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Já são pelo menos 20 mortos no quinto dia consecutivo de protestos no Irã

No quinto dia consecutivo de protestos nas cidades iranianas os confrontos entre as forças de segurança e os manifestantes elevaram o aumento do número de mortos para vinte. Dezessete manifestantes e três homens das forças de segurança.

Segundo as agências de notícias iranianas em comunicado oficial informaram que um policial foi morto e outros três foram feridos por tiros disparados por um manifestante na cidade de Najafabad, na província de Isfahan. A artma teria sido um  rifle de caça.

Cinco manifestantes foram mortos na cidade de Qahdregan, província de Isfahan, no centro do Irã.  Algumas fontes de notícias reformistas e fundamentalistas informaram que os confrontos ocorreram quando os manifestantes tentaram entrar no prédio da prefeitura.

Segundo informações da mídia local, aproximadamente 450 pessoas foram presas na capital iraniana nos últimos três dias durante os protestos, apesar desse número ser contestado por manifestantes..

Com informações de Al Arabiya

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Irã: manifestantes mortos pelo regime totalitário aumenta para 12 e centenas foram presos

A TV estatal iraniana divulgou que 12 pessoas morreram em razão dos protestos nacionais, sem informar os detalhes. Os protestos que já tomam todo o país  representam grande desafio para as lideranças do governo que não viam tanta mobilização desde os conflitos pró-reforma 2009, que foram suprimidos  com muita violência estatal.

Com o intuito de mascarar a estrondosa revolta popular, a rede de TV controlada pelo totalitário governo islâmico disse “nos eventos da noite passada, infelizmente, um total de cerca de 110 pessoas foram mortas em várias cidades”, mostrando imagens dos supostos danos causados pelas manifestações anti-governo.

“As pessoas de Izeh, como algumas outras cidades, realizaram um protesto contra problemas econômicos e infelizmente levaram ao assassinato de duas pessoas e ferimentos a outras pessoas”, narrou Hedayatollah Khademi, à agência de notícias ILNA.

Porém, Khademi, que é porta-voz da cidade de Izeh disse  “ainda não sei se o tiroteio de ontem foi pelos manifestantes ou pela polícia”, acrescentou.

Mais duas pessoas foram atropeladas por um “veículo do governo” na província de Lorestan, disse o governador da área.

Segundo informações do governo no domingo mais de 370 manifestantes foram presos nos últimos quatro dias dos protestos, enquanto ativistas iranianos contestaram dizendo que o número é muito maior.

Ali Asghar Naserbakht, vice-governador da província de Teerã, disse que a polícia local prendeu cerca de 200 pessoas em ruas repeltas de manifestantes durante na noite de domingo, acrescentando que quarenta dos homens presos lideraram os protestos, acrescentou. Já o prefeito da província de Markazi, Ali Aghazadeh Dafsari, disse que a polícia local prendeu mais de 100 manifestantes que participaram do que chamou de “manifestação sem licença”.

A TV estatal ainda informou que “alguns manifestantes armados tentaram assumir algumas estações de polícia e bases militares, mas enfrentaram uma séria resistência das forças de segurança”. Os supostos ataques de manifestantes não foram comprovados com divulgação dos locais ou imagens.

Nas redes sociais manifestantes exigem novos protestos em Teerã e outros cinquenta centros urbanos nessa segunda-feira.

Com informações de Al Arabiya, YnetJpost

 

A “inspiração palestina” para criação de um novo Estado Totalitário Islâmico

Por Andréa Fernandes

Nos últimos meses, a mídia global tem proporcionado grande visibilidade à expulsão dos rohingyas em Mianmar (Birmânia). Amparados em dados fornecidos pela ONU, ativistas de direitos humanos e jornalistas noticiam semanalmente as ações do governo rotulando-as erroneamente como “genocídio” e até mesmo o Papa foi instado a se pronunciar contra as violações cometidas única exclusivamente contra o referido grupo étnico, apesar de os cristãos estarem sofrendo terrível perseguição que não atrai a atenção da imprensa.

Venho acompanhando o desenrolar da crise e não me surpreendeu um acontecimento não anunciado no Ocidente: numa reunião com o presidente do parlamento em Bangladesh na terça-feira, uma delegação do Oriente Médio – composta por representantes de diversas entidades nas áreas humanitária e política – emitiu o comunicado de que a comunidade internacional deve agir rapidamente sobre a crise com os royingyas ou o mundo criará outra Palestina.

Ora, por que entidades islâmicas estão fazendo conexão dos rohingyas com os palestinos? Há alguma semelhança entre ambas as crises?

Por saber que o Google está contaminado com “desinformação”, penso serem necessárias algumas informações para o leitor perceber que a “crise” que tanto preocupa a ONU representa mais uma faceta do projeto de islamização de territórios não-muçulmanos.

Para tanto, vamos sanar inicialmente a primeira dúvida que aparece ao debatermos essa questão: quem são os rohingyas? A “resposta” vai depender muito da fonte a ser consultada. Se a pesquisa for efetuada num site árabe como Al Jazeera, você lerá que “são a minoria mais perseguida do mundo“, isto porque, países muçulmanos e a imprensa simplesmente ocultam a realidade de que são os cristãos a minoria mais perseguida, sendo “alvos prediletos” em países muçulmanos.

Apologistas árabes muçulmanos costumam definir os rohingyas como grupo étnico formado principalmente por muçulmanos que viveram durante séculos em meio aos budistas de Mianmar. Por outro lado, diversos estudiosos afirmam que a palavra “rohingya” não é encontrada em nenhuma fonte histórica, exceto num único texto do final do século 18. Além disso, reconhecem que o termo passou a ter popularidade entre os muçulmanos do estado de Rakhine (situado em território birmanês) nos anos 50 e 60, oportunidade em que se deu uma “rebelião mujahid” – rebelião daqueles que lutam pela jihad – contra o governo budista birmanês exigindo um Estado separado para os muçulmanos de Arakan. Segundo Jaques P. Leider, especialista em História do sudeste asiático, “até a década de 1990, ‘rohingya‘  foi utilizado na maioria dos meios de comunicação não como uma denominação étnica ou religiosa, mas como uma denominação de insurgentes que resistiram ao governo de Mianmar e tentaram criar um Estado muçulmano independente perto de Bangladesh.

Dessa maneira, já dá para ver que estamos diante de mais um “povo inventado” com o escopo de dar continuidade ao expansionismo imperialista islâmico, senão vejamos: a rede Al Jazeera reconhece “evidências” que não são divulgadas pela grande mídia e vale transcrever para breve apreciação:

Durante os mais de 100 anos de governo britânico (1824-1948), houve uma quantidade significativa de migração de trabalhadores da Índia atual e do Bangladesh para o que hoje é conhecido como Myanmar. Como os britânicos administraram Myanmar como uma província da Índia, essa migração foi considerada interna, de acordo com a Human Rights Watch (HRW). A migração de trabalhadores foi vista negativamente pela maioria da população nativa.

Ora, podemos constatar dois fatos importantes para desvendar as falácias da “propaganda muçulmana”: Al jazeera, que não aceita a decisão dos britânicos em relação a partição de território para formação do Estado de Israel e da “Palestina”, aceitou de “bom grado” como legítima a migração de muçulmanos oriundos da Índia e Bangladesh para território de maioria budista (Mianmar) promovida pelos mesmos “colonialistas britânicos”. E nesse caso, pouco importa o “parecer” de uma instituição humanitária como a HRW, que não tem autoridade alguma para definir assuntos pertinentes à soberania dos países. Outrossim, uma vez não tendo o canal árabe explicado o motivo da indignação da “população nativa” (budista), urge esclarecimentos indispensáveis.

Na verdade, o que está acontecendo em Mianmar é um conflito religioso entre muçulmanos e budistas em virtude do estabelecimento da jihad apregoada por lideranças muçulmanas para criar mais um Estado teocrático islâmico a fim de  submeter os “infiéis budistas” ao Islã.  Estudiosos atestam que ao conquistarem Arakan em incursões contra Mianmar nos idos de 1824-1826, os britânicos passaram a incentivar a imigração de indianos e bengalis muçulmanos para a região de forma que no início do século 20, a população muçulmana imigrante passou a ser O DOBRO do tamanho da população local. Com isso, a comunidade muçulmana (rohingya) passou a expandir suas redes religiosas, bem como assumir costumes diferentes dos seus vizinhos budistas os quais tiveram suas aldeias deslocadas devido crescimento da população muçulmana.

Apesar de não haver nenhuma “promessa formal”, alguns muçulmanos  acreditavam que os britânicos lhes presenteariam com um território autônomo” após a 2ª Guerra Mundial, pelo que uma parcela deles esperava a separação de Mianmar para unir o território à Índia ou Paquistão. Todavia, em 1946, líderes políticos muçulmanos divulgaram suas intenções de se apropriar do território originalmente birmanês (budista) para formar um Estado independente. Logo, após a independência birmanesa em 1948, iniciou-se uma rebelião dos muçulmanos contra o governo que culminou naquilo que inapropriadamente os ocidentais qualificam de “combates de guerrilha”, mas que na linguagem muçulmana é a jihad, a qual expulsou os budistas das aldeias de Arakan, parte do território que desejam estabelecer um Estado na base da usurpação de terras budistas sob a conivência da comunidade internacional. Sendo assim, o surgimento do nacionalismo budista se deve em grande medida à oposição em relação à imigração em massa de muçulmanos. Porém, com o golpe militar em 1962, encerrou-se a participação política formal dos muçulmanos e demais minorias no país aprofundando-se medidas restritivas contra a mesmas.

Em 1982, o governo aprovou a Lei de Cidadania da Birmânia, que concedeu cidadania a muitos grupos minoritários étnicos, mas não outorgou o mesmo direito aos rohingyas. Assim, explosões de violência vêm sendo promovidas pelos muçulmanos os quais são auxiliados por outras facções terroristas islâmicas na Indonésia e Paquistão. Cabe, ainda, enfatizar que a insurgência violenta dos rohingyias é tema de segurança nacional na Índia, conforme atestam relatórios da inteligência que mostram conexão entre grupos rohingyas e organizações jihadistas (terroristas).

Desse modo, considerando o fato de que há uma “experiência genocida” vivida pelos hindus que continuam sendo erradicados por muçulmanos do território vizinho de Bangladesh – transformado à força num sanguinário Estado totalitário islâmico – é perfeitamente compreensível a pauta budista defendendo a tese de que os rohingyas são uma “identidade religiosa inventada”, afirmando através de documentos históricos a inexistência de uma comunidade assim nominada, pois tais muçulmanos são originalmente “imigrantes” conduzidos por britânicos do moderno Estado muçulmano de Bangladesh para um Estado de maioria budista sem consulta à população local.

Se a Europa rechaça a “imigração ilegal”, deveria também considerar como “legítima” a pretensão do país de maioria budista de não reconhecer um “povo inventado” que almeja criar um Estado islâmico em usurpação à soberania de um país. Aliás, vale lembrar que o governo de Mianmar está disposto a conceder cidadania à minoria muçulmana se concordar em utilizar sua verdadeira identidade, a saber, bengali, o que vem sendo rejeitado por suas lideranças que sonham com a implantação de mais um “califado” na Ásia.

Contudo, embora eu reconheça a total ilegitimidade do pleito dos rohingyas, não posso concordar com ações violentas e ilegais do governo de Mianmar, que também são usuais contra a pacífica minoria cristã que não pleiteia autodeterminação. Matança arbitrária, estupros sistemáticos, incêndio de casas e expulsão de moradores costumam ser estratégias de lideranças muçulmanas contra minorias e não cabe a uma defensora dos direitos humanos “justificar” tais ações que atingem principalmente à população mais vulnerável como mulheres e crianças. Ações enérgicas devem ser voltadas sempre contra os jihadistas e não contra a população vulnerável.

Infelizmente, falta ao governo budista de Mianmar a “ética judaica” no trato para com aqueles que almejam usurpar seu território. Dessa vez, o “esforço jihadista” dos muçulmanos está sendo combatido com as “mesmas armas” pelos “discípulos de Buda” que resolveram dar uma trégua aos seus ensinamentos religiosos para seguir os “preceitos de paz” ensinados pela ortodoxia islâmica!

Andréa Fernandes é advogada, internacionalista, jornalista, presidente da ONG Ecoando a Voz dos Mártires e líder do Movimento Nacional pelo Reconhecimento do Genocídio de Cristãos e Minorias no Oriente Médio.

Imagem:http://www.rfa.org/english/news/myanmar/myanmar-government-orders-state-media-not-to-use-rohingya-06212016155743.html

 

 

4,9% da população iraquiana é formada por trabalhadores infantis

Último censo no Iraque revela que 4,9% da população do país é formada de trabalhadores infantis.

O Ministério de Planejamento e Cooperação para o Desenvolvimento divulgou no início do mês de dezembro o resultado do censo frisando que a população iraquiana é formada de 37 milhões de pessoas.

Segundo a agência Anadolu o trabalho infantil engloba idades de crianças entre 7 e 17 anos, sendo que  milhares delas  são obrigadas a deixar suas escolas para ingressar no mercado de trabalho a fim de ajudar suas famílias.

O mais grave é que essas crianças atuam em profissões perigosas, conforme denúncia de ONGs locais, principalmente funções relacionadas ao conserto de veículos, onde a maioria das empresas não possui medidas de segurança mínimas para evitar acidentes de trabalho num país em que a taxa de desemprego alcançou 32% em 2016.

Além disso, o aumento de utilização de crianças em redes de mendicância vem preocupando as autoridades, porém, a ONU se nega a deliberar sobre essas graves violações dos direitos humanos através da agência  OIT (Organização Internacional do Trabalho) , que em dossiê anual  produzido para conferência tem como único foco o Estado de Israel ocultando as evidentes violações praticadas por outros países.

Com informações de Middle East Monitor

Bebida alcoólica e dança ocasionam prisão de dezenas de jovens no Irã

A agência de notícias iraniana ISNA do informou que a polícia prendeu 230 jovens por fazerem uso de bebida alcoólica.

 O relatório lançado na sexta-feira afirma que a polícia de Teerã efetuou a prisão de 140 jovens num jardim nos arredores de Teerã e 90 na cidade enquanto dançavam e consumia, bebida alcoólica na noite de quinta-feira.

Ingestão de bebidas alcoólicas e encontro em festas de grupos de homens e mulheres que não têm parentesco são ilegais e considerados um pecado pela sharia (lei islâmica).

 Segundo a ISNA alguns participantes da festa enviaram convite pelo Instagram para que outros se juntassem e a polícia os prendeu. Nas ações da polícia alega-se que bebidas alcoólicas e drogas psicotrópicas teriam sido confiscadas.

Com informações de Ynet News

Imagem: https://www.nytimes.com/2017/09/11/world/middleeast/iran-alcohol-rehabilitation.html

Ataques da coalizão saudita matam 136 civis no Iêmen

Ataques aéreos realizados pela coalizão liderada por sauditas no Iêmen mataram pelo menos 136 civis desde 6 de dezembro e 87 pessoas ficaram feridas, segundo a Reuters .

Rupert Colville, porta-voz de instituição de direitos humanos que atua na região afirma: “Estamos profundamente preocupados com o recente aumento das vítimas civis no Iêmen, como resultado de intensos ataques aéreos da coalizão, após a morte do ex-presidente Ali Abdullah Saleh, em Sanaa em 4 de dezembro”.

Segundo a ONU, 7 ataques aéreos atingiram uma prisão no distrito de Shaub, Sanaa, matando cerca de 45 presos leais ao internacionalmente reconhecido Abd Abdel Rabbuh Mansur Hadi.

Em outro ataque 14 crianças e 6 adultos morreram em Huydaydah no dia 15 de dezembro. Duas crianças e oito mulheres que estavam retornando de uma festa de casamento de Marib no início desta semana também foram mortas.

A coalizão saudita entrou na guerra do Iémen em março de 2015 em razão de suposto pedido de Hadi para ajudar a combater as ameaças territoriais provocadas pela aliança iraniana com os Houthis e o ex- presidente Ali Abdullah Saleh, em março de 2015. A dinâmica do conflito sofreu mudança significativa quando Saleh cortou as relações com os Houthis e foi morto no início de dezembro . As forças restantes que são leais a Saleh juntaram-se ao exército nacional de Hadi em uma nova aliança para combater os Houthis e recuperar a capital Sanaa.

Os ataques aéreos da coalizão liderada pelos sauditas continuaram em áreas densamente povoadas no Iêmen apoiando a nova aliança contra o Houthis.

Com informações de Middle East Monitor

Pacientes em hospitais de Gaza sem comida porque Abbas nega pagamento a fornecedores

As empresas que fornecem refeições a pacientes em hospitais da Faixa de Gaza deixaram de atender a centros médicos porque não foram pagos por meses, infomou ontem um porta-voz do Ministério da Saúde.

Segundo  o porta-voz do Ministério da Saúde, Ashraf Al-Qidra, o governo da Autoridade Palestina em Ramallah não realizou os pagamentos das empresas que prestavam o serviço de refeições.

Em entrevista à imprensa de Quds, Al-Qidra disse:  “Centenas de pacientes estão agora sem alimentos”, e ainda acrescentou  que o Ministério das Finanças não respondeu às solicitações feitas há semanas para pagar as dívidas com as empresas.

A falta de adimplemento da Autoridade Palestina em relação às despesas com pacientes em hospitais em Gaza não se dá em razão de insuficiência de fundos, e sim, devido direcionamento escuso dos recursos recebidos da comunidade internacional, pois a prioridade é com a manutenção do foco terrorista contra Israel como o caso dos salários que são pagos a prisioneiros condenados por ações terroristas.

Al-Qidra informou ainda  que pacientes nos hospitais de Gaza necessitam de 86 mil refeições por ano, o que gera um custo de 6 milhões de shekels (US $ 1,7 milhão). Em 2016, Gaza obteve financiamento de instituições de caridade para custear os valores das refeições em hospitais, uma vez que tal qual Autoridade Palestina, a prioridade da organização terrorista é utilizar recursos recebidos em doações financeiras para promover armamento de suas milícias terroristas e promover ataques terroristas contra Israel.

Com informações de Middle East Monitor

Obama impediu investigações sobre tráfico de drogas e lavagem de dinheiro do grupo terrorista Hezbollah

Investigação publicada nessa segunda-feira(18) revela que a administração Obama prejudicou importante campanha de aplicação da lei e permitiu ao grupo terrorista libanês Hezbollah que se  envolvesse em operações de tráfico de drogas e lavagem de dinheiro – inclusive nos Estados Unidos – objetivando garantir a continuidade do acordo nuclear com o Irã.

A primeira parte do relatório da investigação conduzida pela Revista Política discorre sobre os desdobramentos do Projeto Cassandra, que tratava de campanha de aplicação da lei lançado em 2008 pela Drug Enforcement Administration (DEA), tendo por objetivo atacar as atividades criminosas do grupo terrorista islâmico libanês. No entanto, segundo a Fox News, os funcionários da administração Obama lançaram uma série de obstáculos que impediam o projeto, e assim, ajudaram a organização terrorista anti-Israel a evoluir suas atividades para concretizar uma grande ameaça à segurança global que financia operações terroristas e militares.

David Asher, analista de finanças ilícitas do Departamento de Defesa que atuou na estruturação do Projeto Cassandra afirmou: “Essa foi uma decisão política. Ele destruíram em série todo esse esforço que foi teve excelente suporte e recursos, e foi feito de cima para baixo”.

O  relatório foi confeccionado embasado num trabalho de oito anos, onde os agentes que trabalhavam numa instalação secreta de DEA em Chantilly, Virgínia, usaram escutas telefônicas, operações secretas e informantes para mapear as redes criminosas do grupo terrorista Hezbollah com a ajuda de 30 agências de segurança norte-americanas e estrangeiras. Os agentes seguiram as remessas de cocaína, rastrearam somas vultosas de dinheiro sujo e rastrearam o que eles acreditavam ser o círculo mais íntimo do Hezbollah e seus patrocinadores no Irã. Porém, quando a liderança do projeto buscou aprovação de investigações, processos, prisões e sanções financeiras importantes, funcionários dos departamentos de Justiça e Tesouraria atrasaram, impediram ou rejeitaram seus requerimentos.

Os funcionários do governo também bloquearam ou minaram os esforços dos membros do Projeto Cassandra para perseguir outros agentes do alto escalão do Hezbollah, incluindo um apelidado de ‘The Ghost‘ – um dos maiores traficantes de cocaína do mundo, inclusive para os EUA, além de um importante fornecedor de armas convencionais e químicas para uso do presidente sírio, Bashar Assad, contra seu povo. Mas, os ex-funcionários da administração Obama negam as denúncias.

Asher, ainda disse: “quanto mais chegamos ao (acordo do Irã), mais essas atividades se afastaram. Tanto na capacidade, seja nas operações especiais, seja na aplicação da lei, seja nas designações (do Tesouro) – mesmo a capacidade, o pessoal atribuído a esta missão – foi drenado assiduamente, quase até a última gota, no fim da administração Obama “.

Com informações de Ynet News

Imagem: http://www.nowtheendbegins.com/iran-releases-hostages-after-receiving-apology-from-obama/

 

 

 

Terroristas muçulmanos matam 9 evangélicos em atentado no Paquistão

Dois homens-bomba promoveram ataque terrorista nessa manhã de domingo (17) contra a Igreja Metodista Memorial de Bethel, na cidade de Qetta, no sudoeste do Paquistão. Segundo as autoridades locais, pelo menos 9 pessoas morreram e mais de 50 ficaram feridas, sendo que 9 vítimas em estado grave.

Os dois terroristas tinham entre 16 e 20 anos, um dos quais foi morto pela polícia a tiros na entrada do prédio principal da igreja, localizada numa zona de alta segurança onde estão situados importantes edifícios governamentais. O outro terrorista usava colete com 15kg de material explosivo que foi detonado antes de entrar no templo que abrigava 400 cristãos no momento do ataque.

De acordo com a agência privada de contraterrorismo SITE, o grupo Estado Islâmico assumiu a autoria do atentado, mas a entidade não forneceu evidências que comprovem a relação.

A igreja costuma realizar diferentes programas ao longo de dezembro para comemorar o Natal e foi alvo do atentado quando realizava um “Programa de Natal da Escola Dominical”.  O templo foi construída em 1935, durante o governo britânico no Paquistão

O presidente Mamnoon Hussain condenou o ataque terrorista e exortou às autoridades para promoverem o melhor tratamento médico possível para os feridos e o ministro do Interior, Ahsan Iqbal, disse caraterizou o ataque como um sinal de “covardia” e afirmou que “os inimigos do Paquistão querem espalhar a violência no país”.

O ministro Chefe Sindh, Murad Ali Shah, condenou o ataque e expressou solidariedade com o povo e o governo do Baluchistão. Quetta é capital e maior cidade do Baluchistão, uma das províncias que mais sofre com atentados terroristas no país.

Terroristas muçulmanos costumam promover ataques contra a minoria cristã paquistanesa. Em 15 de março de 2015, quinze pessoas morreram e mais de 70 ficaram feridas depois que atentados suicidas do Talibã atacaram duas igrejas no bairro de Youhanabad, em Lahore. Em 22 de setembro de 2013, 80 pessoas foram mortas e 100 feridas após explosões gêmeas na Igreja de Todos os Santos, em Peshawar.

Com informações de Geo News

Os EUA reconhecem Jerusalém como capital de Israel: vem guerra por aí?

Por Andréa Fernandes

Antes de escrever sobre o evento histórico promovido pelos Estados Unidos no momento em que o presidente Donald Trump reconheceu Jerusalém como capital de Israel, resolvi dar uma espiada nas “análises” da galera suprassumo em política internacional e também na mídia árabe. Afinal de contas, nenhum país se importa realmente com os palestinos sob a ótica dos “direitos humanos”, uma vez que o intuito real é deslegitimar Israel na obsoleta oposição midiática comunista ao único país que não se afundou na desordem estimulada pelo ódio religioso e sectarismo, próprios de países muçulmanos.

Tão logo Trump cumpriu com o dever consignado na lei que o Congresso americano aprovou em 1995 – que prevê o reconhecimento de Jerusalém como capital de Israel e a consequente transferência da embaixada – e que vinha sendo covardemente postergado por seus antecessores, a comunidade internacional explodiu em fúria – não tão “calorosa” quanto os jihadistas que o Ocidente recebeu – criticando a ação americana num flagrante desrespeito à soberania do país.

O vozerio foi fortalecido pela União Europeia, na pessoa da chefe de política externa, Frederica Mogherini – aquela integrante do partido comunista italiano que “tietava” o terrorista Yasser Arafat[1] – irresignada, após o ato de Trump, disse: “acreditamos que a única solução realista para o conflito entre Israel e Palestina é baseada em dois Estados e com Jerusalém como a capital de ambos”[2]. Talvez, a tese dela em ciência política intitulada “A Relação entre Religião e Política no Islã”, seja o motivo de se empenhar em defender a “jihad palestina”, já que as ações criminosas de países muçulmanos não são do seu interesse, e sempre é bom lembrar que a diplomata hipócrita não anda preocupada com a ocupação de 37% do território cipriota pela Turquia, que mantém 40 mil soldados no norte do Chipre, invadido em 1974[3]. Por acaso, Frederica se manifestou na imprensa quando o “sultão Erdogan” avisou que “a Turquia nunca sairá do Chipre[4]? As pautas comunistas sempre privilegiam os “amantes da paz islâmica obtida pela espada”.

Mahmoud Abbas, presidente da Autoridade Nacional Palestina – considerado “moderado” pelo Ocidente – ao ser informado por Trump através de telefonema acerca da sua decisão de mudar a embaixada dos EUA de Tel Aviv para Jerusalém acionou seu fiéis “ativistas-terroristas”, que convidaram fotógrafos e cinegrafistas para “visitar” Belém a fim de documentar um “evento importante”, qual seja, palestinos ensandecidos queimando cartazes com imagens de Trump e a bandeira de Israel[5]. O objetivo é simples: promoção da “propaganda de ódio” para levar a opinião pública a acreditar que a política de Trump incendiará a região, o que fez o presidente da Autoridade Palestina afirmar que “os Estados Unidos perderam o papel de mediador no Oriente Médio”[6].

Hoje, Abbas em pronunciamento agressivo afirmou que a “revolta palestina” deve continuar e o líder do movimento Fatah – também considerado moderado pelo Ocidente – disse que “Trump emitiu declaração de guerra contra o povo palestino”[7]. Abbas já havia ordenado o fechamento de escolas e na usual política retaliatória contra inocentes, o prefeito de Belém (ocupada por palestinos), também determinou o desligamento de todas as luzes de natal na área onde cristãos vêm  sofrendo limpeza religiosa desde o início da ocupação palestina. E se alguém vier com a lengalenga de que “palestinos não são ocupantes”, cabe lembrar que antes da Guerra de Independência de 1948, a população original de Ramallah era 90% cristã e de Belém, 80%. Além disso, o “pacisfismo islâmico” dos invasores palestinos proporcionou a seguinte realidade: em 1967, mais da metade dos moradores de Belém eram muçulmanos e Ramallah se tornou uma grande cidade muçulmana[8].

Aliás, vale uma breve digressão: o falecido terrorista Yasser Arafat mudou a demografia de Belém semelhantemente à estratégia de países muçulmanos na atualidade, ou seja, enviando milhares de muçulmanos de campos de refugiados, e como bem salienta o jornalista Giulio Meotti, transformou a cidade – outrora majoritariamente cristã – “num refúgio seguro para terroristas suicidas”, onde cemitérios e conventos foram profanados e cristãos transformados em escudos humanos pela perversa Organização para a Libertação da Palestina (OLP). De sorte que, a OLP e outros grupos islâmicos “ofertaram” aos cristãos nativos as mesmas atrocidades que seus homólogos do Estado Islâmico: casamento forçado, conversões, espancamentos, apropriação de terras, ataques incendiários, boicote comercial, tortura, sequestro, assédio sexual, extorsão, dentre outros crimes mantidos ocultos pela mídia vendida aos interesses árabes.

Após o pronunciamento histórico de Trump, Ismail Haniyeh, líder do grupo terrorista Hamas, fez o que sempre foi sua especialidade: conclamar o terror contra civis inocentes, e para tanto, pediu uma nova “intifada contra o inimigo sionista[9] como condenação à decisão de Trump no melhor estilo “jihad”. Contudo, a “ansiedade sanguinária” não resistiu esperar até o dia 8, quando deveriam ser iniciados os atos de violência, e com isso, os terroristas passaram a efetivar disparos de foguetes contra o território israelense ocasionando “resposta” de Israel direcionada às estruturas militares na Faixa de Gaza[10]. Seguindo a mesma “linha assassina”, o grupo terrorista xiita Hezbollah, financiado pelo Irã, também endossou a necessidade de intifada.

Incitados por suas lideranças, cerca de 3 mil palestinos saíram às ruas em protestos violentos em 30 locais na Cisjordânia e na Faixa de Gaza, onde dezenas de manifestantes se reuniram perto da fronteira com Israel e lançaram pedras contra os soldados. A violência se intensificou no embate de palestinos contras as forças israelenses e segundo a imprensa palestina, já são 200 palestinos feridos e 1 morto.

Insta esclarecer que o “tom apocalíptico” de alguns jornais descambaram em distorções de ignorância ímpar como aconteceu com ‘O Globo’, ao consignar: “Diante da reação inflamada do mundo árabe, com protestos na Faixa De Gaza e na Turquia, o Exército israelense anunciou o envio de batalhões adicionais ao território palestino da Cisjordânia[11]”. O jornalista nervoso por externar o sensacionalismo de sempre, incluiu indevidamente a Turquia na lista de territórios integrantes do “mundo árabe”. O desespero tomou conta da redação…

De qualquer maneira, o mundo muçulmano é, de certo modo,  imprevisível, e as lideranças  palestinas se esforçam para conseguir o apoio que carecem para promover “arruaça terrorista” ao ponto de desencadear uma verdadeira “guerra”, tentando invalidar o ato legítimo de Trump, porém, deverão primeiro, convencer a monarquia saudita a validar sua ações, visto que numa proposta inusitada de “acordo”, a Arábia Saudita ofereceu a cidade de Abu Dis (próxima à Jerusalém Oriental) como a futura “capital da Palestina”, em vez de Jerusalém Oriental. E se ainda assim, o caro leitor tem dúvida do “apoio” que goza a Autoridade Palestina, cabe informar que Abbas foi pressionado pelo Egito e Arábia Saudita a não processar funcionários israelenses em tribunais internacionais como havia prometido, e decidiu… obedecer a “orientação”[12].

A Organização de Cooperação Islâmica (OIC) se manifestou ontem expressando rejeição à decisão de Trump e informou que convocará uma reunião extraordinária com os representantes dos Estados-membros em Istambul nos dias 12 e 13 de dezembro para “discutir as repercussões da decisão americana e formular uma posição islâmica unificada” sobre a questão[13].

O principal representante da “Palestina’ no Reino Unido, Manuel Hassassian, disse que o reconhecimento de Jerusalém como capital de Israel pelos Estados Unidos equivale a uma “declaração de guerra contra os muçulmanos[14]. Já o Papa Francisco e a ONU apelam para um “diálogo” sobre o status da cidade, mesmo sabendo que não está nos planos dos palestinos essa possibilidade. O Papa ressaltou que se “respeite” o status atual da cidade, pouco se importando que esse pedido absurdo, é, na realidade, um desrepeito ao direito milenar dos judeus à Jerusalém como sua capital indivisível.

Até o momento, as “ameaças explícitas” evidenciadas contra os Estados Unidos advêm do Estado Islâmico e al-Qaeda – grupos islâmicos que vivem em função de ameaças aos “infiéis ocidentais” de modo que não surpreende ninguém a revolta das lideranças dessas facções além do “irmão siamês” Hamas, que objetiva começar nova intifada.

Logo, aguardemos novos “sinais de fumaça islâmica” para sabermos até aonde vai a proclamação de jihad contra Israel e Estados Unidos, já reconhecendo que nessa sexta-feira a promessa de novos protestos se cumpriu em países como Malásia, Indonésia, Iêmen, Turquia, Jordânia, Egito e outros Estados africanos.

Nada mais “inspirador” para um candidato a “Estado terrorista”, que o pedido de suas lideranças exigindo o chamado “Dia de fúria” justamente após as “orações” no dia que é considerado “sagrado” para os seguidores da “religião da paz”.

Publicado originalmente em 08.12.2017, no Portal Gospel Prime

Imagem: g1.globo.com

[1] http://israelstreet.org/2014/11/08/communist-and-islamophile-federica-mogherini-returns-to-ramallah-and-gaza/

[2] https://www.jihadwatch.org/2017/12/eu-vows-push-to-make-jerusalem-capital-for-palestinians-too

[3] http://cyprus-mail.com/2017/07/20/cyprus-marks-43-years-since-turkish-invasion/

[4] https://noticias.uol.com.br/ultimas-noticias/efe/2017/01/13/erdogan-diz-que-turquia-nunca-saira-do-chipre.htm

[5] https://www.gatestoneinstitute.org/11508/trump-jerusalem-speech-palestinians

[6] http://g1.globo.com/globo-news/jornal-das-dez/videos/t/todos-os-videos/v/mundo-islamico-protesta-apos-trump-reconhecer-jerusalem-como-capital-de-israel/6342958/

[7] https://www.timesofisrael.com/abbas-vows-palestinian-rage-will-continue-well-never-back-down/

[8] https://www.ynetnews.com/articles/0,7340,L-4221651,00.html

[9] https://www.middleeastmonitor.com/20171207-hamas-leader-calls-for-new-intifada-over-trump-decision/

[10] https://www.dn.pt/mundo/interior/jerusaem-israel-ataca-postos-militares-na-faixa-da-gaza-em-resposta-a-projeteis-8971462.html?utm_source=Push&utm_medium=Web

[11] https://oglobo.globo.com/mundo/confrontos-entre-soldados-israelenses-palestinos-deixam-ao-menos-104-feridos-22160770

[12] https://www.middleeastmonitor.com/20171123-under-saudi-egypt-pressure-abbas-retreat-from-prosecuting-israel/#at_pco=smlwn-1.0&at_si=5a29c8f6b0615634&at_ab=per-2&at_pos=0&at_tot=1

[13] http://www.arabnews.com/node/1205411/saudi-arabia

[14] https://g1.globo.com/mundo/noticia/reconhecer-jerusalem-como-capital-de-israel-e-declarar-guerra-diz-enviado-palestino-no-reino-unido.ghtml