Islã: uma realidade a se conceber

Por Ulisses Araújo

Óculos são objetos interessantes:  eles aproximam, mas também podem condicionar.  Quem já experimentou usar óculos azuis enxerga não tudo azul simplesmente:  a percepção daquele que usa os óculos é resultado da interação entre o objeto que tem sobre seus olhos e as cores dos objetos contemplados.  Não cabe aqui fazer um estudo acerca dos resultados obtidos a partir da fusão de cores.  Não.  Não vamos entrar no conceito de cor a partir do efeito da luz sobre os objetos.  O assunto aqui não é Física.  Basta que fique claro que nosso referencial determina o modo como enxergamos nossa realidade, e tudo parece óbvio – e dado de uma vez por todas – a partir de nossas lentes.

Nossas  lentes ocidentais nos são óbvias:  liberdade individual de pensamento, liberdade de expressão, escolha.  Nada de coerção.  Lutamos muitíssimo para chegar aonde chegamos, e ai de quem sonhar em mudar esse status existencial.

Nossas liberdades se fundamentam em nossa História:  nossos traumas, sobretudo políticos e religiosos – não poucas vezes os dois juntos – nos ensinaram a tentar não errar mais.  Aqueles que não escrutinam o passado estão fadados  a repeti-lo.  Passamos por um Império Romano no qual religião e política foram misturados; passamos por uma Idade Média que foi um prolongamento dessa mistura.  Não.  O objetivo aqui não é demonizar os séculos entre o Império e a Modernidade.  Mas sim:  o casamento Igreja-política, uma tentativa de sobrevivência dos tempos imperiais, trouxe uma série de problemas.

Passamos por problemas:  brigas, guerras em nome da fé.  A Revolução Francesa coloca tudo em seu devido lugar:  religião é foro íntimo e não deve interferir na esfera pública; fé é coisa que se escolhe.

Com a secularização cada vez mais crescente – e bastante pronunciada sobretudo na Europa Ocidental – as liberdades de pensamento são cada vez mais evocadas.  Há quem faça, em tom de piada, porém cheio de seriedade, protestos pelo “desbatismo”:  eu não pedi para ser batizado; deem-me meu desbatismo.

A fé é atacada:  piadas são feitas; o ateísmo pulula;  muitos nem se dão o trabalho de comentar.  São indiferentes.  O assunto nem mesmo entra na zona de discussão.

Ao que parece é a ruptura total com a religião, ao menos institucional.

Nosso lugar existencial enquanto indivíduos, nossas locações socais enquanto grupo, não importa qual seja a perspectiva, são vividos dentro da liberdade de escolha.  O problema disso é que já nos compreendemos como indivíduos dentro de um status de conforto, e não fazemos ideia de que possa existir algo como cerceamento de liberdades; não temos categorias para isso.  É como o viajante que não foi avisado de que ao longo do caminho apareceriam certos tipos de animais:  ele vai lendo seu livro, ouvindo sua música traquilamente sem atentar para o que pode aparecer.  Talvez ele passe por perto de um animal que jamais viu e ache que é um cachorro ou algum outro dentro de seu campo experiencial.  Assim somos nós, sem perceber a realidade de milhões e milhões de pessoas que de tão monitoradas  – e a isso tão acostumadas – nos dão a impressão de que  vivem no uso de suas plenas liberdades.  Não sabemos o que é ter de se sujeitar, ainda na infância a um casamento forçado; não sabemos o que é ser objeto sexual e ter de continuar calada, sem qualquer suporte por parte das autoridades; não fazemos a menor ideia do que seja a obrigação de se sujeitar a um esquema de vigilância total, mesmo dentro de casa.  Não passa por nossa cabeça o que é ser obrigado a seguir um credo imposto, e ter de pedir autorização para abandoná-lo; não sonhamos que haja pessoas que precisam praticar suas crenças em segredo.  Não enxergamos um mundo em que não se possa questionar.

Confrontados com essas outras realidades, reagimos a partir de nossos referenciais:  isso não é verdade; é a cultura; trata-se de uma exceção.

Mas não.

Precisamos entender que tudo aquilo que nos é óbvio e garantido, e pelo que por vezes ainda temos de lutar – e temos garantia e suporte para isso-, não faz parte da realidade de milhões e milhões de pessoas que estão sob um sistema teopolítico que simplesmente não encontra referência dentro de nosso arco de experiências:  o Islã.

É inconcebível para nós uma religião que determine a vida de toda  uma sociedade, mas isso existe.

É inconcebível que uma menina de doze anos seja prometida em casamento.

É inconcebível que uma mulher não possa escolher que roupas usar.

É inconcebível que uma pessoa tenha de abrir um processo a fim de mudar de religão, ou simplesmente abandonar a sua.

É inconcebível que uma pessoa seja degolada por conta de sua orientação sexual.

É inconcebível que alguém não possa questionar aquilo que lhe foi passado.

É inconcebível que um professor universitário pressione seus alunos a abraçarem a religião majoritária.

É inconcebível que uma pessoa não tenha liberdade de ouvir algo diferente do que aprendeu.

É inconcebível que alguém seja forçado a sair de sua terra porque não se conforma à fé da maioria.

É inconcebível ser abandonado pela pela família e ser amaldiçoado em função de uma escolha tão pessoal.

Mas acontece, e isso é o Islã.

Fechar os olhos é mais fácil e confortável.

 

Ulisses Araújo é professor da rede pública de ensino e bacharelando de Teologia.

Imagem: https://www.martureo.com.br/respostas-cristas-ao-isla-ao-islamismo-e-ao-terrorismo-islamico/

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Os homossexuais de Alá

Por Rommel Werneck

Abandonados à própria sorte, denunciados muitas vezes por suas próprias famílias graças aos benefícios sociais e espirituais que o Islã pode oferecer aos denunciantes, atirados do alto dos prédios, duplamente perseguidos se seguirem a Cruz, vítimas do silêncio de seus irmãos no Ocidente, os homossexuais de Alá ainda são obrigados a ver a esquerda apoiar a islamização da Europa.

         Dentre os 194 membros da globalista ONU, 94 países se mostraram favoráveis ao plano de Direitos LGBT (2008), 54 países, em sua maioria islâmica, posicionaram-se contra o plano e os outros 46 membros, também em sua maioria de fé maometana, disseram não. Isso significa que, enquanto em 94 países questões extraordinárias como casamento e adoção são debatidas, no outro grupo a discussão de questões ordinárias como o sacrossanto direito de existir e de se assumir não possuem espaço. E no mundo islâmico o debate parece ser como esses indivíduos merecem morrer.

        Muitos contra-argumentarão que a sociedade cristã ocidental também perseguiu esses indivíduos. Sucede que apesar de a escravidão africana ser proibida por vários papas entre os séculos XV e XIX, malgrado Isabel de Castela e Frei Bartolomeu de Las Casas implorarem pela vida dos índios e mesmo o papa Alexandre II já em 1065 condenar as conversões forçadas, a realidade produzida pelos conquistadores luso-espanhóis foi completamente oposta. Sendo assim, adúlteras, judeus, gays e protestantes seguiam o caminho da humilhação. Portanto, é importante salientar que pelo menos as orientações originais do papa eram outras. E também convém salientar que pluralidade de ideias, liberdade religiosa e de expressão são conceitos relativamente novos, do século XVIII para cá. Não se pode olhar para o Rio de Janeiro de 1600, por exemplo, com olhares anacrônicos do século XXI.

     No entanto, escrevo sobre a perseguição aos gays no mundo islâmico porque em suas recomendações sagradas do Alcorão, em sua origem mesmo, humilhar, castigar e converter à força todo aquele que não vive segundo os preceitos da religião da paz constitui um dogma de fé. O muçulmano que não promover uma guerra santa não poderá ser categorizado neste credo, esta é a grande questão. A homossexualidade foi descriminalizada no Brasil ainda em 1830 e não estou falando aqui da perseguição islâmica no século XIX e sim no aqui e agora, na Eurábia de 2017.

     A legislação de alguns países muçulmanos não é muito clara. O Egito, por exemplo, não criminaliza a homossexualidade propriamente dita embora o ato possa ser categorizado como crime de imoralidade e prostituição. Kuwait prefere a hipocrisia tolerando os gays, mas prendendo se as relações forem descobertas. A adoção por casais homoafetivos inexiste porque a adoção é proibida para qualquer pessoa ou casal no Alcorão. No Afeganistão dá-se o nome de bacha bazi à prática de possuir meninos e usá-los como escravos sexuais. Muitos jogarão na minha cara que em Grécia e Roma a efebofilia era normal e até condenada biblicamente. Entretanto, novamente explico que é muita desonestidade intelectual comparar algo na Antiguidade com uma situação na atual década. E não me consta que os efebos dos filósofos estavam ali obrigados rezando o Alcorão já que o incontestável livro sagrado permite a escravidão de não muçulmanos. Irã obriga os homossexuais a passarem por cirurgia de troca de sexo mesmo que não intencionem isso ou não tenham problemas com sua identidade de gênero.

       Soma-se a isto a colaboração das esquerdas, globalistas e grandes covardes.  A esquerda tem defendido a cultura islâmica justificando que se trata de uma cultura local e oprimida pelos americanos imperialistas, o “filósofo” Michel Foucault apoiou a Revolução Iraniana. Muitos destes homens e mulheres se refugiam em Israel onde “cristãos, judeus e muçulmanos podem rezar sob o mesmo céu” (Brigitte Gabriel) e desfrutar dos benefícios e liberdade da sociedade moderna diferentemente da Palestina tão defendida pelos vermelhos.

        Nesta primeira semana de outubro foi noticiado que o governo egípcio pretende realizar exame anal com presos para detectar a homossexualidade. O que seria vergonhoso para cristãos, é glorioso para os islâmicos, afinal estão a serviço de Alá. Contudo não é a primeira vez que este procedimento é citado, o governo catarense já anunciou que pretende realizar estes exames com aval da FIFA por ocasião da compra da Copa de 2022.

À defesa dos homossexuais no mundo islâmico e acima de tudo, na Eurábia dá-se o nome de homonacionalismo. O primeiro-ministro gay neerlandês Pim Fortuyn não só alertava o perigo do Islã nos anos 90 como fortaleceu seu partido conservador no país tendo sido assassinado por motivações políticas. Scott Ryan Presler é um funcionário gay de 28 anos do Partido Republicano e membro do ACT (American Congress for Truth), a organização anti-islâmica americana fundada por B. Gabriel, além de ter feito a campanha de Trump no instagram. Paradas gays contra a sharia existem, todavia um evento de 2011 em Vancouver no Canadá foi impossibilitado de ser realizado em 2017. Todas as contribuições citadas neste parágrafo podem até ser vistas como islamofóbicas e preconceituosas enquanto zonas de sharia crescem na Europa perpetuando o “ódio de Orlando” por onde passam.

       O mundo islâmico é cruel para com todos os indivíduos, afinal alguns países sequer conheceram a divisão de poderes como a cultura ocidental e estão submersos ainda nas monarquias absolutas. Esses filhos de Deus precisam de orações e ajuda dos cristãos e direitistas, seus principais aliados e igualmente alvo de perseguições porque “eles [muçulmanos do mundo árabe] estão cegamente voltados a matar e destruir. E no nome de algo que eles chamam ‘Alá’, que é bem diferente do Deus que cremos porque nosso Deus é um Deus de amor.” (Brigitte Gabriel)

 

Setembro: mês mais sangrento na guerra síria

Por Andréa Fernandes

O mês de setembro foi considerado o mais mortal até o momento na guerra civil de seis anos que assola o território sírio, segundo o Observatório Sírio para os Direitos Humanos (SOHR), sediado em Londres.

O grupo de monitoramento registrou 955 mortes de civis dentre os quais 207 eram menores de 18 anos e 148 mulheres. O relatório ainda informa que as forças russas e sírias causaram mais vítimas civis do que os ataques efetivados pelos Estados Unidos. SOHR enfatizou que  395 pessoas, incluindo 92 crianças e 72 mulheres foram mortas em virtude de incursões dos aviões sírios e russos e por helicópteros do regime em várias regiões da Síria, 282 pessoas, incluindo 68 crianças e 45 mulheres foram mortas em ataques aéreos pelo aviões de guerra da coalizão internacional.

Aproximadamente, 47 pessoas, abrangendo cinco crianças e cinco mulheres, foram mortas em explosões provocadas por minas terrestres. Outras 29 vítimas, incluindo três crianças e cinco mulheres, acredita-se terem sido executadas pelas forças do regime sírio.

Entre os envolvidos diretamente no conflito, os combatentes da oposição sofreram mais baixas com 550 mortes, enquanto as forças do presidente sírio Assad sofreram 322 baixas. O grupo islâmico Hezbollah e outras milícias não-sírias tiveram 100 integrantes mortos em combate.

Com informação Memo Middle East Monitor

Jordânia acusada de deportar refugiados sírios

Por  Andréa Fernandes

       A instituição Human Rights Watch divulgou relatório (2/10) denunciando as autoridades jordanianas pela párica deportação sumária de  refugiados sírios bem como expulsão de numerosas famílias sem que seja ofertada a possibilidade dessas família recorrerem da decisão.

      O relatório de 27 páginas é intitulado ” ” Não tenho ideia de por que eles nos enviaram “: desportações na Jordânia e expulsões de refugiados sírios “. De acordo com o documento as autoridades deportaram 400 refugiados sírios todos os meses durante os primeiros cinco meses de 2017.

      Inobstante tal fato, aproximadamente 300 refugiados a cada mês retornaram à Síria durante esse período em circunstâncias que pareciam ser voluntárias.

      Além disso, há estimativa que  por mês 500 refugiados retornaram para a Síria sob circunstâncias que não estão claras.  O país assentou mais de 654.500 refugiados sírios desde 2001.

        Bill Frelick , diretor de direitos de refugiados no Human Rights Watch

“A Jordânia não deveria estar enviando pessoas de volta para a Síria sem ter certeza de que não enfrentariam um risco real de tortura ou sérios danos e, a menos que tivessem uma oportunidade justa para defender seus argumentos para proteção”. Mas a Jordânia expulsou coletivamente grupos de refugiados, negou pessoas suspeitas de violações de segurança ao devido processo legal e ignorou as ameaças reais que os deportados enfrentam ao retornar à Síria.”

Fonte: https://www.middleeastmonitor.com/20171002-hrw-syria-refugees-being-deported-from-jordan/

Mesquita australiana celebra casamento de “refugiado” com uma menor de idade

Por Andréa Fernandes

Um candidato a asilo proveniente de Mianmar foi sentenciado a 18 meses de prisão por se casar com uma menor de idade na Austrália,  no que alguns acreditam ser a primeira acusação desse tipo no país.

O criminoso casou-se com uma menor de 14 anos de idade em uma mesquita islâmica no subúrbio de Noble Park de Melbourne, em setembro do ano passado, quando tinha 34 anos. Segundo o tribunal do condado de Victoria, ele ofereceu jóias de ouro à mãe da menina e um dote, prática esta comum em algumas ditaduras islâmicas como Afeganistão e Iêmen.

É importante frisar a resposta da juíza Lisa Hannan à alegação do pedófilo acerca do pretenso direito ao “casamento infantil” autorizado pela religião islâmica:

“Embora a tolerância religiosa e o firme abraço do multiculturalismo sejam pedras angulares da sociedade australiana, não é atenuante dizer que sua conduta foi permitida dentro das regras do Islã ou de qualquer outra religião ou sistema de crença.”

Curiosamente, não há informação da grande mídia no tocante ao líder da mesquita que ajudou a promover a prática do crime, pelo que, não se sabe se foi aplicada alguma punição ao religioso. Outrossim, o criminoso não foi identificado para preservar a identidade da vítima.

Fonte: http://www.straitstimes.com/asia/australianz/myanmar-asylum-seeker-jailed-for-marrying-underage-australian-girl

Imagem: http://www.npr.org/sections/goatsandsoda/2015/10/28/452540839/children-get-married-in-the-u-s-too-15girls

 

Militância LGBT, homossexuais em países muçulmanos clamam por socorro

Por Andréa Fernandes

          É estarrecedor  o silêncio da grande mídia em relação à perseguição que a comunidade LGBT vem sofrendo em países muçulmanos. Dessa forma, enquanto no Brasil as redes continuam reverberando a polêmica causada pela decisão de um juiz do Distrito Federal outorgando o direito a psicólogos de tratarem homossexuais egodistônicos que solicitem terapia, vergonhosas violações dos direitos humanos  contra  a comunidade gay em países islâmicos vem sendo ocultadas para impedir que a opinião pública global tome conhecimento do sofrimento de seres humanos discriminados e perseguidos por lutarem pelo direito à orientação sexual que lhes apraz em virtude da imposição de normas comportamentais medievais embasadas na sharia (lei islâmica).

          Logo, é difícil compreender o motivo da aguerrida militância LGBT – em sua maioria –  não denunciar estridentemente a abominável ação egípcia de prender 7 homens por portarem a bandeira do arco-íris num show da banda libanesa Mashrou’Leila[1], que tem o vocalista assumidamente homossexual. Como se não bastasse esse condenável ato, a Anistia Internacional acaba de informar que os “presos por promover desvio sexual” nas redes deverão passar por exame anal antes do julgamento. A certeza de ausência de condenação internacional é tão grande que levou a Autoridade de Medicina Forense afirmar que investigará se os presos mantiveram relações sexuais com outros homens.

          Ademais, não faltam denúncias acerca da perseguição que vem sendo promovida por autoridades contra homossexuais  desde o dia 22 de setembro logo após o show da banda libanesa, porém, a situação se torna mais crítica em razão do fundamentalismo religioso abraçado pela população cujo país é falaciosamente chamado de “moderado” numa alusão mentirosa ao inexistente respeito aos direitos humanos. A maior prova do radicalismo generalizado presente no país é a forte pressão popular com apoio da mídia conclamando a “devida punição” dos homens que ousaram desafiar o poder da sharia erguendo uma bandeira que simboliza uma aberração para o Islã ortodoxo.

          Importante ressaltar que formalmente a homossexualidade não é considerada ilegal no Egito, porém, na década de 1990, a polícia intensificou a implementação de duas leis antigas[2]. Logo, a Lei contra a “devassidão”, publicada em 1961serviu para efetuar prisões junto à comunidade LGBT, tendo sido a motivadora para a polícia invadir uma boate no Cairo e prender 52 homens.

          Conforme acontece em outros países muçulmanos, há muita dificuldade no acesso aos dados exatos que retratam a perseguição governamental aos homossexuais, porém, segundo o jornal  New York Times, até o ano de 2016 haviam pelo menos 250 pessoas da comunidade LGBT presas, muito embora algumas instituições de direitos humanos afirmem que a estimativa de encarceramentos pode representar no mínimo o dobro do número de casos que ativistas conseguem documentar.

          Geralmente, o Egito processa homossexuais com base em acusações como “imoralidade” e “devassidão”[3] e os “crimes” podem resultar em prisões de até 8 anos.  As instituições Human Rights Watch e Anistia Internacional apresentaram pedidos de cancelamento do exame anal nos detidos suspeitos de homossexualidade alegando que a prática equivale a “tortura”, porém, o governo não atendeu ao apelo de cunho humanitário.

          Inobstante a caracterização de evidente e inaceitável violação dos direitos humanos, os detidos ilegalmente no Egito não representam o nível máximo de repressão que sofrem homossexuais no mundo muçulmano. Em países como o Irã, a prática homossexual pode resultar em pena de morte por enforcamento sendo este o “fim” de milhares de pessoas que violaram as regras advindas dos escritos sagrados islâmicos.

          Logo, há que se rever a motivação da famosa “Marcha do Orgulho LGBT”, que reuniu uma multidão em SP para defender direitos, criticar o governo Temer e reivindicar Estado laico, mas, estranhamente as críticas a governantes estrangeiros se limitaram aos presidentes dos Estados Unidos e Rússia[4], mantendo-se “silente” quanto aos abusos inomináveis cometidos por Estados totalitários islâmicos. Eleger apenas dois  presidentes para serem criticados quando a Associação Internacional de Gays, Lésbicas, Bissexuais, Transexuais e Intersexuais afirma em relatório que a homossexualidade é crime em mais de 70 países [5]– quando não é criminalizada nos EUA – torna a ação de protesto praticamente inócua.

          Ora, uma das maiores manifestações do país não aproveitar o ensejo de visibilidade gigantesca da opinião pública para propiciar “voz ativa” contra a perseguição e violações de direitos humanos sofrida pela comunidade LGBT no mundo muçulmano beira a uma hipocrisia espantosa e egoísmo injustificável que está muito longe de representar “orgulho” para qualquer ativismo que realmente se preocupa com a dignidade da pessoa humana.

Será que o medo de enfrentar o poder das mesquitas vinculadas ao radicalismo é o motivo real para a covarde omissão no socorro às minorias de gênero em países que seguem piamente os ditames da sharia?

Andréa Fernandes, presidente da ONG Ecoando a Voz dos Mártires, é bacharel em Direito, internacionalista, jornalista e Líder do Movimento Nacional pelo Reconhecimento do Genocídio de Cristãos e Minorias no Oriente Médio.

Imagem: https://www.thoughtco.com/what-is-jihad-2004414

[1] http://igay.ig.com.br/2017-09-30/egito-exame-anal.html.amp

[2]https://www.theguardian.com/global-development-professionals-network/2017/apr/03/jailed-for-using-grindr-homosexuality-in-egypt

[3] http://www.foxnews.com/world/2017/09/30/rights-groups-urge-egypt-to-halt-crackdown-on-homosexuals.html

[4] https://brasil.elpais.com/brasil/2017/06/18/politica/1497791801_155683.html

5] http://internacional.estadao.com.br/noticias/geral,ser-homossexual-e-crime-em-mais-de-70-paises-indica-relatorio,70001851321

 

O líder supremo iraniano, Ali Khamenei, expressou oposição à “discriminação e desigualdade” contra as minorias iranianas em resposta a um apelo do clérigo sunita mais antigo do país.

Mohabat News _ “De acordo com os ensinamentos religiosos e a Constituição, todas as instituições da República Islâmica têm o dever de se abster de qualquer discriminação ou desigualdade em relação aos iranianos de qualquer etnia, raça ou fé”, disse o ayatollah em resposta a uma carta de Clérigo sunita Molavi Abdolhamid Ismaeelzahi.

A divulgação do alcance da comunidade sunita do Irã, transmitida pelo assistente principal de Khamenei, Mohammad Mohammadi Golpayegani em 22 de agosto de 2017, foi publicada em 6 de setembro.

Molavi Abdolhamid, o líder da religião em Zahedan, capital do Sistan e do Baluchistão, escreveu uma carta a Khamenei em 2 de agosto de 2017, pedindo o fim de “38 anos de desigualdade” para os sunitas desde a revolução iraniana de 1979.

Em sua resposta, Khamenei acrescentou: “Todos nós acreditamos firmemente que devemos estar lado a lado em uma frente sólida e unificada para lutar pela glória e honra do Irã islâmico e não devemos permitir que os inimigos desta terra e seus sabotadores maliciosos nos dividam.”

Molavi Abdolhamid agradeceu a Khamenei por sua resposta, acrescentando: “Esta ordem impõe um dever religioso e legal a todos os funcionários e instituições civis e militares da república islâmica para tratar igualmente todos os grupos étnicos e religiões por razões de justiça.

“Nos momentos sensíveis que enfrentam a região e o país, a ordem sábia e histórica do líder iluminado … desencorajará aqueles que desejam danos no Irã islâmico e tragam alegria à querida nação do Irã”, escreveu ele.

Dezenas de sunitas iranianos foram detidos por suspeita de ter alegado vínculos com os atacantes que realizaram os mortíferos ataques terroristas em Teerã em 7 de junho de 2017. Os ataques, que mataram 18 pessoas e feriram 50, foram realizados por partidários do grupo que se chama de Estado islâmico, também conhecido como ISIS, IS e ISIL.

Em julho de 2017, o Conselho de Teólogos sunitas do Irã, que representam clérigos com sede nas províncias do nordeste do país, crticiaram as operações em resposta ao clima de intimidação e medo continuado perpetuado pelo Ministério da Inteligência desde os ataques.

Falta de representação

Apesar de representar cerca de 10% da população do Irã, nenhum sunita iraniano já foi nomeado para um cargo ministerial no governo desde o estabelecimento da República Islâmica em 1979.

O artigo 12 da Constituição do Irã elenca os direitos concedidos aos ramos sunitas oficialmente reconhecidos do Islã, uma minoria no Irã dominado pelos xiitas: “… Outras escolas islâmicas, incluindo as Hanafi, Shafi’i, Maliki, Hanbali e Zaydi devem ser concedidos o pleno respeito e seus seguidores são livres para agir de acordo com sua própria jurisprudência no desempenho de seus ritos religiosos. Essas escolas gozam de status oficial em questões relativas à educação religiosa, assuntos de status pessoal (casamento, divórcio, herança e testamentos) e litígios relacionados nos tribunais “.

De acordo com o artigo 26: “É permitida a formação de partidos, sociedades, associações políticas ou profissionais, bem como sociedades religiosas, islâmicas ou pertencentes a uma das minorias religiosas reconhecidas, desde que não violem os princípios de independência, liberdade, unidade nacional, os critérios do Islã, ou a base da República Islâmica. Ninguém pode ser impedido de participar dos grupos acima mencionados, ou ser obrigado a participar neles “.

Molavi Abdolhamid, que dirige o seminário sunita Dar al-Oloum em Zahedan, tem sido um defensor moderado da igualdade para a comunidade sunita do Irã.

Em fevereiro de 2017, ele escreveu uma carta a Khamenei em resposta a rumores de que as execuções de prisioneiros de morte Sunni condenados por crimes de drogas deveriam ser aceleradas em Sistan e Baluchistan.

Execuções em várias cidades da maioria sunita, escreveu ele, “reforçam a possibilidade de que o pedido secreto do chefe do Judiciário realmente exista” e, portanto, “exige que a intervenção prudente e paterna do sábio [do Khamenei] acalme as preocupações da comunidade sunita”.

Entre as províncias mais pobres do Irã, Sistan e Baluchistan mantêm uma das maiores taxas de execução per capita no país. O alto desemprego atraiu os habitantes da região da maioria sunita para traficar ilegalmente drogas no Irã desde a fronteira com o Afeganistão e com o Paquistão.

http://mohabatnews.com/en/?p=3705

A conversão do Velho, Novo e Novíssimo Mundo Ocidental para o Califado Mundial do Islã e sua Sharia

Por Amir Kater

Estou me perguntando como começar esse ‘diálogo’ que apenas por esse instante que escrevo é um monólogo. Engraçado para não dizer “trágico” como o Islã consegue deturpar algo que está enraizado na base/núcleo da nossa mais tenra sociedade, pior que ainda vivemos no nosso dia-a-dia.

Vamos fazer uma pequena analogia: a maioria dos senhores e senhoras, com certeza tomam “vinho”. “Ninguém que bebeu do vinho velho quer já do novo, porque diz: “O vinho velho é melhor”. Pois bem, o “vinho da antiga safra”(Velho Mundo) está vinagrando, o “vinho da nova safra” (Novo Mundo) não está sabendo lidar com a rápida e sorrateira política de ‘consumo’, e o “Novíssimo Mundo” está sendo vendido sem critérios para uma “teo-religião” sem nenhum refinamento de paladar.

Para a Senhora Europa “Velho Mundo” como muitos descrevem, pela teoria “eurocentrista”, era o centro do mundo que se transformou em “berço islâmico”, se tornando “Eurábia”,senão vejamos:

“Milhares de vítimas de esfaqueamento na Alemanha não noticiados pela grande mídia, e a total passividade da sociedade contra a invasão civilizacional que ameaça o fim do berço da Civilização Ocidental.”

http://radiovox.org/2017/06/29/a-hora-da-europa-mais-terrorismo-islamico-no-velho-continente/

Estamos voltando a época da Alemanha Oriental e Alemanha Ocidental, só que em ‘escala mundial’, o muro é etéreo, é também a falta de informação ou a informação errada/deturpada em excesso principalmente na América Latina, mais especificamente Brasil.

Vale citar alguns exemplos:

“Por que a América Latina é a única região do mundo onde o islã não cresce”.

http://www.bbc.com/portuguese/internacional-39501016

“Número de centros islâmicos sobe 20% em 2015 em São Paulo”.

http://www.bbc.com/portuguese/noticias/2015/09/150911_mesquitas_saopaulo_cc

“Cresce número de brasileiros que se convertem ao Islã”.

http://brasil.estadao.com.br/noticias/geral,nova-noticia,1697438

“Os caminhos do Islã no Brasil”.

“Aumento no número de mesquitas no país, de sheiks que agora falam português e de brasileiros no topo da hierarquia de centros islâmicos explica a expansão dos muçulmanos no Brasil”.

http://istoe.com.br/349181_OS+CAMINHOS+DO+ISLA+NO+BRASIL/

Estamos num estado de ebriedade quanto ao assunto “islamismo”, mas não podemos baixar nossa guarda e comprar o que esse ciclo viciante “pró-Islã” está vendendo.

“O Islã não pode ter uma presença significativa na Austrália se quisermos viver numa sociedade aberta, secular e coesa” – disse ‘ Pauline Hanson líder do partido Uma Nação’.

http://g1.globo.com/mundo/noticia/2016/09/lider-de-extrema-direita-critica-invasao-de-muculmanos-na-australia.html

Hoje, na America Latina, principalmente no Brasil, estão sendo colocados em prática os dois primeiros pilares do islamismo:

HÉGIRA (migração): É uma tática tradicional de ocupação pacífica, na qual a comunidade Kafir tem a falsa sensação de que os primeiros imigrantes não são uma ameaça, pelo menos até que a comunidade muçulmana tenha ganhado força.

TAYSIR: Permite ensinar fórmulas falsas do Islã em terras estrangeiras, ou ignorar os princípios mais rígidos da Sharia, como uma versão “light” do Islã – para facilitar sua observância pelos novatos – que mais tarde serão endurecidos.

Por onde o Islã passa não vemos TOLERÂNCIA, CARIDADE, RESPEITO, pelo menos pra quem não aceita essa CULTURA SANGUINÁRIA. Os mulçumanos tentam distorcer a sua real cultura com ajuda da “imprensa marrom” mundial que justifica as barbaridades dos islâmicos com erros cometidos por outrem como se vê na seguinte matéria:

“Houve perseguições ocasionais durante a dominação muçulmana”, diz o jornalista americano-português Richard Zimler, especialista em religiões comparadas. “Mas nada que se compare à brutalidade da Inquisição Católica”.

http://super.abril.com.br/historia/o-isla-e-uma-religiao-tolerante/

Diante de uma mídia global rendida ao terror disfarçado de “pacifismo”, o “cálice da ira” do califado islâmico está pronto para ser sorvido pelas nações.

Lembremos sempre do seguinte:

HÉGIRA (migração): É uma tática tradicional de ocupação pacífica, na qual a comunidade Kafir tem a falsa sensação de que os primeiros imigrantes não são uma ameaça, pelo menos até que a comunidade muçulmana tenha ganhado força.

TAYSIR: Permite ensinar fórmulas falsas do Islã em terras estrangeiras, ou ignorar os princípios mais rígidos da Sharia, como uma versão “light” do Islã – para facilitar sua observância pelos novatos – que mais tarde serão endurecidos.

MURUNA: É a suspensão temporária da SHARIA, a fim de que os imigrantes muçulmanos pareçam “moderados”.

HUDNA: É uma trégua temporária (muitas vezes entendida como “paz” pelo kafir), que os muçulmanos podem quebrar a qualquer momento, quando se tornar estrategicamente vantajoso. É geralmente para fins de armamento e reagrupamento (ver as ondas de ataques dos palestinos a Israel).

AL‐WALA’ WA’L‐BARA’: Esta é a convocação geral – uma conclamação aos muçulmanos para se unirem (incluindo os terroristas) e se ajudarem contra os não-muçulmanos. A ordem para todos é evitar se opor à Jihad, incluindo participar no esforço de guerra aos não muçulmanos.

Urge a necessidade de acordar para a realidade, deixando todo e qualquer preconceito de lado, pois a cimitarra que se coloca sobre as nucas, se aproveita, se fortalece e se engrandece a cada cisão, a cada ponto de preconceito interno, de desentendimento entre pares. Acordem! Percebam os jogos, jogadas e “sacadas” políticas que permeiam a nova realidade mundial.

Abraços, com votos de paz e bons olhos para enxergar melhor o que se aproxima.

Referência de imagem: http://worldwatchtoday.org/archives/2779

http://radiovox.org/2017/06/29/a-hora-da-europa-mais-terrorismo-islamico-no-velho-continente/

http://www.bbc.com/portuguese/internacional-39501016

http://www.bbc.com/portuguese/noticias/2015/09/150911_mesquitas_saopaulo_cc

http://brasil.estadao.com.br/noticias/geral,nova-noticia,1697438

http://istoe.com.br/349181_OS+CAMINHOS+DO+ISLA+NO+BRASIL/

http://g1.globo.com/mundo/noticia/2016/09/lider-de-extrema-direita-critica-invasao-de-muculmanos-na-australia.html

http://super.abril.com.br/historia/o-isla-e-uma-religiao-tolerante/

Israel proíbe homens com menos de 50 anos na Esplanada Das Mesquitas

Durante a tarde de quinta-feira (27/7), as forças de segurança israelenses enfrentaram manifestantes palestinos na Esplanada

Jerusalém, Undefined – A polícia israelense proibiu o acesso de homens com menos de 50 anos para as orações desta sexta-feira (28/7) na Esplanada das Mesquitas, em Jerusalém, após a escalada dos últimos dias. “Foi realizada uma avaliação de segurança e há indícios de que hoje haverá distúrbios e manifestações”, destacou a polícia em um comunicado.
“Apenas homens com mais de 50 anos e mulheres, de qualquer idade, serão autorizados”, e certas ruas em torno da Cidade Velha terão seu acesso limitado. “Todas as medidas de segurança necessárias foram adotadas para prevenir e responder a qualquer ato de violência”, assinalou a polícia.
Durante a tarde de quinta-feira (27/7), as forças de segurança israelenses enfrentaram manifestantes palestinos na Esplanada, na qual os fiéis muçulmanos entraram após quase duas semanas de boicote por conta das novas medidas de segurança impostas por Israel.
Segundo o Crescente Vermelho palestino, os incidentes deixaram 56 feridos na Esplanada, que os judeus chamam de Monte do Templo, e nas suas imediações. Na quinta-feira, os muçulmanos compareceram pela primeira vez em quase duas semanas à Esplanada, após  as autoridades israelenses retirarem as polêmicas medidas de segurança, decretadas depois de um ataque no qual morreram dois policias israelenses, em 14 de julho.
Israel justificou o reforço do dispositivo de segurança alegando que os agressores de 14 de julho esconderam suas armas na Esplanada, mas após as pressões da comunidade internacional, retirou na terça-feira os detectores de metal, substituídos por câmeras de segurança, que também foram desinstaladas posteriormente.

http://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia/mundo/2017/07/28/interna_mundo,613191/israel-proibe-homens-com-menos-de-50-anos-na-esplanada-das-mesquitas.shtml

Vídeo de mulher de minissaia caminhando em local histórico causa furor e investigação na Arábia Saudita

A polícia da Arábia Saudita interrogou nesta terça-feira uma mulher que postou um vídeo de si mesma usando uma minissaia e um top em público enquanto passeava por um conhecido monumento do país.

A imprensa estatal do país reportou que a mulher, “vestida com roupas indecentes” foi “encaminhada à Promotoria” do país.

A mulher, uma modelo identificada como “Khulood”, compartilhou o registro em que caminha pelo forte histórico de Ushayqir. Ainda segundo a imprensa estatal, ela teria “confessado” o passeio pelo local histórico, quando estava acompanhada de seu “guardião masculino”.

O vídeo gerou polêmica nas redes sociais. Alguns usuários pediram que ela fosse presa por desrespeitar o restrito código de vestimenta do país muçulmano conservador.

Outros sauditas saíram em defesa da mulher, elogiando sua “coragem”.

As mulheres na Arábia Saudita têm de usar vestidos longos e soltos em público, conhecidos como “abayas”, além de um véu, se forem muçulmanas. Elas também não podem dirigir e não podem conviver com homens com os quais não tenham relação de parentesco.

No vídeo, inicialmente compartilhado no Snapchat durante o fim de semana, Khulood é vista caminhando em uma rua vazia no forte do patrimônio histórico de Ushayquir, a 155 km ao norte da capital Riad, na província de Najd.

Najd é uma das regiões mais conservadores da Arábia Saudita. Foi ali que o fundador do wahabismo – a versão radical da corrente sunita do Islã praticada pela família real do país e pelo establishment religioso – nasceu, no final do século 18.

Rapidamente, o vídeo migrou para o Twitter, onde dividiu opiniões entre os que achavam que Khulood deveria ser punida e outras que insistiam que ela deveria poder usar a roupa que quiser.

O jornalista Khaled Zidan escreveu: “O retorno da haia (polícia religiosa) aqui é uma obrigação”.

Outro usuário argumentou: “Devemos respeitar as leis do país. Na França, o niqab (véu que cobre o rosto) é proibido e as mulheres são multadas se usá-lo. Na Arábia Saudita, usar abayas e roupas decentes é parte das leis do reino”.

Já o escritor e filósofo Wael al-Gassim disse estar chocado “ao ver esses tuítes assustadores e raivosos”.

“Pensei que ela havia matado alguém. O mote da polêmica foi a roupa dela, que eles não gostaram. Fico me perguntando como a Visão 2030 pode prosperar se ela for presa”, acrescentou ele, em alusão ao programa de reformas revelado no ano passado pelo príncipe herdeiro Mohammed bin Salman.

http://www.bbc.com/portuguese/internacional-40644353

Lutando pelos cristãos e minorias perseguidos