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Suécia: Polícia se recusa a publicar descrição de três homens que estupraram uma menina de dez anos

É provável que isso ocorra porque 92% dos estupros na Suécia são cometidos por imigrantes , e o governo e a mídia suecos pretendem ocultar essas informações e manter as pessoas ignorantes e complacentes com relação ao que está acontecendo com seu país por causa do influxo de migrantes muçulmanos.

Mas agora essa determinação de impedir as pessoas de desenvolver pensamentos negativos sobre os imigrantes muçulmanos na Suécia está interferindo ativamente na segurança pública.

“Criança sueca violada por ‘três homens’ a caminho de casa: a polícia se recusa a dar descrição dos perpetradores”, Voz da Europa , 6 de maio de 2018:

Uma menina de 10 anos foi atacada por três homens depois que ela deixou a escola e estava voltando para casa. A criança foi estuprada em um cemitério em Östervåla, nos relatórios da Aftonbladet na Suécia .

Era quinta-feira, por volta das 15:00h, o terrível incidente ocorreu. Segundo a polícia, três perpetradores estavam envolvidos. Pelo menos um deles estuprou a garota.

“Nenhuma pessoa foi presa, mas recebemos uma boa descrição dos criminosos. Nós não queremos publicá-lo na mídia ”, diz o investigador da polícia Daniel Nilsson à SVT .

Com informações de Jihad Watch e imagem de Red Ice

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Rússia veta resolução dos EUA sobre a Síria

A Rússia vetou uma resolução da ONU, redigida pelos Estados Unidos, que teria condenado o suspeito ataque de arma química na semana passada perto de Damasco e estabelecido um novo órgão para determinar a responsabilidade pelos ataques com armas químicas na Síria.

A votação na terça-feira à tarde dos 15 membros do Conselho de Segurança foi de 12 a favor, sendo que a Bolívia se juntou à Rússia na votação “não” e houve abstenção da China.

A embaixadora dos Estados Unidos, Nikki Haley, disse que os Estados Unidos “deram um passo extra” para obter apoio russo para a resolução, a fim de assegurar que um novo órgão investigativo seja imparcial, independente e profissional – coisas que ela disse que seriam garantidas por uma resolução russa rival.

O embaixador da Rússia na ONU, Vassily Nebenzia, acusou os Estados Unidos de quererem que a resolução não “justifique o uso da força contra a Síria“.

Ele disse que a resolução está tentando recriar o antigo corpo de especialistas, cuja extensão Moscou bloqueou em novembro. Ele chamou esse corpo de “um fantoche nas mãos das forças anti-Damasco“.

Com informações de Ynet News e imagem de G1

Trump e o “canto da serpente”

Na semana passada, Donald Trump recebeu calorosamente o príncipe herdeiro da Arábia Saudita, Mohammed bin Salman, em sua primeira visita aos Estados Unidos, oportunidade em que o presidente exaltou a venda de equipamentos militares como um impulso à criação de emprego para norte-americanos, apesar das críticas acerca do envolvimento saudita na “guerra por procuração” travada contra o Irã em território iemenita.

O príncipe Salman havia agendado visita ao Egito, Reino Unido e Estados Unidos,  objetivando por em prática sua campanha para mudar a imagem do reino mostrando ao Ocidente que a Arábia Saudita estaria aberta à visitação. E prontamente, a porta-voz da presidência, Sarah Sanders, proferiu comunicado declarando : “o presidente espera poder discutir formas de fortalecer os laços entre Estados Unidos e a Arábia Saudita[1]”.

Realmente, o poder bélico estadunidense exerceu influência poderosa para o “fortalecimento de laços” euforicamente enaltecidos por Trump e Mohammed. Contudo, segundo a rede CNN, o príncipe herdeiro teria se sentido “humilhado” quando o presidente americano mostrou gráficos expondo as vultosas aquisições sauditas em relação aos equipamentos militares dos Estados Unidos, abrangendo, dentre outros, navios, defesa antimísseis, aviões e veículos de combate[2].

Constrangimentos à parte, Mohammed teve motivos para largos sorrisos: o Departamento de Estado norte-americano já submeteu ao Congresso a aprovação de possível venda de milhares de mísseis antitanque TOW, parte de um pacote maior de US$ 1 bilhão, que também inclui a manutenção de helicópteros e peças de reposição para veículos militares.

Às aquisições acima, devem ser somadas a possível venda de US$ 300 milhões em peças para a frota de tanques Abrams e veículos blindados da Arábia Saudita, bem como equipamentos e serviços no valor de US$ 106,8 milhões para a frota de helicópteros militares do reino[3].

De acordo com a imprensa, Trump e Mohammed discutiram um acordo de 2017, orçado em US$ 200 bilhões em investimentos sauditas com os Estados Unidos, incluindo grandes compras de equipamentos militares, reforçando a tese de que as mencionadas vendas contribuiriam para a criação de 40.000 empregos[4]. Todavia, Mohammed, arriscou dizer em inglês que os investimentos serão de US$ 400 bilhões, assim que forem totalmente implementados, em dez anos.

Em retribuição à oferta de investimento saudita, Trump além de declarar que os laços que unem os dois países estão fortes como sempre, teceu elogios ao rei Salman, afirmando que teria tomado uma “decisão muito sábia”, declarando ainda que sentia falta do rei, chamando-o de “um homem muito especial”.

Importante ressaltar que o príncipe herdeiro alvoroçou não somente Trump, mas outras autoridades influentes que fizeram “fila” para reuniões, incluindo o secretário de defesa, tesouro e comércio, o diretor da CIA e líderes do Congresso (democratas e republicanos).

Para coroar o discurso regado a “sangrentos petrodólares”, Trump criticou o Irã dizendo: “O Irã não tem tratado essa parte do mundo, ou o próprio mundo, apropriadamente. Muitas coisas ruins estão acontecendo no Irã”.

A declaração presidencial me incomoda… Como assim? “Muitas coisas ruins” também não estariam acontecendo na aliada Arábia Saudita? Porém, já me “corrijo” reconhecendo que os interesses geopolítico e comercial “eclipsam” o enfoque dos “direitos humanos” para a mídia mainstream e comunidade internacional no que tange às “nações amigas da onça”.

Mohammed tem impactado muitas lideranças ocidentais por conta de algumas  decisões que são recebidas pelos desavisados como a defesa de um “Islã moderado” em detrimento do fundamentalismo característico do país exportador da “doutrina whahabita”, que embasa ações terroristas em todo mundo. Certamente, os amigos de Mohammed desconsideram máculas importantes no “currículo real” do moço de 32 anos que promoveu a detenção de alguns dos homens mais ricos e poderosos de seu país numa fraudulenta “campanha anticorrupção”, denunciada como parte de tomada autoritária do poder violando a lei.

Outrossim, o príncipe herdeiro é um dos responsáveis pela catástrofe humanitária que assola o país mais pobre do mundo árabe. Ao iniciar a guerra no Iêmen, Mohammed era ministro da defesa e nada fez para coibir as violações dos direitos humanos que a Arábia Saudita vem perpetrando junto com seus aliados na guerra contra os rebeldes Houthis, apoiados pelo Irã. Os ataques aéreos da coalizão que lidera e o bloqueio de portos iemenitas vêm causando milhares de mortes entre os civis e a mais grave crise humanitária da atualidade, classificada como “catástrofe humanitária” por especialistas em direitos humanos.

Os horrores promovidos pela “monarquia do terror” incitaram Trump a reprovar as ações sauditas exigindo no ano passado o fim “imediato” do bloqueio imposto para a chegada de assistência humanitária ao país com mais de 11 milhões de pessoas esfaimadas. Porém, o presidente dos EUA não aceita o corte da ajuda para as operações militares do reino e o seu desejo foi acatado pelo Congresso, que rejeitou a resolução propondo o encerramento do apoio americano à campanha militar saudita que já matou mais de dez mil pessoas.

A postura de Trump tem se revelado decepcionante. Em tempos de campanha eleitoral, era a democrata Hillary Clinton a impetuosa defensora do reino apresentando-o como “força de paz e estabilidade”, enquanto Trump o criticava com veemência. Vale trazer à lembrança as palavras de Trump após os “atentados de 11 de Setembro”, acusando Riad de ser “o maior financiador mundial de fundos para o terrorismo”.

Disse Trump: “a monarquia petrolífera utiliza nossos petrodólares – o dinheiro nosso – para financiar os terroristas que buscam destruir nosso povo enquanto os sauditas contam conosco para protegê-los”. Durante a campanha, o então candidato republicano ameaçou bloquear as importações de petróleo saudita se o país não se engajasse na luta contra o Estado Islâmico.

Sete meses após a eleição, a primeira visita oficial do presidente Trump ao exterior foi justamente na Arábia Saudita. O republicano preferiu “esquecer” do relatório de inquérito parlamentar (2002) sobre os “atentados de 11 de setembro”, indicando que as autoridades sauditas prestaram assistência material para os terroristas/sequestradores e o grupo al-Qaeda. A “memória curta” deve ser também culpada pelo esquecimento de Trump em relação ao e-mail de 2014, divulgado pelo WikiLeaks, onde Hillary se queixava das autoridades sauditas e do Qatar, suspeitas de fornecerem apoio financeiro e logístico clandestino a grupos sunitas radicais na região”, leia-se, “facções terroristas islâmicas”.

Lamentavelmente, justificativa de “viés econômico” vem servindo para Trump trair compromissos de campanha abraçando a “serpente do deserto”. As “benfeitorias enganosas” de Mohammed  não escondem o “projeto de poder” vislumbrado pela jihad  (guerra santa) lançada por Maomé há mais de 1.400 anos, exigindo a submissão de toda terra ao Islã. A maior prova de que a Arábia Saudita continuará promovendo o terror no Ocidente vem dos seus próprios livros didáticos que ensinam a violência e ódio contra minorias[5].

Trump não teve “coragem” de criticar o conteúdo intolerante dos livros didáticos sauditas exaltando a jihad como luta contra não-muçulmanos, prescrevendo a execução de apóstatas e daqueles que zombam de deus ou do seu profeta Maomé, além de ensinar a humilhar não-muçulmanos e alertar os muçulmanos a não se associarem com os infiéis. Acreditar que um país islâmico conhecido como Dar al-islam (terra do Islã), que cultua a “jihad” contra o Ocidente vai negar a fé celebrando a “paz” com Darl al-Harb (terra da guerra)  é, no mínimo, patético.

Definitivamente, o “infiel Trump” caiu no “canto da serpente”…

[1] https://g1.globo.com/mundo/noticia/trump-recebera-principe-herdeiro-saudita-em-20-de-marco.ghtml

[2] https://www.haaretz.com/middle-east-news/trump-humiliated-saudi-crown-prince-while-boasting-about-arms-sales-1.5938561

[3] http://www.arabnews.com/node/1271866/saudi-arabia

[4] https://af.reuters.com/article/africaTech/idAFL1N1R214P

[5] https://www.middleeastmonitor.com/20180325-us-religious-freedom-body-urges-saudi-to-prioritise-textbook-reform/

 

30 % das jovens em subúrbios de Paris enfrentam ameaça de Mutilação Genital Feminina

A ameaça da mutilação genital feminina (MGF) na área populosa de Seine-Saint-Denis, nos subúrbios de Paris, pode afetar até 30 % das meninas na área, de acordo com uma socióloga francesa.

A socióloga francesa e diretora do Grupo para a Abolição da Mutilação Sexual (GAMS), Isabelle Gillette-Faye, afirmou que a prevalência da mutilação genital feminina nos subúrbios de Paris, muitas vezes referida como áreas proibidas , na Île-de-France região são preocupantes.

Gillette-Faye disse em  uma entrevista  a um site oficial da região que a prática muitas vezes envolve crianças mais velhas do que em outras regiões do mundo onde a MGF ocorre.

“Em geral, eles sofrem mutilações do tipo 2, ou seja, a remoção do clitóris e dos pequenos lábios”, disse Gillette-Faye.

A socióloga acrescentou que na França muitas vítimas são obrigadas a ir ao exterior para realizar a operação, muitas vezes antes de serem forçadas a casar.

A fim de combater a propagação da MGF, Gillette-Faye e seu grupo GAMS, foram capazes de treinar médicos e assistentes sociais para identificar casos e trabalhar com as autoridades.

“Ficamos aliviados quando deixamos a circuncisão duas ou três gerações atrás de nós. Famílias que vivem na França são frequentemente resistentes, pois as pressões sociais e tradicionais são muito fortes, e muitas vezes a família permanece no país [original] que decide ”.

Female Genital Mutilation is a “nuanced” crime 😡 http://www.breitbart.com/london/2018/01/19/police-commander-lack-female-genital-mutilation-convictions-nuances/ 

Police Commander on Lack of Female Genital Mutilation Convictions: ‘There Are Many Nuances to This…

The police commander tasked with tackling female genital mutilation has excused the lack of convictions by saying it has “many nuances”.

breitbart.com

A MGF tornou-se uma questão reconhecida em todo o mundo ocidental nos últimos anos, à medida que o número de casos explodiu. No Reino Unido, o número de casos é tão alto que, no ano passado, um caso foi descoberto ou tratado a cada hora .

No início deste mês, muitos celebraram o “Dia da Conscientização da MGF” para destacar o problema. A polícia de Surrey optou por passar o dia nas redes sociais, não destacando o problema do corte genital, mas sim investigando os usuários do Twitter por “tweets islamofóbicos”.

Na Irlanda, o médico e estudioso muçulmano Ali Selim endossou totalmente uma forma da prática no início desta semana dizendo: “Eu não sou um defensor da mutilação genital feminina, mas sou um defensor da circuncisão feminina”.

Com informações de Breibart

Site Muçulmano Canadense Publica Artigo Defendendo ‘Benefícios Médicos’ da Circuncisão Feminina

Um site muçulmano baseado na cidade canadense de Calgary publicou um artigo defendendo a prática da mutilação genital feminina (MGF) alegando que há benefícios médicos se parte dos genitais de uma mulher for removido, e dizendo que isso é justificado pelo Islã.

artigo, escrito pela autora e jornalista Asiff Hussein, pró-MGF, afirma que “Misoginistas e feministas” estão “denegrindo” a prática que ele alega ter benefícios médicos para as mulheres.

O colaborador do site defende a remoção do prepúcio, uma camada de pele nos órgãos genitais da mulher, alegando que a operação não é MGF, mas sim “circuncisão feminina”, já que não remove o clitóris.

Sua definição contraria a Organização Mundial da Saúde (OMS) que define MGF como “todos os procedimentos que envolvem a remoção parcial ou total da genitália feminina externa ou outra lesão dos órgãos genitais femininos por razões não médicas”, e acrescentam que não existe benefícios conhecidos para a saúde.

Hussein reconhece a definição da OMS, mas culpa a falta de pesquisas pró-MGF sobre “sentimentos islamofóbicos expressos por uma mídia amplamente controlada pelos judeus”.

Muitos também rejeitaram a MGF como uma prática cultural local sem ligações com a religião do próprio Islã. Hussein discordou dizendo que há uma referência à MGF nas palavras do profeta Maomé, também conhecido como Hadith.

Comentários sobre o artigo mostram uma ressonante rejeição dos argumentos de Hussein com alguns dizendo que a prática é “bárbara” e outros acusam os praticantes de abuso infantil. Um usuário foi questionado se o artigo era ou não uma sátira.

Os procedimentos de MGF em menores de 18 anos ou sem motivos médicos são atualmente ilegais no Canadá, de acordo com o Código Penal Canadense. Apesar disso, alguns alegam que as meninas canadenses foram levadas para o exterior para que o procedimento fosse realizado e os praticantes de MGF entraram no Canadá para realizar a operação dentro do país também.

“…there has not been a single conviction for FGM in Scotland…” http://www.breitbart.com/london/2017/07/17/migrants-travel-to-soft-touch-scotland-for-fgm-midwife-sees-150-cases-a-year/ 

Migrants Travel to ‘Soft Touch’ Scotland for FGM, Midwife Sees 150 Cases a Year

A Scottish midwife has revealed how she deals with cases of female genital mutilation (FGM) on an almost daily basis, seeing around 150 affected women and girls every year.

breitbart.com

No Reino Unido, o número de casos de MGF é estimado em 5.000 só no ano passado e até agora ninguém foi processado em conexão com a prática. No início deste ano, o Serviço Nacional de Saúde (NHS) estimou que havia novos casos de MGF sendo relatados ou tratados no Reino Unido a  cada hora .

A França adotou uma abordagem muito diferente em relação ao Reino Unido e ao Canadá e, desde que a proibição da MGF em 1983, processou centenas de praticantes.

Em abril, os Estados Unidos registraram as primeiras acusações de MGF quando três indivíduos foram acusados em Michigan. Uma investigação federal sobre uma conspiração mais ampla ocorreu em julho, incluindo  investigações em Los Angeles, Nova York e Chicago.

Com informações de Breibart

Ativistas: Os freios na Mutilação Genital Feminina não são suficientes

Espera-se que o governo da Somalilândia promulgue legislação que aborde o problema desenfreado da  mutilação genital feminina (MGF)  na região. A Somalilândia é uma área autônoma dentro da Somália, um país onde 98% das mulheres e meninas foram cortadas, a taxa mais alta de MGF no mundo. O governo emitiu recentemente uma fatwa (decreto religioso) que proíbe as duas formas mais extremas da prática. No entanto, a fatwa não tem autoridade legal.

Além disso, a fatwa não conseguiu proibir completamente a prática, deixando em aberto a possibilidade de FGM Tipo I, que envolve a remoção parcial ou completa do clitóris. Agora, os ativistas temem que, quando a legislação subsequente for aprovada, ela não vá longe o suficiente.

Relatos iniciais sobre a fatwa afirmavam que o governo havia tornado obrigatória a mutilação genital feminina do tipo I para todas as meninas da Somalilândia.

Enquanto isso, na Suíça, o Conselho Central Islâmico da Suíça emitiu recentemente uma opinião legal dizendo que  a lei islâmica justifica a prática da MGF e que não é prejudicial para as meninas. A MGF é ilegal na Suíça e qualquer tipo de corte é punível com até 10 anos de prisão.

A MGF refere-se a todos os procedimentos que envolvem a remoção parcial ou total da genitália feminina externa e / ou outras lesões nos órgãos genitais femininos por razões culturais ou outras não médicas.

A prática tem sérios e permanentes impactos negativos na saúde e sexualidade de mulheres e meninas, incluindo, a curto prazo, dores e sangramentos intensos, infecções e distúrbios urinários. Os efeitos a longo prazo incluem complicações durante o parto, anemia, formação de cistos e abscessos, formação de cicatriz quelóide, dano à uretra resultando em incontinência urinária, relação sexual dolorosa e disfunção sexual, hipersensibilidade, aumento do risco de transmissão do HIV, bem como graves efeitos psicológicos.

Leia o folheto informativo do Projeto Clarion sobre FGM

A MGF é classificada da seguinte forma pela Organização Mundial da Saúde:

Tipo I: Remoção parcial ou total do clitóris e / ou do capuz do clitóris

Tipo II: Remoção parcial ou total do clitóris e dos pequenos lábios, com ou sem excisão dos grandes lábios.

Tipo III: estreitamento do orifício vaginal com selo de cobertura. O selo é formado cortando e reposicionando os pequenos lábios e / ou os grandes lábios. Isso pode ocorrer com ou sem a remoção do clitóris.

Tipo IV: Todos os outros procedimentos prejudiciais à genitália feminina para fins não médicos, por exemplo: picada, perfuração, incisão, raspagem ou cauterização.

Com informações de Clarion Porject

Paquistão: Tribunal libera 20 muçulmanos suspeitos de queimar casal cristão vivo em forno industrial por “blasfêmia

“Tribunal paquistanês libera 20 pessoas suspeitas de queimar cristãos vivos em fornos industriais por ‘blasfêmia'”, Associated Press , 24 de março de 2018:

LAHORE, Paquistão (AP) – Um tribunal paquistanês absolveu vinte pessoas suspeitas de envolvimento no linchamento e morte de um casal cristão que foi lançado vivo em forno industrial acusado de blasfêmia em 2014.

Shahzad Masih, 26 anos, e Shama Shahzad, 24, trabalhadores de fábricas de tijolos e pais de três filhos, foram queimados vivos em um forno industrial por uma multidão incitada por acusações de que o casal profanou o alcorão na cidade de Kot Radha Kishan.

A polícia prendeu dezenas de aldeões e um tribunal em novembro de 2016 condenou cinco homens à morte, enquanto outros dez receberam penas de prisão diferentes. Mais de cem pessoas foram acusadas de atacar e assassinar o casal cristão em novembro de 2014.

Sajid Mesih e a sua mulher, que estava grávida, foram atacados por uma multidão sob acusação de terem profanado o alcorão. O casal, que vivia da fabricação de tijolos num forno tradicional, foi colocado dentro do referido forno e queimado vivo.

Posteriormente, foi divulgada a informação de que o crime teria sido instigado pelo empregador do casal, que os acusava de dívida. Daí, espalhou o boato de que tinha encontrado páginas queimadas do livro sagrado do Islã no seu lixo.

Quando a informação se espalhou, os clérigos muçulmanos locais passaram a pedir vingança, o que levou a multidão a ir até o local.

O promotor Abdur Rauf disse que o tribunal no sábado absolveu vinte suspeitos acusados ​​no caso em um estágio posterior.

Com informações Jihad WatchCPAD News

Mauritânia é acusada de prender e torturar ativistas antiescravagistas

A Anistia Internacional acusou as autoridades mauritanas de detenção arbitrária e tortura de ativistas antiescravistas.

Relatório divulgado pela instituição na quarta-feira tem por título “ Uma espada pairando sobre nossas cabeças”: A repressão de ativistas contra a discriminação e a escravidão na Mauritânia ”, onde se lê:“ Defensores dos direitos humanos mauritanos que falam contra práticas persistentes de escravidão e discriminação no país enfrentam prisões arbitrárias, tortura, detenção em prisões remotas e a proibição sistemática de reuniões ”.

Conforme o relatório, “as autoridades usam uma série de medidas repressivas contra ativistas antiescravistas, incluindo a proibição de protestos pacíficos, usando força excessiva contra os manifestantes, proibindo grupos de ativistas e interferindo em suas atividades”.

Leia: ativista anti-escravidão líder preso na Mauritânia

A instituição ainda denuncia que as autoridades mauritanas “não responderam adequadamente aos casos reportados de exploração, para identificar vítimas ou punir suspeitos”.  Ainda segundo a Anistia, em 2006, grupos internacionais antiescravagistas estimaram que cerca de 43.000 pessoas, ou 1% da população total do país, vivem em escravidão na Mauritânia.

O governo mauritano não se dispôs a comentar a denúncia, mas geralmente nega a existência da escravidão no país. O Estado muçulmano aboliu a escravidão em 1982.

Com informações e imagem de Middle East Monitor

Irã: Proeminente professor condenado à prisão

Um proeminente acadêmico iraniano foi sentenciado à 1 ano e 6 meses de prisão na terça-feira(13) apóes dar uma entrevista ao canal de notícias alemão Deutsche Welle , segundo comunicado de imprensa da DW .

Sadegh Zibakalam, professor de ciência política na Universidade de Tehran, foi encarregado de conceder uma entrevista a uma organização de notícias estrangeira na língua persa e foi acusado de fazer “propaganda contra a ordem da República Islâmica e propagação de informações falsas”, disse o comunicado.

Leia mais: terrorista morto ao esfaquear soldado próximo da residência do embaixador do Irã na Áustria

A entrevista foi concedida no dia 1º de janeiro por telefone onde o acadêmico falou sobre os protestos que estava ocorrendo no Irã. O comunicado ainda afirma que Zibakalam vai recorrer da sentença.

Com informações e imagem de Middle East Monitor

A BBC apela à ONU devido “punição coletiva” de seus jornalistas pelo Irã

A BBC britânica informou nessa segunda-feira que apelou às Nações Unidas para proteger seus jornalistas no Irã depois de declarar que a perseguição e o assédio à imprensa pelas autoridades iranianas aumentaram em 2017.

“A BBC está tomando o passo sem precedentes de apelar para as Nações Unidas porque nossas próprias tentativas de persuadir as autoridades iranianas para que acabem com seu assédio foram completamente ignoradas”, disse o diretor-geral da BBC, Tony Hall, em um comunicado.

“Na verdade, nos últimos nove anos, a punição coletiva dos jornalistas do Serviço Persa da BBC e suas famílias piorou”.

O secretário estrangeiro da Grã-Bretanha, Boris Johnson, disse em dezembro que ele denunciou “o assédio oficial de jornalistas que trabalham para a BBC persa e suas famílias dentro do Irã” com seu homólogo iraniano Mohammad Javad Zarif quando visitou Teerã.

A emissora disse que jornalistas em Londres trabalhavam na BBC persa, parte do BBC World Service, e suas famílias no Irã foram alvo desde o lançamento da estação de TV via satélite em 2009.

O assédio aumentou no ano passado, quando as autoridades iranianas alegaram que o trabalho do serviço era um crime contra a segurança nacional do Irã e congelou os ativos de mais de 152 funcionários atuais e ex-persas da BBC, afirmou.

BBC persa disse na época que foi outro passo do Judiciário do Irã para silenciar jornalistas imparciais.

A BBC disse que outras medidas contra seus jornalistas incluíram a prisão e detenção arbitrária de membros da família no Irã, o confisco de passaportes e proibições de viagem impedindo que as pessoas saíssem do Irã e a propagação de notícias falsas e difamatórias dirigidas a pessoas, especialmente mulheres jornalistas.

O Irã acusou a BBC de incitar a agitação após a disputa da reeleição do presidente Mahmoud Ahmadinejad em 2009 e disse que seus jornalistas transmitiram contra os interesses nacionais da República Islâmica.

No ano seguinte, proibiu os iranianos de entrarem em contato com dezenas de organizações estrangeiras, incluindo a BBC, que dizia estar tentando derrubar a teocracia islâmica.

A BBC disse que planejaria uma série de eventos em parceria com a Federação Internacional de Jornalistas nesta semana durante a 37ª sessão do Conselho de Direitos Humanos da ONU em Genebra.

Com informações de Middle East MonitorMiddle East Monitor