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Mauritânia: Parlamento rejeita duas vezes as leis que endurecem as penas por violência contra as mulheres

As feministas na Mauritânia estão lutando uma batalha difícil para ver penalidades mais duras para violência sexual e discriminação em um estado conservador onde o direito penal é derivado da Sharia.

“Poucos sobreviventes de ataques sexuais se atrevem a falar na Mauritânia”, disse a Human Rights Watch em um relatório em setembro passado.

A entidade criticou “um sistema disfuncional que desencoraja as vítimas de acusações (e) pode levar a uma nova traumatização ou punição.”

Os grupos de mulheres ajudaram a elaborar legislação para combater a violência baseada no gênero, exigindo penas mais duras para o estupro, a criminalização do assédio sexual e a criação de tribunais específicos para lidar com a violência sexual.

Mas o projeto foi rejeitado duas vezes pelo parlamento, apesar dos esforços para elaborar textos que estão dentro dos limites da lei Sharia – por exemplo, sexo extraconjugal permaneceria um crime.

Os legisladores se opuseram a disposições que permitem que as mulheres viajem sem a permissão de seus maridos, e permitem que grupos de apoio a vítimas arquivem processos civis.

Liderando a luta pela mudança está a Associação de Mulheres Chefes de Família (AFCF), cujo presidente Aminetou El Moctar disse à AFP: “Precisamos desta lei, porque sabemos que a violência contra as mulheres está aumentando” – embora as estatísticas sobre o flagelo estejam seriamente ausentes.

Nos escritórios da AFCF, Zahra (nome fictício) relatou como uma vizinha teve sua filha de cinco anos raptada de sua casa enquanto dormia, e depois foi estuprada a menina.

Por causa da pouca idade da menina e do fato de que o estuprador era um pedófilo serial, ele foi rapidamente condenado a 10 anos de prisão.

Mas a AFCF afirma que, na Mauritânia, os violadores condenados raramente cumprem suas sentenças.

“Ele provavelmente ficará um ano no máximo”, disse Mariem, um pesquisado do caso. “Depois disso, ele poderá pagar fiança e sair em liberdade condicional.  Então, quando houver uma anistia geral, ele se beneficiará disso. ”…

Imagens e informações Jihad Watch

Irã: Regime se recusa a aprovar projeto de lei para impedir a violência contra as mulheres

O Judiciário iraniano pediu que a proposta de segurança para mulheres contra a violência seja revisada, expressando dúvidas sobre se as pesadas punições estipuladas na lei por violações dos direitos das mulheres podem realmente enfraquecer a estrutura familiar, ou seja, colocar um marido na cadeia por espancar sua esposa.

Gholam-Hossein Mohseni Eje’ii, primeiro vice-ministro e porta-voz do Judiciário, disse : “O objetivo de adotar este projeto é fortalecer o ambiente familiar para que mulheres, cônjuges e outros se sintam seguros em todos os aspectos. Agora, a questão é se os artigos contidos na lei do PSW fornecem essa segurança ou não. ”

Ele argumentou que a política geral do Irã é “aprisionamento”, que levanta a questão de por que as prisões iranianas têm entre três e quatro vezes a capacidade, e que a lei defende a prisão como punição para cada “violação menor”, ​​uma frase que deve ser traduzida a cada ato de violência contra as mulheres.

Eje’ii disse: O projeto PSW continha vários problemas que não puderam ser reformados. A solução é redigir uma lei totalmente diferente ou reformar a lei existente somente em colaboração com o governo ”.

Essa noção ridícula foi repetida pelo deputado cultural do Judiciário, Hadi Sadeqi, que argumentou que era impossível que o projeto PSW apoiasse as mulheres se mandasse seus maridos para a prisão e descreveu o ato de aprisionar abusadores domésticos como “o maior golpe para as mulheres e famílias“.

Ele disse: “Quando uma mulher manda o marido para a prisão, esse homem nunca mais poderá ser marido para ela, e a mulher deve aceitar o risco de se divorciar com antecedência“.

Isso mostra, como se precisássemos confirmado, que o Judiciário iraniano e o Regime como um todo não levam a sério a violência contra as mulheres, especialmente quando o marido comete essa violência.

Também mostra que o Regime não faz ideia do impacto destrutivo que a violência doméstica tem sobre uma mulher ou sobre a família como um todo. De fato, se os mullahs olhassem para a causa raiz da maioria dos casos de mulheres condenadas à morte, suicidas e fugitivas, bem como as crescentes taxas de divórcio, eles descobririam que a maioria está ligada à violência doméstica.

O Regime tem bloqueado o projeto PSW por 13 anos, não porque eles têm uma política de aprisionamento, mas porque eles não se importam com as mulheres. É por isso que prendem mulheres que protestam contra o hijab forçado e se recusam a aumentar a idade de casamento para meninas para 15 anos, o que ainda seria terrivelmente jovem.

Com imagem e informações NCRI

Daesh: Maldade ou Fraqueza?

Por Amir Kater

-Maldade: Perversidade, malignidade, crueldade, DESUMANIDADE.

-Fraqueza:  vulnerável, algo sem vigor.

Começamos “bem” essa semana, com um ataque terrorista em Manchester, na saída de um show de uma cantora pop americana, ativista feminista e apoiadora da causa LGBT, levando a óbito 22 pessoas  e 59 feridas (até o momento). Qual motivo?

“Vingança da religião de D’us” “Aterrorizar os Politeístas”, segundo nota do Estado Islâmico.

O real motivo foi, é e sempre será o Terror pelo Terror, e um ataque frontal mesmo que com uma fina “camada de neblina” aos apoiadores e ativistas da causa Feminista e LGBT mundial, o show em questão era da Cantora Ariana Grande que está fazendo sua turnê mundial com o Título do seu singleDangerous Woman“, irônico não? Claro que não se descarta nem deixa de lado a questão de ideais radicais islâmicos com sua “mulherfobia”, “homofobia” e porque não dizer “mundo ocidental livre e organizado fobia”, não é?

Pois bem, o que é de fato o feminismo? Quem foram as principais idealizadoras? Qual era e/ou é seu principal objetivo perante a sociedade?

“Desse modo, o movimento feminista contemporâneo atua com base numa perspectiva de superação das relações conflituosas entre os gêneros masculino e feminino, recusando, portanto, o estigma ou noção de “inferioridade” (ou desigualdade).

 O Feminismo surgiu no ano de 1960, tendo como principal mola motriz a Libertação da mulher, a igualdade social, econômica e política. Suas principais idealizadoras foram:

Simone de Beauvoir – “Não se nasce mulher: torna-se”,

Betty Friedan – “Una mujer debe poder decir, y sin sentirse culpable, ¿quién soy y qué quiero de la vida?”

Kate Millett- “La revolución (feminista) ha de trascender a la reestructuración política o económica mediante una verdadera “reeducación y maduración de la personalidad”.

Sabemos que  o Alcorão vai  contra esse modo de pensar quando o Daesh praticou mais esse ataque, não poupando sequer crianças, o que já se espera deles;  não era para vingança e sim um aviso. Vejamos alguns fatos sobre a artista Ariana grande:

As pessoas que mais gosto são gays. É algo que sou muito apaixonada, porque sempre que vejo meus amigos sofrerem bullying ou meu irmão ser ferido por conta de sua sexualidade, eu me transformo numa lunática raivosa. Eu não aguento. Quando você vê alguém que você ama ser machucado, por um motivo tão superficial e idiota, tipo, quão pequena, fraca espiritualmente e idiota uma pessoa pode ser? Como você pode ser tão estúpido a ponto de julgar uma pessoa baseando-se na sexualidade dela, antes mesmo de ter uma conversa com ela?”.

Ser ‘empoderada’ não é o mesmo que ser uma ‘vadia’*. TER ALGO A DIZER não é o mesmo que TER UMA PÉSSIMA ATITUDE.

Eu tenho uma longa lista  de coisas que eu gostaria de mudar… Intolerância, Maldade, Padrões Sociais, Misoginia, Racismo, Sexismo…

Engraçado que uma semana antes do ataque ao show, uma conta no “Twitter” começou a mandar mensagens ameaçando a cantora em questão, e começou também a fazer ameaças ao grupo musical “Fifth Harmony” que apoia as causas feministas e LGBT e Camila Cabello, ex-integrante do grupo, agora em carreira solo. Ocorre que nesse mesmo grupo você tem a integrante Lauren Jauregui que se assumiu bissexual há pouco tempo e uma  das grandes ativistas desses movimentos, tendo sido indicada ao premio “British LGBT Awards”  como “Celebridade LGBT”, ganhando o prêmio dessa categoria e também concorrendo em outra categoria com o grupo.

Como é passado para o povo que vai ser Islamizado?!

O Islamismo vem colocando em prática o plano de Islamizar o mundo desde o século VI, quando ‘nasceu’. Muitos falam que sim, existe mulheres muçulmanas feministas, sim, elas são tratadas com igualdade e “blá blá blá”. Retumbante e grotesca mentira essa! Aí é que a cortina que começou a ser implantada tempos atrás, que foi exposta com a Sra. Linda Sarsour, sim, “jihadista” ligada ao grupo terrorista de Gaza, o “Hamas”, e que encabeçava a “Marcha das Mulheres”. Logo começaram a “plantar a semente” de que o movimento feminista existe na comunidade islâmica e que é respeitado; dizendo que as mulheres têm o seu espaço, direito a se expressar como bem entenderem, bem como a existência do “empoderamento feminista islâmico”.  Como se fala em inglês “bull shit” (besteira), ou no português (historia pra boi dormir). Essa semana estamos colhendo o que esse sistema porco, “jihadista Islâmico” plantou em 21/01/2017, quatro meses e um dia após a cortina de fumaça ter sido levantada. No caso em tela, pois de há muito já estamos vendo essa colheita maldita em muitos países e pontos do globo.

Já sabemos como estão usando os movimentos que mais lutam contra injustiça para continuar fazendo terror. Esclarecido esse ponto, vamos para o seguinte:

Como de fato o Islã trata as mulheres

A mulher é vista como brinquedo, como um ser inferior, deficiente em inteligência, de entendimento de religião, de gratidão e assim por diante.

Conclusão é que devemos estar sempre um passo a frente deles, e, se isso não for possível que pelo menos possamos melhorar nossa  atenção nas nuances que nos são dadas, dia após dia, ataque após ataque, leniência estatal uma após a outra,  falhas graves de inteligência e segurança. Devemos pensar aberto e de forma objetiva, pois eles têm entranhado na alma os fatores:

-Maldade

-Fraqueza

Só que conseguem usar isso a favor deles, usando a relação do espelho, estamos sofrendo o reflexo de um povo doente de alma; que usa o véu a de uma pseudoreligião. Na verdade, um sistema bem articulado de conquista e colonização pelo medo, pela força, maldade e a imposição teo-política para esconder todas as atrocidades quem vêm praticando desde o seu “nascimento” e que vêm sendo acobertadas dia-a-dia pela ONU e outros fortes interessados em outras questões. Não podemos nos deixar ser manipulados por essas mentes assassinas, fanáticas e doentes, e muito menos pela mídia.

Para melhor ilustrar o que aqui é dito em relação à mulher, que pode ser extensivo para outros polos deixo um link que me agradou como explicação e demonstração do que aqui exprimi:

http://www.exmuculmanos.com/por-que-as-feministas-nao-se-preocupam-com-as-muculmanas/

Sempre desejando à todos paz e os bons olhos para identificar o perigo eminente.

Referências:

https://twitter.com/camilahotaf/status/866878805864050688

http://www.estadao.com.br/noticias/geral,integrantes-do-fifth-harmony-se-consideram-feministas,10000050472

http://laurenjaureguibrasil.com.br/lauren-e-fifth-harmony-sao-indicadas-para-no-british-lgbt-awards-saiba-como-votar/

http://febreteen.com.br/2017/05/maravilhosa-lauren-jauregui-ganha-premio-lgbt-e-agradece-com-mensagem-encorajadora/

http://islamismoestudo.blogspot.com.br/2013/08/a-mulher-muculmana-mais-um-enfoque-na.html

http://emais.estadao.com.br/blogs/leticia-sorg/uma-muculmana-na-marcha-das-mulheres/

http://amigodeisrael.blogspot.com.br/2017/01/linda-sarsour-jihadista-da-marcha-das.html

Imagem: Terror Alert.

 

Paquistanesa rejeita pedido de casamento e é queimada viva

Uma jovem paquistanesa morreu nesta quarta-feira depois de sido torturada e queimada viva no nordeste do país por recusar se casar com o filho de seu ex-chefe, informaram a polícia e seus familiares.

Maria Sadaqat, de 19 anos, foi atacada por um grupo de pessoas na segunda-feira na aldeia de Upper Dewal, perto de Muree.

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Irã prende modelos por não cobrirem a cabeça nas redes sociais

Ao menos sete mulheres acusadas de publicar fotos sem o véu obrigatório no país foram presas por atos “anti-islâmicos” no Instagram e diversos perfis foram desativados.

A justiça iraniana lançou uma de suas campanhas periódicas de repressão às redes sociais neste domingo, com a prisão de sete mulheres acusadas de publicar fotos sem cobrir a cabeça com o hijab, véu obrigatório no país desde 1979. Como parte da operação, a TV estatal também transmitiu ao vivo o interrogatório de uma ex-modelo que fazia sucesso no Instagram com fotos consideradas “anti-islâmicas”.

No depoimento de Elham Arab, famosa por publicar fotos em vestidos de noiva, a modelo disse que se arrependia de seus atos e explicou ter postado imagens usando certas roupas ou produtos de beleza para ganhar dinheiro com comerciais. “Você pode ter certeza que nenhum homem quer casar com uma mulher cuja fama custou a perda de sua honra”, afirmou Arab, vestindo um lenço preto.

De acordo com a rede Al Jazeera, não foram divulgadas quais são as acusações contra a ex-modelo, nem os nomes das outras pessoas presas. A reportagem da TV estatal afirmava que a operação identificou cerca de 170 pessoas envolvidas com a “indústria ilegal” de moda nas redes, incluindo 58 modelos, 59 fotógrafos e alguns maquiadores. Além disso, outros perfis suspeitos foram derrubados no Facebook e no Instagram, divulgou a polícia iraniana.

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Apesar de o governo do presidente Hassan Rouhani não ser rígido em reforçar o uso do hijab, conservadores da polícia e do sistema judiciário do Irã veem na exposição dos cabelos um ato imoral. Nos últimos anos, algumas mulheres, especialmente na capital Teerã, têm usado o lenço mais solto na cabeça, causando a revolta dos setores mais fundamentalistas.

Blogueiro preso – Nesta segunda-feira, a agência de notícias estudantil semioficial Isna também relatou a prisão do blogueiro Mehdi Abutorabi, de 53 anos, que gerencia a ferramenta de publicação Persian Blog, equivalente iraniano do Blogger. O Irã impede o acesso a Facebook, Twitter e YouTube, mas milhões de cidadãos contornam facilmente o bloqueio usando redes privadas virtuais. O aiatolá Ali Khamenei, autoridade máxima do país, disse no sábado que a internet está incentivando pensamentos não islâmicos que devem ser enfrentados de imediato.

(Com Reuters)

http://veja.abril.com.br/noticia/mundo/ira-prende-modelos-por-nao-cobrirem-a-cabeca-em-campanha-de-repressao-nas-redes-sociais

Mãe que se converteu ao islamismo e mudou-se para a Síria revela vida era ‘o oposto do que eles prometeram’

Uma mulher belga, que se converteu ao islamismo e mudou-se para a Síria depois de se apaixonar por um homem que ela conheceu em um supermercado, alertou outras mulheres para não cometer o mesmo erro. Laura Passoni, 30, voltou desiludida no ano passado, mas só recentemente se reuniu com seus filhos após um inquérito exaustivo feito por assistentes sociais belgas.

Ela estava trabalhando em um supermercado da cidade belga de Charleroi, quando ela conheceu seu futuro marido, Osama Rayan, que era de origem Tunisina.

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Laura Passoni (foto) levou seu filho de quatro anos para a Síria e também o filho mais novo, nascido do casamento com Osama.

Ela disse que só quando mudou-se para a Síria que entendeu que as promessas do ISIS foram falsas. Laura disse: “não fui forçada a se tornar um muçulmano, eu estava convencido. Você só se lavou, como tentar enfrentar uma queda de água.”

Ela disse que ela caiu se apaixonou por Osama e concordou em voltar com ele para a Tunísia e eventualmente para a Síria. “Decidi que queria fugir quando percebi que havia um risco muito real de meu filho tornar-se um terrorista” Laura Passoni viviam em Bab-al, perto da cidade de Aleppo, entre 2014 e de 2015 de março.

Ela disse: “Eu fui lá por vontade própria e voluntariamente, me converti para ser uma muçulmana e então eu estava radicalizada e me convenci de que o era apenas o califado o lugar para mim e minha família para viver. Quando eu cheguei lá, porém, eu descobri o significado do terror.”

Ela disse que tinha que ficar confinada dentro de casa e tudo que ela podia fazer era a limpar e cozinhar e só estava autorizada a sair quando ela estava vestida em uma burca e com seu marido.

Laura levou seu filho de quatro anos de um relacionamento anterior, e também  o filho que ela teve com seu novo marido. Ela retornou à Bélgica em março de 2015 e passou por inquéritos policiais e serviços sociais antes de finalmente estar reunida com seus filhos.

Falando sobre a vida sob ISIS, ela disse: “não havia nenhum imposto a pagar, cuidados de saúde eram livres e eles usavam um monte de medicina alternativa, curas nunca vistas nos cuidados de saúde europeu. Mas mesmo assim, a vida lá era muito cara, e o dinheiro não era suficiente.”

Ela disse que ela nunca foi tratada de forma violenta, mas ela se sentia como uma prisioneira. Passoni disse: “eu estava proibido de fazer tudo, só tive que cuidar da casa e dos filhos. Eu não podia sair de casa ou usar a internet sem a presença de um homem”.

“Comecei a ficar com  muito medo de que eles podiam tirar meus filhos. Foi exatamente o oposto de o que prometeram na propaganda do califado. Decidi que queria fugir quando percebi que havia um risco muito real de meu filho pode acabar sendo um terrorista. “

Ela conseguiu um celular e foi capaz de se comunicar secretamente com seus pais, Pascal e Antoinette, por mensagem de texto. Ela conseguiu escapar, pela Turquia, mas se recusou a dar detalhes por medo de colocar os outros em perigo.

Alguns relatos da imprensa belga sugerem que houve uma negociação entre as autoridades de Bruxelas e jihadistas na Turquia, que atuou como intermediários.

Depois de retornar da Síria ela foi presa pela polícia, mas quando ela mostrou que seu remorso era genuíno ela recebeu liberdade condicional  de cinco anos de e foi multado em 15.000 euros. Ela também foi proibida de usar todas as redes de mídia social.

Assistentes sociais belgas tomaram seus filhos durante três meses, antes de eventualmente entregá-los aos seus avós. Ela disse:  “Eu aceito a punição. Para ser honesta, foi um alívio em comparação com o inferno que eu passei na Síria.”

Agora ela é capaz de ver os filhos novamente. A senhora Passoni agora está fazendo campanha contra ISIS e ela recentemente dirigiu uma reunião pública no distrito de Molenbeek em Bruxelas quando ela disse: “meu conselho para as mulheres jovens é se você está considerando fazer  isso, NÃO FAÇA.”