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Vereadora Debora Cabral (Descalvado/SP) se solidariza com Roraima e pede fechamento da fronteira

Por Andréa Fernandes

SÃO PAULO – A vereadora do município de Descalvado (SP) e candidata a deputada federal Debora Cabral (2278/PR), realizou nessa semana um discurso na tribuna da câmara dos vereadores se solidarizando com os roraimenses e solicitando encaminhamento de ofício ao presidente Michel Temer solicitando o fechamento da fronteira e autorizando o ingresso de venezuelanos mediante visto.

Afirmando “eu sou brasileira e eu sofro com o povo de Roraima, Debora denunciou uma “invasão de venezuelanos”, vez que muitos estão ingressando no país de forma ilegal e as autoridades na fronteira perderam o controle, além do que, há rota de entrada ilegal em nosso território, sedo certo que a ausência de busca de antecedentes criminais possibilitou a entrada de criminosos, resultando num aumento absurdo da violência .em Roraima.

No ofício a vereadora afirma que as cidades roraimenses não possuem estrutura e condição humanitária para receber mais refugiados “tendo em vista a calamidade que se tornaram os serviços públicos e a segurança pública”. Além disso, requereu a efetivação de “políticas imigratórias que visem a regularização dos venezuelanos no Brasil através de um visto”.

O governo federal tem seguido as imposições da ONU em relação ao trato com os refugiados e imigrantes e se nega a requerer a instauração de campos de refugiados na Venezuela com proteção internacional, se negando, ainda, a articular junto às Nações Unidas intervenção no país dominado por uma ditadura comunista sanguinária. Conforme já noticiado pela prefeita da capital Boa Vista numa entrevista recente à BBC, se medidas urgentes não forem adotadas, até o fim do ano perderá o controle da cidade que mais recebe refugiados.

Eis o ofício deferido pelo presidente da Câmara de Vereadores:

 

Por que as invasões do “islã imperialista” em terras cristãs europeias não são ensinadas nas escolas ocidentais?

Por Andréa Fernandes

Enquanto o meio acadêmico retrata o Ocidente no âmbito histórico como “imperialista” e “colonialista”, e o mundo islâmico como “vítima” desse terrível imperialismo europeu que subjugou povos muçulmanos pacíficos, no contexto educacional do Qatar e outros países árabes acontece exatamente o oposto. Segundo The Middle East Media Research Institute, vídeos publicados na internet ensinam crianças árabes sobre conquistas islâmicas na Europa. Os vídeos foram produzidos como software educativo para “meninos e meninas” na seção infantil do portal Islamweb.Net. Um grande número de “vídeos educativos” foi postado em várias contas do youtube.

Um desses vídeos narra “a conquista” de al-Andalus, que era ” a fim de espalhar a luz do Islã”. Diz o narrador de um desenho animado: “esta é a forma como o Islã entrou em al-Andalus, onde ele construiu uma grande civilização”.

Outro vídeo descreve a conquista de Belgrado, “a cidade fortificada que era o orgulho da Europa.” Os vídeos foram postados na internet, em fevereiro de 2016.

Vale lembrar, que essas “conquistas” heroicamente relatadas nada mais são que “invasões” de exércitos muçulmanos em terras cristãs europeias com o intuito de “submeter” os infiéis ocidentais ao islã. . Contudo, o relativismo que impera entre os intelectuais de esquerda insiste em caracterizar a jihad como esforço interior de todo muçulmano para alcançar virtudes religiosas, escamoteando o  fato de a mesma ter sido utilizada como um instrumento imprescindível de dominação contra os povos cujas terras eram invadidas pelos muçulmanos durante suas ações expansionistas na África, Oriente Médio e Ásia.

Segue abaixo o vídeo:

http://www.memritv.org/clip/en/5446.htm

Andréa Fernandes (advogada, internacionalista e presidente da ONG EVM)

 

Exército turco atira em curdos durante funeral

O exército turco atacou diversos curdos durante um funeral apesar de estarem portando bandeiras brancas. Não houve qualquer ataque das vítimas, conforme pode se constatar no vídeo abaixo:

Trata-se de mais uma irrefragável violação dos direitos humanos praticada pelo exército do tirano Erdogan, amigo pessoal do presidente dos Estados Unidos.

Fatah Central Committee Member Tirawi: Palestinian State on 1967 Borders Is Just a Phase

Fatah Central Committee Member Tirawi: Palestinian State on 1967 Borders Is Just a Phase. To view this video-clip on the MEMRI TV website, go to: http://www.memritv.org/clip/en/5275.htm.

Fatah Central Committee member Tawfiq Al-Tirawi told the Maan News Agency that “Palestine stretches from the [Jordan] River to the [Mediterranean] Sea” and that “a Palestinian state in the 1967 borders, with Jerusalem as its capital, is just a phase.” The former PA intelligence chief also said that “Hitler wasn’t corrupt” in the January 19 interview.

http://www.memritv.org/clip/en/5275.htm

 

Crianças são as maiores vítimas da guerra síria

O ano de 2015 não se encerrou e já são pelo menos 300 mil mortos na Síria e 1 milhão e duzentos mil feridos, além de 11 milhões de refugiados e deslocados. Nessa guerra, a maior vítima é a população civil vulnerável, principalmente as crianças, que têm sofrido  toda espécie de violação dos direitos humanos.

O Estado Islâmico, as facções terroristas diversas que atuam no território, bem como o próprio regime do ditador Bashar al-Assad juntamente com o Rússia e países que formam a coalizão internacional estão causando o que a própria ONU denomina de “pior crise humanitária do século.”

Num estudo publicado em setembro – antes da Rússia intervir no conflito – de autoria de epidemiologistas especializados em desastres na revista British Medical Journal, afirma que “os civis são o principal alvo dos armamentos e sofrem uma parte desproporcional do ônus dos bombardeios”.

Os pesquisadores, liderados por Debarati Guha-Sapir, relatam que foram documentados ataques suicidas dirigidos especificamente contra menores dentro de colégios e barris-bomba lançados de helicóptero pelas forças governamentais contra hospitais. Apresentam isso como uma prova de que essas bombas, armas supostamente indiscriminadas, estão sendo usadas “de forma seletiva contra crianças e outros grupos civis”.

Entre os dados da pesquisa, um deve ser destacado: os bombardeios golpeiam crianças e mulheres com maior crueldade. De cada 100 mortes causadas por um ataque, 27 são de menores de idade. E vale repetir que essas informações são anteriores ao pesado bombardeio russo que vem arrasando comunidades inteiras!

Dessa forma, é necessário que o desespero da sofrida população síria seja divulgado para que haja uma mobilização global em favor das vítimas do descaso da mídia global e comunidade internacional.

Vejam os retratos mais vergonhosos da omissão de uma humanidade corrompida pelo egoísmo e falta de compaixão:

Bombardeio em escola síria mata 10 crianças

Um garotinho chama pela mãe em meio ao caos após um ataque aéreo na Síria que deixou dezenas de mortos e muitos feridos.

Bombardeios aéreos contra uma escola e outras áreas controladas pelos insurgentes nos subúrbios de Damasco mataram dezenas de pessoas, incluindo dez crianças e um diretor de escola, informou um grupo de acompanhamento da guerra síria.

O Observatório Sírio para os Direitos Humanos disse que os aviões atacaram a cidade de Douma, a 15 quilômetros ao nordeste da capital, e que houve também ataque de mísseis disparados pelo exército sírio nas zonas circundantes, incluindo a província de Ghouta.

Bombardeio russo mata crianças em mercado popular sírio

Os bombardeios russos na Síria continuam provocando mortes e ferimentos entre civis inocentes sírios, mas a ONU não se pronuncia e a mídia, em geral, não noticia, e nem se atreve a criticar.

Segundo informação do Observatório Sírio dos Direitos Humanos (OSDH) prestada em novembro, os bombardeios russos causaram 1.502 mortos, um terço deles civis, desde seu início em 30 de setembro.

Nas imagens do vídeo abaixo, são registrados parte do horror de recente ataque russo a mercado popular que matou e feriu crianças.