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Indonésia: a pressão islâmica sobre o cristianismo

Grupos conservadores muçulmanos publicaram um decreto declarando que “não é permitido aos muçulmanos votar em não muçulmanos”; a pressão do islamismo radical aumenta entre os indonésios.

Na Indonésia, até mesmo os políticos cristãos enfrentam a grande pressão da perseguição religiosa. Basuki Tjahaja Purnama ou simplesmente “Ahok”, como ele é conhecido no país, é governador em Jacarta e encontrou dificuldades em sua reeleição por causa de sua fé. A forte oposição de grupos extremistas islâmicos tem chamado a atenção dos eleitores e, embora Ahok sempre tenha lutado contra a corrupção e se esforçado para melhorar a vida cotidiana do povo, parece que os cidadãos ficaram com medo de votar nele.

A população muçulmana foi condicionada a pensar que Ahok é um infiel e que votar nele é uma forma de trair o islã. Líderes muçulmanos usaram suas mesquistas para fazer uma campanha contra o governador que já anunciou sua candidatura à reeleição em 2017. Grupos conservadores muçulmanos publicaram um decreto declarando que “não é permitido aos muçulmanos votar em não muçulmanos”. O islamismo radical atua dessa forma com os cristãos em diversos outros países.

Na China, por exemplo, mais de 6 mil muçulmanos que se converteram ao cristianismo necessitam de cuidados especiais para enfrentar o processo que envolve todas as áreas de suas vidas, como ilustra a matéria “Por uma igreja de ex-muçulmanos preparada para a perseguição”, da editoria Frutos, na revista Portas Abertas do mês de outubro. Lá o governo também impõe um rígido controle sobre os cidadãos, tentando influenciá-los até mesmo em suas decisões políticas. Interceda pelos cristãos perseguidos nessas nações.

https://www.portasabertas.org.br/noticias/2016/11/a-pressao-islamica-sobre-o-cristianismo

Pastores evangélicos brasileiros fazem protesto em Tel Aviv contra voto do Brasil na Unesco em desfavor de Israel

Um grupo de pastores evangélicos e turistas cristãos do Brasil fizeram uma manifestação em Israel na quinta-feira (20/10) em frente à Embaixada do Brasil no país, em Tel Aviv, em protesto contra o voto do Brasil em uma resolução submetida pelos palestinos na Unesco (Agência da ONU para a Educação, Ciência e Cultura) que declara o Monte do Templo e o Muro das Lamentações da cidade de Jerusalém, como locais unicamente sagrados aos árabes e muçulmanos.

 Dos 58 membros da UNESCO, 24 votaram a favor, entre eles o Brasil, 26 se abstiveram e somente 6 votaram contra, a Estônia, Alemanha, Lituânia, Holanda, Reino Unido e Irlanda do Norte e os Estados Unidos. Essa é a segunda vez este ano que o Brasil, por meio de sua representante permanente na Unesco, Eliana Zugaib, vota em desfavor de Israel na Unesco.

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 Protesto

 O grupo de pastores evangélicos faz parte das caravanas que tradicionalmente vão a Israel todos os anos para comemorar a festa judaica de Sucot em Jerusalém, conhecida também como “A Festa das Cabanas” ou “Festa dos Tabernáculos” no meio cristão. Eles carregavam faixas e cartazes no idioma português e inglês criticando a decisão. Um dos cartazes perguntava se a Unesco estaria fazendo um Recall da Bíblia.

 Dentre os pastores que faziam o protesto estava o apóstolo Philomeno Romero, que comanda uma rede de igrejas em diversos estados brasileiros ligadas ao Ministério O Brasil é de Jesus. Segundo Philomeno, ao chegarem a Israel este ano foram surpreendidos com a resolução que nega a conexão do povo judeu com os lugares sagrados de Jerusalém. “Estamos indignados com essa decisão que representa uma afronta ao povo cristão do Brasil e exigimos que o Brasil mude seu voto”, disse.

 Fonte: Kelita Rejane/TPS Brasil

Agência Tazpit

 

Experts Say India’s Abstain Vote at UNHRC Consistent With Lean Toward Israel

India’s abstention from a U.N. Human Rights Council vote to adopt a condemnation of alleged Israeli war crimes was another mark in the South Asian country’s warming relations with the Jewish state, experts in India said, according to the The New Indian Express.

Commentators in India described the country’s decision to abstain — it was one of only five countries to do so — as “dramatic” and an “unprecedented achievement for Israel,” according to the report. As a leader of the major U.N. voting bloc the Non-Aligned Movement, India was always seen as a reliable supporter of the Palestinian cause, it said.

The Israeli ambassador to India, Daniel Carmon, even tweeted Israel’s explicit appreciation of India for Friday’s abstention, saying, “We appreciate votes by members of @UN_HRC, including #India, who did not support yet another anti Israel bashing resolution. We thank them.”

Indian reports over the weekend said Indian Prime Minister Narendra Modi had received a phone call from Israeli Prime Minister Benjamin Netanyahu the night before the vote, though the details of their conversation remains unknown.

India’s abstain vote was inevitably coupled with the recent announcement that Modi was set to become the first sitting premier to visit the Jewish state, perhaps as early as this fall.

The abstention was “consistent with previous actions, showing India is leaning toward Israel,” said Dinesh J. Sharma, an associate research professor at the Institute of Global Cultural Studies at SUNY-Binghamton.

Warming Indian-Israeli relations are strongly rooted in “intelligence sharing, defense initiatives … and technology,” said Sharma.

“India is still walking a fine tightrope … If you asked them if they’re changing their stance, they’ll say nothing has changed. But we can tell from this action, consistent with previous actions, that [Modi] is leaning toward Israel,” he said.

And indeed, officials in New Delhi indicated soon after the vote that it did not signal waning support for the Palestinian cause.

But it may indicate an overarching pivot “closer to Western powers, such as the United States,” which was the only country to vote no on the UNHRC resolution, which passed by a large margin with 41 votes, said Sharma.

http://www.algemeiner.com/2015/07/06/experts-say-indias-abstain-vote-at-unhrc-consistent-with-lean-toward-israel/

Paquistão: parlamento vota pela neutralidade na guerra iemenita

O Parlamento do Paquistão nesta sexta-feira aprovou uma resolução sobre o Iêmen exortando o governo a ficar fora do conflito, rejeitando as exigências sauditas para se juntar à sua coligação contra milícias Houthi.
Arábia Saudita pediu ao Paquistão, um aliado leal, para juntar-se à coalizão liderada Arábia no Iêmen e tinha solicitado navios, aviões e tropas.
No entanto, os legisladores instaram o governo do primeiro-ministro Nawaz Sharif de intensificar os esforços para encontrar uma solução negociada para o conflito, chamando a todas as facções para resolver suas diferenças de forma pacífica e “desejando” que o país fique neutro.
No início deste mês, Sharif afirmou que “nós concordamos em estender todo o apoio possível na defesa da soberania da Arábia Saudita e da integridade territorial” e apelou ao parlamento para decidir – uma decisão que se tornou um tema de destaque na mídia local.
Thomas Lippman, um estudioso do Instituto do Oriente Médio com sede em Washington, disse à Arabiya Notícias que anteriormente, o Paquistão fornecia “apoio retórico tendo estado disponível desde o início,” mas os legisladores podem ter se preocupado com o fato de que a ação militar direta contra os Houthis apoiados pelo Irã provocaria o Estado persa.

Estreitas relações entre a Arábia Saudita e Paquistão remontam décadas.

Na década de 1960, o Paquistão forneceu apoio para a Arábia para repelir uma incursão do Iêmen do Sul, que foi incorporado em 1991 ao resto da nação. Desde então, a cooperação militar e  os acordos comerciais de longa data continuaram.
Enquanto isso, na sexta-feira, os ataques aéreos da coalizão liderada pelos sauditas atingiram a capital do Iêmen Sanaa, visando os locais de armazenamento de armas utilizadas pelos soldados leais ao líder deposto Ali Abdullah Saleh, um apoiador poderoso das milícias Houthis.

http://english.alarabiya.net/en/News/middle-east/2015/04/10/Pakistan-parliament-votes-neutral-on-Yemen.html