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A Associação Ecoando a Voz dos Mártires é uma organização sem fins lucrativos sediada em São Paulo, que ministra palestras e eventos gratuitos em instituições religiosas e educacionais sobre o antissemitismo e a perseguição religiosa a cristãos e minorias no mundo muçulmano, a fim de promover a conscientização necessária para o engajamento da sociedade brasileira quanto ao financiamento de ações humanitárias para socorrer as vítimas da perseguição e o apoio às iniciativas de combate à intolerância religiosa nos foros nacional e internacional. Faz-se necessário alertar a sociedade sobre a ameaça que representa o fundamentalismo Islâmico à existência das comunidades cristãs, judaicas e demais comunidades minoritárias pelo mundo, e através de eventos e palestras, objetivamos despertar o interesse em socorrer materialmente as minorias e os cristãos perseguidos mediante a remessa de recursos financeiros para agências humanitárias que prestam serviços às vítimas da perseguição. Outrossim, visando combater o antissemitismo, ministramos palestras através das quais desmascaramos a “demonização” perpetrada pela mídia e meios acadêmicos contra os judeus e o Estado de Israel. Além disso, a entidade vem desenvolvendo trabalho na área de direitos humanos em socorro ao estado de Roraima devido o impacto da imigração em massa de venezuelanos, bem como outros trabalhos humanitários em território nacional. Dados bancários para Contribuições: Itaú - Agência 0036 Conta-corrente 11573-1 Banco nº 341 Apoia-se: https://apoia.se/ecoecomoevm Canal no You Tube: https://www.youtube.com/channel/UCMXnyh-mgMTHqhXBR6f7FNg/feed

Como derrubar o voraz “jabuti islâmico” no “acordo de cooperação cultural” entre Brasil e Arábia Saudita?

Por Andréa Fernandes

Hoje, tomamos conhecimento através da imprensa que o presidente Bolsonaro afirmou em Riad que a Arábia Saudita convidou informalmente o Brasil a integrar a OPEP ( Organização dos Países Exportadores de Petróleo). Mostrando a devida cautela, o presidente disse que a decisão seria comunicada após consultar a equipe econômica e o Ministério da Energia, apesar de manifestar entusiasmo pelo convite que vem após o anúncio de investimento do Fundo Soberano Saudita à monta de US$ 10 bilhões no Brasil.

O voraz “Jabuti islâmico”

Dessa forma, o presidente cumpre a promessa de comercializar com o mundo, porém, ontem, a imprensa árabe noticiou os acordos celebrados com o Brasil e como eu já esperava, entre os acordos assinados foi inserido estrategicamente um perigoso “jabuti islâmico” que, uma vez implementado trará sérias ameaças à soberania nacional. De maneira que ao firmar o ” “Memorando de Entendimento sobre Cooperação Cultural, o Brasil se expõe às práticas de dominação islâmica que já mostraram sua maléfica influência na Europa através da instalação de uma estrutura de poder que fortalece a rede de jihadistas que se infiltram em todos os níveis da sociedade a fim de impor a sharia (lei islâmica), o que ocorre muitas vezes de forma imperceptível.

Quando escrevi o artigo alertando para o perigo de sair das águas dos acordos comerciais e navegar pelo mar turbulento da “cooperação cultural” fundamentada no estímulo à divulgação de uma doutrina religiosa ortodoxa que promove atrocidades, alguns leitores subestimaram a análise, isto porque, não discernem a forma de atuação do fundamentalismo islâmico.

Acordo de “cooperação cultural” ou acordo de “dominação islâmica”?

Em primeiro lugar, não existe uma real reciprocidade nesse acordo, pois não haverá efetiva cooperação cultural por parte dos sauditas. A sharia (lei islâmica) comanda a vida do muçulmano em todos os aspectos  e a cultura ocidental é demonizada, além do que, a Arábia Saudita exporta a doutrina wahabita para as mesquitas em todo mundo. Essa doutrina é a base religiosa do Estado Islâmico, Al -Qaeda, Hamas e milhares de outros grupos terroristas muçulmanos sunitas.

De sorte que, as lideranças religiosas muçulmanas ortodoxas terão “carta aberta”para apregoar de forma enganosa o pacifismo do Islã ortodoxo a fim de angariar novos fiéis que serão ensinados através do Alcorão e Hadiths a odiar cristãos, homossexuais, ateus e judeus. Enquanto isso, os brasileiros não poderão levar sua fé e/ou cultura ao solo sagrado saudita, onde o Cristianismo é terminantemente proibido desde a ordem do profeta Mohammad de extirpar da Península Arábica todos os cristãos e judeus. Antes de sua morte, seus seguidores jihadistas assassinaram ou expulsaram todos os não-muçulmanos de suas terras, pelo que todos aqueles que conhecem o Islã ortodoxo sabem que esse acordo assinado pelo presidente com o príncipe acusado recentemente de mandar esquartejar um jornalista no interior do Consulado turco é apenas uma estratégia de “engano religioso” chamada taqiyya (obrigação de todo muçulmano mentir para os infiéis visando expandir o Islã).

O Jabuti Islâmico devorou até a Primeira Emenda dos Estados Unidos

Ademais, os países europeus que comercializaram com a Arábia Saudita e demais Estados totalitário muçulmanos permitindo a concretização dos comandos de “acordo de cooperação cultural” estão sofrendo as terríveis consequências da islamização radical. A sharia (lei islâmica) tem sido implantada de forma a regular até o comportamento de não-muçulmanos em obediência ao Islã, e enganam-se aqueles que ao tentarem refutar meus argumentos afirmaram que alguns países ocidentais comercializam com sauditas, inclusive os Estados Unidos. Contudo, se adentrarmos no contexto comportamental americano perceberemos que a SHARIA já impõe os preceitos islâmicos no país protestante violando as outrora sagradas “liberdades individuais” e “liberdades religiosas”. Vamos a um exemplo? A Suprema Corte se negou a apreciar o processo de estudante do ensino médio de Maryland , Caleigh Wood, que se recusou a participar de um trabalho escolar para escrever a reza de conversão islâmica que afirma “… não há Deus, exceto Alah”, porque ela acreditava que isso contradizia diretamente sua fé cristã .

Segundo a Fox News:

Richard Thompson, presidente e conselheiro principal do Thomas More Law Center, que apresentou a petição em nome de Wood, disse: “As escolas estão promovendo o Islã sobre o cristianismo ou qualquer outra religião, e você tem um padrão duplo, que consideramos uma violação da lei. Thompson também disse no comunicado de imprensa da empresa : “Sob o pretexto de ensinar história ou estudos sociais, escolas públicas de toda a América estão promovendo a religião do Islã de maneira que nunca seria tolerada pelo Cristianismo ou por qualquer outra religião”.

Thompson disse que, além de obter um F na classe, Wood também foi obrigado a assistir a uma apresentação em PowerPoint pró-Islã que denegria sua religião e basicamente dizia que os cristãos não são tão fiéis quanto os muçulmanos. Então acreditamos firmemente que isso era uma violação. ”

Ora, se nos Estados Unidos as diversas entidades muçulmanas ortodoxas patrocinadas pela Arábia Saudita e outros países totalitários conseguem DERRUBAR A PRIMEIRA EMENDA para promover a difusão em todo país dessa crença que estimula violação de direitos humanos, pergunto: por que o brasileiro acha que nosso país será o ÚNICO no mundo em que o Islã não abocanhará as principais instituições????

Brasil na rota das doutrinas religiosas extremistas

Brasileiro, você tem a noção do nível de influência do Islã ortodoxo nas comunidades carentes? Esqueceu que o PCC de São Paulo e o Comando Vermelho do Rio de Janeiro já fecharam parceria com a mais poderosa organização narcoterrorista islâmica do mundo? Então leia parte da matéria publicada no Correio Braziliense em abril de 2019 seguinte:

Enquanto o Congresso discute uma série de leis anticrime e o governo federal concentra esforços na atuação da crise na divisa com a Venezuela, no norte do país, facções criminosas se fortalecem na tríplice fronteira, na divisa entre Brasil, Paraguai e Argentina. Desde 2017, organizações como o Primeiro Comando Capital (PCC), aliada ao Hezbollah, e o Comando Vermelho (CV), ampliam suas atividades de contrabando de armas, drogas lícitas e ilícitas e eletrônicos na região. O crescimento do poder do crime preocupa autoridades, mas encontra poucas ações práticas para frear o crescimento do poder paralelo no local.

Assim, mesmo sabendo que a maioria dos muçulmanos NÃO são jihadistas, a realidade é que o Brasil ainda não está preparado para combater em todas as frentes um aprofundamento da ameaça terrorista que já existe há anos. Apenas uma ação coordenada de ataques jihadistas/terroristas perpetrados por sauditas que seguiam a doutrina wahabita  exportada pela Arábia Saudita matou quase 3 mil inocentes nos atentados de 11 de setembro (Estados Unidos), o que mostra que não podemos facilitar a disseminação desse VENENO IDEOLÓGICO em solo nacional!

Como se livrar do perigoso jabuti?

Uma vez assinado o “acordo de jabuti islâmico”, resta-nos, a princípio, uma saída altamente democrática e respeitosa para com o presidente: pressionar os parlamentares para derrubarem em votação esse acordo de cooperação, e caso seja ratificado – porque dificilmente o Parlamento vai se mobilizar – a alternativa é promover a criminalização explícita da sharia em território nacional e derrubar a Lei de Migração. Ressalto, ainda, que sem MOBILIZAÇÃO POPULAR dentro e fora das redes, essa batalha estrá perdida!!!

O brasileiro que vem permitindo o ingresso de inúmeros terroristas do Hezbollah, FARC e milícias venezuelanas infiltrados entre os refugiados no pobre território de Roraima precisa despertar urgentemente para essa GRAVE questão de SOBERANIA NACIONAL. A espada de Mohammad não poupa aqueles que se omitem no quesito SEGURANÇA NACIONAL.

A democracia precisa vencer a sharia. Brasil acima de tudo, D’us acima do Islã!!!

Andréa Fernandes – advogada, jornalista, internacionalista e diretora-presidente da ONG Ecoando a Voz dos Mártires

Imagem Veja

Sharia em ação: Brasil celebra “acordo de cooperação cultural” com o reino do terror saudita

Pela manhã eu estava decidida a escrever um artigo sobre as tratativas do presidente Bolsonaro nos países muçulmanos, principalmente, quando uma renomada especialista em terrorismo islâmico – que vive nos EUA – entrou em contato enviando vasto material sobre o Qatar, país muçulmano que é o maior financiador global do terrorismo, enviando dinheiro para as “beldades genocidas” do Estado Islâmico e Al-Qaeda.
 
Como sei que há a tese do “dinheiro neutro” reivindicada pelo Liberalismo que defende a ideia do “comércio sem viés ideológico”, passei a tarde lendo matérias da mídia árabe e artigos diversos sobre terrorismo e segurança nacional, pois o meu país está fechando acordos em diversas áreas com estados totalitários, inclusive, nas área de defesa e diplomacia, fomentando também o “intercâmbio” entre diplomatas, além de uma inusitada COOPERAÇÃO CULTURAL com o berço do Islã – Arábia Saudita – o que deixa claro que não há apenas relação estritamente “econômica”, não é verdade?
 
Além disso, a imprensa árabe anunciou que haveria proposta saudita de um “Memorando de Entendimento” no tocante a vistos e seriam 7 (sete) acordos cunhados pela monarquia muçulmana que promove abertamente a promoção do wahabismo conhecido pelos ocidentais como “Islã radical”.
 
Portanto, mesmo não sendo nem um pouco complicado tecer comentários sobre as consequências de uma aproximação com os países visitados, acredito que por honestidade intelectual eu preciso saber o TEOR COMPLETO dos acordos firmados, que serão submetidos ao Legislativo para aprovação via decreto legislativo, conforme reza a Constituição Federal.
 
Todavia, uma importante informação não explorada pela extrema-imprensa que apoia a “retórica islamizadora”, causaria assombro aos brasileiros – não fosse o desconhecimento quase geral acerca da ameaça jihadista global – pois o nosso presidente firmou um “Memorando de Entendimento sobre Cooperação Cultural, que em português claro significa “autorização” para Arábia Saudita ter plena liberdade de promover sua danosa doutrina wahabita no país, a qual é a base religiosa de grupos terroristas sunitas tais como Estado Islâmico, Al-Qaeda, Hamas, Boko Haram e muitos outros.
 
Aliás, se o prezado leitor se considera “conservador”, cabe perguntar: você considera correta a “cooperação cultural” com um Estado totalitário sanguinário que proíbe em seu território a construção de igrejas, sinagogas e templo de crenças que não sejam o Islã ortodoxo, além de promover atrocidades medievais?
 
E mais... você acha que será “producente” a remessa de milhões de dólares sauditas para investimentos diversos, inclusive, construção de mesquitas, massalas e centros islâmicos, além de investimentos pesados em escolas e universidades para darem continuidade ao processo de “romantização do Islã ortodoxo”, promovendo secretamente sua doutrina de ódio e terror contra os kafirs (infiéis)?
 
E com a captação de até US$ 10 bilhões oriundos do “reino do terror”, você acha que o Brasil vai ousar a levantar a voz nos foros internacionais contra a cruel perseguição aos cristãos em países muçulmanos? Aliás, você atentou para o fato de não ter havido no discurso do presidente Bolsonaro na ONU denúncia sobre o GENOCÍDIO DE CRISTÃOS em países muçulmanos como a Nigéria, onde milhares de cristãos estão sendo exterminados por grupo muçulmano com o apoio tácito do governo?
Como eu sei que a pauta de denúncia da perseguição religiosa em países muçulmanos não atrai a maioria dos cristãos conservadores formadores de opinião, quero aproveitar o ensejo para lembrar que a Europa seguiu esse mesmo caminho do “Brasil liberal” que vê nas relações econômicas desprovidas de obediência a princípios e valores a solução para todos os problemas. Hoje, a França está à beira de uma guerra civil, conforme afirmou o chefe da segurança nacional, a DGSI (Direção Geral da Segurança Interna), Patrick Calvar.  
Disse Calvar, em 2016:

 

O extremismo está aumentando em toda parte, e agora estamos voltando nossa atenção para alguns movimentos de extrema direita que estão preparando um confronto”. Que tipo de confronto? “Confrontos intercomunitários”, disse ele, educado por “uma guerra contra os muçulmanos”. “Mais um ou dois ataques terroristas”, acrescentou, “e podemos muito bem ver uma guerra civil”.

Outro país que se engraçou com a “cooperação cultural” do mundo muçulmano atraído por sedutores petrodólares foi a Suécia. A advogada Judith Bergman escreveu interessante artigo intitulado A Suécia está em Guerra,  no qual lemos o seguinte:

A polícia escreveu no relatório de 2017 que conflitos étnicos globais são replicados nas áreas vulneráveis:

“… o judiciário [sueco] e o resto da sociedade [sueca] não entendem esses conflitos ou têm respostas sobre como eles podem ser resolvidos. A polícia, portanto, precisa ter um melhor conhecimento do mundo e compreensão dos eventos para A presença de retornados, simpatizantes de grupos terroristas como o Estado Islâmico, a Al Qaeda e a Al-Shabaab e representantes de mesquitas salafistas, contribuem para as tensões entre esses grupos e outros moradores da região. vulneráveis. Desde o verão de 2014, quando um califado foi proclamado na Síria e no Iraque, as contradições sectárias aumentaram, especialmente entre sunitas, xiitas, cristãos levantinos e nacionalistas de origem curda “. (p 13)”

Por oportuno, creio ser fundamental exemplificar o “funcionamento” do processo de “expropriação cultural” que com uma mãozinha da esquerda progressista literalmente está arruinando a pátria francesa. No dia 19 de setembro, foi inaugurado  com a presença do Ministro do Interior, o Instituto Francês de Civilização Muçulmana. No evento o ministro enalteceu o projeto de um “Islã aberto” dedicado à “luta contra o preconceito”. O suntuoso prédio ao lado da Grande Mesquita, vai ofertar cursos de civilização muçulmana e idiomas, simpósios, conferências e debates para expandir a fé. No entanto, adivinha quem ajuda a financiar o projeto para desconstrução da França? É a Liga Islâmica Mundial, base diplomática e religiosa da Arábia Saudita sediada em Meca, que tem ” vínculo ” com a Federação de Muçulmanos Franceses.

Sabe quem mais compareceu à inauguração desse centro de islamização wahabita promovido pela Arábia Saudita? Mohammed Al-Issa, secretário geral da Liga Islâmica Mundial. Cabe noticiar as “indumentárias prodigiosas” de Mohammed descritas pelo jornal Le Fígaro:

“Mohammed Al-Issa, que lidera a Liga Islâmica Mundial, é creditado em mais de 500 execuções quando foi ministro da Justiça da Arábia Saudita de 2009 a 2015, e inúmeras ordens de tortura, incluindo a condenação do famoso Raif Badawi com 1.000 chicotadas. “

Se para um conservador não causa revolta saber que uma facínora torturador é prestigiado em evento que fortalece os “discursos de ódio” e ações jihadistas na França,  vale trazer à baila o parecer da especialista Razika Adnani sobre a doutrina que a Arábia Saudita quer compartilhar com o Brasil graças aos laços de cooperação cultural firmado sob a égide do modelo de liberalismo sem viés ideológico:

Os princípios do wahabismo e suas conseqüências no mundo e, especialmente, no mundo muçulmano não são um segredo. Portanto, é difícil admitir que os wahabitas se tornaram repentinamente pessoas que defendem uma linguagem de paz e solidariedade, denunciando o terrorismo islâmico e o obscurantismo. Se a Liga Islâmica Mundial denuncia o terrorismo, como explicar que homens e mulheres são decapitados publicamente na Arábia Saudita? Por que os seres humanos estão sendo intimidados porque têm opiniões diferentes sobre o Islã e a sociedade? “

Eu poderia escrever um livro pormenorizando os resultados catastróficos dos “laços de cooperação cultural” promovidos sob a justificativa de trazer desenvolvimento à Europa pós-cristã. De sorte que, a inserção do Brasil nessa “maracutaia islâmica” para espalhar a perigosa doutrina wahabita é simplesmente inadmissível e contrária aos nossos princípios!

Ora, se Bolsonaro quer celebrar “comércio” com a Arábia Saudita que já é o nosso maior parceiro comercial no Oriente Médio – com fluxo comercial entre os dois países atingindo US $ 4,4 bilhões em 2018 – deve mobilizar sua fragmentada bancada no Congresso para criminalizar a sharia (lei islâmica), a fim de evitar que o modus vivendi de uma doutrina religiosa medieval venha se instalar em nosso território.

Contudo, espero que parlamentares se mobilizem para impedir a implementação desse absurdo acordo de “cooperação cultural” estimulado por uma assessoria que parece ser completamente ignorante sobre o mundo muçulmano. E assim que tiver acesso aos “acordos” celebrados com os regimes totalitários islâmicos voltarei a escrever sobre o tema, frisando, desde já, que estou muito preocupada com a declaração de Bolsonaro para a mídia árabe afirmando que “o Brasil busca parceria ainda mais profunda com a Arábia Saudita”.

Se o nosso presidente não tomar cuidado, em algumas décadas o Brasil experimentará as mesmas mazelas sofridas pela Europa. O poderio islâmico se aprofundará em todos os níveis e pode desencadear um perigoso lema:”Islã acima de tudo, Alah acima de todos“.

 Andréa Fernandes – advogada, internacionalista, jornalista e diretora-presidente da ONG Ecoando a Voz dos Mártires.

Imagem: ANBA

 

 

 

Irã: Nove ex-muçulmanos são presos por conversão ao Cristianismo

Um tribunal iraniano condenou um pastor e oito colegas do grande movimento evangélico da Igreja do Irã à prisão por deixar o Islã.

O líder da igreja Matthias Haghnejad e os outros crentes foram condenados a cinco anos de prisão após uma breve audiência em 23 de setembro, confirmaram os observadores do julgamento à BosNewsLife.

O pastor Haghnejad foi detido pela temida Guarda Revolucionária Islâmica após um culto na igreja em fevereiro deste ano, disse o grupo de defesa Christian Solidarity Worldwide (CSW), que apoia os cristãos.

Os outros crentes Shahrouz Eslamdoust, Babak Hosseinzadeh, Behnam Akhlaghi, Mehdi Khatibi, Mohammad Vafadar, Kamal Naamanian, Hossein Kadivar (Elisha) e Khalil Dehghanpour foram supostamente detidos na cidade costeira de Rasht no início de 2019. 

A confirmação das sentenças chegou dias após o prisioneiro pastor da Igreja do Irã, Yousef Nadarkhani, encerrar uma greve de fome de três semanas, segundo cristãos familiarizados com sua situação.

O GRITO DO PAI

Nadarkhani, que cumpre pena de dez anos de prisão por atividades da igreja, iniciou sua ação em 23 de setembro para protestar contra que seus filhos fossem proibidos de continuar com seus estudos.

Ele descreveu sua greve de fome em uma carta às autoridades penitenciárias como “o grito de um pai, injustamente preso”. O pastor disse que as crianças cristãs de segunda geração são cada vez mais penalizadas por autoridades educacionais que não reconhecem sua fé.

Não ficou claro imediatamente se Nadarkhani seria capaz de encontrar os outros cristãos presos. Observadores do julgamento disseram que os nove homens enfrentaram uma severa audiência em julho pelo juiz Mohammed Moghisheh, que ativistas alegam “ser notório” por erros judiciais.

Ele supostamente tentou coagir o pastor Haghnejad, além de Eslamdoust, Hosseinzadeh, Akhlaghi e Khatibi, a aceitar um representante legal nomeado pelo tribunal.

O juiz finalmente suspendeu o processo, condenando-os sob custódia com um aumento significativo da fiança quando se recusaram a fazê-lo, informou a CSW. “O juiz Moghisheh posteriormente retomou o julgamento do Sr. Vafadar, Naamanian, Sr. Kadivar (Elisha) e Sr. Dehghanpour, que estavam se representando … durante o qual ele afirmou que a Bíblia foi falsificada e chamou os homens de ‘apóstatas'” o termo usado para deixar o Islã, acrescentou o grupo.

APELOS ESPERADOS

Durante outra audiência no mês passado, o advogado dos réus foi autorizado a falar brevemente, disseram os cristãos. “No entanto, o juiz Mogisheh não teria respondido à sua declaração. Uma fonte informou à CSW que “parecia que o juiz já havia tomado sua decisão”, afirmou o grupo.

A CSW alegou que o juiz “permitiu esse processo como uma formalidade antes de pronunciar uma sentença pré-determinada”.

Todos os nove cristãos estão recorrendo de suas sentenças, mas o pastor Haghnejad e os defendidos por um advogado já foram presos, disse a CSW.

O diretor-executivo da CSW, Mervyn Thomas, disse à BosNewsLife que seu grupo condena “nos termos mais fortes”, as sentenças proferidas aos cristãos. “Mais uma vez, fica claro pela brevidade do julgamento que mostrou falta de interesse do juiz presidente, já que o devido processo legal não foi observado. E o juiz não foi imparcial”, acrescentou.

“As acusações contra esses cristãos são excessivas, completamente infundadas e constituem uma criminalização de uma religião que a Constituição iraniana supostamente reconhece”, enfatizou Thomas.

BROADER CRACKDOWN

Ele disse que a CSW pede “pela libertação imediata e incondicional desses nove homens” e todos os que estão atrás das grades “por sua religião ou crença no Irã”.

As detenções fazem parte de uma repressão mais ampla a cristãos devotados na nação islâmica, segundo as várias fontes e ativistas da igreja. A apostasia e a disseminação do cristianismo geralmente levam a longas penas de prisão e possivelmente a uma sentença de morte no Irã.

Apesar dessas dificuldades, os grupos missionários sugerem que há pelo menos 360.000 cristãos estimados no país. Eles incluem muitos ex-muçulmanos que se voltaram para o cristianismo, buscando liberdade contra regras islâmicas estritas. O Centro Estatístico, liderado pelo governo do Irã, registra 117.700 cristãos neste país, com pouco mais de 82 milhões de pessoas.

O Departamento de Estado dos EUA classificou a República Islâmica como um “país de particular preocupação” sob a Lei Internacional de Liberdade Religiosa de 1998 “por ter praticado ou tolerado violações particularmente graves da liberdade religiosa”.

As autoridades iranianas negaram irregularidades, mas dizem que desejam proteger o país contra influências externas perigosas.

Imagem e informações Pakistan Christian Post

Quando a minha dor é “a maior do mundo”

Por Andréa Fernandes

Nessas últimas semanas tenho sido inserida numa triste “rotina hospitalar” que me fez refletir seriamente sobre as percepções da dor. Em geral, nas circunstâncias de gravidade alguns pacientes e seus familiares-acompanhantes concebem a sua dor como a maior ou quase a maior dor do mundo, pois sentem a cada dia não apenas as sensações físicas dolorosas causadas por enfermidades e acidentes, mas também a angústia indescritível no momento da chegada do médico com o esclarecimento acerca do quadro de saúde do paciente, além dos exames, laudos e diversos atendimentos complexos que seria impossível narrá-los com precisão, sendo certo que no Brasil, a situação se torna mais dramática por conta da vergonhosa crise na saúde pública herdada de governos corruptos e incompetentes.

Além do mais, o injustificável incêndio[1] que até o momento ceifou 15 vidas que tentavam se recuperar de enfermidades no Hospital Badim – da famosa rede D’or, no Rio de Janeiro – mostra que nem mesmo em hospitais particulares há garantia de um atendimento digno e seguro para os doentes. Se eu relatasse as experiências que vivenciei em alguns hospitais os leitores se assustariam… Infelizmente, o descaso com a vida humana é mais comum do que se imagina!

Assim, por tudo que venho registrando nas andanças em hospitais seria inviável aquilatar nesse mister a dor humana, seja contínua ou intermitente. Portanto, a partir das novas experiências que passam a compor o “currículo de dor” que carrego há anos em razão da militância na área de direitos humanos desprezada pela esquerda global, bateu uma “vontade dolorosa” de relatar uma situação que vivenciei, a qual reflete o comportamento de muitas pessoas que passam por processos de sofrimento: agigantam a sua dor e desprezam a dor alheia.

Há alguns meses, um amigo me convidou para participar de um “culto matinal” conhecido no meio evangélico como “consagração”. Aquela semana de trabalho tinha sido muito cansativa, mas resolvi comparecer àquele distante local em consideração a ele. Como vejo nesses convites a possibilidade de “tocar a trombeta” sobre a perseguição aos cristãos em países muçulmanos, assim o fiz ao receber oportunidade da direção do culto… Falei um pouco da doutrina islâmica que embasa a perseguição e discorri sobre muitos dados que deveriam ser impactantes… mas não foram…

Após todo o meu esforço em tentar convencê-los a cumprir o mandamento de amar ao próximo como a si mesmo[2], o dirigente do culto fingiu que nada ouviu e não esboçou mínima comoção no sentido de pelo menos pedir que os cristãos presentes levantassem um clamor ao Eterno em favor dos seus irmãos que sofrem martírio diariamente. O culto continuou e ao final, o dirigente apresentou a “pregadora”: uma bela mulher que contou seu testemunho pessoal motivador no seu despertamento para “socorrer” os acompanhantes em hospitais. Ora, só um acompanhante de pacientes graves sabe o quanto precisa de amparo psicológico, e em muitos casos, “amparo material”! Eu conheci casos de mães pobres que acompanhavam seus filhos e não tinham sequer produtos para manter sua higiene pessoal durante o acompanhamento da internação.

Desse modo, fiquei comovida com a história de vida daquela mulher que permaneceu cerca de 1 ano no hospital com o seu filhinho em estado grave. O bebê faleceu, mas semeou no coração da mãe a “semente do amor” pelas muitas acompanhantes que agonizam com seus entes queridos em hospitais. Daí, surgiu um valoroso projeto que visa oferecer suporte para os acompanhantes, que costumam ser “invisíveis” em suas aflições.

Ocorre que, durante o “testemunho-pregação”, a referida senhora achou por bem “desconstruir” todo os discurso que eu fiz para alertar sobre a dor do “irmão distante” abandonado por grande parte das lideranças religiosas e políticas no Ocidente pós-cristão… Visando demonstrar que a minha fala não era “cabível” naquele local, mas tão somente “compreensível”, disse ela que eu me preocupava com esse tema porque isso fazia parte da MINHA “chamada pessoal”!

Logo, segundo a percepção dessa pregadora conclui-se que a “chamada” da igreja NÃO é TAMBÉM socorrer seus irmãos que são perseguidos… Talvez, na visão dela e de muitos ditos cristãos, é dever exclusivo dos “anjos” levarem assistência humanitária para os cristãos perseguidos. A igreja não precisa agir, apesar de sempre repetir o versículo bíblico Assim também a fé, se não tiver obras é morta em si mesma (Tiago 2:17). De sorte que, para socorrer a “igreja perseguida” é suficiente a “oração de fé sem obras”, isto quando lembrar do assunto em alguns “cultos de missões”.

Ficou em mim o amargo sabor da revolta por constatar que a mulher que chora pela nobre causa dos acompanhantes de familiares em hospitais em razão de SUA experiência pessoal, DESPREZA a dor daqueles que são violentamente perseguidos em virtude da fé cristã.

Ao terminar o culto, por alguns instantes pensei em admoestar a “pregadora seletiva”, mas lembrei que em seu testemunho contou que era “ovelha” de uma famosa “cantora gospel” que em algumas ocasiões fala em cristãos perseguidos na próspera igreja que dirige junto com o marido. Tempos atrás, a “cantora-pastora” havia prometido marcar uma reunião comigo para tratar do tema, mas não cumpriu a palavra empenhada. Nesse caso, como diria Jesus, É possível um cego guiar outro cego[3]? O discurso de “amor relativista” da pregadora é o “resultado” de parte da cultura gospel que apregoa “prosperidade” para a igreja local e “desprezo” para a igreja distante imersa num “fatalismo profético” para o qual a “teologia relativizada” prescreve apenas “oração”.

O remédio chamado “amor”, único medicamento eficaz para amenizar as dores dos nossos semelhantes, só é “prescrito” em algumas “patologias” em determinados “hospitais do mundo gospel” que perderam a “especialidade bíblica” de acolher a todos indistintamente.

Contudo, independentemente de todos os prognósticos falsos ou verdadeiros nos corredores de hospitais, caminho num momento de dor, consciente de que o meu sofrimento de ordem estritamente pessoal jamais foi ou será a maior dor do mundo. Acredito que o reconhecimento dessa realidade é o passo fundamental para se importar com o “anônimo” que sofre e não tem amparo.

Quando percebemos que há um número gigantesco de seres humanos padecendo e chorando muito mais do que nós surge a possibilidade de deixarmos a posição egoísta de acharmos que não existe maior sofrimento que o nosso, o que tende a nos estimular em amenizar a dor do “outro” ainda que com expressivas limitações.

A grandeza da natureza humana aflora quando a dor pessoal não nos impede de ser o “bálsamo curativo” para a “dor alheia”… Melhoremos!

Andréa Fernandes – advogada, jornalista, internacionalista e diretora-presidente da ONG Ecoando a Voz dos Mártires.

Imagem: Blog Encontro com a Saúde.

[1]https://noticias.r7.com/rio-de-janeiro/balanco-geral-rj/videos/hospital-badim-numero-de-mortos-sobe-para-15-26092019

[2] Mateus 22:37-39

[3] Lucas 6:39

Carta Aberta ao Diretor da Faculdade Batista que faz Diálogo inter-religioso com Islã Ortodoxo

Por Andréa Fernandes

Há pouco mais de uma semana consignei manifestação escrita na Página do Facebook[1] de uma professora da Faculdade Teológica Batista/SP, após um seguidor  me marcar no post onde ela defende literalmente o “diálogo inter-religioso” com representante do Islã ortodoxo. Como eu represento uma instituição de direitos humanos que debate o tema em diversos foros, não poderia jamais – por DEVER FUNCIONAL e MORAL – fingir que nada aconteceu, pois estaria reforçando o grave erro promovido pela professora Analzira Pereira do Nascimento, que em tese, poderia estar equivocada por não ter especialização em teologia islâmica[2].

Sheik convidado para diálogo inter-religioso recusa apoio a muçulmanos moderados

De forma respeitosa ponderei no perfil público da professora Analzira a temeridade de sua ação, pois convidou para perpetrar “diálogo inter-religioso” com os seus alunos um sheik que se negou a manifestar apoio aos “muçulmanos moderados” que defendem REFORMA NO ISLÃ para que seja expurgada toda doutrina que fundamenta violação dos direitos humanos. Aliás, conheço pessoalmente o sheik Mohamad Bukai, já que em evento falaciosamente chamado de Debate para Enfrentamento da Intolerância Religiosa, na Câmara Municipal de São Paulo[3], realizado por vereadores e algumas lideranças religiosas multiculturalistas – cujo intuito era tacitamente atacar evangélicos – me manifestei solicitando ao sheik que apoiasse os muçulmanos moderados no pleito de reforma do Islã, o que foi veementemente negado, tendo a liderança islâmica reforçado a legitimidade de todas os escritos sagrados islâmicos, mesmo que vários deles preconizem notória violência. No evento, fui chamada de “ignorante” por muçulmanos e o pedido de reforma na “religião” –  que na sua vertente ortodoxa fundamenta violações de direitos humanos – foi ridicularizado.

Sabedora do dogma que apregoa o sheik Mohamad Bukai longe do público cristão, informei à professora o erro de acreditar na possibilidade de “diálogo inter-religioso” com o referido líder muçulmano. Diante do silêncio de Analzira, solicitei posicionamento da Junta de Missões Mundiais (JMM), entidade missionária com a qual a professora mantém vínculo laboral, além do que, já orientei uma missionária  que havia atuado em campo de refugiados na Jordânia. Ao ser convidada para programa na TV Boas Novas, a missionária não se sentiu capacitada para discorrer sobre as implicações do conflito sírio. A seu pedido, a direção do programa me convidou para participar devido meu conhecimento sobre o tema. Contudo, a JMM resolveu não se pronunciar no Facebook da professora ao ser instada a posicionar-se.

Dias após as minhas manifestações escritas, o ataque de alguns militantes da extrema-esquerda que seguem a professora me incentivaram a explicar o tema em Live. Porém, ontem, um aluno comentou na página da ONG Ecoando a Voz dos Mártires (EVM),  que o diretor da faculdade teria se posicionado oficialmente. Todavia, ao não localizar o tal posicionamento na página oficial da instituição no Facebook, solicitei o link [4], tomando conhecimento que a “resposta” se deu na página de ativismo “Islã Realista” por meio de um senhor chamado Lourenço Stelio Rega, que se apresentou como diretor da faculdade.

Resposta do Diretor

Sem responder objetivamente a nenhum dos fundamentos da crítica à professora, o diretor tergiversou em texto confuso afirmando que segue “princípios bíblicos” e num tom belicoso chamou os ativistas e cristãos que criticaram a ação da professora de “radicais” e “covardes” (texto aqui).

Chamou minha atenção o fato do diretor não escrever nada na página EVM, apesar das minhas denúncias e Live. Porém, ao contrário do sr. Lourenço, que propaga ataques chamando críticos de “radicais”, não descerei o nível, eis que, não o considero um “radical”, mas sim, um “ignorante” que reforça erro de sua professora por lhe faltar conhecimentos básicos sobre o Islã. De maneira que, acredito que só um debate saudável com aporte doutrinário confiável é capaz de vencer o senso comum que infelizmente vem tomando salas de aula em diversas instituições de ensino.

Por oportuno, cabe salientar que nunca imaginei que um diretor de faculdade confessional teria argumentos tão rasteiros para “justificar” a ação reprovável de sua professora ao convidar para ministrar aula um sheik, que vale repetir, é conhecido por SE NEGAR publicamente a apoiar o movimento de REFORMA NO ISLÃ promovido por MUÇULMANOS MODERADOS visando a exclusão das suratas violentas do Corão Medinense a fim de tornar possível a sonhada tolerância religiosa.

Universidade onde sheik estudou se recusa a acusar grupos terroristas de “heresia”

O orgulho do sheik em relação às suas “indumentárias religiosas” é público e notório: no perfil do Facebook aduz que estudou SHARIA (lei islâmica) na Universidade Al- Azhar (Cairo), que possivelmente a professora Analzira desconhece por não ter especialização alguma em teologia islâmica, além de temas congêneres vinculados ao mundo muçulmano. Daí, faz-se necessário EXPLICAR que Al–Azhar é considerada o CENTRO IDEOLÓGICO MUNDIAL mais importante da vertente sunita ortodoxa, a qual vem sendo acusada pela imprensa árabe, think tanks e ativistas de direitos humanos de FUNDAMENTAR DOUTRINARIAMENTE AS AÇÕES TERRORISTAS de grupos muçulmanos em diversas partes do mundo. Aliás, o sheik Ahmed Al-Tayeb, instado a se posicionar sobre a suposta “apostasia” do “Estado Islâmico” afirmou em 2014, que a UNIVERSIDADE NÃO PODE DECLARAR O ESTADO ISLÂMICO “APÓSTATA” pois, o grupo declarou a shahada e crê no Dia do juízo, ou seja, a mais importante entidade muçulmana sunita corrobora a “legitimidade islâmica” da organização jihadista/terrorista que promoveu GENOCÍDIO DE CRISTÃOS e minorias, além de promover ESCRAVIDÃO SEXUAL e outras atrocidades. É essa “entidade” que posa de “moderada” em encontros com o Papa, que teve o seu “ex-aluno” sendo recebido de forma EMOCIONADA pela professora Analzira. Que vergonha!

É possível “diálogo inter-religioso” com sheiks ortodoxos?

Torna-se clarividente que a direção da faculdade seguiu de forma visceral a ESTRATÉGIA MUÇULMANA de ATAQUE AFRONTOSO CONTRA PROBLEMATIZAÇÃO DO ISLÃ, achando melhor rotular como “radicais” aqueles que CRITICARAM RESPEITOSAMENTE ATIVIDADE ACADÊMICA que PRESTIGIOU UM LÍDER ISLÂMICO que não apoia muçulmanos moderados que reivindicam tolerância debaixo de ameaças! Nesse sentido, vale lembrar que há um DEBATE sobre a TEOLOGIA LIBERAL que a faculdade abraçou ao acreditar em “diálogo inter-religioso”, o que demonstra que a INTERPRETAÇÃO BÍBLICA in casu é QUESTIONÁVEL, de modo que posar como “dono da verdade” sobre abordagens teológicas só demonstra desnecessária arrogância.

Segundo parte dos estudiosos, num cenário que se vislumbra pluralista, “é necessário que haja um diálogo inter-religioso e das religiões com os não religiosos, a fim de tornar minimamente possível uma convivência pacífica entre os mesmos”[5], evitando conflitos de motivação religiosa, sendo certo que alguns doutrinadores ainda acreditam que as religiões devem evitar a busca de supremacia mundial, o que por si só, já torna inviável a plena aceitação de tal ideário por lideranças islâmicas ortodoxas, as quais jamais contrariarão seus escritos sagrados para atender “acordos fajutos” amalgamados por meandros doutrinários islâmicos desconhecidos do vulgo, tais como o falacioso Tratado de Paz Hudaybiyya[6], sendo certo que esses “acordos” são concebidos à luz de sulha dania (trégua desprezível), já que os não-muçulmanos representam Dar Al- Harb (Casa da Guerra), território este que abrange países ainda não subjugados à sharia (lei islâmica) através de instalação de governos muçulmanos.

Dessa forma, acreditar em “acordos” celebrados com lideranças ortodoxas do Islã é possível apenas num ambiente descomprometido com o conhecimento dos rudimentos da aludida crença. A professora Analzira não deve saber que no Islã ortodoxo a concepção de mundo é dicotomizada, de modo que Dar Al-Islam (Casa do Islã) se coloca obrigatoriamente em oposição a Dar Al-Harb (Casa da Guerra), até que governos muçulmanos substituam governos não-muçulmanos implantando a lei islâmica. Logo, uma vez o Brasil ocupando a condição de “Casa da Guerra”, o “engano sagrado” é legitimado em todas as manifestações de lideranças muçulmanas ortodoxas, e nesse contexto a jihad assume facetas ignoradas pelo senso comum, que imagina apenas tratar-se de guerra para conquista territorial. Hoje, no Brasil, há uma verdadeira JIHAD JURÍDICA promovida por entidades muçulmanas que estão perseguindo ativistas que denunciam a violência estatuída no Corão Medinense e demais escritos religiosos.

Como as Escolas de Jurisprudência sunita concebem a jihad?

Como sempre amparo meus posicionamentos públicos com base em parecer de estudiosos que de fato conhecem a doutrina islâmica, insta trazer à lume o ensino do renomado autor egípcio Raymond Ibrahim[7]:

“De acordo com todas as quatro escolas reconhecidas de jurisprudência sunita, a guerra contra o infiel continua em perpetuidade, até que “todo o caos cesse e toda a religião pertença a Allah” (Alcorão 8:39). De acordo com a Encyclopaedia definitiva do Islã (edição Brill Online): “O dever da jihad existe enquanto a dominação universal do Islã não for alcançada. A paz com as nações não muçulmanas é, portanto, apenas um estado provisório; apenas a chance das circunstâncias pode justificá-la temporariamente. Além disso, não se trata de tratados de paz genuínos com essas nações; apenas são autorizadas tréguas, cuja duração não deve, em princípio, exceder dez anos. Mas mesmo essas tréguas são precárias”.

Propagando o “engano sagrado”

Em que pese reconheça o direito da direção da faculdade adotar a estratégia inócua de “diálogo inter-religioso”, penso que não o fez de forma apropriada, pois se a professora Analzira tivesse conhecimento basilar sobre o CURRÍCULO do sheik e a doutrina seguida pelo mesmo, saberia que um ORTODOXO JAMAIS EFETUARIA “DIÁLOGO INTER-RELIGIOSO”! Sempre que convidados para se manifestar em países onde muçulmanos são minoria, por conta da MURUNA[8], adotam estratégias de ENGANO SAGRADO… A estratégia mais conhecida é a TAQIYYA, justamente a utilizada em sala de aula da faculdade. Todo muçulmano ortodoxo deve MENTIR sobre o Islã para um Kafir (infiel), tendo por escopo a expansão da “religião”. Foi isso que o sheik fez! De maneira que, os alunos apenas ouviram citações de suratas mequenses e “romantização” sem relação alguma com o “verdadeiro Islã” (ortodoxo).

Será que a professora adota a estratégia de “taqiyya às avessas”?

Ainda que a professora Analzira indevidamente respaldada na direção da faculdade tenha avisado com antecedência aos seus alunos que o sheik não representaria o “Islã moderado”, achando viável adoção do “engano sagrado às avessas”, com ideia de supostamente iludir o sheik para que a referida liderança acreditasse que os alunos estariam “concordando” com sua “aula” – utilizando esse instrumental apenas para mostrar como funciona a taqiyya –  não deixou de agir de maneira incorreta, já que se realmente assim agiu, estaria fundamentada na “mentira”, que na doutrina cristã é inadmissível.

Reforçando a tese da “religião da paz” em tempos de genocídio de cristãos

Quando a professora de uma faculdade confessional cristã posta no Facebook fotos alegres sentindo-se “agradecida” devido encontro que possibilitou a “propaganda enganosa” para engabelar um sheik com a descrição “Ontem recebi o sheik Mohamad Al Bukaid em minha aula sobre Islamismo – disciplina “Religiões Mundiais”, na Faculdade Teológica Batista/SP. Aula esclarecedora e oportunidade de diálogo inter-religioso”[9], passa a impressão errônea de que é possível “diálogo” com muçulmanos que não apoiam Islã moderado. Além disso, o leigo que contempla as palavras emocionadas da professora, que nesse caso, mais parece uma “militante”, passa a acreditar que muçulmanos ortodoxos falam a “verdade” sobre sua doutrina. Será tão difícil compreender que esse posicionamento reforça a tese de “Islã da paz” que impede que cristãos problematizem o Islã e denunciem a perseguição de cristãos e minorias no mundo muçulmano?

É por causa desse tipo de ação comum entre “multiculturalistas suicidas” que o GENOCÍDIO DE CRISTÃOS NIGERIANOS é eclipsado em púlpitos e “palcos universitários” seculares e confessionais como foi o genocídio de cristãos e minorias nos territórios ocupados pelo Estado Islâmico, protegido sutilmente pela universidade onde estudou o sheik Al Bukaid, o qual, cumpre frisar, cumpriu com maestria  seu dever religioso num país em que professar religiões é legalmente permitido com base na Constituição Federal, ainda que o Islã em sua vertente ortodoxa promova terríveis violações dos direitos humanos. Urge destacar que por omissão de parlamentares, intelectuais, juristas, formadores de opinião, teólogos liberais, bem como lideranças políticas e religiosas, a SHARIA ainda não foi criminalizada no país.

Rabino é excluído do diálogo inter-religioso

Interessante que a aula do rabino Pessach Kalfmann[10] não foi anunciada com o mesmo entusiasmo no Facebook da professora. Ela não afirmou se sentir “agradecida” como fez com o sheik Al Bukaid e nem mesmo postou foto sorridente ao lado do religioso como fez com o líder muçulmano postando duas fotos ao lado dele orgulhosa pelo ato de “tolerância”. Ademais, o anúncio foi lacônico:Aula sobre Judaísmo, Cultura, crenças mundo atual em Israel. Rabino Pessach Kalfmann”.

Com a devida venia, senhor diretor, por que a aula do rabino não foi anunciada como “diálogo inter-religioso”? Será que essa abordagem só deve ser adotada com muçulmanos? Se eu fosse militante ideológica afirmaria que se tratava de “discriminação religiosa” por fazer abordagem seletiva não inserindo judeu no contexto de “diálogo inter-religioso”! Todavia, reconheço que a professora segue a “linha de praxe” que agrada os círculos acadêmicos, tanto é, que o post com o sheik recebeu mais de 300 curtidas e o post anunciando aula do rabino recebeu menos de 50 curtidas, apesar de reconhecer que Analzira teve ajuda especial de militantes de extrema-esquerda, sendo que um deles ainda “lembrou” da suposta perseguição dos cristãos contra a comunidade LGBTI, o que mostra o forte viés ideológico que apoia ações dessa faculdade.

A estranha posição de intolerância do diretor ao atacar a crítica 

Conforme exaustivamente delineado acima, fica claro que ao não ser capaz de contestar as DENÚNCIAS fundamentadas sobre apoio tácito ou inconsciente ao Islã ortodoxo e rotular aleivosamente como “maledicência sagrada e virtual” aqueles que se opõem às estratégias falhas de uma faculdade confessional, o diretor, que também ataca o que chama de suposto decreto da democracia virtual, está agindo, mutatis mutandis, como lideranças ortodoxas muçulmanas, pois esquece o mesmo que não existe “democracia virtual” em teocracias muçulmanas, que adotam o “discurso único”, tal qual a universidade.

Graças à  essa “democracia virtual” visivelmente assustadora para o diretor que “dá voz” ao Islã ortodoxo, uma representante de instituição de direitos humanos – que estuda Islã e debate sobre o tema em diversos foros – pôde respeitosamente REFUTAR a prática do engano. Outrossim, cumpre ressaltar que atacar raivosamente a “crítica” não deveria ser “atitude cristã” de um diretor que cita a Bíblia para amparar sua visão diminuta de mundo, já que o ambiente acadêmico é – ou deveria ser – ambiente plúrimo, principalmente, quando a faculdade – mesmo sendo confessional – outorga liberdade às narrativas de dogmas e ideologias diferenciadas.

Continuo aguardando a base doutrinária que justifique propagar as narrativas de um sheik que não apoia o Islã moderado, já que, o diretor tergiversou e não trouxe nenhum aparato para a bizarrice que corrobora afronta e desrespeito à “igreja perseguida” e demais minorias, inclusive, muçulmanas, as quais são vítimas de decisões medievais do centro ideológico onde estudou o sheik que emocionou a professora Analzira.

Enfim, devo pontuar ainda que usar título de PhD em “resposta oficiosa” à página Islã Realista para aventar “argumento de autoridade” é de uma puerilidade ímpar, já que o currículo[11] do diretor é público, e nele não consta especialização em teologia islâmica ou quaisquer temas inerentes ao mundo muçulmano. Seria aconselhável a direção da faculdade confessional aprender o ensinamento Joanino: “É necessário que Ele cresça e que eu diminua” (Jo 3:30). Afinal, “diante da honra vai a humildade”…

Andréa Fernandes – Advogada, jornalista, internacionalista e Diretora-Presidente da ONG Ecoando a Voz dos Mártires.

Imagem Depositphotos

[1] https://www.facebook.com/AnalziraNascimento/

[2] https://www.escavador.com/sobre/6774954/analzira-pereira-do-nascimento

[3] https://www.gospelprime.com.br/censura-islamica-na-camara-municipal-de-sao-paulo/

[4] https://www.facebook.com/islamrealista/posts/2601725283253649

[5] http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0101-31732018000400135

[6] Trégua de 10 anos acordada entre o Profeta Muhammad e a Tribo Quraish de Meca. No entanto, dois anos depois, Maomé atacou e conquistou Meca.

[7] https://www.meforum.org/2095/islams-doctrines-of-deception

[8] Suspensão temporária das práticas ortdoxas do Islã ou da sharia (lei islâmica) em países onde muçulmanos são minorias. Muruna significa usar “flexibilidade” para se misturar ao inimigo ou ao ambiente. https://www.islam-watch.org/home/139-louis-palme/1095-knowing-four-arabic-words-may-save-our-civilization-from-islamic-takeover.html

[9] https://www.facebook.com/260949747357338/posts/2477979102321047/

[10] https://www.facebook.com/260949747357338/posts/2477979102321047/

[11] https://www.escavador.com/sobre/7731965/lourenco-stelio-rega

Austrália: jornalista convertido ao Islã diz sobre cristãos”comprei uma cimitarra e pretendo cortar a cabeça deles”

Este artigo diz que Waugh tinha “crenças religiosas extremas” e ameaçou decapitar os cristãos, a quem chamou de “politeístas”, mas mesmo que isso torne óbvio que Waugh é muçulmano, o artigo nunca diz isso. Como sempre, a mídia do establishment considera sua principal responsabilidade que ninguém pense mal do Islã.

“Ex-jornalista de Canberra que supostamente ameaçou decapitar os cristãos  recebeu fiança”, por Elliot Williams, Canberra Times , 28 de agosto de 2019:

Um ex-jornalista de Canberra que supostamente fez ameaças de decapitar os cristãos como represália ao massacre de Christchurch recebeu fiança na quarta-feira.

James Michael Waugh, 28, foi preso em abril, depois que uma dica da Linha Direta de Segurança Nacional alertou as autoridades sobre uma série de postagens on-line supostamente feitas por Waugh.

Em um post, Waugh supostamente ameaçou matar membros da Casa de Oração de Canberra e postou seu próprio endereço convidando os membros a confrontá-lo.

“Eu vou matar cada um de vocês politeístas c -“, dizia um post que ele escreveu.

Waugh se declarou inocente por possuir um objeto a ser usado para matar, ameaçando com a intenção de causar alarme público e usando um serviço de transporte para ameaçar ou assediar.

O tribunal ouviu que Waugh comprou uma cimitarra do Paquistão e a afiou antes de fazer ameaças à decapitação de cristãos em seu quintal.

“Eu fiz ameaças, juntamente com meu nome e endereço, a todas as igrejas de cães covardes de Canberra. Se você conhece alguém com bolas, envie-os. Eu comprei uma cimitarra e pretendo cortar a cabeça deles no meu quintal como represália ”, ele escreveu em uma mensagem on-line para amigos.

Waugh já havia pedido a fiança duas vezes e teve os pedidos rejeitados por dois magistrados por receio de que ele cometeria outras ofensas.

Sua advogada Helen Hayunga fez a solicitação na quarta-feira, afirmando que havia novas informações no tribunal que precisavam ser consideradas.

Ela disse que seu tempo em custódia permitiu que a saúde mental de Waugh fosse avaliada mais detalhadamente, pois quando ele foi preso, ele foi considerado como sem qualquer condição de saúde mental.

Hayunga disse que desde então ele foi diagnosticado com um distúrbio ilusório e que foi encontrado um alojamento adequado para Waugh com dois amigos da família em Curtin.

A promotora Vivian Wei se opôs fortemente ao pedido de fiança, dizendo que Waugh estava “completamente preocupado com opiniões religiosas extremistas” e representava um perigo para a comunidade.

Ela disse que o relatório mais recente de saúde mental apresentado perante o tribunal indica que Waugh tem uma resposta mínima ao seu tratamento atual e que enquanto ele estava sob supervisão na prisão, ele apresentava um risco baixo para os outros.

No entanto, ela disse que o relatório afirmou que havia um provável aumento desse risco se ele fosse libertado na comunidade.

Wei disse que as crenças religiosas extremistas de Waugh foram “contínuas e fixas” por um período de dois anos e causaram o colapso de um relacionamento de longo prazo, tornando-o sem-teto e perdendo o emprego como jornalista.

Imagem e informações Jihad Watch

Nigéria: Jihadistas do Boko Haram tomam duas cidades semanas depois que o governo os declarou derrotados

O governo nigeriano se gabou repetidamente de ter derrotado o Boko Haram, o Partido do Povo da Sunnah por Dawah e Jihad, ou estava prestes a fazê-lo. Prometeu derrotar o Boko Haram até o final de 2014. E até o final de 2015. Em meados de 2017, chamou o movimento de força gasta. Em fevereiro de 2018, alegou novamente que os jihadistas foram derrotados. Eles não foram e não estão derrotados.

“‘Muitos temidos mortos’: o Boko Haram apreende duas cidades nigerianas semanas após o governo ter declarado derrotado o grupo”, por Edwin Mora, Breitbart, 22 de agosto de 2019:

Os jihadistas do Boko Haram apreenderam duas cidades no estado de Borno, na Nigéria, na quarta-feira, matando muitas pessoas ao incendiar casas e prédios do governo.

Citando a Agência de Notícias estatal da Nigéria e uma importante autoridade do governo local, o jornal Punch relata que os terroristas deixaram as duas cidades, observando:

A normalidade voltou às comunidades Gubio e Magumeri de Borno após os ataques de quarta-feira à noite coordenados pelos insurgentes do Boko Haram.

A Agência de Notícias da Nigéria relata que os residentes nas áreas afetadas voltaram para suas casas após os ataques dos insurgentes na sede de Gubio e Magumeri das áreas de governo local dos estados Magumeri e Gubio

Os insurgentes atacaram as comunidades por volta das 18:00 [quarta-feira]; incendiou residências, escolas, escritórios, saqueou itens alimentares e sequestrou um membro da Força-Tarefa Conjunta Civil.

… O Premium Times relata que os jihadistas continuam no controle das cidades. Ao contrário de outras agências de notícias, o jornal atribuiu a culpa pelo ataque à afiliada do Estado Islâmico (ISIS / ISIL) na África Ocidental (ISWA), uma ramificação do Boko Haram.

“Os terroristas, principalmente da filial do Boko Haram ISWA, permaneceram no controle de Gubio, Magumeri e comunidades contíguas”, relata o Premium Times ….

Um funcionário do governo local disse aos repórteres do Saara sob a condição de anonimato:

É lamentável que, uma semana depois de um ataque mortal ocorrido em Gubio, que levou à retirada de tropas, outros insurgentes armados invadiram a cidade de Gubio por volta das 18h, realizem suas orações sobre maghrib por volta das 18h30 na mesquita de Gubio, antes de causar estragos em civis inocentes incendiando casas e estruturas públicas.

Maghrib refere-se a uma das cinco orações diárias obrigatórias do Islã realizadas após o pôr do sol.

Sem fornecer um número específico, as agências de notícias locais informam que o ataque de quarta-feira deixou “muitas” pessoas mortas …

Os ataques ocorreram semanas depois que o governo do presidente nigeriano Muhammadu Buhari alegou falsamente que seu governo “derrotou” o Boko Haram.

Buhari reivindicou repetidamente a vitória sobre o grupo desde que assumiu o cargo em 2015, mas o grupo continuou a causar estragos…

Imagem e informações Jihad Watch

Distrito de Bruxelas proíbe álcool para combater imigrantes agressivos e indisciplinados

Um distrito em Bruxelas, na Bélgica, impôs uma “proibição geral do álcool” para ajudar a combater o aumento da violência, do crime e do caos causados ​​por migrantes bêbados na área.

Segundo o SCEPTR, com sede em Antuérpia, bairros no distrito de Schaarbeek, em Bruxelas, estão sendo invadidos por uma acumulação ilegal de migrantes de trânsito na estação de trânsito de Bruxelas-Norte e no parque Maximilian, que frequentemente atacam uns aos outros, locais e policiais enquanto estão bêbados.

“Alguns imigrantes foram às lojas noturnas de Brabant e Aarschotstraat para comprar bebidas alcoólicas baratas, que poderiam consumir em grupos. Você regularmente tem grupos de 10 a 15 homens que causam um incômodo e agem agressivamente contra a polícia sob a influência do álcool ”, relata SCEPTR .

O funcionário do distrito de Schaarbeek, Marc Weber, disse: “Agora que há menos recepção através do Parque Maximiliano, e agora que os migrantes também não estão autorizados a permanecer na Estação Norte, eles estão se mudando para lugares no bairro onde eles podem se encontrar.”

“Como o problema da migração não está sendo resolvido, está mudando”, acrescentou Weber.

Recentemente, “lutas pesadas” onde facas foram usadas ocorreram em várias ocasiões no distrito.

Por causa de sua embriaguez, brigas e comportamento geral desordenado, os migrantes se tornaram um problema crescente para a polícia, serviços de emergência e residentes locais.

Os moradores locais disseram à SCEPTR que, do meio-dia até tarde da noite, grandes grupos de imigrantes se reúnem para fazer festas barulhentas na rua.

No mês passado, um bairro de Antuérpia foi aterrorizado por um grupo de dezenas de imigrantes africanos que se tornaram violentos depois que a polícia fechou seu partido, que teria ficado de fora, informa a SCEPTR .

Depois que o grupo foi desmembrado, moradores que moravam no distrito de Hoboken foram supostamente submetidos a ataques físicos, arrombamentos e vandalismo, enquanto o grupo de imigrantes saqueadores corria enlouquecido por toda a vizinhança por horas.

Imagem e informações The Voice of Europe

Alemanha: Dois esfaqueados até a morte na estação de trem na Renânia do Norte-Vestfália

A polícia isolou uma estação de trem na cidade de Iserlohn, no estado alemão da Renânia do Norte-Vestfália, depois que um homem e uma mulher foram brutalmente atacados por um agressor com uma faca. Dezenas de pessoas testemunharam o ataque, incluindo cerca de 20 pessoas participando de uma festa de casamento.

Após o esfaqueamento mortal que matou uma mulher de 32 anos e um homem de 23 anos, um suspeito de 43 anos foi detido pela polícia alemã. De acordo com a agência de notícias alemã DPA, um porta-voz da polícia disse que o atacante foi detido no local sem incidentes, relata Welt .

“Nossa investigação sugere até agora que não há outra causa a não ser a razão para isso estar em seu relacionamento pessoal”, disse o porta-voz da polícia.

Na cena do crime, os investigadores da polícia também encontraram um bebê de dois meses. De acordo com um porta-voz da polícia, você matou 32 anos de idade era a mãe da menina. O bebê sobreviveu e não foi ferido.

Segundo Bild , uma das vítimas havia lutado por sua vida quando a polícia e os serviços de emergência chegaram, mas no final não puderam ser salvos.

Relatórios dizem que uma disputa verbal rapidamente se transformou em um ataque violento. No entanto, a causa exata da morte está esperando para ser confirmada por uma autópsia.

Porque a estação está localizada no meio do centro da cidade, muitas pessoas estavam presentes para testemunhar o ataque. Transeuntes, convidados da festa de casamento e passageiros de trem testemunharam o esfaqueamento horrível.

Após os assassinatos, o imediato ao redor da estação foi parcialmente isolado, enquanto um dos trilhos do trem foi temporariamente desligado.

O suspeito deve comparecer ao tribunal hoje.

Imagem e informações The Voice of Europe

Reino Unido:solicitante de refúgio sudanês que assassinou uma jovem a facadas por recusar sexo é condenado à prisão perpétua

Solicitante de asilo, 29 anos, que disse estar fugindo da perseguição política no Sudão, é condenado a prisão perpétua por esfaquear uma mulher de 21 anos de idade 15 vezes em um ataque porque ela se recusou a fazer sexo

Um requerente de asilo que assassinou com selvageria uma mulher de 21 anos numa ‘ira explosiva’ depois dela recusar ter relações sexuais com ele foi condenado a prisão perpétua.

Karar Ali Karar esfaqueou Jodi Miller com uma faca de cozinha 15 vezes na cabeça e no corpo depois que ela rejeitou seus repetidos avanços sexuais em um apartamento em Leeds.

O cidadão sudanês de 29 anos realizou o ataque drogado diante de um estudante de 15 anos e dois outros homens em 26 de fevereiro.

Ele veio para o Reino Unido há quatro anos para escapar da perseguição política, afirmou sua defesa. 

Leeds Crown Court ouviu um dos golpes de faca atravessar seu peito e causou sua morte, enquanto a arma do crime se dividiu em três pedaços durante o assalto. 

O ataque aconteceu na casa de Abdi Dhoobe, um amigo da mulher assassinada, enquanto Karar morava no apartamento acima. 

No processo, Jason Pitter disse que Jodi estava entre um grupo de amigos que costumavam se encontrar no apartamento e que Karar ocasionalmente visitava.

O tribunal ouviu que Karar começou a incomodar Miss Miller por sexo nos dias que antecederam o ataque. Pitter acrescentou: “Ele estava ficando cada vez mais desesperado, frustrado e enfurecido em seus esforços, oferecendo até dinheiro para isso.

Jodi, compreensivelmente, não mostrava interesse algum no acusado. O tribunal ouviu a testemunha dizendo que houve um desentendimento num determinado momento, enquanto outros no apartamento disseram a Karar para deixá-la sozinha.

Pitter disse: “Eles disseram que ela não era esse tipo de pessoa”.

Imagens de CCTV mostraram que Karar deixou o apartamento e retornou em várias ocasiões.

Ele se armou com uma faca de cozinha de sua propriedade antes de retornar e realizar o ataque.

A testemunha Pitter disse: “Ele ficou tão enfurecido e frustrado com a rejeição dela que decidiu, em sua mente, ensinar-lhe uma lição. Para enfrentá-la e, finalmente, matá-la.

Jodi tentou fugir do apartamento do porão em Leeds, West Yorkshire, quando foi atacada, mas Karar a impediu.

Em um estágio, ele parou o ataque, chutou-a e chamou-a de prostituta.

No começo do dia, a corte ouviu que Karar ofereceu dinheiro a Jodi por sexo, mas ela recusou.

Karar recebeu uma sentença de prisão perpétua com um prazo mínimo de 25 anos depois de se declarar culpado de assassinato ontem, pouco antes de ir a julgamento.

Sentenciando Karar, o juiz Rodney Jameson disse: “Parece ter havido uma espécie de quebra no seu ataque antes de você chutá-la, chamando-a de prostituta.

Há uma amarga ironia nisso. Você a atacou precisamente porque ela não estava preparada para agir dessa maneira, que é o que você estava exigindo.

Sr. Dhoobe, outro homem e um menino de 15 anos, onde no apartamento no momento em que Karar realizou o ataque, que durou três minutos, e tentou impedir a violência.

Karar ameaçou matá-los durante o incidente e avisou-os para não “delatarem” quando ele partiu.

A corte ouviu que a arma do crime foi dividida em três partes durante o ataque feroz. Dhoobe ligou para os serviços de emergência, mas Jodi foi declarada morta pouco depois de ser levada ao hospital.

Karar foi preso e disse à polícia que esfaqueou Jodi porque ela lhe deu uma bofetada.

Pitter disse: ‘Se ela o tivesse esbofeteado, isso não surpreenderia. No entanto, não dá justificação ou explicação adequada para sua reação extrema.

Simon Kealey, atenuando, disse que Karar sofreu alguns problemas de saúde mental que foram agravados pelo abuso de drogas e álcool.

Kealey disse: “Ele pediu através de mim para expressar à família de Jodi Miller suas desculpas por suas ações naquele dia.”

Sentenciando Karar, o juiz Jameson disse: ‘Você pediu a ela sexo. Ela tinha um parceiro e ela não estava interessada em você dessa maneira e ela deixou isso claro.

‘Você reagiu com uma raiva explosiva a uma recusa inteiramente apropriada de se envolver com você sexualmente.

A morte dela não foi imediata. Infelizmente ela ainda estava consciente por um tempo depois de dizer que estava morrendo. Seu sofrimento e terror nesse ponto só podem ser imaginados.

Imagem e informações Daily Mail