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Jordânia acusada de deportar refugiados sírios

Por  Andréa Fernandes

       A instituição Human Rights Watch divulgou relatório (2/10) denunciando as autoridades jordanianas pela párica deportação sumária de  refugiados sírios bem como expulsão de numerosas famílias sem que seja ofertada a possibilidade dessas família recorrerem da decisão.

      O relatório de 27 páginas é intitulado ” ” Não tenho ideia de por que eles nos enviaram “: desportações na Jordânia e expulsões de refugiados sírios “. De acordo com o documento as autoridades deportaram 400 refugiados sírios todos os meses durante os primeiros cinco meses de 2017.

      Inobstante tal fato, aproximadamente 300 refugiados a cada mês retornaram à Síria durante esse período em circunstâncias que pareciam ser voluntárias.

      Além disso, há estimativa que  por mês 500 refugiados retornaram para a Síria sob circunstâncias que não estão claras.  O país assentou mais de 654.500 refugiados sírios desde 2001.

        Bill Frelick , diretor de direitos de refugiados no Human Rights Watch

“A Jordânia não deveria estar enviando pessoas de volta para a Síria sem ter certeza de que não enfrentariam um risco real de tortura ou sérios danos e, a menos que tivessem uma oportunidade justa para defender seus argumentos para proteção”. Mas a Jordânia expulsou coletivamente grupos de refugiados, negou pessoas suspeitas de violações de segurança ao devido processo legal e ignorou as ameaças reais que os deportados enfrentam ao retornar à Síria.”

Fonte: https://www.middleeastmonitor.com/20171002-hrw-syria-refugees-being-deported-from-jordan/

Militância LGBT, homossexuais em países muçulmanos clamam por socorro

Por Andréa Fernandes

          É estarrecedor  o silêncio da grande mídia em relação à perseguição que a comunidade LGBT vem sofrendo em países muçulmanos. Dessa forma, enquanto no Brasil as redes continuam reverberando a polêmica causada pela decisão de um juiz do Distrito Federal outorgando o direito a psicólogos de tratarem homossexuais egodistônicos que solicitem terapia, vergonhosas violações dos direitos humanos  contra  a comunidade gay em países islâmicos vem sendo ocultadas para impedir que a opinião pública global tome conhecimento do sofrimento de seres humanos discriminados e perseguidos por lutarem pelo direito à orientação sexual que lhes apraz em virtude da imposição de normas comportamentais medievais embasadas na sharia (lei islâmica).

          Logo, é difícil compreender o motivo da aguerrida militância LGBT – em sua maioria –  não denunciar estridentemente a abominável ação egípcia de prender 7 homens por portarem a bandeira do arco-íris num show da banda libanesa Mashrou’Leila[1], que tem o vocalista assumidamente homossexual. Como se não bastasse esse condenável ato, a Anistia Internacional acaba de informar que os “presos por promover desvio sexual” nas redes deverão passar por exame anal antes do julgamento. A certeza de ausência de condenação internacional é tão grande que levou a Autoridade de Medicina Forense afirmar que investigará se os presos mantiveram relações sexuais com outros homens.

          Ademais, não faltam denúncias acerca da perseguição que vem sendo promovida por autoridades contra homossexuais  desde o dia 22 de setembro logo após o show da banda libanesa, porém, a situação se torna mais crítica em razão do fundamentalismo religioso abraçado pela população cujo país é falaciosamente chamado de “moderado” numa alusão mentirosa ao inexistente respeito aos direitos humanos. A maior prova do radicalismo generalizado presente no país é a forte pressão popular com apoio da mídia conclamando a “devida punição” dos homens que ousaram desafiar o poder da sharia erguendo uma bandeira que simboliza uma aberração para o Islã ortodoxo.

          Importante ressaltar que formalmente a homossexualidade não é considerada ilegal no Egito, porém, na década de 1990, a polícia intensificou a implementação de duas leis antigas[2]. Logo, a Lei contra a “devassidão”, publicada em 1961serviu para efetuar prisões junto à comunidade LGBT, tendo sido a motivadora para a polícia invadir uma boate no Cairo e prender 52 homens.

          Conforme acontece em outros países muçulmanos, há muita dificuldade no acesso aos dados exatos que retratam a perseguição governamental aos homossexuais, porém, segundo o jornal  New York Times, até o ano de 2016 haviam pelo menos 250 pessoas da comunidade LGBT presas, muito embora algumas instituições de direitos humanos afirmem que a estimativa de encarceramentos pode representar no mínimo o dobro do número de casos que ativistas conseguem documentar.

          Geralmente, o Egito processa homossexuais com base em acusações como “imoralidade” e “devassidão”[3] e os “crimes” podem resultar em prisões de até 8 anos.  As instituições Human Rights Watch e Anistia Internacional apresentaram pedidos de cancelamento do exame anal nos detidos suspeitos de homossexualidade alegando que a prática equivale a “tortura”, porém, o governo não atendeu ao apelo de cunho humanitário.

          Inobstante a caracterização de evidente e inaceitável violação dos direitos humanos, os detidos ilegalmente no Egito não representam o nível máximo de repressão que sofrem homossexuais no mundo muçulmano. Em países como o Irã, a prática homossexual pode resultar em pena de morte por enforcamento sendo este o “fim” de milhares de pessoas que violaram as regras advindas dos escritos sagrados islâmicos.

          Logo, há que se rever a motivação da famosa “Marcha do Orgulho LGBT”, que reuniu uma multidão em SP para defender direitos, criticar o governo Temer e reivindicar Estado laico, mas, estranhamente as críticas a governantes estrangeiros se limitaram aos presidentes dos Estados Unidos e Rússia[4], mantendo-se “silente” quanto aos abusos inomináveis cometidos por Estados totalitários islâmicos. Eleger apenas dois  presidentes para serem criticados quando a Associação Internacional de Gays, Lésbicas, Bissexuais, Transexuais e Intersexuais afirma em relatório que a homossexualidade é crime em mais de 70 países [5]– quando não é criminalizada nos EUA – torna a ação de protesto praticamente inócua.

          Ora, uma das maiores manifestações do país não aproveitar o ensejo de visibilidade gigantesca da opinião pública para propiciar “voz ativa” contra a perseguição e violações de direitos humanos sofrida pela comunidade LGBT no mundo muçulmano beira a uma hipocrisia espantosa e egoísmo injustificável que está muito longe de representar “orgulho” para qualquer ativismo que realmente se preocupa com a dignidade da pessoa humana.

Será que o medo de enfrentar o poder das mesquitas vinculadas ao radicalismo é o motivo real para a covarde omissão no socorro às minorias de gênero em países que seguem piamente os ditames da sharia?

Andréa Fernandes, presidente da ONG Ecoando a Voz dos Mártires, é bacharel em Direito, internacionalista, jornalista e Líder do Movimento Nacional pelo Reconhecimento do Genocídio de Cristãos e Minorias no Oriente Médio.

Imagem: https://www.thoughtco.com/what-is-jihad-2004414

[1] http://igay.ig.com.br/2017-09-30/egito-exame-anal.html.amp

[2]https://www.theguardian.com/global-development-professionals-network/2017/apr/03/jailed-for-using-grindr-homosexuality-in-egypt

[3] http://www.foxnews.com/world/2017/09/30/rights-groups-urge-egypt-to-halt-crackdown-on-homosexuals.html

[4] https://brasil.elpais.com/brasil/2017/06/18/politica/1497791801_155683.html

5] http://internacional.estadao.com.br/noticias/geral,ser-homossexual-e-crime-em-mais-de-70-paises-indica-relatorio,70001851321

 

Fome deve matar mais iemenitas do que a guerra

Mais de metade da população está agora em estado de insegurança alimentar com 7 milhões sofrendo fome permanente.

Genebra: catástrofe humanitária no Iêmen deve piorar à medida que a guerra tem arruinado a economia e está impedindo o abastecimento de alimentos conduzindo o país à beira da fome, disse o representante oficial da ONU no país, à Reuters.

“Ao longo de todo este país crianças estão morrendo”, disse Jamie McGoldrick. Coordenador Humanitário da ONU no Iêmen.

Quase dois anos de guerra entre uma coalizão árabe liderada pela Arábia Saudita e o Irã, apoiando o movimento Al Houthi, deixou mais da metade dos 28 milhões de iemenitas em estado de “insegurança alimentar”, com 7 milhões deles suportando a fome, de acordo com as Nações Unidas.

Al houthis têm sido amplamente responsabilizado por protelar os esforços para alcançar uma solução política e prolongar a crise.

No último revés, os maiores comerciantes do Iêmen deixaram de realizar novas importações de trigo devido a uma crise no banco central, segundo documentos vistos pela Reuters.

Já, oito em cada 10 crianças são raquíticas por desnutrição e a cada 10 minutos uma criança morre devido a doenças evitáveis, conforme relata a agência da ONU . Para sobreviver várias famílias muitas vezes dependem de um salário-benefício e o casamento infantil está aumentando, com as meninas casando aos 15 anos de idade, em média, e muitas vezes mais jovens.

A ONU estima que 18,8 milhões de pessoas precisam de alguma forma de ajuda humanitária, mas se esforça para entregar suprimentos, em parte por causa da guerra e em parte devido à falta de financiamento. A interrupção dos embarques de trigo vai agravar o problema.

“Sabemos que no início do próximo ano, vamos enfrentar problemas significativos”, disse McGoldrick, que descreveu a economia como “periclitante”.

Quase metade das 22 províncias do Iêmen já estão oficialmente classificadas como estando em uma situação de emergência alimentar, disse ele. Isso é quatro em uma escala de cinco pontos, onde cinco é a fome.

“Eu sei que existem alguns desenvolvimentos preocupantes e temos visto que a deterioração na economia e os serviços de saúde e a capacidade de fornecer alimento somente nos daria uma estimativa de que as coisas vão ficar muito pior”, disse McGoldrick.

A ONU tem vindo a realizar uma nova avaliação de alimentos em preparação para um novo apelo humanitário em 2017, quando irá pedir doadores para ajuda a socorrer 8 milhões de pessoas. Mas a fome pode ainda não ser declarada oficialmente.

Fome “significa mais de duas pessoas que morrem por dia para cada 10.000 na população, ou cerca de 5.500 mortes por dia em todo um país do tamanho do Iêmen, de acordo com um cálculo da Reuters . A corrente de “emergência” em grande parte do Iêmen ainda significa 1-2 mortes por 10.000.

http://gulfnews.com/news/gulf/yemen/yemen-edging-nearer-famine-as-war-takes-toll-1.1947351

Cristãos não têm direito a sepultamento

Família teve que desenterrar a mãe de cemitério local porque a comunidade muçulmana não permite o sepultamento de cristãos.

Em um dos países da Ásia Central, uma família cristã vive momentos muito difíceis. Amina* (mãe), morreu recentemente e a família foi impedida de enterrá-la no cemitério local pela comunidade muçulmana. Eles exigiram que ela fosse levada para longe dali. Quando finalmente conseguiram ajuda das autoridades da cidade, que convenceram alguns muçulmanos mais velhos, o problema parecia estar resolvido.

Amina foi enterrada e seus familiares voltaram para casa. Na manhã seguinte, porém, os muçulmanos fizeram uma manifestação contra o sepultamento. Eles gritavam “kafirs” (pecadores) e chamavam os cristãos de traidores. O representante das autoridades voltou durante o dia e decidiu que o corpo fosse retirado daquele cemitério e enterrado em território neutro.

Infelizmente, os filhos tiveram que desenterrar o corpo da mãe e procurar um novo local. A situação desconfortável causou ainda mais dor à família, além do total constrangimento e sensação de vulnerabilidade. Usman*, um líder cristão local esteve com eles para confortá-los e encorajá-los, juntamente com um grupo de cristãos que se disponibilizou a orar com eles.

*Nomes alterados por motivos de segurança.

https://www.portasabertas.org.br/noticias/2016/12/cristaos-nao-tem-direito-a-sepultamento

Organização de direitos humanos burla opressão da ditadura coreana para levar informação à população

Assistir novelas e ver seriados como Friends e Seinfeld pode ser algo ordinário no mundo Ocidental, na Coreia do Norte é um ato extremo de desobediência civil. Ameaçar a alienação imposta pela ditadura socialista que reina no país é crime punível com pena de morte.

Entretanto, desde 2005 a população norte-coreana vem contrabandeando através da fronteira com a China um aparelho conhecido como notel (uma junção de “notebook” com “televisão”) que permite reproduzir DVDs, além de contar com portas USB, entrada para cartões de memória, e capturar sinais de rádio e tv.

Como não poderia colocar um país inteiro dentro dos seus campos de concentração, Kim Jong-un legalizou o aparelho no país em 2014, e claro que o único conteúdo liberado é o aprovado pelo governo. Para driblar este empecilho, organizações de direitos humanos vem há anos colocando, até mesmo usando balões, pen drivers dentro da na nação comunista. Deste modo, quando os guardas notam que o aparelho estava uso faz pouco tempo, eles veem a entrada para DVD ocupada com uma novela da Coreia do Norte, mas não percebem o pendrive que o cidadão rapidamente conseguiu esconder.

Você também pode ajudar os norte-coreanos a libertarem-se da sua ditadura! Os Estudantes pela Liberdade estão recolhendo pen drives que serão entregues a Human Rights Foundation e despachados, via balões, para a Coreia do Norte.

Se você quiser doar um, é só mandar pro escritório de Belo Horizonte, que doamos para você!

Estudantes Pela Liberdade
Avenida Brasil, 709, Quarto Andar
Belo Horizonte – MG
CEP 30140-000

Ativistas sírios relatam novos ataques de cloro

Ativistas sírios e um médico relataram na quinta-feira novas suspeitas de ataques químicos na província noroeste de Idlib, deixando várias dezenas de pessoas sofrendo de asfixia.

Mohammed Tennari, um médico que testemunhou perante o Conselho de Segurança da ONU no mês passado após o tratamento de um número de vítimas em Idlib depois de um ataque químico, dizendo que houve pelo menos três ataques separados na província que feriram cerca de 80 pessoas.

Tennari, que falou à Associated Press de perto da fronteira com a Turquia, falou acerca de relatórios de campo compartilhados por médicos nas três aldeias que teriam sido atingidas. Os relatórios mostram que helicópteros do governo lançaram bombas de barril contendo cloro sobre as aldeias de Janoudieh, Kansafrah, e Kafr Batiekh na quinta-feira.

Tennari está no seu caminho de volta dos Estados Unidos, onde ele informou ao Conselho sobre um suposto ataque de cloro em março, que matou três crianças e sua avó na mesma província. Ele é o coordenador para a Síria da Sociedade Americana de Medicina, que tem pessoal médico voluntário que trata das vítimas e de comunicação de ataques na Síria.

Além disso, a Rede Síria para os Direitos Humanos, outro grupo de monitoramento que é baseado fora do país, relatou os três ataques diferentes, compartilhando no Twitter imagens que disse serem de hospitais de campanha, onde as vítimas foram tiradas. O grupo informou que 69 pessoas ficaram feridas nos ataques.

Os relatórios não puderam ser verificados de forma independente. Houve um aumento nas notificações de suspeitas de bombas de cloro em meio a combates que se intensificaram na província, onde os rebeldes fizeram avanços significativos contra as tropas do governo nas últimas semanas. Combatentes rebeldes tomaram a capital provincial e semanas mais tarde mudaram-se para uma cidade estratégica perto da fronteira com a Turquia. O governo prometeu restaurar o controle.

Tennari disse que um homem de aproximadamente trinta anos morreu quinta-feira a partir de outro suspeita de ataque de cloro na quarta aldeia em Idli, em 2 de Maio, e um bebê de seis meses morreu no ataque, disse Tennari.

Apesar de condenar esses ataques, as Nações Unidas tem sido incapaz de acompanhar, através de ação ou atribui culpa ao responsável. O aumento dos ataques vem como os Estados Unidos liderando um esforço para criar uma forma de atribuir culpa.

Na quinta-feira, o presidente do conselho atual, o Embaixador lituano Raimonda Murmokaite, disse que uma “grande maioria” dos membros apoiam esse esforço dos EUA e estão prontos para moverem-se rapidamente nos próximos dias. Mas a Síria, aliada da Rússia, está preocupada se vai ser objetivo, com o embaixador Vitaly Churkin dizendo a AP, “Eles fizeram a sua atribuição de culpa já.”

Os EUA e alguns outros membros do conselho acusam o governo sírio de usar cloro contra os seus próprios cidadãos, dizendo que nenhuma outra parte no conflito tem os helicópteros para lançar essas armas. A Rússia insiste que são necessárias mais provas para culpar alguém.

Mesmo o Conselho de Segurança, mal dividido sobre a Síria, se reuniu em 2013 para livrar a Síria de seu programa de armas químicas, e o cloro não foi incluído nesse esforço. A arma química não tem de ser declarada, porque também é usada para fins regularmente na indústria. O cloro é um elemento químico tóxico utilizado como um agente de branqueamento e para purificação de água, mas na forma mais concentrada pode causar sufocamento nas vítimas.

Os relatos de novos ataques vieram depois que o diretor de operações do  Comité Internacional para a Cruz Vermelha, Dominik Stillhart, advertir na quinta-feira que a situação humanitária na Síria se deteriorou acentuadamente em meio a intensificação dos combates em diversas partes do país entre as forças governamentais e os grupos rebeldes, e também entre facção da oposição rival.

“A luta está aumentando em muitas partes do país, e mais e mais pessoas estão sendo forçadas a fugir de suas casas. Ela está a causar um sofrimento incalculável “, disse Stillhart.

Stillhart terminou uma visita de dois dias à capital síria, Damasco, onde se encontrou com funcionários do governo, apelando para mais acesso às áreas afetadas pelo conflito, incluindo a devastada pela violência, assediando o campo de refugiados palestinos de Yarmouk, nos arredores de Damasco.

O acampamento tem sido palco de confrontos entre os combatentes locais e do Estado Islâmico do Iraque e Síria (ISIS) desde o início de abril. Foi a última tragédia para engolfar moradores do campo, que já sofriam por meio de um devastador cerco de dois anos, com fome e doenças.

Cerca de 18 mil pessoas ainda estão no acampamento, uma área construída que foi o lar de cerca de 160.000 palestinos e sírios. A Organização das Nações Unidas no fim de semana expressou preocupação sobre a continuação dos combates, juntamente com o uso de armas pesadas, e ataques aéreos.

cs Combates também se intensificaram em outras partes da Síria, nas últimas semanas, com os avanços rebeldes empurrando as forças do governo de áreas contestadas no sul e no norte do país. As tropas do governo estão pressionando para trás.

Na quinta-feira, as forças do governo sírio e os combatentes aliados do grupo libanês Hezbollah tomaram o controle dos combatentes islâmicos de mais áreas próximas à cidade de fronteira síria de al-Assal Ward.

http://english.alarabiya.net/en/News/middle-east/2015/05/08/Syrian-activists-report-new-chlorine-attacks-in-Idlib.html