Mundo de futebol na televisão. Dezenas foram mortos nos dois ataques.

http://oglobo.globo.com/mundo/embaixada-americana-em-uganda-emite-alerta-sobre-possiveis-ataques-15700914