Lei de Migração, Mercosul e a Histeria dos Recém-Acordados

Por Amir Kater

   O Mercado Comum do Sul (Mercosul), acaba ajudando toda a sorte de migrantes, nesse caso islâmico, de uma série de países não só dos países do Mercosul. Temos claro, por notícias jornalísticas durante anos que nos países da América Latina como um todo, existem muitas forma de falsificações de documentos e outros tipos de crime que facilitariam a entrada de “jihadistas” no campo dos países participantes ou vizinhos a estes. E independentemente do Mercosul já há entrada de imigrantes  de diversas formas como abordarei adiante.

            Em artigo esclarecendo o posicionamento do Mercosul e matéria de migrações, a internacionalista Camila Baraldi afirma:

            “No Mercosul, à proposta do Brasil de uma espécie de anistia migratória para os nacionais do bloco por seis meses, a Argentina respondeu com uma contraproposta, de “anistia permanente” ou “canal de regularização permanente” – a qual foi finalmente aceita por Brasil, Uruguai e Paraguai, este último com certa resistência[2]. No entanto, foram necessários sete anos para que os Acordos entrassem em vigor, em respeito à regra de consenso para a tomada de decisões no bloco e à necessidade de internalização das normativas.

            Em dezembro de 2010, a Decisão 64 do Conselho do Mercado Comum (CMC) estabeleceu “um plano de ação para a conformação progressiva de um Estatuto de Cidadania do Mercosul”, que deve ser implementado até 2020. Seus objetivos gerais são: a) implementação de uma política de livre circulação de pessoas na região; b) igualdade de direitos e liberdades civis, sociais, culturais e econômicas para os nacionais dos membros do Mercosul; e c) igualdade de condições para acesso ao trabalho, saúde e educação. Para tal, o plano de ação prevê a adoção de medidas em onze eixos: i) circulação de pessoas; ii) fronteiras; iii) identificação; iv) documentação e cooperação consular; v) trabalho e emprego; vi) previdência social; vii) educação; viii) transporte; ix) comunicações; x) defesa do consumidor; e xi) direitos políticos.

            O Plano estratégico de Fronteiras, instituído pelo Decreto 7.496/2011, e a Estratégia Nacional de Segurança Pública nas Fronteiras trabalham com a lógica da fronteira como local privilegiado para o cometimento de crimes. Mesmo no Mercosul, onde esses temas são contemplados em diferentes grupos de trabalho, há relatos de que o Foro Especializado Migratório (FEM) foi provocado pelo Foro Especializado de Terrorismo e Controle, que pediu a incorporação de temas relativos a crimes na pauta migratória. A estratégia para o enfrentamento dos crimes passa pela ideia de conter a ameaça, apesar da imensidão das fronteiras brasileiras e da insuficiência de recursos disponíveis para tanto. Nesse âmbito, o discurso integracionista ainda é fraco e a mobilidade de pessoas é associada a todos os tipos de crimes cometidos na fronteira, não somente o tráfico de pessoas, mas de armas e drogas.

            Assim, a questão que se coloca é: de que integração estamos falando? O modelo do regionalismo aberto e a aposta no livre comércio na América do Sul já mostraram-se incapazes de atender aos objetivos de desenvolvimento buscados há décadas pela região. Por sua vez, na Europa, a política para as migrações – restritiva e seletiva – tem colocado em xeque os próprios princípios humanistas que estão na sua origem, no pós-guerra[10]. Haveria um outro modelo a ser proposto? Uma integração dos povos, promovida desde baixo? A aproximação criada entre os países e as populações sul-americanas a partir do Mercosul é algo nunca antes visto, e as trocas que surgirão a partir das migrações intrarregionais carregam um potencial riquíssimo para a região, ainda pouco considerado.” [1]

              E para maior eficiência no entendimento traçarei paralelos e matérias jornalísticas, de maneira a determinar onde e o porquê entendo que mercados como Mercosul ou Comunidade Europeia, quando alinhados em suas políticas, já de há muito, muito à esquerda, e, no Brasil com políticas obscuras e soturnas, criaram campos ainda mais complexos pela vontade de aceitar qualquer política migratória, somada à sua leniência de monitoramento prévio de segurança e a corrupção que assola desde o encerramento dos regime militar; não defendendo esse último, porém, os desmandos eram de outra ordem.

              Inicio pelos países dos quais dispensamos vistos por determinado tempo, conforme tabela encontrada e com dados do Portal do Ministério das Relações Exteriores. Considerando o Mercosul, que não necessita de passaporte[2].

PAÍS Visto de Turismo Visto de Negócios Observação
Argentina Dispensa de visto, por até 90 dias Dispensa de visto, por até 90 dias Entrada permitida com Cédula de Identidade Civil
Bolívia Dispensa de visto, por até 30 dias Visto exigido Entrada permitida com Cédula de Identidade Civil
Bósnia e Herzegovina Dispensa de visto, por até 90 dias Dispensa de visto, por até 90 dias O prazo total de estada não deve exceder 180 dias por ano
Chile Dispensa de visto, por até 90 dias Dispensa de visto, por até 90 dias Entrada permitida com Cédula de Identidade Civil
Colômbia Dispensa de visto, por até 180 dias Dispensa de visto, por até 90 dias Entrada permitida com Cédula de Identidade Civil
Equador Dispensa de visto, por até 90 dias Dispensa de visto, por até 90 dias Entrada permitida com Cédula de Identidade Civil
Uruguai Dispensa de visto, por até 90 dias Dispensa de visto, por até 90 dias Ingresso permitido com Cédula de Identidade Civil
Venezuela Dispensa de visto, por até 60 dias Visto exigido Ingresso permitido com Cédula de Identidade Civil

            Devemos considerar e atentar que segundo o último senso de 1992, o Islã é a religião que mais cresce atualmente no mundo e mais de 1/4 da população mundial é muçulmana de acordo com o último censo mundial realizado pela ONU. Há no mundo cerca de 5 bilhões, 771 milhões, 939 mil habitantes, aproximadamente, sendo que quase 1 bilhão e 500 milhões desses habitantes são muçulmanos, ou seja, 25% da população mundial é muçulmana.

              Islã é a religião que mais cresce no mundo:

Muçulmanos na Ásia (1996) 1,022,692,000 (30%)
Muçulmanos na África (1996) 426,282,000 (59%)
Número Total de Muçulmanos no Mundo (1996) 1,678,442,000
Número Total de Pessoas No Mundo (1996) 5,771,939,007
Porcentagem de Muçulmanos (1996) 25%
O Índice Anual de Crescimento do  Islam (1994-1995) O.N.U. 6.40%
O Índice de Crescimento do Cristianismo (1994-1995) O.N.U. 1.46%
Número Total de Muçulmanos no Mundo (2000) 1,902,095,000

 Nota: “De acordo com o Censo 2010 do IBGE existem 35 mil muçulmanos no país, mas algumas entidades islâmicas afirmam que são 1,5 milhão. Não se sabe ao certo, pois nos últimos anos a política externa do governo petista tem facilitado a entrada de imigrantes de modo geral, incluindo aqueles que professam a fé muçulmana. Vindos de 18 países da Ásia e da África, a maioria tem ido para cidades pequenas ou médias.” [3]

Os Países Muçulmanos

               Consideram-se países muçulmanos aqueles em que os muçulmanos representem mais de 50% da população e a maioria deles são membros da Organização do Congresso Islâmico, que foi fundada em 1969. Com sede em Jedah na Arábia Saudita, os presidentes e os reis destes países se reúnem a cada 3 anos.

              Os países muçulmanos que não são membros do Congresso Islâmico são:  Costa do Marfim, Albânia, Etiópia, República Centro Africana, Tanzânia e Togo. Além disso há dois países Africanos em que os muçulmanos representam menos de 50%, e que são membros da Organização e são eles Uganda e Gabão”, de acordo com a página http://www.islam.org.br/o_islam_hoje.htm:

Lista  do site islam.org.br Lista do Ministério das relações exteriores:
País PAÍS Visto de Turismo Visto de Negócios Observação
X Albânia Dispensa de visto, por até 90 dias Dispensa de visto, por até 90 dias  
X Armênia Dispensa de visto, por até 90 dias Dispensa de visto, por até 90 dias  
X Bósnia e Herzegovina Dispensa de visto, por até 90 dias Dispensa de visto, por até 90 dias O prazo total de estada não deve exceder 180 dias por ano
X Emirados Árabes Unidos Dispensa de visto, por até 90 dias Dispensa de visto, por até 90 dias Assinado em 16/03/2017
X Malásia Dispensa de visto, por até 90 dias Dispensa de visto, por até 90 dias  
X Malta Dispensa de visto, por até 90 dias Dispensa de visto, por até 90 dias  
X Marrocos Dispensa de visto, por até 90 dias Dispensa de visto, por até 90 dias  
X Palestina (Autoridade) Dispensa de visto, por até 90 dias Dispensa de visto, por até 90 dias  
X Tunísia Dispensa de visto, por até 90 dias Dispensa de visto, por até 90 dias  
X Turquia Dispensa de visto, por até 90 dias Visto exigido  

De 55 (cinquenta e cinco) países pela lógica do site http://www.islam.org.br, comparada à tabela do MRE, 9 (nove) países muçulmanos, nas condições descritas, não precisam de visto. Ora, convenhamos que após entrarem no Brasil, têm acesso fácil a qualquer outro país, pois sabidamente menos que o Brasil, mas mesmo assim ainda muito falhas, são todas as fronteiras dos países ligados ao Mercosul.

            Independente do tema ser América do Sul e a área de “livre comércio”, vejamos outros interessante texto, do mesmo site:

“Da Indonésia ao Marrocos, há uma série de estados muçulmanos, que são membros da ONU, se na Europa existe a Albânia, dentro da extinta URSS, há várias repúblicas muçulmanas, que conseguiram a sua autonomia com a desintegração da União Soviética. A Confederação (Commonwealth), desenvolvida pelos britânicos mostrou que o convívio com uma coletividade de estados não muçulmanos não impede a verdadeira independência dos muçulmanos. Se a França, Rússia, China e Índia e outros países prepararem os seus territórios muçulmanos para a autonomia integral, a luta pela libertação, empreendida por eles, perderá a sua razão de ser, e todos serão capazes de viver e conviver em concórdia e cooperação, com o sentido de bem estar universal.”

            Mais uma vez, aqui se vê a sanha colonizadora e bruta dos “pacatos” islâmicos, porém, em eloquente antítese de texto e contexto com a realidade que hoje assola a Inglaterra, onde há embates frequentes, atentados terroristas, um prefeito islâmico que, por óbvio minimiza a agressividade inata de seus correligionários do sistema teo-político de colonização chamado Islã, bem como citam outros países que em seu texto mostram claramente o desejo de emancipar territórios que se quer existiram algum dia. Ora, alguém conhece em território muçulmano na França como se menciona sobre a extinta União soviética? Há algo mais a se perguntar quanto ao que quer dizer em contexto geral: “Índia e outros países prepararem os seus territórios muçulmanos para a autonomia integral, a luta pela libertação, empreendida por eles, perderá a sua razão de ser, e todos serão capazes de viver e conviver em concórdia e cooperação, com o sentido de bem estar universal.”; há dúvida que paire no ar?

“O Islam está representado, e de fato assim tem sido há longos séculos, no seio de todos os povos, o número exato de Muçulmanos no Mundo, dificilmente pode ser contado com precisão, pois há mortes e nascimentos, e há conversões que freqüentemente não são publicamente assumidas por razões pessoais. Mas, a partir sa informações disponíveis, não há duvída de que algo mais do um quarto da população Mundial, já se voltam diariamente em direção a Kaaba em Makkah, para proclamar, em alto e bom som , ALLAHU AKBAR, Deus é o Maior!”  (erros de grafia copiados direto do link replicado neste, sem qualquer alteração)

                 Entendamos que ao longo dos séculos existem muçulmanos, porém não tantos séculos quanto tentam fazer parecer no texto frente a outras vertentes religiosas, por óbvio. Mas o que mais chama atenção é a afirmação que atrás do “que frequentemente não são publicamente assumidas por razões pessoais” mais se assemelha a um senso comum de que não devem ser facilmente identificados; o que me remete aos cinco passos da islamização mas se mostrando mais organizada, madura e apta a aplicar o seu formato belicoso de teo-política, dissimulando de maneira quase que como um serviço de inteligência, quiçá.

              Voltemos ao Brasil e América Latina

              Brasil e Emirados Árabes Unidos (EAU) assinam acordo para isenção de visto em 16/03/2017,  garantindo a isenção de vistos de turismo, negócio e por conseguinte, aos portadores de passaportes diplomáticos e/ou especiais de ambos países[4].

              Independente do que as matérias de jornais tratem, é evidente que há grande facilidade, novamente de trânsito em território nacional e em outros países latinos por parte daqueles que se valerão dessas facilidades diplomáticas para implementar contatos com clérigos, aporte financeiro às organizações de recrutamento disfarçadas de mesquitas, entre outras questões. Basta analisarmos notícias recentes como a prisão de imigrantes árabes sírios portando passaportes falsos quando tentavam deixar o Brasil, pelo aeroporto de Salvador. A matéria de setembro de 2016 explica a saída de um deles, mas não explica como este e seus outros, hoje 05 (cinco) colegas de ”cela”, entraram no país; pior estão 03 (três) deles em liberdade provisória sem sair do país[5].

              Vem o questionamento, com as ramificações, clérigos, empresários e outros ligados, intrinsecamente a grupos radicais, para que não me apontem o dedo alegando que sou islamofóbico, ficarei nos radicais dessa vez, lembrando que ser anti-terrorista não é ser “islamofóbico”, mas sim cônscio que 99% dos atentados são impetrados por eles. Ora, com quem falam, onde vão, o que fazem? Poderiam se tornar um “asiático” tal qual o terrorista da ponte inglesa? Podem manter contato com as carradas de radicais, coligados, representantes ou mesmo com os próprios mentores de ataques terroristas dentro e fora do Brasil? Sim, porque não?

            O discurso de que a situação na Síria é muito complicada, é bonito para certos veículos midiáticos, para certos setores políticos e para os quase sempre desocupados/alienados que confundem imigrante com “refujihadista”, e que defendem os direitos humanos daqueles que não são as vítimas, mas sim, o autores dos massacres e assim por diante.

              Pouco tempo depois, em dezembro de 2015, da mesma fonte noticiosa vem o informe de fraude em certidões de nascimento, onde 72 (setenta e dois), novamente sírios foram identificados. Para complicar mais, o governo dos Estados Unidos através do seu consulado informou àquela época que 17 deles – dois dos quais eram ex-militares das forças armadas da Síria  – havia requerido visto para entrada naquele país. A matéria mostra algo importante: “Ao todo, 51 dos 72 sírios saíram de lá com o documento. Nenhum sistema conseguiu detectar a fraude e podiam votar e até ser eleitos, porque 52 deles têm o título de eleitor também.”

              Ora, o que podem ou poderiam, no melhor estilo e com base no “benefício da dúvida” ter somente um ou terem mais de um destes  51 homens com documentos brasileiros feito de contato em diversos países do Mercosul antes de terem sido pegos? Com quem estiveram? Com quem falaram? Para quem telefonaram? Quais foram e com quem foram suas trocas de e-mails durante o tempo em que “eram brasileiros”?

              Mas vem o pior! Naquela ocasião, demonstra a matéria:

O Ministério das Relações Exteriores declarou que não fala sobre questões ligadas a estrangeiros no Brasil. O Ministério da Justiça vai pedir informações a autoridades do Rio. O Detran do Rio informou que, por lei, só pode exigir certidão de nascimento ou de casamento pra emitir a carteira de identidade.

A Receita Federal declarou que está implantando um processo integrado pra evitar informações fraudulentas na inscrição do CPF.

A Corregedoria Geral da Justiça fez uma intervenção no cartório em 2010 por suspeita de irregularidades – e afirma que as fraudes são anteriores a esse período. Mas a polícia diz que foram depois. O serviço de registro de nascimentos no cartório foi extinto.

O Tribunal Regional Eleitoral (TRE) do Rio declarou que, pra obter o título, o eleitor precisa declarar que as informações são verdadeiras, sob pena de crime eleitoral. A Polícia Federal afirmou que tem um inquérito sobre o caso, mas que não pode comentar porque está em segredo de justiça.

A assessoria de imprensa do presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Dias Toffoli, enviou uma nota sobre a falsificação em certidões. “A matéria veiculada hoje no Jornal Nacional, que mostra uma quadrilha no Rio de Janeiro que falsifica certidões de nascimento para tornar Sírios em brasileiros natos, demonstra aquilo que a Justiça Eleitoral tem denunciado, que o sistema de registro civil no Brasil é falho e que é necessário ser aperfeiçoado. Por isso, o TSE já encaminhou ao Congresso Nacional o Projeto de Lei 1775/2015 que cria o Registro Civil Nacional (RCN), baseado na identificação biométrica do cidadão pela Justiça Eleitoral para ser no futuro a base para um documento único, inequívoco, unívoco e seguro de identificação do cidadão [6].”

   Então, percebemos que o Ministério das Relações Exteriores não tem nada de transparente  há muito tempo. Imaginemos agora sob a batuta do apoiador irrestrito do Islã, senhor Aloysio Nunes Ferreira, que vê em terroristas meros oprimidos refugiados, negando a lógica mundial noticiada todos os dias. E de outro lado, o Detran se exime de culpa com base numa legislação pífia; a Receita Federal, estava à época implantando sistema de informações fraudulentas na inscrição do CPF; isso nos parece dúbio, informações fraudulentas, vindas de maus funcionários do órgão ou informações sobre fraudes ocorridas no CPF? O TRE, presidido à época pelo senhor Dias Toffoli, nomeado pelo doador de 25 milhões de reais ao grupo terrorista “Hamas” em 2010, no mínimo, igualmente, curioso.

              Aí, podemos seguir entendendo o motivo do senador Aloysio Nunes Ferreira (PSDB/SP), propor o Projeto de Lei nº 2516/15, que tem como explicação da ementa a alteração do Decreto-Lei nº 2.848, de 1940. Passa a ter maiores chances com o governo, até porque, além do PL, ainda poderia usar o argumento de que a “ONU destaca a ‘obrigação’ de receber refugiados[7]” – matéria do G1 de 14/09/2015, cerca de um mês após o recebimento do PL na Câmara. A afirmação quanto a “obrigação de receber refugiados” vem do jordaniano Zeid Ra’ad Al Hussein. Me questiono o que, por exemplo o senhor  Hussein, sabe sobre a política interna dos países que ladeiam o Brasil, como se dão seus governos; e, pior, desde a subida dos governantes do Partido dos Trabalhadores, só se alinharam à esquerda radicalizando a população em geral, aparelhando o Estado em todos os níveis, politizando as entidades estudantis em todos os níveis e áreas, mentindo e dissimulando como seus predecessores e amigos latinos, Fidel, Chaves, Morales (aliás este uma aberração), e outros, como Maduro, que além de tudo tem seu vice  Tareck El Aissami, um co-ligado do “Heezbollah”; quais sejam todos “ótimas pessoas”, não abrandando os governos anteriores ao dos “petistas”. Até poderíamos considerar a necessidade dos refugiados, sim, mas dos “refugishadistas”, evidente que nunca, ainda mais quando estes já se encontram espalhados e aguardando o próximo passo em face ao Brasil.

              Em julho de 2016, outro caso correlato de falsificação como o do RJ, agora em Campo Grande:

“Conforme informações do delegado regional de combate ao crime organizado, Cléo Mazzotti, e do delegado que responde pela unidade da PF e Ponta Porã, Glauber Fonseca de Carvalho Araújo, o esquema passou a ser investigado depois que um estrangeiro tentou tirar passaporte em Ponta Porã, em 2014 e acabou preso.

Ele estava com documentos “teoricamente” verdadeiros, mas na conferência de suas digitais, foi identificado que o homem era na verdade de nacionalidade Palestina.Segundo a polícia, a fraude era feita num cartório de Areado, em São Gabriel do Oeste, onde eram confeccionadas certidões brasileiras verdadeiras para estrangeiros[8].”.

              Ora, como se dá essa entrada no Brasil? Como chegam tão rápido e conseguem documentos, se não através de outros países latinos? Não que o Brasil não tenha deficiências efetivas, grandes e objetivas em suas fronteiras, além de estar alinhado com Irã e “Palestina”  -Autoridade Palestina, vez que o país não existe –  o que poderia facilitar a entrada de elementos nocivos em nosso território, mas devemos considerar, ainda mais a Argentina, principalmente no período “Kirshnerista” defendendo a tal ponto o Irã, que suprimiu, na figura de sua presidente o assassinato de Alberto Nisma, Procurador Federal daquele país, que estava a “milímetros” da autoria do atentado terrorista islâmico à entidade judaica Amia, em Buenos Aires.

              O que fica evidente é que no Paraguai há costumeira entrada e saída de islâmicos irregulares, assim como na Argentina, Venezuela e Cuba, os quais juntamente com o Brasil se alinham declaradamente com país fomentador do terrorismo internacional, o Irã. O Brasil além das estreitas relações com o Irã ainda doa dinheiro para o “Hamas” através de Decreto Presidencial.

              Enquanto muitos se dizem estarrecidos com a “nova” Lei de Migração, evidente fica a letargia e falta de leitura geral do povo, que nunca percebeu que a lei só regulamentará muito daquilo já previsto no Mercado Comum do Sul, com sua ideia antiga do Foro de São Paulo acerca da unicidade de bloco latino. Basta que se analise a paulatina convergência à esquerda, com apoio irrestrito às políticas da ONU, pelo que o Brasil pode ficar até 20 anos fora do Conselho de Segurança[9]. Essa é mais uma coincidência enorme, não? Afinal, se lá estivesse, teria que se posicionar, evidente que como quase sempre – para não dizer sempre – acompanhando outros grandes como os Estados Unidos. O que atrapalharia em muito os planos colonizadores dos investidores da indústria “Halal” entre muitos outros compromissos vermelhos?

              Leio textos de pessoas que se dizem assustadas com o governo e a “nova lei”, mas desconhecem a presença já massiva de islâmicos que só se radicalizam e recrutam candidatos a “novos conversos” às baciadas. Os “assustados” ignoram a vinda por dias de Bin Laden para reunião com outros jihadistas ligados a Al Qaeda, pessoas que já estavam aqui e já se estabeleceram como empresários. São os mesmos que não conhecem o decreto presidencial contra a família Bin Laden. Essas são as mesmas pessoas que se arvoram a falar aos gritos sobre “intervenção militar”, que julgam que essa ou aquela “pílula milagrosa” ou uma “hashtag” (#vetatemer), fosse resolver algo. Ainda mais depois do último discurso do presidente na ONU, dias atrás.

              Esses mesmos do “veta Temer” aos gritos, os da “intervenção militar”, os do “aqui esse povo do demônio não se cria”, são os mesmos que sequer – com raras exceções – leram sobre o professor Adlène Hicheur, que lecionava na UFRJ, mas que em 2003 sofrera condenação por terrorismo na França, e, que muitos acharam absurdo ter sido deportado à Argélia, seu país de origem. Evidente que na grande maioria, os alunos da universidade provavelmente fariam como as estupradas e degolados da Europa, recebendo seus futuros estupradores e assassinos com cartazes: “refugiados não são criminosos”, “Islã religião da paz, é bem-vindo” e essas coisas bem típicas de alienados sociais e mentecaptos funcionais manobrados por questões políticas, na maior parte das vezes de engodo para encobrir coisas maiores.

          Finalizo minha indignação com uma reflexão muito apropriada que li na Fan Pge de uma amiga: “Falta à América-Latina, para não fazer a piada grosseira com latrina, os brios e a cultura nacionalista da Rússia, Japão, Polônia, Israel ou Hungria, entre outros poucos. Que muito poucos falam, mas que efetivamente nunca permitem a bandalheira que se vê por aqui. Continuemos ativistas, continuemos, infelizmente a não sermos ouvidos e ainda achincalhados pelos próprios conterrâneos, que vão contra a base legal do país que proíbe desconhecimento da lei, e, que ficam chocados com a já mais que certa sanção da de migração.”

Imagem: Comexblog

Referências:

[1] http://www.ictsd.org/bridges-news/pontes/news/a-experi%C3%AAncia-do-mercosul-em-mat%C3%A9ria-de-migra%C3%A7%C3%B5es

[2] http://www.portalconsular.itamaraty.gov.br/tabela-de-vistos-para-cidadaos-brasileiros

[3] https://noticias.gospelprime.com.br/numero-recorde-muculmanos-brasil/

[4] http://agenciabrasil.ebc.com.br/internacional/noticia/2017-03/brasil-e-emirados-arabes-assinam-acordo-para-isencao-de-visto

[5] http://g1.globo.com/bahia/noticia/2015/09/presos-com-passaporte-falso-na-ba-sirios-sao-proibidos-de-deixar-brasil.html

[6] http://g1.globo.com/rio-de-janeiro/noticia/2015/12/policia-do-rio-prende-quadrilha-que-transformava-sirios-em-brasileiros.html

[7] http://g1.globo.com/mundo/noticia/2015/09/onu-pede-que-europa-amplie-canais-migratorios.html

8] https://www.campograndenews.com.br/cidades/capital/esquema-de-falsificacao-ajudava-arabes-a-se-passarem-por-brasileiros

[9] http://zh.clicrbs.com.br/rs/noticias/noticia/2017/03/brasil-abre-mao-de-integrar-o-conselho-de-seguranca-da-onu-9750537.html

 

 

Riscos no Brasil e América Latina quanto ao Terrorismo Islâmico, suas Ramificações e Imposição de Cultura

Por Amir Kater

             Tempos atrás, uma matéria no jornal “O Estado de São Paulo”, do ano de 2011, dava conta sobre as questões referentes à tríplice fronteira, que sabemos sempre foi motivo de problemas como contrabando de drogas, armas, mercadorias eletrônicas entre outras, que são contrabandeadas para diversos comércios que vivem desse tipo de produtos e para bandidos de todos os tipos e níveis.

         Já de antes dos atentados ocorridos na Argentina em 1992 e 1994 – respectivamente,bombas detonadas diante da Embaixada israelense em Buenos Aires e da Associação Mutual Israelita Argentina (Amia), deixaram mais de 100 mortos –  e conforme o texto do jornal em tela, o então cônsul-geral para São Paulo, Ilan Sztulman, deixava clara sua preocupação e visão sobre a “ameaça” de terror na América Latina. Dizia ele de maneira objetiva após mencionar os atentados acima referenciados: “Eu não ‘acho’ que o terror é uma ameaça relevante na América Latina. Eu sei que o terror é uma “ameaça relevante”[1]. Sabidamente, o Irã é o país que é apontado como apoiador e executor de um dos atentados, pelo menos, o da Amia[2], que após ter seu caso reaberto culminou com a “morte” – uma vez que temos por foro íntimo ter se tratado de uma execução – do Procurador Federal Alberto Nisman, que além de tudo incomodava por ser judeu. Nos chama a atenção essa conjunção de fatores que levam à “morte” do mesmo.

             Não só se demonstra a iminente ameaça de atentados mediante as declarações do então cônsul, mas também por matérias publicadas em outros veículos. Afinal, era sabido por exemplo sobre esse tema, e com base em provas, pela Polícia Federal, que a Al Qaeda e outras quatro organizações terroristas ― que no Brasil, adoram chamar somente de “extremistas”, sempre minimizando a questão ― se utilizam do país para recrutamento, financiamento, planejamento e difusão do ideal radical através de propaganda pró-terror[3] e, evidentemente relacionada ao Islã. Sim, pois basta que analisemos como vem se dando há muitos anos a entrada dos muçulmanos não só árabes em território nacional.

              É notório que o Brasil já desde muito vem crescendo do ponto de vista geopolítico, ainda mais com a questão da Copa do Mundo e das Olimpíadas, nos anos de 2014 e 2016. Devemos levar em conta que em 1990, a Argentina tinha boas relações com governos árabes e muçulmanos, o que nem de longe impediria qualquer “transtorno” futuro e/ou ataque terrorista em seu território. E, foi o que houve conforme demonstra a história não tão distante. Curiosamente, mas nem tanto, hoje, o Brasil está na mesma posição que a Argentina de 17 anos atrás, pois mantém boas relações com o Irã, fomentador, apoiador e perpetrador de ataques islâmicos, que tem em um Sheik de São Paulo um grande defensor do estreitamento de relação entre os dois países. Afinal, o que há de “mal” o Irã ajudar na islamização do Brasil?

            Porém, percebemos “facilitação” leniente não só com o Irã, mas com os Emirados Árabes Unidos (EAU), país com o qual, ainda no mês de março, foi celebrado acordo de livre entrada e saída do país, através do qual não há necessidade de visto para que seus cidadãos entrem ou saiam do Brasil, em princípio por 90 (noventa) dias, mas uma canetada aqui e outra ali, e isso pode ser prorrogado. Para tanto, basta lembrar que o senhor Aluysio Nunes, autor do Projeto de Lei nº 2516/015 – que trata de alterações e regulamentação de nova forma da migração – hoje ocupa a cadeira de ministro do Ministério das Relações Exteriores. Tudo muito similar aos fatos ocorridos em nossa vizinha Argentina.

                Em breve, existirão outros países como os que firmaram “parcerias” com o prefeito de São Paulo, João Dória Junior, que celebrou contratos de parceria com os Emirados Árabes Unidos. Mas, além desse país muçulmano foram visitados Dubai, Abu Dabi e Doha para contatos com empresários locais. Devemos lembrar que junto aos petrodólares estão conectadas certas imposições culturais, como já vimos e lemos sobre outros países. Além, é claro, de “engrossar o caldo migratório” e com isso, a proliferação de sua cultura, teo-política, com mais base financeira e recursos econômicos.

                Bem, traçados esses pontos voltamos ao Brasil, e, após as questões da Argentina e outros países, ainda em 2011, continuando sobre a matéria do início do presente, sem entrarmos hoje na questão da existência de integrantes de outros grupos em solo brasileiro desde 1980; porém ressaltando que em 2004 (7 anos antes das matérias aqui mencionadas), o então Presidente da República Fernando Henrique Cardoso bloqueara bens da família Bin Laden no país através de decreto presidencial (DECRETO Nº 5.158 DE 27 DE JULHO DE 2004)[4], o que, por si, já demonstra obviamente a existência de consciência e alerta quanto a entes e grupos terroristas como Al-Qaeda e Osama Bin Laden.

             Evidente que hoje a internet facilita muito o terrorismo, não só pela agilidade de troca de informações, mas pela troca de planos, facilidade de criação de programas de criptografia, desligamento de integrantes de grupos, células, “batalhões” etc. Vale citar o exemplo que ocorreu numa “lan house” onde o proprietário era, àquela época, Khaled Hussein Ali, responsável pela propaganda, traduções de discursos, textos e outros dados da rede Al-Qaeda. Nem precisamos afirmar que isso ocorre, pois se valem da legislação fraca que vigia à época e que atualmente está em vigência. O terror, do qual falamos aqui, enviava “spams” com texto de incitação ao ódio contra judeus e negros e naquela época, não se falava tanto dos cristãos, não menos mal vistos pelo islã. Contudo, o libanês, não foi condenado por terrorismo devido ao fato de que o Código Penal Brasileiro (CP) fundamentou  sua liberação pelo Ministério Público Federal e a não apresentação de qualquer outro caso para tentar mantê-lo preso, muito embora fosse, e ainda é, uma prática muito comum a investigação de evasão, fraude financeira, problemas com o fisco, fraude ou sonegação fiscal para conseguir esse tipo de prisão, vez que o CP não abrange o terrorismo, e, hoje a lei antiterror ainda é muito limitada e “frouxa” para qualquer padrão médio de um país que sabe ter terroristas em seu território.  Tal falta de postura acusatória objetiva rende certo mal-estar entre o governo brasileiro e o norte- americano quando se trata desse tipo de assunto.

         Desde os anos 80, os relatórios de diversas agências como FBI, CIA, INTERPOL, MOSSAD e Departamento do Tesouro Americano são desconsiderados pelos sucessivos governos brasileiros quando se referem às atividades terroristas e extremistas, mesmo com a reviravolta ocasionada pelos atentados na Argentina. O governo brasileiro, não atenta para a necessidade de elevação de nível de alerta, bem como de maior e mais eficaz cobertura de fronteiras, melhores análises para permissão de entrada de pessoas ligadas a países fomentadores, financiadores e apoiadores do terror, por exemplo.

                Somente com a prisão de Khaled Hussein Ali – anos após Bin Laden e Khali Shaikh Mohammed, que ajudou nos planos para os ataques de 11/09 nos Estados Unidos –  foi que se soube que em 1995, ambos estiveram em Foz do Iguaçu. Curiosamente, a “força tarefa” da Polícia Federal que acompanhava, investigava e/ou monitorava foi desativada em 2009. Porém, os relatórios obtidos por uma revista semanal ―VEJA― apontam de maneira clara que “além de Ali, vinte militantes da AI Qaeda, do Hezbollah, do Hamas, do Grupo Islâmico Combatente Marroquino e do egípcio al-Gama’a al-Islamiyya usam ou usaram o Brasil como esconderijo, centro de logística, fonte de captação de dinheiro e planejamento de atentados. A reportagem da revista também obteve os relatórios enviados ao Brasil pelo governo dos Estados Unidos.” Não precisamos informar que ainda há muitos outras pessoas ligadas ao terrorismo no território brasileiro, e, agora com as questões comerciais, a permissividade governamental e a pressão do ministro Aluysio, isso tende a se acirrar.

            Lembremos que já àquela época afirmou-se: Sem que ninguém perceba, está surgindo uma geração de extremistas islâmicos no Brasil”, dizia o procurador da República Alexandre Camanho de Assis, que coordenava o Ministério Público em treze estados e no Distrito Federal.

       Aliás, devo esclarecer que a partir de muitas postagens em redes sociais respondendo a diversas pessoas evidentemente mal preparadas, que preferem o alarde à informação, resolvi passar a escrever de maneira mais fácil não só sobre o que acomete o Velho Mundo, Europa, que passou pelo mesmo que vem ocorrendo no Brasil quanto ao formato de implementação teo-política do terrorismo e da “pseudofé islâmica” que sempre se manifesta da mesma forma.

      Deveria existir mecanismos legais mais céleres para que se pudesse corrigir e modificar a legislação vigente em todos os âmbitos de maneira que esta pudesse ter maior eficiência sobre o terrorismo. Porém, o que percebemos é o inverso; uma legislação ultrapassada, pois em seu texto não prevê atos terroristas da magnitude que percebemos mundo afora. Infelizmente, na legislação brasileira quando se trata de crime e Direito Penal, que permeia também crimes de terror, crimes de traição da pátria, entre outros, não há atualização, muito por conta da crença de que o Brasil é um país pacífico ― em relação ao que aqui estamos tratando ― que acolhe a todos sem distinção no que concerne à migração islâmica em massa e  a não distinção, e, por isso nada de mal ocorreria, já que acredita-se que todos os povos do mundo podem viver em paz “num território neutro”, o que é um grave erro. Muitos dizem ou escrevem em postagens: “por que fariam um atentado aqui?” Ou “impor ou aprovar essa tal de sharia, nada a ver, os “irmão quebra eles na bala”; aqui não se cria esses loucos”;  “um país que tem D’us como cidadão (alusão a: “deus é brasileiro), não vai acontecer nada”; “quero ver meter o louco aqui”; e outras bobagens correlatas, mostrando a total falta de cultura do povo frente a algo tão sério. O pior, ainda mais sério, é pensar que o crime organizado é quem deveria lhes proteger, sendo algo, no mínimo, surreal.

          Por outro lado, há aqueles, que só fazem urrar em seus textos, porém, sem conteúdo para demonstrar o que de nós já se aproxima sorrateiramente há anos, mas poucos realmente têm a consciência do que isso traz consigo ou significa.  Aqueles que escrevem sobre o tema, o fazem de maneira a se esconder, pois temem represálias vindas destes que se valem das fragilidades legais, e enquanto se valem destas, já impõem o terror da mesma forma que se utilizam dos discursos brandos e amigáveis, para ―  em acordos muito conveniente a eles ― enviar, apoiar, alardear, difundir, recrutar, recolher fundos, fazer propaganda, fomentar o terror mundial, e, pior, institucionalizar a sharia, como vem ocorrendo na “Eurábia” e Canadá.

             Basta que analisemos o seguinte:

“Preso em 1999, Mohamed Ali Abou Elezz Ibrahim  Soliman Teve sua extradição negada pelo Supremo que encontrou aros (sic) formais de instrução do processo, como falhas na tradução de documentos. Como Eltrabily ele vende muamba, mas em Foz do Iguaçu. Hesham Ahmed Mahmoud Eltrabily é apontado pelo Egito como participante da chacina de 62 turistas que visitavam as ruínas de Luxor, em 1997. Com uma ordem de prisão emitida pela Interpol, foi capturado em São Paulo, cinco anos depois. O Supremo Tribunal Federal negou sua extradição, alegando que as provas apresentadas pelo governo egípcio não eram peremptórias. Agora, o egípcio comercializa eletrônicos na Galeria Pagé, um dos centros de venda de contrabando da capital paulista.”

          Ambos formam, conforme texto extraído da matéria, “a célula brasileira do al-Gama´a al-Islamiyya subordinada à AI Qaeda.” E seguimos para finalizar com texto da própria matéria, a fim de mais uma vez mostrar que há anos o Brasil conhece e reconhece ter problemas com “extremistas”, mas não os reconhece como o que verdadeiramente são, TERRORISTAS.

“A leniência com o extremismo islâmico é característica também da diplomacia brasileira, que não reconhece o Hezbollah, o Hamas nem as Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc) como terroristas. Em parte, ela está relacionada à tentativa de vender a imagem do Brasil como a de um paraíso tropical blindado contra atentados. Mas apresenta-se recheada também da simpatia da esquerda pelos jihadistas, inimigos viscerais dos Estadas Unidos. Uma lei antiterror alcançaria, ainda, “movimentos sociais”, como o Movimento dos Atingidos por Ramagens, que, em 2007, ameaçou abrir as comporias da hidrelétrica de Tucuruí, e o Movimento dos Sem Terra, que invade e depreda fazendas. “A Polícia Federal e o governo americano apontam a atuação dos movimentos sociais como um dos principais impeditivos para um combate mais efetivo ao terror”, diz Jungínann.

Embora seja autora das investigações descritas nesta reportagem, a Polícia Federal assume um comportamento ambíguo ao comentar as descobertas de seu pessoal. A instituição esquiva-se, afirmando que não rotula pessoas ou grupos que, de alguma forma, possam agir com inspiração terrorista”. Esse discurso dúbio e incoerente não apenas facilita o enraizamento das organizações extremistas no Brasil como cria grandes riscos para o futuro imediato. As cartilhas terroristas recomendam aos militantes que desfiram atentados em ocasiões em que suas ações ganhem visibilidade. O temor de policiais federais e procuradores ouvidos por VEJA é que eles vejam essas oportunidades na Copa de 2014 e na Olimpíada de 2016.”

                Dessa maneira os governantes brasileiros, seu Judiciário, polícias e órgãos de defesa, permanecem de mãos atadas. A população é evidentemente alienada e aleijada de conhecimento sobre os referidos temas, tal como é alienada quanto sua própria política, agendas internacionais e outras pautas. Ora, por que com relação ao terrorismo que já “acampa” em seu território e fronteiras deveria ser diferente? Infelizmente, Oxalá não permita, acordarão tarde, ou até mais tarde do que o Velho Mundo.

Fonte da Imagem: Acredite ou Não

[1] http://internacional.estadao.com.br/noticias/geral,america-do-sul-sob-ameaca,770457

[2] http://oglobo.globo.com/mundo/em-audio-ex-chanceler-argentino-reconhece-ira-como-responsavel-por-atentado-amia-18338342

[3] http://www.defesanet.com.br/geopolitica/noticia/387/Terrorismo—-A-REDE—O-Terror-Finca-as-Bases-no-Brasil/

[4] http://www2.camara.leg.br/legin/fed/decret/2004/decreto-5158-27-julho-2004-533135-publicacaooriginal-16252-pe.html

Europeus, refugiados e o terror

Por Amir Kater

   Pesquisas demonstram que muitos cidadãos europeus relacionam refugiados ou imigrantes, nos dias atuais, muçulmanos, com o terror ou os percebem de maneira negativa.

   Assim como no Brasil e alguns outros países, o europeu tem real  preocupação/impressão que com a chegada de mais muçulmanos haverá maior onda de terror e atentados diversos.

       A crise na realidade vem desde a Segunda Guerra Mundial, a engendradora de muitos dos problemas migratórios. A ONU estima que mais de trezentas mil pessoas tentaram atravessar o Mediterrâneo, em 2015, para tentar chegar à Europa.

    Sabe-se que a esmagadora maioria  são da África e Oriente médio fugindo de perseguições e guerras como a da Síria, que já leva mais de cinco anos. Aliás, a mesma ONU, nesse período todo, sequer enviou os famosos observadores para a Síria, na verdade o fez já no final de 2016, qual seja, 4,5 / 5 anos após o início dessa guerra ignóbil.

        Estima-se que duas mil e quinhentas pessoas de todas as faixas etárias morreram nas travessias desesperadas em fuga daquilo que a ONU parece gostar de ver, o caos. Um dos maiores emblemas foi a criança Aylan Kurdi, quando a cena de seu corpo que jazia na praia de Bodrum ‒ Turquia ‒ sensibilizou o mundo pela questão dos refugiados.

       Um dos grandes problemas é a chegada, normalmente, pela Grécia ou Itália, de hordas de pessoas, na maioria das vezes em idade militar, com grande vigor físico, sem família, mulheres e/ou crianças; o que chama atenção sobremaneira; sempre com direção à Alemanha de Merkel, que se propôs  a receber oitocentos mil refugiados sírios, em sua quase totalidade no ano de 2015. Percebe-se um acirramento na questão, pois esses “pobres” refugiados têm que se deslocar até a Alemanha. Contudo, quando chegam às fronteiras de países menos permissivos e mais conscientes da proteção de seus cidadãos como Áustria, Eslovênia e Hungria, se vêm com o problema das fronteiras fechadas e fortemente patrulhadas; evidente que isso agrava a crise, principalmente para outros países que têm esses errantes passando por seus territórios, trazendo o horror.

      O que há hoje além desse quadro geral, sombrio ao extremo para a Europa, é uma questão geopolítica evidente, pois a maioria dos migrantes são sírios, fugindo da guerra, que envolve os pró-governo Assad e os que querem derrubá-lo; mais do que lógico que isso tem como resultado uma realidade local, tenebrosa, que fortalece toda sorte de organizações extremistas como o DAESH (em árabe, ad-Dawlat al-Islāmiyah fī al-ʿIrāq wa sh-Shām) que pretende um califado através da visão whahabita e, pra não esquecer, extremamente violenta.

         Devemos considerar outra questão importante que é o fato de que países europeus têm baixa taxa de natalidade, diferente dos migrantes islâmicos, que se procriam aos montes. Com isso a população europeia com baixo nível de fecundidade e envelhecimento natural de sua população,  gere um problema em que seus cidadãos, apesar das matérias em geral não apontarem, comece a sucumbir aos novos moradores, dada a sua taxa de natalidade; logo de senhores passarão a vassalos.

         Devemos, ainda, considerar a crise econômica que atinge a Europa e os integrantes da Comunidade Europeia em 2008. Onde Grécia e Espanha têm taxas de desemprego de 20%, o que acirra a xenofobia em muitos setores, por considerarem os migrantes como concorrentes desleais. O que fortalece o discurso da extrema-direita, aliás, um dos poucos sistemas de visão política capaz de aplacar as sanhas de certos grupos radicais islâmicos, pois aceita a não permissividade, a letargia, frente aos ataques, estupros, saques, roubos e furtos perpetrados por esses que chegam, curiosamente, 99,9% das vezes muçulmanos. Uma boa demonstração foi a crise dos véus (hijab) na França, entre outras posturas que visam defender o modelo de vida europeu comum.

       O que chamam de globalização na verdade, hoje, se vê como a agenda de dominação de pontos específicos do globo por uma visão sórdida, política, disfarçada de religião, que impõe sua visão e forma de vida pelo medo, pelo terror e pelas armas; além das perseguições a qualquer grupo que destoe de suas ideias.

      Numa próxima oportunidade, continuaremos traçando o paralelo das imigrações através dos séculos e comparando a questão europeia, com a brasileira e o  que ocorre na América Latina, atualmente uma incubadora de grupos e radicais como os do Hezbollah.

Fonte da Imagem: LineaDiretta24.it

Cresce ameaça terrorista na América Latina: Grupo islâmico “Hezbollah” planejou atentados em larga escala no Chile, Bolívia e Peru

Por Amir Kater

            O brasileiro já está habituado a ouvir que há toda sorte de grupos radicais na América Latina e que há campos de treinamento desses grupos em determinados países, sendo que alguns deles são patrocinados por ouro nazista, como na Argentina, por exemplo. Contudo, as evidências consolidam o entendimento da ampliação das atividades terroristas na região, pois segundo informação do diário saudita Okaz, as forças de segurança sul-americanas invadiram um depósito da organização terrorista Hezbollah nos arredores da capital boliviana e impediram os planos de atacar a Bolívia, Chile e Peru[1], sendo apreendidos materiais que demonstravam capacidade para fazer uma bomba de 2,5 toneladas que seria utilizada num veículo também apreendido.  O local de armazenamento se encontrava em La Paz, onde em 2016, num voo da GOL, três australianos foram detidos com explosivos a caminho do Brasil[2]. Talvez, não haja conexão entre os fatos, mas os mesmos demonstram que a América Latina vem sofrendo o que há muito aconteceu na Europa enquanto as comunidades árabes muçulmanas iam se instalando.

         Não há motivo, também, para não pensar mais amplamente e inserir a Argentina – que já sofreu ataque em 1992 contra a AMIA[3], uma instituição judaica, deixando um grande número de mortos, incluindo crianças – bem como não se pode eximir de risco o Brasil[4], com sua tríplice fronteira apinhada de radicais islâmicos, que encontram na fácil passagem a condição de contrabandear toda espécie de objetos, incluso armas, como é bem sabido, além de poderem ter “o repouso do guerreiro” e o “sumiço” temporário de suas atividades junto aos seus grupos, células ou partidos.

            Grupos como o “Hezbollah” possuem vasta experiência na confecção de explosivos, mísseis com alcance superior a 300 quilômetros, tal qual  já visto sendo disparados contra Israel, inimigo histórico do grupo terrorista. Com isso, podemos começar a vislumbrar a real fragilidade dos países da América Latina, por vários motivos, como facilidade de entrada e saída de suas fronteiras, uma facilidade enorme em corromper agentes da lei, entes políticos, que independente de como sejam corrompidos, já estão alinhados com a agenda global de implementação da “imigração refujihadista” islâmica, que vem impondo seu sistema teo-político irascível e assassino para com os que não comungam de seus ideais, travestidos de “religião da paz”.

            Ainda na seara dos explosivos, se percebe que os mecanismos, materiais e outros insumos poderiam levar a cabo a confecção de um artefato explosivo que poderia chegar a pesar, 2,5 (duas e meia) toneladas, além de um veículo, tipo mini-van, que estava sendo preparado para receber artefatos explosivos.

            Chama a atenção o fato que a operação ocorre logo após a divulgação de um relatório do jornal do Kuwait que cita o comandante adjunto da Guarda Revolucionária Iraniana como sendo o responsável pelos armamentos e plantas que estavam em posse dos integrantes do “Hezbollah” no Líbano, onde hoje estão fortemente estabelecidos. Percebemos, mais uma vez, que o Irã aparece como fomentador de ataques terroristas, direta ou indiretamente, o que, por sinal, já é desde sempre uma prática desse país.

            “ De acordo com o relatório traduzido e distribuído pelos pesquisadores do MEMRI, fábricas que o Irã estabeleceu recentemente no Líbano estão a uma profundidade de mais de 50 metros e são protegidas contra bombardeios. Os mísseis são fabricados em diferentes alas das fábricas e, finalmente, são montados em uma unidade.” É o que consta de uma das partes da matéria assinada por Mordechai Sones (Israel National News | Traduce: © estadodeisrael.com)

              Há denúncia, ainda, da época em que Israel destruiu uma fábrica de armas no Sudão, tal instalação fabricante de armas pertencente ao Irã, que por sua vez, forneceu armas ao “Hezbollah” com o apoio da Síria, que permite ser usada como intermediária, e que acaba por facilitar o desenvolvimento por parte dos guardas revolucionários de ações para construção de fábrica de armas no Líbano.

              Sabido, mais do que informado é que alguns peritos foram levados à Universidades de Teerã, para o desenvolvimento de fábricas de todo tipo de armamento, sempre subterrâneas, com grande profundidade abaixo do solo para maior dificuldade de detecção, assim como fizeram com algumas prisões.

“Estas plantas foram construídas a uma profundidade de mais de 50 metros e acima destes, existem diferentes camadas de diferentes tipos de barricadas que os aviões israelenses não são capazes de atingi-las.  Além disso, os mísseis não são fabricados numa instalação, mas em algumas partes em várias plantas e finalmente reunidos em uma única unidade. “

            Essas fábricas foram gradativamente transferidas para o controle do grupo terrorista “Hezbollah”, e, atualmente, estão sob supervisão e funcionamento integral a mando e controle do mesmo grupo.

      Percebe-se todas as condições necessárias para criar artefatos dos mais variados e mísseis que poderiam cobrir grandes distâncias, como mencionado no início deste, de vários tipos como: mísseis terra-terra, mísseis terra-mar, bombas de luz, barcos lançadores de torpedos, além de UAVs por espionagem e armas mísseis, porta-aviões, mísseis anti-tanque e barcos blindados.

          O material encontrado poderia atender a demanda de até cinco grandes atentados. Entretanto, cabe salientar que a cooperação entre jornalistas, órgão de segurança e outras instituições têm conseguido grande êxito em impedir que se lancem ataques contra entes públicos, aeroportos e pontos turísticos.

         Não obstante, temos que tomar mais atenção à política externa, em realidade, a política mundial das esquerdas, que se alinham em prol da islamização do globo, ou boa parte dele. Podemos, no Brasil, começar analisando pelo desarmamento da população, as políticas de gênero, a deturpação escolar quanto a questões como sexo, agenda de de doutrinação política, com pessoas como Deborah Duprat, Procuradora Federal, que disse abertamente: “…nossas crianças não pertencem aos pais, mas sim ao estado…”(sic), basicamente, numa política hitleriana, que se alinha como muito sabemos  a algumas das práticas islâmicas com relação à doutrinação dos professantes “infiéis” doutras visões religiosas ou teo-políticas.

        Cabe o aviso: Hoje todo cuidado é pouco, ainda mais em países com baixa atenção à segurança nacional, às suas fronteiras, com uma população idiotizada por discursos populistas e distribuição de recursos pífios que só maquiam a realidade do que se engendra na calada da noite, com projetos, políticas, desvios e envio de valores para grupos terroristas, alinhamento com países que fomentam o terror em favor da instalação dum governo único, e sob o poder da cimitarra dos senhores da espada.

Fonte da Imagem: Brasil Soberano e Livre

[1] http://www.radioworld.com.sv/grupo-terrorista-hezbollah-en-sudamerica-desbaratan-atentados-masivos-en-bolivia-chile-y-peru/

[2]http://g1.globo.com/mundo/noticia/2015/11/australianos-sao-impedidos-na-bolivia-de-viajar-com-dinamite-para-o-brasil.html

[3] https://noticias.uol.com.br/ultnot/efe/2006/10/25/ult1807u31822.jhtm

[4] http://veja.abril.com.br/mundo/investigacao-de-atentado-na-argentina-aponta-ramificacoes-de-rede-terrorista-no-brasil/

Brasil, um país com um governo ainda ligado ao terror

Por Amir Kater

            É sabido que muitos brasileiros, considerados subversivos, o que não caberia a discussão neste, se envolveram com uma série de questões de luta armada, que sim, igualmente, pode ser chamada de terrorismo, não “religioso” como temos atualmente em vários grupos em muitos países ou através de simpatizantes, células adormecidas, comumente chamadas à ação em determinado momento ou simplesmente os “lobos solitários”.

            O que deve ser percebido é o alinhamento, sempre profundo, das esquerdas mundiais com o terror, considerando que o terror ou terrorismo, não obrigatoriamente esteja ligado a ataques com bombas, carros-bomba, homens ou mulheres-bomba e assim por diante. Mas, basicamente com um sistema de terror social, para que se alcance um determinado objetivo.

            Pois bem, então seguimos essa linha, voltando a atenção novamente para o Brasil, um país que começa a receber a comunidade árabe no final do século XIX, com uma considerável maioria libanesa e de sírios já com um aumento importante e gritante aos olhos no início do século XX, tendo dentre essas nacionalidades, vertentes religiosas, tais como: cristãs, muçulmanos, maronitas, drusos, ortodoxos cristãos etc. Há também relativo número de palestinos em solo brasileiro. Estes, todos, se estabeleceram de maneira pacata, ordeira, atuando ― quase sempre ― no comércio nas mais variadas praças e nichos. Com o tempo, seus filhos e netos foram se formando, ficando mais inseridos em nossa sociedade e gozando de muito respeito em uma gama enorme de setores desta.

            Evidente que nada é feito só de rosas e alegrias. Como os ordeiros, com o passar do tempo começaram a migrar outros e mais outros, já não tão bem intencionados, mas que viam no Brasil um ponto para ficarem “quietos”, para saírem, do plano mundial ou, quiçá, somente do Oriente Médio, em relação a atividades terroristas ― um “porto seguro”. Sim, muitos ligados, participantes, partidários, apoiadores e “soldados” do terror, aportaram em nossas terras e foram, igualmente, à parcela anterior, honesta e ordeira ― aos olhos comuns e menos atentos ― criando uma verdadeira rede.

            Tal rede implica em movimentações financeiras, lavagem de dinheiro, através de transferências ilegais, “cabos” de dinheiro, venda de contrabando em muitas galerias, venda de drogas e armas em alguns países fronteiriços ao Brasil e a instalação com “ocupação territorial” através de suas mesquitas, centros de juventude islâmica e assim por diante.

            No momento em que se passa a ter essa “ocupação”, mencionada no parágrafo anterior, com a organização de setores que enviam dinheiro para grupos como Hamas, Hezbollah, dentre outros, o Brasil passa a ser rota internacional de dinheiro que fomenta o terrorismo internacional, isso já publicado em algumas matérias de diversos veículos de jornalismo. Com isso, passamos a ter aproximação maior com o terror, mesmo que só como via de passagem de dinheiro e outros elementos.

            Com isso, surgiram pessoas, que podem não ser terroristas, mas simpatizantes da causa deles, em setores públicos governamentais, tais quais o senhor Luiz Inácio Lula da Silva e respectivos auxiliares. Dessa forma, a sociedade islâmica radical, que no Brasil age de maneira sutil, passa quase desapercebida, e mesmo com os relatos recentes de clérigos e grupos que defendem Direitos Humanos, de cristãos e outras vertentes religiosas, a questão vem sendo trazida à luz da realidade. A maior prova que podemos ter do apoio irrestrito de governos de esquerda face ao terrorismo, é o Brasil, por seu tamanho, por problemas político-sociais pelos quais passa, ou melhor, que são impostos à sociedade pelos seus líderes, pois poderia, o país, estar em situação muito mais confortável nos campos interno e externo. Podemos perceber isso claramente, quando em 2010, ainda durante o governo do mesmo senhor Luiz Inácio “Lula” da Silva é decretada a transferência, a título de “doação”, conforme texto do próprio decreto, de nada mais, nada menos, que “vinte e cinco milhões de reais”[1]. Logo, numa “canetada”, dinheiro que poderia ser utilizado em outras áreas do país, é enviado para um grupo terrorista, que passa a ter, no Ocidente maior visibilidade a partir de 1990, ainda na Jordânia, depois migrando e dominando a Faixa de Gaza (Israel), onde se encontra até o momento.

            É assustador que um país, laico, pacífico, sem inimigos, que visa convivência pacífica com todos os países vizinhos e outros com quem mantém relações diplomáticas, fomente financeiramente o terror.

Enquanto em 1995 o governo do então, presidente Fernando Henrique Cardoso, bloqueava bens da família saudita Bin Laden, quinze anos após, um governo, de esquerda, sem qualquer motivo lógico toma essa atitude, que, aliás, poderia se esperar do Irã, notável fomentador e apoiador de crimes de terrorismo, que, aliás, por que não chamar de crimes contra a humanidade? Mas o Brasil, apoiando o terrorismo, é algo estarrecedor; ou não, se lermos calmamente os movimentos oriundos da Organização das Nações Unidas (ONU) que vêm desde antes de 1990, já trabalhando no sentido da expansão islâmica, sob o viés da “religião da paz”, que sabemos ser “da paz pela espada” nos mais diversos recantos do globo, uma vez que é a filosofia sistêmica teo-política que mais atrai seguidores. A ONU se apresenta com uma agenda teocrática e para compreender esta percepção basta pensar como seus signatários exigem que a “religião” que mais tem êxito em conversão pelo mundo, deve ser aceita e apoiada, sem comedir o que isso implica nas sociedades que estão sendo, literalmente, colonizadas por bárbaros medievais.

            Quais seriam os objetivos dessa teocracia islâmica que tenta se instalar, sempre à força ou com base em engodo pelo mundo aos gritos de “Allah Hu’Akbar”, mesmo em solo brasileiro? O que compeliu o governo brasileiro a dar a soma milionária constante dum decreto presidencial, para um grupo sabidamente terrorista, que cala seu povo, usa suas crianças como escudos e impetra ataques suicidas contra seus desafetos em prol de evidentes mentiras, através de sua “pallywood[2], usando uma realidade que foi criada por um certo Yasser Arafat, que nascera no Egito, vivendo a maior parte de sua vida na França, e migrando para a fictícia “Palestina”, criando outro grupo terrorista, a Organização para a Libertação da Palestina (OLP)[3], aliás, líder esse que foi visitado pelo “benevolente doador do Hamas”, senhor Lula.

            Dia a dia estamos mais perto de sofrer o que vem sofrendo hoje a Europa, chamada de “Eurábia” pela escritora Bat Yeor, porém, sem estrutura social e estatal para comportar e rechaçar os males que com a onda “migratória” trarão depredações, estupros, roubos, furtos, vandalismo de cemitérios, igrejas, sinagogas, templos espíritas, budistas e de todo e qualquer tipo de fé, entre uma outra enorme natureza de crimes como assistimos nas poucas notícias que nos são trazidas, tais como: decapitações, fuzilamentos em massa, arremesso de homossexuais dos telhados de prédios, apedrejamento de mulheres em praças públicas por pretensos “crimes de honra”, enforcamentos, mercado de escravos sexuais ou não. Afinal, o povo colonizado acaba virando espólio de guerra como preconiza o “Al Couran”.

E atualmente é mais do que sabido que há um movimento claro, forte e atuante com evidente alinhamento da agenda de esquerda ligada à ONU, UNESCO e outros entes, que coíbe a divulgação do que eu chamaria de “onda terrorista mundial”. Assim, mais do que o estabelecimento da tentativa por ora de um único governo mundial, o que está se estabelecendo é uma onda de terrorismo e dominação mundial. Aqui em território brasileiro a desordem é encabeçada por grupos como o MST[4] e tem apoio de partidos como PSOL e PSTU, que conclamam seus seguidores e correligionários – ex-apoiadores do doador do Hamas – à toda sorte de desmandos legais e sociais, além de sempre se mostrarem apoiadores do terror oriundo de grupos como o recebedor da doação, Hezbollah e demais facções.

            Diante desse quadro desalentador, qual será o futuro, do Gigante Anão Político Brasil, frente ao que vem se estabelecendo no mundo e que para suas fronteiras caminha?

Fonte da Imagem: Folha Nobre

[1] http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2007-2010/2010/Lei/L12292.htm

[2] http://amigodeisrael.blogspot.com.br/2013/05/o-que-e-pallywood.html

[3] http://internacional.estadao.com.br/noticias/geral,corte-americana-condena-autoridade-palestina-e-olp-por-atentados-em-israel,1638389

[4] http://g1.globo.com/goias/noticia/2016/08/integrante-do-mst-esta-preso-com-base-na-lei-antiterrorismo-em-goias.html

 

Mulher saudita oferece a filha como o presente ao policial que agiu como herói

Uma patriótica mãe saudita ofereceu a filha de 22 anos a um policial que matou um terrorista num tiroteio.

Uma mulher saudita chamada Umm Ahmad decidiu dar a sua filha de 22 anos como um presente para o policial Jubran Awaji, depois que ela descobriu que Awaji havia baleado e matado um terrorista em Riyadh.

 “Eu imediatamente anunciei a minha filha, Alaa, que viu um vídeo do incidente, porque eu estava orgulhosa deste homem que arriscou sua vida e eu desejei que ele se tornasse meu genro e se casasse com ela”, disse Umm Ahmad aos meios de comunicação.

Ela disse que não se importa se sua filha se torna a segunda ou até terceira esposa de Awaji e disse que sua oferta era genuína e sincera. Ela disse que não quer o mahr (preço da noiva) e vai pagar as despesas do casamento.

Quando contou ao marido sobre a oferta, ele disse: “Você alcançou tanta obsessão com o país e com o nacionalismo?”

No entanto, ele aprovou a oferta e elogiou a bravura de Awaji. Casamentos na Arábia Saudita são ilegais sem o consentimento do tutor masculino de uma mulher, inicialmente seu pai,  e mais tarde seu marido.

O incidente causou polêmica na mídia social saudita com muitos usuários condenando a atitude.

Um usuário do Twitter conduziu uma pesquisa perguntando se as pessoas apoiavam ou não a oferta. Cerca de 8.690 pessoas responderam, das quais 82% se opuseram à oferta dizendo que Alaa não deveria ser oferecido assim, enquanto 18% disseram que o oficial era um herói e merece.

“Não estamos dizendo que ele não é um herói”, escreveu outro usuário do Twitter, “mas você fez dessa garota um mero” camelo” que você traria como presente. O Islã garantiu a liberdade de uma mulher escolher quem quer que ela quer se casar. “

Outros usuários do Twitter condenaram a oferta estranha de várias maneiras:

“Nós apreciamos sua ação heróica, mas o ser humano tem sua honra e seu direito de escolher, especialmente no que diz respeito ao casamento que é a de sua esfera privada. Ela não é uma mercadoria a ser dada como um presente. “

“Em que tempos estamos vivendo? Confie em Deus e faça as coisas de acordo com a sua fé. Não use sua emoção às custas de suas filhas. O contrato de casamento não pode ser válido sem o consentimento da mulher para se casar. “

 “A filha é um ser humano. Ela tem seus direitos e suas obrigações. Ela tem o direito de escolher o que quer e recusar o que não quer. Por que ela está sendo tratada como um sacrifício? “

http://www.clarionproject.org/news/saudi-woman-offered-gift-hero-police-officer

Estado islâmico queima mãe e quatro filhos por deixarem o califado

Uma fonte de segurança na província de Kirkuk revelou que o Estado Islâmico queimou uma família de cinco pessoas (mãe e quatro filhos) por deixar a terra do califado, a sudoeste de Kirkuk, informou Alsumaria no sábado.

Membros do Estado Islâmico queimaram toda uma família que consistia em mãe e quatro filhos (três meninas e um bebê de 9 meses) em Hawija, por deixar a terra do califado e fugir para Kirkuk, disse a fonte.

O Estado islâmico capturou a família na estrada que ligava a área de al-Riyad às montanhas de Hamrin, e os queimou na frente de um grupo de civis, que estavam na área de al-Alam a leste de Salahuddin, disse a fonte adicionada na condição de anonimato.

Os membros do Estado Islâmico amarraram a mãe e seus filhos, em seguida, derramou petróleo sobre eles e os incendiou, explicou a fonte.

Imagem: Reuters

https://www.jihadwatch.org/2017/01/islamic-state-burns-mother-and-four-children-for-leaving-the-caliphate

Mais algumas meninas do Chibok foram resgatadas

Quando elas estão com seus pais compartilham estudos bíblicos e cantam; elas parecem felizes, apesar dos traumas.

Em abril de 2017, vai completar 3 anos que as “meninas do Chibok” foram sequestradas. Na época, havia 275 meninas na escola, 228 foram levadas pelo Boko Haram e somente 47 conseguiram escapar. Os extremistas islâmicos mandaram vários vídeos para os pais dessas meninas e ao governo nigeriano, exigindo a libertação de seus combatentes em troca delas.

Depois de um tempo, muitas foram forçadas a se casar com eles, algumas tiveram filhos e todas tiveram que “se converter” ao islamismo. Em maio de 2016, Amina Ali Nkeki, foi a primeira a ser encontrada viva quando foi descoberta por vigilantes na Floresta de Sambisa, perto da fronteira com Camarões. Depois dela, o exército da Nigéria disse ter resgatado uma segunda menina, Serah Luka, que era filha de um pastor.

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Em outubro de 2016, mais 21 meninas foram libertadas por Boko Haram após dois anos e meio de detenção e muitas negociações com o governo. A maioria, porém, continua desaparecida. No dia 5 de janeiro de 2017, a 24ª menina foi resgatada. Rakiya Abubakar Gali que estava vivendo em cativeiro foi encontrada com seu bebê de apenas 6 meses de idade. Alguns dias depois, Maryam Ali Maiyanga também foi encontrada por soldados que procuravam fugitivos na floresta de Sambisa. Ela estava carregando um menino de 10 meses de idade.

Segundo o governo, um grupo dissidente do Boko Haram parece estar disposto a negociar a libertação de mais 83 meninas. O veículo de comunicação CNN relatou que 114 delas estão mortas, ou, segundo as notícias, não querem deixar seus sequestradores porque elas são agora casadas ou foram “radicalizadas”.

Um grupo de 21 meninas libertadas encontrou-se com o presidente Muhammadu Buhari para agradecer pessoalmente pela contribuição do líder de Estado. Desde então, elas passam por intensas avaliações psicológicas em um centro médico na capital, Abuja. A maioria pertence a famílias de origem cristã. “Quando elas estão com seus pais compartilham estudos bíblicos e cantam. Elas parecem felizes, apesar dos traumas”, finaliza um dos colaboradores da Portas Abertas.

https://www.portasabertas.org.br/noticias/2017/01/mais-algumas-meninas-do-chibok-foram-resgatadas

Marrocos proíbe o uso da burca

Embora a decisão tenha sido motivada por preocupações de segurança, a proibição é também “um passo importante na luta contra o extremismo religioso”.

O Ministério do Interior marroquino ordenou que fabricantes de vestuário e varejistas em todo o país norte-africano deixem de fabricar e vender burqas. Além disso, foram instruídos a liquidar as suas existências da peça de vestuário no prazo de 48 horas ou a confiscar riscos.

Em 9 de janeiro, funcionários do ministério visitaram os mercados para entregar manualmente avisos por escrito informando vendedores e alfaiates da decisão de parar a produção e venda da peça. O aviso também foi publicado em plataformas de mídia social.

“Seguindo as observações das autoridades, notamos que você vende burqas. Estamos lhe chamando para se livrar dessas peças de vestuário dentro de 48 horas e para abster-se de vendê-las no futuro “, o aviso lido.

Um alto funcionário do ministério também foi citado por meios de comunicação dizendo que eles tinham “tomado medidas para proibir completamente a importação, fabricação e comercialização deste vestuário em todas as cidades do reino”.

O uso da burca é relativamente raro em Marrocos, cujo governante, Rei Mohammed VI, defende uma versão moderada do Islã. A maioria das mulheres usa o hijab, uma peça cobrindo a cabeça, mas não o rosto.

A decisão é motivada por preocupações de segurança, já que no passado os criminosos usaram burqas para ocultação. Os salafistas estão preocupados que a proibição seja estendida ao niqab, um véu de rosto que, ao contrário da burqa, tem uma fenda deixando os olhos visíveis. Esta vestimenta é comum nas comunidades salafistas, particularmente no norte fundamentalista do país, de onde milhares de jihadistas viajaram para lutar na Síria e no Iraque.

“Marrocos está indo para a proibição do niqab, que mulheres muçulmanas usaram por cinco séculos?”, Pergunta o sheik salafista Hassan Kettani no Facebook. “Se assim for, será uma catástrofe.” Outro militante salafista advertiu que a proibição da burca era um primeiro passo para a proibição do niqab, o que levaria a uma divisão na sociedade marroquina.

Hammad Kabbadj, um pregador cuja candidatura no Parlamento de outubro de 2016 foi invalidada, reagiu dizendo que a proibição era inaceitável em um país onde o uso de trajes de banho ocidentais era considerado um direito humano.

A ex-ministra das Mulheres Nouzha Skalli comentou que a proibição da burca é “um passo importante na luta contra o extremismo religioso”.

http://www.clarionproject.org/news/morocco-bans-burqa

Estado Islâmico afoga homem em aquário

Um homem em Mosul deu uma entrevista a uma rádio dizendo que o planejou fazer uma vez que Mosul fosse liberada do Estado Islâmico – a saber, fazer um brinde (com bebida alcoólica) e comprar “shampoo para se limpar” da sujeira de ISIS.

Os jihadistas do ISIS rastrearam o homem e decidiram matá-lo “medida por medida” – ao afogá-lo em um aquário cheio de água misturada com shampoo.

O vídeo pode ser assistido no link abaixo de Clarion Porject.

(Nota: O Projeto Clarion publica vídeos do Estado islâmico estritamente para propósitos educacionais para que o público em geral nunca se esqueça da barbárie deste e de outros grupos terroristas islâmicos e seja motivado a se juntar a nós e participar da guerra para derrotá-los completamente).

http://www.clarionproject.org/news/warning-graphic-video-isis-drowns-man-aquarium

Lutando pelos cristãos e minorias perseguidos