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Reino Unido:solicitante de refúgio sudanês que assassinou uma jovem a facadas por recusar sexo é condenado à prisão perpétua

Solicitante de asilo, 29 anos, que disse estar fugindo da perseguição política no Sudão, é condenado a prisão perpétua por esfaquear uma mulher de 21 anos de idade 15 vezes em um ataque porque ela se recusou a fazer sexo

Um requerente de asilo que assassinou com selvageria uma mulher de 21 anos numa ‘ira explosiva’ depois dela recusar ter relações sexuais com ele foi condenado a prisão perpétua.

Karar Ali Karar esfaqueou Jodi Miller com uma faca de cozinha 15 vezes na cabeça e no corpo depois que ela rejeitou seus repetidos avanços sexuais em um apartamento em Leeds.

O cidadão sudanês de 29 anos realizou o ataque drogado diante de um estudante de 15 anos e dois outros homens em 26 de fevereiro.

Ele veio para o Reino Unido há quatro anos para escapar da perseguição política, afirmou sua defesa. 

Leeds Crown Court ouviu um dos golpes de faca atravessar seu peito e causou sua morte, enquanto a arma do crime se dividiu em três pedaços durante o assalto. 

O ataque aconteceu na casa de Abdi Dhoobe, um amigo da mulher assassinada, enquanto Karar morava no apartamento acima. 

No processo, Jason Pitter disse que Jodi estava entre um grupo de amigos que costumavam se encontrar no apartamento e que Karar ocasionalmente visitava.

O tribunal ouviu que Karar começou a incomodar Miss Miller por sexo nos dias que antecederam o ataque. Pitter acrescentou: “Ele estava ficando cada vez mais desesperado, frustrado e enfurecido em seus esforços, oferecendo até dinheiro para isso.

Jodi, compreensivelmente, não mostrava interesse algum no acusado. O tribunal ouviu a testemunha dizendo que houve um desentendimento num determinado momento, enquanto outros no apartamento disseram a Karar para deixá-la sozinha.

Pitter disse: “Eles disseram que ela não era esse tipo de pessoa”.

Imagens de CCTV mostraram que Karar deixou o apartamento e retornou em várias ocasiões.

Ele se armou com uma faca de cozinha de sua propriedade antes de retornar e realizar o ataque.

A testemunha Pitter disse: “Ele ficou tão enfurecido e frustrado com a rejeição dela que decidiu, em sua mente, ensinar-lhe uma lição. Para enfrentá-la e, finalmente, matá-la.

Jodi tentou fugir do apartamento do porão em Leeds, West Yorkshire, quando foi atacada, mas Karar a impediu.

Em um estágio, ele parou o ataque, chutou-a e chamou-a de prostituta.

No começo do dia, a corte ouviu que Karar ofereceu dinheiro a Jodi por sexo, mas ela recusou.

Karar recebeu uma sentença de prisão perpétua com um prazo mínimo de 25 anos depois de se declarar culpado de assassinato ontem, pouco antes de ir a julgamento.

Sentenciando Karar, o juiz Rodney Jameson disse: “Parece ter havido uma espécie de quebra no seu ataque antes de você chutá-la, chamando-a de prostituta.

Há uma amarga ironia nisso. Você a atacou precisamente porque ela não estava preparada para agir dessa maneira, que é o que você estava exigindo.

Sr. Dhoobe, outro homem e um menino de 15 anos, onde no apartamento no momento em que Karar realizou o ataque, que durou três minutos, e tentou impedir a violência.

Karar ameaçou matá-los durante o incidente e avisou-os para não “delatarem” quando ele partiu.

A corte ouviu que a arma do crime foi dividida em três partes durante o ataque feroz. Dhoobe ligou para os serviços de emergência, mas Jodi foi declarada morta pouco depois de ser levada ao hospital.

Karar foi preso e disse à polícia que esfaqueou Jodi porque ela lhe deu uma bofetada.

Pitter disse: ‘Se ela o tivesse esbofeteado, isso não surpreenderia. No entanto, não dá justificação ou explicação adequada para sua reação extrema.

Simon Kealey, atenuando, disse que Karar sofreu alguns problemas de saúde mental que foram agravados pelo abuso de drogas e álcool.

Kealey disse: “Ele pediu através de mim para expressar à família de Jodi Miller suas desculpas por suas ações naquele dia.”

Sentenciando Karar, o juiz Jameson disse: ‘Você pediu a ela sexo. Ela tinha um parceiro e ela não estava interessada em você dessa maneira e ela deixou isso claro.

‘Você reagiu com uma raiva explosiva a uma recusa inteiramente apropriada de se envolver com você sexualmente.

A morte dela não foi imediata. Infelizmente ela ainda estava consciente por um tempo depois de dizer que estava morrendo. Seu sofrimento e terror nesse ponto só podem ser imaginados.

Imagem e informações Daily Mail

 

Judiciário e feminismo na contramão do combate à violência contra as mulheres

Por Andréa Fernandes

Na semana passada houve uma notícia que em outros tempos deveria ser, em tese, a pólvora necessária para explosão nas redes da revolta de grupos feministas e seus coletivos do ódio. A Associação dos Magistrados do Brasil (AMBI) ingressou com Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) no Supremo Tribunal Federal (STF) em face da lei que autoriza as autoridades policiais a concederem medidas protetivas de urgência às mulheres agredidas.

A Lei nº 13.827/2019, que altera a Lei Maria da Penha ( Lei nº 11.340/2006), sendo originária do Projeto de Lei da Câmara 94/2018, aprovado no Senado em abril, foi sancionada[1] pelo presidente Jair Bolsonaro e publicada no Diário Oficial da União na terça-feira próxima passada, mas não causou celebrações por parte das “vozes feministas” na grande mídia, apesar de ter o propósito de facilitar a aplicação de medidas protetivas de urgência para mulheres ou a seus dependentes em casos de violência doméstica ou familiar.

A lei, aprovada sem vetos, outorga mais poder a autoridades do Judiciário e policiais para adoção de medidas protetivas emergenciais. Desse modo, segundo o novo dispositivo legal, constatada a existência de risco atual ou iminente à vida ou à integridade física da mulher, ou de seus dependentes, o agressor deverá ser imediatamente afastado do lar,  domicílio ou local de convivência com a vítima. O afastamento urgente deverá ser determinado pelo juiz, delegado de polícia (quando o município não for sede de comarca) ou pela autoridade policial (no caso do município não for sede de comarca e não houver delegacia disponível por ocasião da denúncia). Todavia,  quando as medidas protetivas forem determinadas por delegado ou policial, o juiz deverá ser comunicado no prazo máximo de 24 horas e decidirá em igual prazo sobre a manutenção ou revisão da medida, comunicando sua decisão ao Ministério Público, além do que, a norma que já está em vigor, dispõe que o juiz competente determinará o registro da medida protetiva de urgência em banco de dados mantido e regulado pelo Conselho Nacional de Justiça (CNN), o qual será acessado pelo Ministério Público, Defensoria Pública, órgãos de segurança pública e assistência social[2].

O texto também prevê que os criminosos não devem ter liberdade concedida enquanto perdurar o risco à vítima ou à efetividade da medida protetiva.

A lei anterior estabelecia um prazo de 48 horas para que a autoridade policial comunicasse o juiz sobre as agressões sofridas pela vítima para que o mesmo decidisse sobre as medidas protetivas, mas a real aplicação das medidas protetivas demandava tempo que poderia resultar em fatalidade, pois a decisão judicial só entraria em vigor após o criminoso ser localizado e intimado por oficial de justiça[3].

Contudo, a Associação dos Magistrados Brasileiros ao ingressar com Ação Direta de Inconstitucionalidade no STF há uma semana (13/05), alega que a mudança fere o Princípio da Reserva de Jurisdição, violando os incisos XI e LIV, do art. 5º da Constituição Federal, partindo do pressuposto que não se pode cogitar a possibilidade de um delegado ou policial interferir na casa de alguém sem ordem judicial para tanto, ainda que para retirar o agressor, privando-o de liberdade, antes do devido processo legal. A lei não pode conter tal autorização porque a Constituição estabeleceu as exceções nela previstas de flagrane delito, desastre ou autorização judicial[4].

Segundo o teor da ADI, a nova lei institucionaliza o “Estado policialesco” e o “desvirtuamento do Estado Democrático de Direito”, e o patrono da Associação de Magistrados ainda usou a recorrente estratégia de “especulação” para alcançar êxito na demanda judicial, ao afirmar:

Ocorre que a maioria dos casos de violência à mulher – pelo que pode se ver das informações jornalísticas e que poderão ser objeto, para verificação, de diligência desse STF ou até de audiência pública – têm se verificado nas grandes cidades, onde o Poder Judiciário está presente, e não decorrem de ausência ou insuficiência da prestação jurisdicional”.

Trocando em miúdos a “audácia” da entidade representante do nosso querido Judiciário: não cabe, no caso em tela, a configuração do princípio processual básico do “ônus da prova cabe a quem alega o fato”. Juízes, quando integram a autoria de ação, podem delegar ao Judiciário a obrigação que seria sua, e por isso, a associação lança para as costas do STF a atribuição de “checar” a veracidade do seu argumento de que supostamente a maioria dos casos de violência contra mulher ocorreriam nas grandes cidades, onde presume-se que o Poder Judiciário estaria presente, pelo menos no sentido de “estrutura predial”. Aliás, se não “interessar” ao STF verificar a autenticidade do argumento, basta ratificá-lo.

A associação não juntou à sua peça inaugural um documento sequer mostrando as tais “informações jornalísticas” comprovando sua tese, que talvez não mereça ser “confrontada” por advir de “julgadores” preocupados com os “direitos constitucionais” dos “agressores machistas” que promovem violência contra as mulheres. Inclusive, peço “licença” para a contaminação pelo “vírus do feminísmo” ao não reconhecer temporária e metaforicamente que a Constituição deve ser obedecida, ainda que o seu teor privilegie, nesse caso, os “direitos” de perigosos criminosos, muito embora, saibamos que não faltam exemplos demonstrando que o STF “não está nem aí” para a observância da boa prática do Direito e respeito ao ordenamento jurídico, pelo que, quatro dos seus ministros[5] acataram a aberração de punição da homofobia com base na lei para o racismo[6]. Nesse caso, a chamada “analogia” entrou em cena única e exclusivamente por atender a “agenda progressista”, que via de regra, está acima dos reclames constitucionais, doutrinários e/ou jurisprudenciais.

Entrementes, é notório nessa ADI que o intuito da Associação de Magistrados é demonstrar com base em simples conjectura, que não haveria “prejuízo” para as mulheres que diariamente sofrem violência doméstica, ainda que estejamos cansados de assistir notícias alarmantes de agressão e “feminicídio”, cujos índices vêm crescendo de maneira avassaladora.

Daí, cumpre indagar, só por uma questão de “amor ao debate”: como pode a Associação de juízes acreditar na falácia de que seria possível levantar dados precisos sobre a identificação dos aludidos crimes contra as mulheres supostamente noticiados pela imprensa se a mesma informa que não há certeza nem mesmo do número verdadeiro de casos de violência contra a mulher, uma vez que pesquisa do Fórum Brasileiro de Segurança Pública divulgada em fevereiro mostrou que no estado de São Paulo apenas 10% das mulheres que foram vítimas de alguma agressão procuraram a delegacia[7]? Ou seja, nem mesmo nos estados com suposta estrutura para registro e informação, não há como precisar números desse tipo de violência. Ademais, tem um agravante: a princípio, para algumas autoridades, o feminicídio não seria subnotificado, porém, os crimes anteriores ao assassinato das mulheres, sim! Logo, até mesmo no estado de São Paulo, há subnotificações no tocante à violência contra a mulher.

Outrossim, percebe-se que o nobre advogado da Associação de Magistrados não fez leituras acerca do tema. Se o fizesse, saberia que pesquisa divulgada pela FAPESP[8] aponta que:

Mais da metade das mulheres vítimas de abusos e agressões não denuncia seus algozes, possivelmente, porque são desencorajadas ou mal atendidas nas delegacias e serviços públicos de saúde. A conclusão consta da segunda edição do relatório “Visível e invisível: A vitimização de mulheres no Brasil”, divulgado em fevereiro pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública, em parceria com o DataFolha(…). Quase metade das mulheres continua sendo vítima de violência dentro de casa. Das que decidiram seguir em frente e denunciar seus agressores, apenas 22,2% procuraram um órgão oficial, como a Delegacia da Mulher. As outras 29,6% preferiram recorrer à ajuda da família, de amigos ou da igreja”.

Ué, por que será que na pesquisa acima referenciada não consta alusão a nenhum MOVIMENTO FEMINISTA ou COLETIVO prestando socorro às mulheres vítimas de violência? Ao que parece, o “sistema patriarcal religioso” vem sendo mais útil na tentativa de amparo às vítimas da violência doméstica.

Cabe ressaltar que são muitos os dados que devem ser averiguados para analisar se seria satisfatória a atuação do judiciário quanto a eficácia das medidas protetivas sob o comando da Lei Maria da Penha, caso a associação de magistrados tenha êxito na ADI. De fato, nem conhecemos ao certo, a natureza do fenômeno de “feminicídio” e a evolução das suas pernósticas garras nos últimos anos, uma vez que, conforme apurado pelo jornalista Daniel Sousa, somente a partir de outubro de 2016, o ISP (Instituto de Segurança Pública) passou a publicar, com periodicidade mensal, dados estatísticos referentes à incidência de feminicídio e tentativa de feminicídio. Antes dessa data, os registros eram todos como “violência contra a mulher” sem especificação, não se sabendo qual fenômeno caracterizaria a referida violência, o que mostra incipiência nas pesquisas sobre o tema.

Conforme dados divulgados pela OMS (Organização Mundial de Saúde), uma em cada quatro mulheres no mundo é vítima de violência doméstica e a Agência das Nações Unidas estima que no Brasil, as notificações violentas envolvendo mulheres tenham aumentado cerca de 230% nas últimas três décadas, o que por si só, demonstra a gravidade e urgência de medidas sérias para mudar esse caótico quadro. Porém, no “paraíso midiático das feministas”, ainda não houve real interesse de discutir seriamente os complexos aspectos que envolvem a violência contra a mulher e nem mesmo pressionar o Legislativo a trabalhar no sentido de promover medidas que protejam as vítimas da violência masculina.

Feministas estão caladas nas redes acerca do intuito da Associação de Magistrados de expurgar um instrumento de defesa dos direitos das mulheres via STF, que é discutível realmente do ponto de vista constitucional , mas poderia ser discutida “solução legal” e rápida para a pendenga judicial in casu. Contudo, é difícil acreditar que movimentos feministas, ou mesmo jornalistas e humanistas seletivos “movam uma palha” para dar visibilidade a questão num momento em que não se importaram de fato com a tramitação do projeto de lei que visa evitar que casos de violência contra a mulher deixem de ser notificados à polícia. De modo que, não houve alarde , os casos de suspeita ou confirmação de violência contra a mulher atendida em serviços públicos e privados.

Conclusão: no Brasil a “analogia judicialesca” não comporta os direitos das vítimas da violência contra as mulheres e as feministas “não  têm peito” para defender as pautas que realmente importam para coibir o feminicídio e demais crimes contra a mulher. Assim, no país das narrativas do progressismo decadente, o feminismo continua “machista”.

Andréa Fernandes – advogada, jornalista, internacionalista e presidente da ONG Ecoando a Voz dos Mártires.

Daniel Sousa – jornalista e graduando de História.

Imagem: Diário do Litoral

[1] https://www12.senado.leg.br/noticias/videos/2019/05/sancionada-proposta-que-facilita-medidas-de-protecao-as-mulheres

[2] https://www12.senado.leg.br/noticias/materias/2019/05/14/publicada-lei-que-facilita-medidas-de-protecao-as-mulheres

[3]http://agenciabrasil.ebc.com.br/politica/noticia/2019-05/lei-permite-medidas-emergenciais-mulheres-vitimas-de-violencia

[4] https://www.conjur.com.br/2019-mai-16/lei-autoriza-policial-conceder-medida-protetiva-questionada?utm_source=dlvr.it&utm_medium=facebook

[5] https://oglobo.globo.com/sociedade/quatro-ministros-do-stf-votaram-pela-punicao-de-homofobia-com-lei-sobre-racismo-23470946

[6] http://www.stf.jus.br/portal/cms/verNoticiaDetalhe.asp?idConteudo=403949

[7] https://g1.globo.com/sp/sao-paulo/noticia/2019/02/26/violencia-contra-mulheres-praticada-por-vizinhos-cresce-uma-em-cada-cinco-relata-agressao-diz-datafolha.ghtml

[8] https://revistapesquisa.fapesp.br/2019/03/07/faces-da-violencia-domestica/

Mauritânia: Parlamento rejeita duas vezes as leis que endurecem as penas por violência contra as mulheres

As feministas na Mauritânia estão lutando uma batalha difícil para ver penalidades mais duras para violência sexual e discriminação em um estado conservador onde o direito penal é derivado da Sharia.

“Poucos sobreviventes de ataques sexuais se atrevem a falar na Mauritânia”, disse a Human Rights Watch em um relatório em setembro passado.

A entidade criticou “um sistema disfuncional que desencoraja as vítimas de acusações (e) pode levar a uma nova traumatização ou punição.”

Os grupos de mulheres ajudaram a elaborar legislação para combater a violência baseada no gênero, exigindo penas mais duras para o estupro, a criminalização do assédio sexual e a criação de tribunais específicos para lidar com a violência sexual.

Mas o projeto foi rejeitado duas vezes pelo parlamento, apesar dos esforços para elaborar textos que estão dentro dos limites da lei Sharia – por exemplo, sexo extraconjugal permaneceria um crime.

Os legisladores se opuseram a disposições que permitem que as mulheres viajem sem a permissão de seus maridos, e permitem que grupos de apoio a vítimas arquivem processos civis.

Liderando a luta pela mudança está a Associação de Mulheres Chefes de Família (AFCF), cujo presidente Aminetou El Moctar disse à AFP: “Precisamos desta lei, porque sabemos que a violência contra as mulheres está aumentando” – embora as estatísticas sobre o flagelo estejam seriamente ausentes.

Nos escritórios da AFCF, Zahra (nome fictício) relatou como uma vizinha teve sua filha de cinco anos raptada de sua casa enquanto dormia, e depois foi estuprada a menina.

Por causa da pouca idade da menina e do fato de que o estuprador era um pedófilo serial, ele foi rapidamente condenado a 10 anos de prisão.

Mas a AFCF afirma que, na Mauritânia, os violadores condenados raramente cumprem suas sentenças.

“Ele provavelmente ficará um ano no máximo”, disse Mariem, um pesquisado do caso. “Depois disso, ele poderá pagar fiança e sair em liberdade condicional.  Então, quando houver uma anistia geral, ele se beneficiará disso. ”…

Imagens e informações Jihad Watch

Padre grego espancado por requerentes de asilo na frente de sua igreja

Um padre ortodoxo grego foi espancado por dois requerentes de asilo sírios na frente de sua própria igreja.

O sacerdote observou os migrantes estacionamento suas motocicletas no pátio do santuário de São Nicolau, em Patisia, um bairro de Atenas, na sexta-feira à tarde, e foi até eles para convencê-los a retirará-las do local, segundo o jornal  Proto Thema relata .

Depois de uma troca de palavras acalorada, diz-se que os sírios deram um soco no padre e depois fugiram. Inicialmente, a polícia prendeu dois suspeitos e interrogou-os na delegacia de Agios Panteleimonas, mas deixou-os ir devido à falta de provas.

Não muito tempo depois que os suspeitos iniciais foram libertados, os perpetradores chegaram à delegacia de polícia e se renderam às autoridades.

Breitbart London@BreitbartLondon

Lesbos: Huge Christian Cross Destroyed After Migrant NGO Demanded Removal of ‘Crusader Tool’ https://www.breitbart.com/europe/2018/10/15/lesvos-cross-destroyed-migrant-ngo/ 

Lesbos: Huge Christian Cross Destroyed After Migrant NGO Demanded Removal of ‘Crusader Tool’ |…

Greek islanders reacted with anger to the destruction of a large stone cross after a migrant NGO said it promoted “hate” against migrants.

breitbart.com

O ataque acontece apenas meses após a destruição de uma cruz de pedra em Lesbos, que ONGs de esquerda pró-migrantes já haviam pedido para serem removidas, alegando que a cruz promovem “ódio” contra os imigrantes na ilha, que abriga um grande campo de imigrantes.

Em outros países europeus, a violência anticristã por migrantes tornou-se uma questão importante, como na Alemanha, onde o arcebispo católico Ludwig Schick fez questão no ano passado de condenar a violência dirigida a cristãos e convertidos por imigrantes extremistas islâmicos.

O Departamento de Polícia Criminal Federal alemão (BKA) também revelou que em 2017 houve cerca de 100 ataques de ódio contra cristãos no país, com pelo menos 14 casos envolvendo requerentes de asilo e refugiados, incluindo o assassinato de um cristão convertido.

Em 2017, a França também relatou um enorme surto de ataques anticristãos com o Ministério do Interior, alegando que incidentes anticristãos aumentaram 245%  desde 2008 – enquanto ataques racistas, anti-muçulmanos e anti-semitas caíram durante o mesmo período.

Breitbart London@BreitbartLondon

Poland, Hungary Veto EU Human Rights Report Which Ignores Christian and Jewish Persecution https://www.breitbart.com/london/2018/10/12/poland-hungary-veto-eu-human-rights-report-ignores-christian-jewish-persecution/ 

Poland, Hungary Veto EU Human Rights Report Which Ignores Christians and Jews

The EU’s report on civil rights will be vetoed by Poland and Hungary for failing to mention the growing persecution of Christians and Jews.

breitbart.com

Com imagem e informações Breitbart

Grécia: aumento maciço de ataques a símbolos cristãos e igrejas ortodoxas

Todos os anos há mais ataques a igrejas, capelas, lugares de culto religioso, monumentos religiosos, sinagogas e até cemitérios, jornal grego Eleftheros Typos relata

Especificamente, segundo o Secretariado Grego das Religiões, no ano passado os ataques a edifícios religiosos (incluindo vandalismo, assaltos, roubos, incêndios, etc.) aumentaram em 159 %, enquanto o principal alvo parece ser a Igreja Ortodoxa.

BARBARA PAPADOPOULOU@barbarapapadop

Σημεία των καιρών: Αυξάνονται οι επιθέσεις σε ορθόδοξες εκκλησίες! https://www.eleftherostypos.gr/ellada/338478-simeia-ton-kairon-afxanontai-oi-epitheseis-se-orthodoxes-ekklisies/ 

Σημεία των καιρών: Αυξάνονται οι επιθέσεις σε ορθόδοξες εκκλησίες!

Οι αριθμοί «μιλούν» από μόνοι τους. Το 2017 καταγράφηκαν συνολικά 556 περιστατικά εναντίον χώρων θρησκευτικής λατρείας, σε αντίθεση με πρόπερσι που ήταν 215.

eleftherostypos.gr

Um aumento significativo também é visto no número de ataques a várias comunidades religiosas, com quatro deles registrados em 2016, enquanto no ano passado esse número era oito.

Os números falam por si. Em 2017, um total de 556 incidentes foi registrado contra o local de culto religioso, 536 desses ataques feitos em lugares cristãos.

Em particular, de acordo com o relatório relevante do Secretariado Geral das Religiões, 525 casos contra a Igreja Ortodoxa (94 % do total de incidentes), muitos dos quais têm intolerância religiosa causando intensa reflexão dentro da Igreja grega.

“As evidências mostram que o principal alvo dos ataques em nossa terra natal é a Igreja Ortodoxa. Este fato não pode ser negligenciado. Devemos ao Estado e à Igreja buscar formas de cooperação para que essa realidade profana que afeta nossa história e nossa identidade seja eliminada ”, afirma o Secretário Geral das Religiões, Giorgos Kalantzis.

A Grécia experimentou uma onda sem precedentes de migrantes do Oriente Médio, dos quais vários são membros do ISIS e completamente intoleráveis contra pessoas ou símbolos de outras crenças.

Ao mesmo tempo, o governo esquerdista parece incapaz (ou não quer) de lidar efetivamente com a criminalidade anarquista na Grécia, que é responsável pela maioria dos ataques às igrejas ortodoxas.

Informações e imagem Voice of Europe

Sangue americano fresco nas mãos de Abbas

O implacável incitamento de Abbas contra Israel e os judeus levou ao assassinato do israelense-americano Ari Fuld, cujo sangue, entre o de muitos outros, está em Nas mãos do líder da Autoridade Palestina (AP).

Por: Bassam Tawil,  The Gatestone Institute

Em um discurso perante o Comitê Executivo da OLP em Ramallah, em 15 de setembro, o presidente da Autoridade Palestina (AP), Mahmoud Abbas, repetiu o velho libelo de que Israel planejava estabelecer zonas especiais de oração judaicas dentro da mesquita de Al-Aqsa. Abbas afirmou que Israel estava procurando copiar o exemplo do Túmulo dos Patriarcas em Hebron, onde judeus e muçulmanos rezam em diferentes seções.

Abbas não disse em que basear sua mentira. Ele também não forneceu qualquer evidência da trama ostensiva de Israel contra a Mesquita Al-Aqsa. Ele disse, no entanto, que os palestinos, juntamente com a Jordânia, planejavam levar essa questão ao Tribunal Penal Internacional e ao Tribunal Internacional de Justiça.

A alegação de Abbas foi rapidamente captada por vários meios de comunicação no mundo árabe, na Cisjordânia e na Faixa de Gaza. As manchetes que apareceram em sites afiliados ao Hamas e à Jihad Islâmica Palestina, o segundo maior grupo terrorista na Faixa de Gaza, afirmaram que Israel está planejando permitir que judeus rezem dentro da mesquita Al-Aqsa.

É desnecessário dizer que não há plano israelense para permitir que os judeus rezem dentro da mesquita Al-Aqsa. No entanto, nos últimos anos, os judeus, como todos os outros não-muçulmanos, foram autorizados a retomar suas visitas perfeitamente legais ao Monte do Templo. Milhares de judeus visitaram o local sagrado sob proteção policial, apesar de provocações e ataques violentos de muçulmanos. Vale a pena notar que qualquer tipo de oração de “exibições religiosas” por judeus ou cristãos em qualquer parte do Monte do Templo é completamente proibido pela Polícia de Israel.

O ataque veio horas após o incitamento

Por que a falsa acusação de Abbas é significativa e perigosa? Horas após os relatos sobre as alegações de Abbas, um palestino de 17 anos da cidade de Yatta, no sul da Cisjordânia, esfaqueou Ari Fuld , um cidadão israelense de 45 anos de idade e pai de quatro filhos, em um shopping center. em Gush Etzion, ao sul de Belém.

De acordo com grupos terroristas palestinos, o terrorista Khalil Jabarin decidiu assassinar um judeu em resposta a “crimes” israelenses contra a Mesquita Al-Aqsa em particular e locais sagrados islâmicos em geral.

Em outras palavras, o terrorista foi influenciado pelo incitamento de Abbas, e é por isso que ele decidiu começar sua missão mortal. Não há dúvida de que o terrorista viu os relatos citando a alegação de Abbas de que Israel estava planejando permitir que os judeus rezassem dentro da mesquita de Al-Aqsa.

Grupos terroristas palestinos foram rápidos em estabelecer uma conexão entre o assassinato de Fuld e os comentários de Abbas.

O grupo terrorista palestino Jihad Islâmica, por exemplo, observou em comunicado que o ataque de esfaqueamento foi umaresposta natural ao terrorismo sionista cometido por agressão e crimes contra nosso povo, nossas terras e nossos locais sagrados”.

O Hamas, por sua vez, disse que o ataque terrorista ocorreu em resposta às “violações” israelenses contra a mesquita Al-Aqsa. “Nós saudamos este ataque heróico e afirmamos que prejudicar a Mesquita Al-Aqsa é uma linha vermelha”, disse o oficial do Hamas, Husam Badran, em um comunicado. “Esta operação é em resposta ao que Israel está planejando fazer na Mesquita Al-Aqsa.”

As declarações feitas pelo Hamas e pela Jihad Islâmica Palestina confirmam que existe uma ligação direta entre a falsa acusação de Abbas contra Israel e o assassinato do cidadão israelense-americano. Os grupos terroristas estão indiretamente dizendo que Jabarin decidiu matar um judeu porque seu presidente, Abbas, disse a ele e ao resto do mundo que Israel estava planejando criar áreas de oração judaicas especiais dentro da mesquita de Al-Aqsa.

A longa história de Abbas de libertadores anti-judeus

A falsa alegação de Abbas não foi o primeiro libelo do gênero .

É hora de lembrar aqueles que podem ter esquecido que foi Abbas quem desencadeou a “intifada da faca” de 2015 com sua acusação de que os judeus “com seus pés sujos estavam contaminando a Mesquita Al-Aqsa”. A declaração de Abbas veio em resposta à decisão do governo israelense de suspender a proibição temporária de visitas judias ao Monte do Templo. Aqui está o que Abbas tinha a dizer então:

“A Al-Aqsa [nossa] é nossa, a Igreja do Santo Sepulcro é nossa e eles não têm o direito de contaminá-los com seus pés imundos. Nós não permitiremos, e faremos tudo que estiver ao nosso alcance para proteger Jerusalém. ”

Abbas prosseguiu dizendo: “Acolhemos cada gota de sangue derramada em Jerusalém. Isso é sangue puro, sangue limpo, sangue a caminho de Allah. Com a ajuda de Allah, todo shaheed (mártir) estará no céu, e todo ferido receberá sua recompensa”.

Pouco depois dos comentários de Abbas, os palestinos lançaram uma onda de ataques de facadas e veículos como parte do que chamaram de “Intifada de Jerusalém”, ou “Intifada da Faca”, na qual centenas de israelenses foram assassinados e feridos.

Abbas e sua Autoridade Palestina, desde então, continuaram a incitar os palestinos contra Israel alegando que os judeus estavam “invadindo violentamente” a Mesquita Al-Aqsa.

Essa afirmação, é claro, também é falsa porque os judeus em visita ao Monte do Templo nunca puseram os pés dentro da Mesquita Al-Aqsa. Judeus e cristãos não têm sequer permissão para orar em qualquer lugar do Monte do Templo. De fato, os judeus que são vistos orando, cantando, se curvando, fechando os olhos ou chorando durante as visitas são frequentemente presos pela Polícia de Israel.

Abbas, no entanto, não permitirá que ninguém o confunda com os fatos. Ele vive em seu próprio mundo sonhado, onde continua a espalhar mentiras e incitar contra Israel. A última invenção de Abbas é diretamente responsável pelo assassinato de Ari Fuld, esfaqueado até a morte por um terrorista que realmente acreditou nas mentiras de Abbas sobre um pretenso esquema israelense de dividir a mesquita Al-Aqsa entre muçulmanos e judeus.

Chegou a hora da comunidade internacional ver que o incitamento anti-Israel de Abbas é o que está levando os palestinos a pegar uma faca e tentar esfaquear o primeiro judeu que encontrarem. O sangue de Ari Fuld , entre muitos outros, está nas mãos de Abbas.

Bassam Tawil é um muçulmano árabe baseado no Oriente Médio.

Imagem e informações World Israel News

Por que a “direita” não insere no debate nacional o caos da imigração venezuelana em Roraima?

Por Andréa Fernandes

Tenho acompanhado as discussões que envolvem os candidatos à presidência da república e fico pasma com a falta de interesse deles e da própria imprensa de abordar as “propostas de solução” de forma acurada para a crise imigratória venezuelana que está literalmente destruindo um estado brasileiro.

Quando indagados sobre a fronteira do Brasil com a Venezuela, a resposta dos “presidenciáveis” parece até combinada: “não podemos fechar a fronteira por “questão humanitária“! E alguns ainda vão mais longe… Frisam sua indignação com a suposta “xenofobia” propalada pela imprensa, que vem continuamente acusando roraimenses de serem os “culpados” pelo acirramento da tensão com os imigrantes.

Aliás, muito antes do protesto de pacaraimenses devido consequências danosas do descontrole na fronteira – rotulado como “xenofóbico” pela mídia –  o governo federal, através do Ministério da Justiça, já havia anunciado em dezembro de 2017, uma campanha nas redes visando o suposto combate à xenofobia e intolerância contra imigrantes, tendo como lema: “Brasil, a imigração está no nosso sangue“. A campanha governamental já era um ardil que visava funcionar como “agente inibidor” de qualquer solidariedade aos roraimenses aflitos com o caos proporcionado pela imigração em massa de venezuelanos, que, inclusive, gerou a decretação de “situação de emergência social” em 4 de dezembro de 2017, “coincidentemente” no mesmo mês em que o governo federal dava início à sua temerária campanha. Afinal de contas, o importante é estigmatizar como “xenófobo” todo aquele que ouse criticar a União por manter fronteira aberta num momento de saturação devido inequívoca constatação de impossibilidade de receber número tão elevado de imigrantes, independentemente da nacionalidade dos mesmos.

Além disso, a agenda perversa da ONU ditada pelo ACNUR (Alto Comissariado das Nações Unidas para os Refugiados) deveria prevalecer, ainda que “questões  superficiais” de soberania nacional e segurança interna estivessem ameaçadas. Se o objetivo real é “dar fim às fronteiras”, por que se incomodar com a destruição de um estado pobre no Brasil? Daí, cabe ao governo “esquecer” do seu dever constitucional de proteger seus nacionais. Vale mais “zelar” pelos objetivos da ONU, ignorando a solução factível de instalação de campos de refugiados no território venezuelano com a devida proteção internacional e assistência humanitária das Nações Unidas.

Para os hipócritas, “campos de refugiados” seria um absurdo! O melhor é manter milhares de venezuelanos vivendo em condições deploráveis em “favelas” e nas ruas de um estado que já se encontra exaurido. Se Roraima “quebrar”, os verdadeiros “culpados” contam com a inoperância do nosso parlamento e Judiciário que não responsabilizarão a União Federal por uma “política migratória suicida” tal qual se dá na “civilização europeia”.

Por sua vez, a mídia faz o “trabalho sujo” de tentar calar os pouquíssimos defensores de Roraima. Ao ler os jornais, percebo a mesma “estratégia” da imprensa europeia mascarando a violência de venezuelanos e o depauperamento dos serviços públicos provocado pela falta de estrutura para receber milhares de pessoas. O foco é apenas “demonizar” os nossos irmãos roraimenses utilizando “depoimentos” de venezuelanos afirmando que estariam com “medo”, fruto da tensão vivenciada na região devido a incidência de CRIMES BÁRBAROS perpetrados por VENEZUELANOS. Na verdade, a situação é gravíssima e poderemos ver sérios conflitos, pois a população local está no auge do desespero.

O pior de tudo é perceber que lideranças políticas conservadoras nesses país não percebem que esse tema deve ser tratado IMEDIATAMENTE com PRESSÃO NAS REDES não apenas em relação ao Executivo, Legislativo e Judiciário, mas levando a questão imigratória para DEBATE.  Os “presidenciáveis” e candidatos ao parlamento na esfera federal devem se pronunciar efetivamente….  Enquanto a DIREITA se cala – na sua grande maioria – a esquerda está clamando por fronteiras abertas usando o pretexto da “assistência humanitária”, que sabemos ser falacioso! E, à exceção de Jair Bolsonaro, praticamente eliminado da campanha por “obra e graça” de covarde ação criminosa que quase o matou, TODOS os candidatos são favoráveis à imigração em massa de venezuelanos, não demonstrando preocupação mínima com a segurança e sobrevivência de uma parte da população brasileira sempre esquecida por tomadores de decisão.

Roraima é habitada por aproximadamente 576,6 mil pessoas, e na “matemática da esquerda” esse número não é relevante, visto que, contam  no futuro com “os votos” dos milhões de imigrantes que ansiosamente aguardam. Triste é perceber que a “racionalidade da direita” não enxerga a “tragédia anunciada” por acreditar que “salvar um estado” é medida que pode aguardar “o resultado” das eleições.

Espero que a “voz da consciência” grite nos “ouvidos surdos” de muitas lideranças conservadoras ao ponto de incomodá-las a usar suas redes e contatos para dar visibilidade à angústia roraimense… Depois, faltará “moral” para chorar pela “catástrofe” que se aproxima!

Andréa Fernandes – advogada, jornalista, internacionalista, presidente da ONG Ecoando a Voz dos Mártires (EVM) e líder do Movimento pelo Reconhecimento do Genocídio de Cristãos e Minorias no Oriente Médio

Imagem DefesaNet

10 países mais perigosos do mundo para as mulheres

Aqui está a lista dos 10 países classificados como os mais perigosos para as mulheres por uma pesquisa de especialistas globais

A Índia foi apontada como o país mais perigoso do mundo para as mulheres em uma pesquisa com especialistas globais divulgada na terça-feira.

A pesquisa da Thomson Reuters Foundation com cerca de 550 especialistas em questões femininas classificou o Afeganistão e a  Síria  em segundo e terceiro lugar, com a Somália e a Arábia Saudita em seguida.

A pesquisa foi uma repetição de uma pesquisa semelhante em 2011, que classificou os países mais perigosos para as mulheres como Afeganistão, República Democrática do Congo, Paquistão, Índia e Somália.

Ele perguntou quais cinco dos 193 estados membros das Nações Unidas eram mais perigosos para as mulheres e o pior para os cuidados de saúde, recursos econômicos, práticas tradicionais, abuso sexual e não sexual e tráfico de seres humanos.

1. ÍNDIA – No topo da lista, com níveis de violência contra as mulheres ainda em alta, mais de cinco anos após o estupro e assassinato de um estudante em um ônibus em Nova Déli provocou indignação nacional e promessas do governo para enfrentar a questão.

A Índia classificou-se como a mais perigosa em três questões – os riscos que as mulheres enfrentam de violência e assédio sexual, de práticas culturais e tradicionais e do tráfico de seres humanos, incluindo trabalho forçado, escravidão sexual e servidão doméstica.

2. AFEGANISTÃO – Segundo na lista, com especialistas dizendo que as mulheres enfrentam problemas terríveis quase 17 anos após a derrubada do Taleban.

Classificado como o país mais perigoso para as mulheres em três áreas – violência não sexual, acesso a cuidados de saúde e acesso a recursos econômicos.

3. SÍRIA – Terceiro após sete anos de guerra civil. Classificada como o segundo país mais perigoso para mulheres em termos de acesso a cuidados de saúde e violência não sexual, o que inclui violência relacionada com conflitos, bem como abuso doméstico. Terceiro conjunto com os Estados Unidos sobre os riscos que as mulheres enfrentam de abuso sexual.

5. ARÁBIA SAUDITA – Quinto total, mas o reino conservador foi nomeado o segundo país mais perigoso para as mulheres em termos de acesso econômico e discriminação, inclusive no local de trabalho e em termos de direitos de propriedade. Quinto em termos dos riscos que as mulheres enfrentam de práticas culturais e religiosas.

6. PAQUISTÃO – O sexto mais perigoso e quarto pior em termos de recursos econômicos e discriminação, bem como os riscos que as mulheres enfrentam de práticas culturais, religiosas e tradicionais, incluindo os chamados crimes de honra. O Paquistão ficou em quinto lugar na violência não sexual, incluindo abuso doméstico.

7. REPÚBLICA DEMOCRÁTICA DO CONGO – Listada como a sétima das Nações Unidas, alertando que milhões de pessoas enfrentam “condições infernais de vida” depois de anos de derramamento de sangue e ilegalidade. Classificada como segundo país mais perigoso para mulheres no que diz respeito à violência sexual, e entre sétima e nona em quatro outras questões.

8. IÊMEN – Oitavo na lista após classificar mal o acesso a cuidados de saúde, recursos econômicos, risco de práticas culturais e tradicionais e violência não sexual. O Iêmen ainda está se recuperando da crise humanitária mais urgente do mundo, com 22 milhões de pessoas que precisam de ajuda vital.

9. NIGÉRIA – Classificado em nono lugar, com grupos de direitos humanos acusando os militares do país de tortura, estupro e assassinato de civis durante uma luta de nove anos contra militantes do Boko Haram.  Nigéria foi nomeada o quarto país mais perigoso, juntamente com a Rússia, quando se tratava de tráfico humano. Ele listou o sexto pior dos riscos que as mulheres enfrentam em práticas tradicionais.

10. ESTADOS UNIDOS – Única nação ocidental no top 10 e terceira em conjunto com a Síria pelos riscos que as mulheres enfrentam em termos de violência sexual, incluindo estupro, assédio sexual, coerção sexual e falta de acesso à justiça em casos de estupro. A pesquisa veio depois que a campanha #MeToo se tornou viral no ano passado, com milhares de mulheres usando o movimento de mídia social para compartilhar histórias de assédio ou abuso sexual.

Com imagem   Jornal de Notícias e informações Haaretz

Radicalização e poligamia: relatório adverte sobre ‘Sociedade Paralela’ em cidade sueca

Um relatório municipal sobre o distrito de Brandkärr, em Nyköping, despertou o alarme sobre a islamização em curso, mas os habitantes locais da área dominada pelos somalis desafiaram a tomada das autoridades como “exagerada”, negando algumas de suas descobertas mais preocupantes.

 

De acordo com um relatório recente, a área de Brandkärr na cidade sueca de Nyköping está a caminho de se tornar uma sociedade paralela, com sintomas de radicalização como a poligamia, escolas corânicas e meninas de apenas 2 anos forçadas a usar hijabs, informou a Rádio Sueca. .

O relatório Brandkärr identificou a poligamia como uma ocorrência comum na área, onde 60% dos habitantes têm origem estrangeira. Além disso, foram observados casos da Lei da Sharia e da polícia moral, incluindo meninas de apenas dois anos sendo forçadas a usar o véu islâmico e se abster de jantares escolares por motivos religiosos. O relatório também observou uma alta concentração de imãs, com as escolas do Alcorão consumindo muito tempo das crianças.

Constatou- se que os somalis constituem 60% dos escolares e mais de 90% dos pré-escolares, com o somali tornando-se cada vez mais o idioma padrão e a “monocultura” minando a missão pedagógica e resultando na dificuldade do pessoal em compreender as crianças.

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Por fim, descobriu-se que Brandkärr tornou-se cada vez mais isolado do resto de Nyköping. Outro problema associado ao distrito foi a escalada do tráfico de drogas, incluindo o uso de khat, uma substância controlada comumente usada na África Ocidental.

Estou preocupado. Aparentemente, a radicalização aqui em Brandkärr foi longe demais”, disse Jan Bonnier, vice-presidente conservador do Comitê de Educação, Trabalho e Integração do município à Rádio Sueca.

O relatório, que fazia parte dos procedimentos de avaliação para o trabalho de integração continuada, foi baseado em entrevistas em profundidade com 26 pessoas, a maioria funcionários municipais, bem como policiais e representantes da autoridade habitacional local. Foi originalmente compilado em novembro passado, mas só ganhou atenção da imprensa recentemente.

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De acordo com Björn Littmarck, um dos autores do relatório, o município está em um cruzamento.

Se estamos trabalhando com integração agora e fazendo um bom trabalho, então a Suécia e a Alemanha se tornarão grandes vencedoras. Temos uma população jovem, e é exatamente disso que precisamos. Mas se não conseguirmos trabalhar bem com a integração, fica difícil “, avisou Littmarck.

Urban Granström, presidente social-democrata do conselho municipal, destacou que os resultados devem ser levados a sério.

A Associação Somali, no entanto, argumentou que as conclusões do relatório foram exageradas e forneceram uma imagem distorcida. Seu representante Shek Mahad  negou a presença da “polícia da moralidade”, ressaltando que o desemprego e a moradia foram os principais problemas que assombravam a área.

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Nyköping tem mais de 30.000 habitantes e está localizada no condado de Södermanland, ao sul de Estocolmo. Nos anos 2003-2017, a população de Brandkärr aumentou de 1.000 para 4.500, com o percentual de imigrantes dobrando.

Com imagem e informações Breibart

Suécia planeja investimento bilionário para aplacar violência em “áreas vulneráveis”

Em uma tentativa de livrar o país escandinavo de dezenas de “áreas vulneráveis” (que é um eufemismo burocrático para guetos), o governo sueco planeja investir 19 bilhões de coroas suecas (US$ 2 bilhões) em medidas para “reduzir e combater a segregação”. “

Após o juramento eleitoral do primeiro-ministro Stefan Löfven de expurgar a Suécia da segregação, o governo sueco apresentou uma nova estratégia de longo prazo que visa “reduzir as brechas na sociedade” e “criar uma Suécia segura e unida que se mantenha unida“.

“Nenhum esforço isolado sozinho pode quebrar a segregação, em vez disso requer um trabalho intersetorial de longo prazo nos níveis nacional, regional e local. A segregação só pode ser reduzida se o Estado, municípios, conselhos municipais, sociedade civil, indústria e pesquisadores trabalharem individualmente e juntos “, disse o governo sueco em um comunicado de imprensa.

De acordo com o plano anti-segregação, 32 municípios socioeconomicamente desfavorecidos receberão apoio extra. No total, o governo sueco pretende alocar mais de 19 bilhões de coroas suecas (US $ 2 bilhões) até 2028.

No âmbito da iniciativa, cinco áreas prioritárias foram destacadas: habitação, educação, mercado de trabalho, democracia e sociedade civil. Os fundos serão distribuídos entre os municípios com alta incidência de “áreas de exclusão, como Södertälje, Botkyrka e Malmö, sendo Estocolmo e Gotemburgo os principais beneficiários com SEK 269 milhões (US $ 30 milhões) e SEK 173 milhões (US $ 20 milhões) por ano respectivamente.

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Os municípios são atores-chave no trabalho para eliminar a segregação. Muitos municípios já estão trabalhando ativamente e estrategicamente para exterminar a segregação e aumentar a igualdade. Com recursos adicionais do governo, o governo permite que os municípios aprimorem seu trabalho“, disse o ministro da Energia e Coordenação. Ibrahim Baylan, do partido social-democrata.

A  conservadora Elisabeth Svantesson, em contraste, não acredita que o investimento massivo se tornará crucial na redução da segregação.

“Tivemos projetos de integração suficientes nessas áreas que falharam”, disse Svantesson à Rádio Sueca . “O grande problema é que colocamos exigências aos adultos para aprender sueco que não são cumpridas e não garantimos que a polícia faça cumprir as leis e os regulamentos”, acrescentou.

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O vereador conservador Fredrik Ahlstedt, de Uppsala, argumentou que o governo estava investindo “muito pouco naquilo que é realmente importante”.

O morador  de Södertälje, Richard Hagert, também era cético em relação ao plano.

“Eu não acredito nisso. É apenas uma promessa eleitoral. Volte quatro anos, veja que tipo de promessas eles tiveram e verifique o que eles estão fazendo. Não é tão ruim”, disse Hagert ao Göteborgs-Posten .

A partir de 2017, a Suécia identificou 61 “áreas vulneráveis”, marcadas por uma alta taxa de criminalidade, deterioração urbana, desemprego, distúrbios civis e abuso de drogas. Um total de 23 deles foram classificados como “extra vulneráveis”.

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Com imagem e informações Sputnik