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OMS legitima “ciência prostituta” subserviente à China genocida

Por Andréa Fernandes

A Organização Mundial de Saúde (OMS) deu a cartada decisiva para demonstrar a sua verdadeira finalidade: promover os interesses escusos do regime genocida da China. O diretor-geral Tedros Ghebreyesus anunciou na segunda-feira (25/05), que a entidade decidiu interromper os testes de tratamento do novo coronavírus com hidroxicloroquina que coordenava com cientistas de 100 países após um suposto “estudo” indicar aumento do risco de morte dos pacientes.

O estudo a que se refere a instituição foi publicado pela revista The Lancet, segundo o qual 96 mil pacientes medicados com hidroxicloroquina não teriam apresentado benefícios para o tratamento da Covid-19, tendo sido salientado, inclusive, a alta taxa de mortalidade desses pacientes. Aliás, como a iniciativa insólita de interromper pesquisas com cientistas de uma centena de países foi ocasionada por meramente UM artigo de revista científica, resolvi ler o conteúdo.

O estudo publicado na revista The Lancet é conclusivo?

O “estudo” afirma que a comunidade global ainda aguarda os resultados de estudos controlados e randomizados em andamento visando mostrar os efeitos da cloroquina e hidroxicloroquina nos resultados clínicos da COVID-19, ponderando que os medicamentos “podem estar associados à toxicidade cardíaca“, o que na verdade, revela irrefragavelmente o benefício da dúvida.

Consta na publicação que este seria o maior estudo observacional publicado até o momento sobre os efeitos da cloroquina ou hidroxicloroquina, com ou sem macrólido, em 96.032 pacientes hospitalizados de acordo com informações de um registro internacional composto por 671 hospitais. Todavia, no bojo do estudo há o reconhecimento “das limitações inerentes à natureza observacional”, e percebe-se que nem de longe pode ser considerado “conclusivo” ao ponto de interromper pesquisas em andamento, conforme se lê abaixo:

Seus resultados indicam uma ausência de benefício dos tratamentos baseados em 4-aminoquinolina nessa população e sugerem que eles podem até ser prejudiciais. É tentador atribuir o aumento do risco de mortes hospitalares à maior incidência observada de arritmias ventriculares induzidas por medicamentos, uma vez que esses medicamentos prolongam o QTc e provocam torsade de pointes. No entanto, a relação entre morte e taquicardia ventricular NÃO foi estudada e as causas das mortes (isto é, arritmias versus não arrítmicos) não foram adjudicadas.

O estudo é compatível com a forma de tratamento indicado para a Covid-19?

Em 25 de fevereiro, o Professor Didier Raoult, Presidente do Instituto de Doenças Infecciosas do Hospital Universitário de Marselha – considerado um dos principais centros de pesquisa europeus sobre epidemias e pandemias – anunciou a descoberta  de um tratamento eficaz para os pacientes infectados. O renomado epidemiologista francês promoveu a cura de 24 pacientes utilizando a hidroxicloroquina (medicamento usado contra a malária desde 1949) e azitromicina (antibiótico). Foi nesse momento que houve uma ferrenha batalha política iniciada pelo ministro da Saúde, que considerou “inaceitáveis” as declarações do professor Raoult, que rapidamente deixou de ser o mais prestigiado epidemiologista do país.

Houve controvérsia, uma vez que vários médicos vinculados ao presidente Macron refutaram a descoberta e outros especialistas apoiaram as manifestações do professor Raoult, o que fez com que o presidente francês publicasse um decreto , autorizando o tratamento do epidemiologista em “hospitais militares” exclusivamente para “pacientes que atingissem a fase aguda da doença“, proibindo os demais médicos de receitar hidroxicloroquina. Diante da medida absurda, o professor Raoult asseverou que o tratamento só teria eficácia sendo administrado ” antes da doença atingir sua fase aguda “. E no dia 10 de abril, o especialista publicou informações discorrendo sobre o tratamento e cura de 2.401 pacientes.

Ademais, o jornal The Washington Times (02/04) divulgou uma  pesquisa internacional envolvendo mais de 6.000 médicos que atestavam que o medicamento antimalárico hidroxicloroquina era o tratamento mais bem avaliado para o novo coronavírus. Nos Estados Unidos, a agência  Food and Drug Administration (FDA) autorizou o “uso compassivo” da hidroxicloroquina para tratar dos pacientes com casos graves ou com risco de vida enquanto aguarda os resultados de testes científicos, projetos que devem ser finalizados em pouco mais de um ano.

Inobstante a recomendação do professor Raoult ser explícita no sentido de que a hidroxicloroquina deve ser prescrita tão logo ocorram os primeiros sintomas da doença, a OMS nunca possibilitou essa prática, já que em seu Protocolo não há estipulação de qualquer espécie de tratamento para os sintomas iniciais da doença.  Vale transcrever o Protocolo da OMS que foi também adotado pelo Brasil :

⇒ A Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS) e a OMS estão prestando apoio técnico ao Brasil e outros países, na preparação e resposta ao surto de COVID-19.

⇒ Se uma pessoa tiver sintomas menores, como tosse leve ou febre leve, geralmente não há necessidade de procurar atendimento médico. O ideal é ficar em casa, fazer autoisolamento (conforme as orientações das autoridades nacionais) e monitorar os sintomas. Procure atendimento médico imediato se tiver dificuldade de respirar ou dor/pressão no peito(Atualizado em 25 de maio)

Como se vê, evidencia-se que a orientação da OMS, seguida cegamente pelo ex-ministro  da Saúde Luiz Henrique Mandetta, indica que o doente só deve buscar socorro médico quando estiver “com o pé na cova”, sendo lógico que nessa fase o uso da hidroxicloroquina já não garante satisfatória recuperação.

Ora, considerando que o estudo publicado na Revista The Lancet incluiu pacientes internados entre 20 de dezembro de 2019 e 14 de abril de 2020, dentro das 24 horas do diagnóstico do novo coronavírus, salientando-se literalmente que “a COVID-19 foi diagnosticada, em cada local, com base em Orientação da OMS, presume-se que os pacientes que serviram para o “estudo fraudulento” já estavam bastante debilitados, impossibilitando, com isso, a eficácia da medicação conforme a orientação do Professor Raoult.

Há que se observar que o estudo sub oculis, reconhecendo sua inequívoca limitação, prevê a necessidade de confirmação urgente de sua SUGESTÃO de não ser prescrita a hidroxicloroquina, o que deve ser feito através de ensaios clínicos randomizados. A propósito, é de bom alvitre trazer à baila fragmento de artigo científico sobre o caráter LIMITADO do “estudo observacional”, que figura como base sustentada pela revista The Lancet para proibir medicação que veio a ter apoio da OMS ao promover a irresponsável “pausa” nas pesquisas:

Uma classificação prática é aquela que divide os estudos
em dois grandes grupos: experimentais e não experimentais.
Os estudos experimentais são sempre analíticos, longitudinais
e prospectivos. Dos vários tipos de estudos experimentais, o de
uso mais frequente, uma vez que proporciona evidências mais
fortes, é o ensaio clínico randomizado (ECR). Diferente dos
estudos observacionais em que o pesquisador não interfere na
exposição, nesse estudo o pesquisador planeja e intervém ativamente nos fatores que influenciam os indivíduos da amostra.

O artigo científico acima referenciado  aconselha uso de ensaio clínico randomizado quando há INCERTEZA sobre o efeito de uma exposição ou tratamento. É no mínimo “estranho” a OMS paralisar importantes pesquisas científicas em mais de cem países com base num estudo potencialmente superficial promovido por uma revista científica.

A militância ideológica pró-China da Revista “The Lancet”

Em 19 de fevereiro, a revista médica britânica publicou uma declaração aos profissionais de saúde pública e médicos chineses rechaçando os “rumores e informações erradas” sobre a origem da Covid-19, e naquela oportunidade, noticiou que cientistas de vários países concluíram esmagadoramente que o coronavírus teve origem na vida selvagem.

Ocorre que a manifestação precoce da entidade mostra uma defesa descabida em relação ao regime chinês que confronta com a necessária “isenção científica”, visto que, atualmente – apesar de a OMS e alguns cientistas acreditarem na versão de que o vírus se espalhou para os seres humanos através de um evento natural – fato é que não há comprovação científica dessa tese e somente a realização de testes na China nos próximos meses poderiam eventualmente esclarecer a fonte do surto. O problema é que a China, que alega em todo tempo “inocência”, se recusa a autorizar investigação internacional em seu território para averiguar a origem do vírus. Essa postura só reforça a acusação de Donald Trump  ao afirmar ter evidências de que o novo coronavírus se originou de laboratório de virologia em Wuhan,

O fato de um regime conhecidamente tirano não permitir que a OMS envie especialistas para investigar uma questão que é de interesse global não causou qualquer condenação da revista The Lancet, que tece portentosos elogios à ditadura como se constata em editorial do dia 22 de abril pontuando que a rápida contenção da Covid-19 na China foi impressionante e representa “um exemplo encorajador para outros países. Mas, o viés marxista da revista a impediu  de reconhecer uma falha gravíssima que é um “péssimo exemplo” para o mundo: em 11 de março, o jornal The Guardian noticiou  a respeito de um estudo apontando que o número de casos poderia ter sido reduzido em 66% se a China tivesse agido uma semana antes. Segundo os pesquisadores, os mesmos procedimentos adotados três semanas antes poderiam ter reduzido os casos em 95%. De modo que, a veloz disseminação do coronavírus em todo o mundo poderia ter sido bastante reduzida se as medidas adotadas pela China para controlar o surto fossem aplicadas apenas algumas semanas antes.

No dia 1º de maio, o editor-chefe da revista Richard Horton, em entrevista à CCTV não conseguiu conter a paixão ideológica e extravasou: Os EUA desperdiçaram todo o mês de fevereiro e início de março. É decepcionante ver os políticos americanos dando crédito às teorias da conspiração e promovendo tratamentos não comprovados“.

A China recebeu apenas elogios durante a entrevista. Horton enfatizou que é inútil e incorreto culpar a China pela origem do coronavírus, ressaltando a “resposta bem-sucedida” do regime e ainda afirmou que a China estava novamente dando uma lição para outros países aprenderem.

A militância do editor-chefe em favor do regime genocida valeu um “presente”: O Centro de Controle e Prevenção de Doenças da China fez umapublicação na “revista parceira”  acerca da vacina em fase de testes que supostamente teria sido eficaz em auxiliar a resposta do sistema imunológico ao novo coronavírus. Logo, é assim que funciona: China propaga o vírus, mas junto com a peste enriquece vendendo máscaras, respiradores, equipamentos de proteção individual, e ainda de quebra, pode posar no cenário internacional como a “salvadora da humanidade” com o desenvolvimento de uma vacina. Tudo coincidência misturada com tendências visionárias que antecipam produção gigantesca para atender avassaladora demanda global. É muita “eficiência”, não?

Quando um regime genocida aponta “sinceridade” para a “ciência”

Por pura curiosidade, li algumas publicações da revista The Lancet e percebi uma tendência de defesa do regime chinês. Exemplo lapidar desse procedimento nada científico diz respeito às usuais atrocidades cometidas contra prisioneiros para faturar na “indústria de transplantes”. A China admitiu ter usado prisioneiros como doadores em 2005 e prometeu dar fim à prática em 2013, bem como em 2014, afirmando que não mais praticava tais atrocidades em 2015.

Acreditando na “promessa” de regime sanguinário, a “revista científica militante” amada pela mídia global publicou artigo intitulado China caminha para um sistema ético de doadores de órgãos. E sabe qual foi a fonte que garantiu o cumprimento do “compromisso”? O chefe do Escritório de Transplante da China.

A revista acredita piamente na idoneidade de déspota quando afirma: Este passo é o mais recente de uma série de pequenas reformas que sugerem que o Ministério da Saúde é sincero em suas aspirações por mudança.

Pois é, a ciência deixou de ser cética  e resolveu crer na “sinceridade” de um regime sanguinário. Mas não deu certo, pois as perversidades tiveram continuidade. Porém, a ditadura “mereceu” uma segunda chance e a revista publicou em março de 2015, matéria dando mais um voto de confiança à China, que voltou a prometer em 1º de janeiro daquele ano que iria abandonar sua especialidade de crueldade.

É claro que a ditadura continuou assassinando prisioneiros como sempre fez desde a década de 1970, sendo confirmados os crimes por tribunal independente em Londres, após obter provas de médicos especialistas, investigadores de direitos humanos e outros depoentes. Parte da decisão manifesta assombro com os crimes que a ciência “releva”:

“A conclusão mostra que muitas pessoas morreram de maneira indescritível e hedionda, sem motivo, que mais podem sofrer de maneiras semelhantes e que todos nós vivemos em um planeta onde extrema maldade pode ser encontrada no poder daqueles, por enquanto, administrando um país com uma das civilizações mais antigas conhecidas pelo homem moderno. ”

Se o prezado leitor ainda não se convenceu acerca da “atração” que a China exerce na renomada comunidade científica, não custa lembrar de um estudo inédito que pediu a retirada de mais de 400 ARTIGOS CIENTÍFICOS sobre transplante de órgãos em virtude desses órgãos terem sido obtidos de forma “antiética” de prisioneiros chineses. O autor do estudo, professor de ética clínica Wendy Rogers, acusou os periódicos, pesquisadores e clínicos que usaram a pesquisa de serem cúmplices nos métodos “bárbaros” de aquisição de órgãos.

Editor-chefe da revista parceira da OMS é militante marxista

Richard Horton não esconde seu fascínio ideológico e o legitima com um artigo publicado em 2018, tendo por título Marx e a Medicina. O primeiro parágrafo é suficiente para o mais ingênuo dos seres humanos perceber o real motivo do seu ódio a uma medicação que pode salvar milhões de vidas:

Em seu discurso no XIX Congresso Nacional do Partido Comunista da China, em celebração ao último mês de outubro, o presidente Xi Jinping falou da “verdade científica do marxismo-leninismo”. O marxismo (com suas características chinesas), ainda segundo a declaração do presidente Xi, deve ser o fundamento de uma China sadia. Quem se atreveria, hoje em dia, no Ocidente, a exaltar Karl Marx como garantidor da nossa boa saúde?

O atrevimento de uma “ciência prostituta” está na ideia grotesca de citar como “referência em saúde” um regime que viola direitos humanos cuja ideologia embasou o genocídio de milhões de chineses para concretizar o ideal marxista, concebido como “verdade dogmática” pelo “médico militante de extrema-esquerda.

Como esperar de um serviçal da China a nobre tarefa de SALVAR vidas? O uso da hidroxicloroquina deveria estar para além das ideologias, não fosse o ímpeto genocida de um regime cruel que corrompeu parte expressiva da classe médica global.

Faço votos que o Brasil vença a fúria do dragão vermelho e não negue aos seus pobres desprezados pela esquerda progressista o direito à cura!

Andréa Fernandes –  advogada, internacionalista, jornalista e presidente da ONG Ecoando a Voz dos Mártires

Imagem:  Getty Images

 

 

 

 

Conservador, cuidado com o “vírus progressista”!

Por Andréa Fernandes

A união comuno-islâmica vem conseguindo êxito catastrófico em sua agenda nesses últimos tempos  por ter o “interesse comum” suplantando as divergências existentes entre as várias divisões da esquerda e pensamento islâmico. O foco destrutivo é supraidentitário e está para além das “personalidades”.  Regimes e doutrinas impõem sob pacto absoluto – e temporário – de fidelidade o modus agendi global sem que aparentemente “conservadores” consigam desenhar resposta eficaz à guerra ideológica vivenciada.

Muitas vezes, conservadores perdem espaço em território minado pela desinformação por aceitar “meias-verdades” dos ícones que são elevados ao status de formadores de opinião. Se um líder conservador indicar um novo “arauto da verdade”, instantaneamente, ele passa a gozar de austeridade e intocabilidade, de modo que haverá sempre uma legião de “fiéis” garantindo que nenhum “mortal invisível” tenha o direito de criticá-lo racionalmente. De nada adianta lembrar às “hordas do bem” que uma das raízes do Conservadorismo é o Ceticismo. Haverá sempre um “deus” conduzindo o pensamento avesso ao questionamento!

Porquanto, de forma orquestrada, mantenedores do status quo se apresentam como “opositores do sistema” lançando “nomes” e “ideias” que batem sempre nas mesmas “teclas temáticas” para alcançar milhares utilizando nuances de verdade embaladas no pacote da mentira envolto no papel de presente do sensacionalismo. Dessa forma, os assuntos realmente imprescindíveis para a sobrevivência do Ocidente são lançados ao esquecimento ou tratados de forma superficial, sendo estrategicamente substituídos por outros temas que acabam envolvendo a atenção da opinião pública global. É impressionante a quantidade de conservadores cegos por engenhosas “cortinas de fumaça” produzidas por essa gente comprometida com o engano.

Assim, são criadas justificativas para se relativizar a falta de compromisso real com uma “agenda genuinamente conservadora” – se é que ainda existe – pois certas “desinformações” passam a ser consideradas ingênuas ou desprezíveis se o formador de opinião grita “go  Trump”, por exemplo! Frases de efeito sempre induzem multidões…

Tempos atrás, após escrever alguns artigos para certa mídia alternativa de Direita que alcançou a confiança da família Bolsonaro, caí em desgraça por ousar produzir apenas um conteúdo criticando o presidente dos EUA, que certamente ganharia meu voto se americana fosse. Criticar a relação imoral daquele país ocidental com a serpente saudita amparada em fatos laureados por links comprobatórios foi suficiente para me tornar a “falsa conservadora” e receber o convite para sair pela porta dos fundos. Quem sou eu para criticar a maior potência da terra? Uma simples internacionalista mergulhada nas peripécias da espada de Mohammad! Estudar e denunciar sob risco de vida os horrores da jihad não me capacita a desvelar o nível de interferência da serpente islâmica saudita nos Estados Unidos.

A sombra da “Pátria grande”

O Foro de São Paulo, entidade política fundada pelo PT e o Partido Comunista Cubano de Fidel Castro, na década de 1990, visa desde a sua criação organizar a expansão da esquerda de modo a culminar na sonhada Pátria Grande Socialista. Composto por partidos e movimentos de extrema-esquerda da América Latina e Caribe, o Foro contou com importantes mecanismos de ingerência que permitiram a dominação do governo de alguns países levando o continente a experimentar o dissabor do desestabilizante processo de “integração”, que deveria ser consubstanciado através da chamada “demarcação ideológica” espalhando a nova roupagem do comunismo, remodelado como “progressismo”.

Fernando Pacheco, coordenador de relações internacionais da executiva nacional da Juventude do PT, escreveu em 2013, no site oficial do Foro de São Paulo artigo intituladoOs ‘grandes temas’ latino-americanos são agora os da Pátria Grande II, no qual recomenda:

“Antes de tudo, é imprescindível que a América Latina e do Sul seja, efetivamente, uma região geoeconômica única”.

Logo, é imprescindível para os aludidos militantes ideológicos pulverizar as fronteiras nacionais, ação esta que se tornou plenamente viável com a “mão visível” da ONU ao descartar a possibilidade de instalar campos de refugiados na Venezuela para acolher parte da população que foge devido grave crise socioeconômica provocada pelo governo comunista de Maduro. O governo conservador brasileiro, por sua vez, quedou-se da obrigação assumida em campanha pelo candidato à presidência com o povo de Roraima de pressionar a ONU para acolher os imigrantes econômicos – reconhecidos como “refugiados” – e nesse sentido, Bolsonaro passou a culpar a Lei de Migração sem nenhum esforço junto à sua base parlamentar para modificar a lei progressista.

Com isso, defender a integridade territorial e soberania nacional em contraposição aos planos do Foro de São Paulo, bem como combater a agenda globalista da ONU –  que visa exterminar as identidades nacionais através do plano orquestrado há décadas de promover imigração em massa – passou a não mais compor a “agenda conservadora”. Denunciar noite e dia que venezuelanos continuam ingressando no Brasil apesar do fictício fechamento de fronteiras – via decreto presidencial – em razão da pandemia exportada pelo regime chinês, jamais vai render apoio de “conservadores” que gritam a cada minuto “Brasil acima de tudo”. Num país sem tradição política no Conservadorismo, Bolsonaro passou a ser na maioria dos casos a “única voz” que pauta os discursos propagados na mídia alternativa e redes.

A “farra progressista” interiorizando venezuelanos em municípios brasileiros

No contexto de patrulha pró-governo, ai de quem ousar criticar a política pública suicida que fez com que mais de 35 mil venezuelanos fossem “interiorizados” em nosso pobre Brasil sob a “orientação” diabólica do Alto Comissariado das Nações Unidas para os Refugiados (ACNUR), tendo a ministra Damares Alves  como “garota propaganda”, a qual postou em seu Twitter foto sorridente ao lado do alto comissário da ONU que a parabenizou naquela oportunidade pelo excelente trabalho de suporte imigratório desenvolvido em Roraima para recebimento de QUINHENTOS VENEZUELANOS diariamente. Que façanha, não?! Foram pouquíssimos os “patriotas” que teceram críticas respeitosas lembrando às “autoridades conservadoras” que essa não é uma “agenda conservadora”! Afinal, há sempre um grupo bem organizado de militantes virtuais “Bolservadores” que “justificará o injustificável”.

Governo Federal como agente propulsor da interiorização moldada pela ONU 

A Operação Acolhida, gestada pelo governo progressista anterior para facilitar a imigração em massa de venezuelanos recebeu reforço do governo conservador de Jair Bolsonaro, o qual assinou Protocolo de Intenções que incentiva municípios brasileiros a acolherem imigrantes e refugiados venezuelanos, sendo acompanhado pela Casa Civil e Secretaria de Governo em conjunto com outros seis ministérios: Cidadania; Justiça e Segurança Pública; Mulher, Família e Direitos Humanos; Defesa; Educação; Saúde e Desenvolvimento Regional. Entrementes, como a agenda globalista já é uma realidade em todo país, participaram ainda do referido “Protocolo de Intenções” a Confederação Nacional de Municípios, que representa as associações municipais e estaduais, e três organismos vinculados à grande vilã, ONU: Alto Comissariado das Nações Unidas para Refugiados (ACNUR); Organização Internacional para as Migrações (OIM) e Fundo de População das Nações Unidas (UNFPA). Sem a mentora do esfacelamento das soberanias nacionais essa “proeza” não seria possível! Mas, a inaceitável ingerência externa de natureza PROGRESSISTA foi tacitamente consentida pela militância conservadora, cuja revolta geralmente é direcionada para os desafetos do presidente, além da estrutura de poder político da extrema-esquerda que arruinou o país.

Ação humanitária, a desculpa progressista global para esfacelar soberanias nacionais

Tal qual na Europa, a imigração em massa no estado de Roraima, espelha o motivo supostamente “humanitário”para forçar o povo a engolir a pauta globalista sem reclamar, ou seja, passa-se a ideia em dar “relevância ética” à estratégia de dominação progressista desconsiderando completamente o desespero de patriotas roraimenses que ouviram durante a campanha presidencial a promessa de que seria exigido da ONU a instalação de campos de refugiados para a população brasileira não ser prejudicada. A propósito, vale repetir, a Lei de Migração não impediria o cumprimento da referida promessa, e se alguma autoridade acreditasse na inviabilidade, não deveria ser inconcebível a articulação de parlamentares apoiadores do governo para promover a mudança da lei. Ou seja, de fato, a Lei de Migração não incomoda porque serve de pretexto para não agir em socorro da nossa soberania!

Sarampo, a herança progressista maldita abraçada por conservadores

O tsunami que o Covid 19 tem causado no Brasil, vem apagando para “o bem” da esquerda e direita a visibilidade dos impactos destruidores da imigração em massa. De modo que, todos esqueceram que o SARAMPO foi erradicado[1] com muito esforço do nosso país em 2016, mas, graças à obediência cega às ordens da ONU, voltou com força total em 2018[2], mediante o ingresso de venezuelanos  que tinham o “direito” de DECISÃO acerca de vacinar-se para adentrar no país. Não era exigida a vacinação, e ao mesmo tempo, por não haver CONTROLE SANITÁRIO RIGOROSO, venezuelanos entravam infectados.

Ninguém  se chocou pelos milhares de brasileiros infectados e também pelos mortos por “Sarampo importado”.  Ademais, não vemos as redes em alerta com o atualíssimo SURTO da doença, que teve um aumento de 160% em um mês, com mais de 2.300 casos, principalmente no Pará, São Paulo e Rio de Janeiro[3].  Contudo,  o “sarampo fora das pautas conservadoras e progressistas” é uma doença infecciosa grave causada por vírus que pode ser fatal, sendo considerada uma das doenças mais contagiosas do mundo, pelo que um infectado pode transmitir o vírus para 18 pessoas em média.

Segundo o próprio Ministério da Saúde, “pesquisadores de Harvard descobriram que a gravidade do sarampo é maior do que se pensava, abrindo portas para outras doenças[4].

O silêncio progressista é perfeitamente adequado para a ocasião do surto de sarampo, eis que a agenda de redução populacional cai bem para os humanistas, mas, esse importante tema talvez não tenha caído nas “redes conservadoras” porque o “peixão” da imigração em massa de venezuelanos que importou essa grave doença como pauta desviada do Conservadorismo, não deixa sobrar espaço no barco para alertar a população brasileira sobre os riscos de uma peste requentada pelo senso “humanitário conservador”.

O progressismo do ex-ministro Mandetta, serviçal da OMS 

Antes de ser acertadamente exonerado por Bolsonaro, o ex-ministro da Saúde Luiz Henrique Mandetta protagonizou cena que não mereceu repúdio nas redes conservadoras: ao visitar Roraima para “acompanhar refugiados”, o ministro afirmou que havia risco de proliferação de casos de difteria e esboçou preocupação com doenças sexualmente transmissíveis na região de fronteira do Brasil com a Venezuela. Disse ele: Temos informações da vinda de muitos casos de difteria, uma doença de letalidade muito grande que não temos no Brasil.

Reconhecendo explicitamente a ocorrência de EPIDEMIA de sarampo em Roraima, Manaus e Belém devido e entrada de venezuelanos e o nível baixo de vacina, Mandetta ressaltou que “NÃO HÁ PREVISÃO DE VACINA AOS IMIGRANTES POR ENTENDER QUE NÃO SE PODE OBRIGAR PESSOAS A SE IMUNIZAREM CONTRA A VONTADE”.

Quando o brasileiro conservador critica países europeus onde os imigrantes adeptos do Islã ortodoxo impõem a sharia (lei islâmica) sem oposição governamental, midiática e da sociedade organizada, seria bom trazer à lembrança a “vontade estrangeira” preponderando em território nacional, ainda que ressuscite doenças erradicadas, causando enfermidade e MORTE de outros brasileiros sem qualquer espécie de comoção e/ou denúncia do movimento conservador. A agenda é global!

Para muitos, o “maior erro” do ex-ministro não foi priorizar a imigração em massa em prejuízo da população roraimense. Isso não é “grave”. Mandetta usurpou o comando presidencial em diversos momentos tetando angariar exclusivo protagonismo político como servo da OMS, baluarte dos interesses chineses. Essa conduta não tem perdão. O pior de tudo é que não tenho muita esperança que o novo ministro Nelson Teich tenha pretensão de mexer com a “galinha dos ovos de ouro da ONU”. Por ora, observarei a resposta das redes conservadoras à defesa de Teich à ampliação do isolamento social em São Paulo e no Rio de Janeiro.

De todo jeito, reconheço que momentaneamente é impossível o vírus importado da Venezuela competir com o vírus chinês, ambos dotados de eficiência destrutiva – guardadas as devidas proporções – pela atuação medíocre da Organização Mundial de Saúde (OMS). Cabe aos conservadores compreender que seletividade em termos de saúde pública pode ser “mortal”.

Torço para que o Conservadorismo alcance “imunidade” em relação ao mais letal de todos os “vírus”: o progressismo, mutação perigosa do comunismo. A saúde dos brasileiros agradeceria se houvesse “isolamento” contra toda e qualquer prática de manipulação que acoberte ações desumanas provocadas por influência contaminatória de uma ideologia patologicamente genocida.

Andréa Fernandes – advogada, jornalista, internacionalista e Diretora-Presidente da ONG Ecoando a Voz dos Mártires

Imagem by DefesaNet

[1] https://www.saude.gov.br/noticias/agencia-saude/25846-brasil-recebe-certificado-de-eliminacao-do-sarampo

[2] https://g1.globo.com/rr/roraima/noticia/surto-de-sarampo-importado-da-venezuela-faz-saude-de-rr-antecipar-campanha-de-vacinacao-triplice-viral.ghtml

[3] https://oglobo.globo.com/sociedade/casos-de-sarampo-brasil-saltam-160-em-um-mes-24400671

[4] https://www.saude.gov.br/saude-de-a-z/sarampo

O Irã libera 85.000 prisioneiros por causa do coronavírus, mas mantém os cristãos presos

“O Irã se recusa a libertar prisioneiros cristãos, apesar do surto de coronavírus”, por Benjamin WeinthalJerusalem Post , 25 de março de 2020:

BERLIM (Reuters) – O regime de mulá do Irã se recusou na terça-feira a conceder uma libertação temporária a quatro cristãos presos em meio à libertação de cerca de 85.000 prisioneiros, incluindo presos políticos, em um esforço para impedir a propagação do pior surto de coronavírus no Oriente Médio.
A organização de liberdade religiosa Article 18 escreveu em seu site que: “Quatro cristãos iranianos que cumprem sentenças de 10 anos na prisão de Evin, em Teerã, estão sendo impedidos de ser libertados temporariamente, mesmo que seus pedidos de novos julgamentos tenham sido aceitos“.

Segundo o Article 18, os quatro cristãos iranianos presos são Yousef Nadarkhani, 42; Mohammad Reza (Yohan) Omidi, 46; Zaman (Saheb) Fadaei, 36; e Nasser Navard Gol-Tapeh, que tem 58 anos e sofre de vários problemas graves de saúde.
A organização de liberdade religiosa disse que os cristãos “fizeram vários pedidos de libertação sob fiança desde que seus novos julgamentos foram aceitos em outubro [exceto Gol-Tapeh, cujo pedido de novo julgamento foi aceito em fevereiro], e suas famílias estão cada vez mais ansiosas por eles após o surto de coronavírus “.

Mansour Borji, diretor de pesquisa e advocacia da organização sediada em Londres, disse ao FoxNews.com que: “Nós, do Article 18, pedimos a libertação imediata e incondicional de todos os cristãos detidos por acusações espúrias relacionadas à sua fé ou atividades religiosas. Isso é ainda mais urgente, dada a atual crise de saúde que ameaça esses cristãos detidos e suas famílias em casa”.

“A comunidade internacional também deve exigir que o Irã cumpra suas obrigações de garantir o direito à liberdade de religião ou crença para todos os cidadãos, independentemente de sua origem étnica ou linguística, incluindo convertidos de outras religiões“, acrescentou Borji.
Alireza Miryousefi, porta-voz da missão do Irã na ONU, disse ao site de notícias que “Diminuir o número de prisioneiros tem sido uma política geral do novo chefe de justiça do Irã desde o ano passado. Todos os iranianos presos por vários crimes são julgados pelo judiciário individualmente, quanto à sua libertação ou licença por razões médicas ou outras considerações. Dezenas de milhares já foram libertados das prisões. Não houve discriminação com base na religião ou raça. ”…

Imagem e informações por Jihad Watch

Duas jovens cristãs executadas por grupo muçulmano na Nigéria

Pastores Muçulmanos Fulani mataram duas jovens cristãs no sul do estado de Kaduna, na Nigéria, na sexta-feira (17 de janeiro), disseram fontes.

Os pastores de moto chegaram à vila de Gora-Gan, no condado de Zango Kataf, por volta das 17 horas, matando aldeões à vista, de acordo com um morador local. Luka Biniyat, porta-voz da União dos Povos Kaduna do Sul (SOKAPU), confirmou o assassinato de Briget Philip, 18 anos, e Priscilla David, 19.

“As duas meninas, que eram alunas do ensino médio, adoravam na paróquia católica de Gora-Gan”, disse Biniyat ao Morning Star News.

Foram feridos no ataque à comunidade predominantemente cristã os adolescentes Henry Jonathan, 18 anos, Benjamin Peter e Goodluck Andawus, 12 anos, disse Luka Biniyat.

O grupo muçulmano atacou quando as pessoas se reuniram na praça da vila, onde são realizadas atividades evangelísticas e sociais.

“Quando as pessoas fugiram para os arbustos próximos para se esconder, os atacantes recuaram e foram embora”, disse o morador da região, Solomon John, ao Morning Star News por mensagem de texto. “Estamos tristes com esses ataques ao nosso povo, que parecem intermináveis.”

O presidente do conselho do condado, Elias Manza, confirmou o ataque a jornalistas no sábado (18 de janeiro).

“Os feridos estão atualmente recebendo tratamento em um hospital não divulgado, mas a boa notícia é que a normalidade foi restaurada na área”, disse Manza.

Trabalhadores sequestrados libertados

Dois dias antes, no estado de Borno, no nordeste da Nigéria, cinco trabalhadores humanitários seqüestrados pela Província da África Ocidental do Estado Islâmico (ISWAP) foram libertados.

Os trabalhadores humanitários foram sequestrados pelo ISWAP, que se separou do Boko Haram em 2016, em 22 de dezembro, ao longo da estrada Monguno-Maiduguri, no estado de Borno, enquanto visitavam os campos de deslocados para fornecer itens médicos e alimentares.

Entre os trabalhadores libertados estava Jennifer Samuel Ukumbong, cuja família reside em Jos. Jummai Markus, um vizinho da família, disse ao Morning Star News que ligou para sua casa na quinta-feira (16 de janeiro), dizendo que havia sido libertada.

“Desde que Jennifer foi seqüestrada pelo Boko Haram [anteriormente aliado à ISWAP], sua família mantém vigílias de oração e jejua por sua libertação”, disse Markus. “De fato, sua mãe, que é viúva, estava na igreja orando pela liberdade de sua filha quando as notícias sobre ela resgatada chegaram.”

Não ficou claro como se deu a liberdade dos trabalhadores humanitários. Peter Afunanya, porta-voz da polícia secreta da Nigéria, o Departamento de Serviços de Estado, disse em um comunicado à imprensa de Abuja que eles foram resgatados pelo pessoal da DSS e outras agências de segurança, incluindo os militares na quarta-feira (15 de janeiro).

Ukumbong, juntamente com os trabalhadores de ajuda humanitária Asabe Cletus Musa, Arthur Ibojekwe Chima, Adamu Ozeshi e George Danbaba Micheal, foram levados para o escritório do DSS em Maiduguri por volta das 16 horas daquele dia, segundo o comunicado.

120 permanecem em cativeiro

Mais de 120 cristãos ainda estão sendo mantidos em cativeiro por grupos extremistas islâmicos, incluindo Grace Taku. O trabalhador humanitário da Action Against Hunger (AAH), sediado na França, foi seqüestrado pelo ISWAP em um ataque a um comboio em Damasak, estado de Borno, em julho.

“Congratulamo-nos com a libertação de cinco trabalhadores humanitários que foram seqüestrados no nordeste da Nigéria em 22 de dezembro”, disseram autoridades da AAH em comunicado à imprensa. “Mas, apesar dessas boas notícias, continuamos extremamente preocupados com Grace Taku, que é mantida refém desde 18 de julho de 2019. Reiteramos nossos pedidos de libertação imediata”.

Taku é a única sobrevivente de um grupo de seis detidos desde então, segundo a AAH. Ahmad Salkida, jornalista nigeriana com um relacionamento próximo com o Boko Haram, que supostamente ajudou a facilitar a libertação dos cinco ativistas de direitos humanos cristãos na semana passada, informou que Taku seria escravizada por toda a vida desde que as negociações para sua libertação com o governo nigeriano fracassassem.

Entre os cristãos ainda mantidos em cativeiro estão 112 meninas sequestradas de uma escola de ensino médio em Chibok , estado de Borno, em abril de 2014. A ativista dos direitos Gapani Yangas disse em comunicado que as meninas estão em cativeiro há mais de 2.100 dias.

Também está em cativeiro Dapchi, a estudante do ensino médio do estado de Yobe, Leah Sharibu, bem como a assistente social Alice Ngadda, Bitrus Z. Bala, o Rev. Lawan Andimi, Patience Ishaku, Awagana Kwagwi, Saratu Kwagwi e outros, disse Yanga.

Taku e Ngadda são trabalhadores humanitários cristãos com organizações que ajudam pessoas deslocadas. Ngadda é mãe de dois filhos que trabalha com a UNICEF.

Também está presa Lilian Gyang, uma estudante da Universidade de Maiduguri, sequestrada por terroristas do Boko Haram em 9 de janeiro ao longo da estrada Damaturu-Maiduguri enquanto ela retornava à universidade.

Gyang, um estudante do primeiro ano em Zoologia, é de Foron, no estado de Plateau, no estado de Barkin Ladi. O Senador Istifanus Gyang, que representa o estado de Plateau na Assembléia Nacional da Nigéria, apelou ao governo nigeriano e às Nações Unidas para que rapidamente intervissem pela libertação de Lilian Gyang e outros.

Leah Sharibu era a única cristã entre 110 meninas seqüestradas na Escola Técnica e Científica de Meninas do Governo em Dapchi, estado de Yobe, em 19 de fevereiro de 2018. Meninas muçulmanas foram libertadas enquanto Leah foi impedida por se recusar a renunciar à sua fé cristã. 

O Boko Haram anunciou em um vídeo que ela e Ngaddah agora eram escravas. 

Nigéria está classificada no 12º lugar no ranking de perseguição religiosa, segundo a entidade Portas Abertas que apresenta anualmente a lista dos 50 países onde os cristãos sofrem mais perseguição, mas o país está em segundo lugar no número de cristãos mortos por sua fé, atrás do Paquistão.

Artigo publicado originalmente por Morning Star News. Usado com permissão pelo site Christian Headlines.

Foto cedida por Joshua Oluwagbemiga / Unsplash

Como derrubar o voraz “jabuti islâmico” no “acordo de cooperação cultural” entre Brasil e Arábia Saudita?

Por Andréa Fernandes

Hoje, tomamos conhecimento através da imprensa que o presidente Bolsonaro afirmou em Riad que a Arábia Saudita convidou informalmente o Brasil a integrar a OPEP ( Organização dos Países Exportadores de Petróleo). Mostrando a devida cautela, o presidente disse que a decisão seria comunicada após consultar a equipe econômica e o Ministério da Energia, apesar de manifestar entusiasmo pelo convite que vem após o anúncio de investimento do Fundo Soberano Saudita à monta de US$ 10 bilhões no Brasil.

O voraz “Jabuti islâmico”

Dessa forma, o presidente cumpre a promessa de comercializar com o mundo, porém, ontem, a imprensa árabe noticiou os acordos celebrados com o Brasil e como eu já esperava, entre os acordos assinados foi inserido estrategicamente um perigoso “jabuti islâmico” que, uma vez implementado trará sérias ameaças à soberania nacional. De maneira que ao firmar o ” “Memorando de Entendimento sobre Cooperação Cultural, o Brasil se expõe às práticas de dominação islâmica que já mostraram sua maléfica influência na Europa através da instalação de uma estrutura de poder que fortalece a rede de jihadistas que se infiltram em todos os níveis da sociedade a fim de impor a sharia (lei islâmica), o que ocorre muitas vezes de forma imperceptível.

Quando escrevi o artigo alertando para o perigo de sair das águas dos acordos comerciais e navegar pelo mar turbulento da “cooperação cultural” fundamentada no estímulo à divulgação de uma doutrina religiosa ortodoxa que promove atrocidades, alguns leitores subestimaram a análise, isto porque, não discernem a forma de atuação do fundamentalismo islâmico.

Acordo de “cooperação cultural” ou acordo de “dominação islâmica”?

Em primeiro lugar, não existe uma real reciprocidade nesse acordo, pois não haverá efetiva cooperação cultural por parte dos sauditas. A sharia (lei islâmica) comanda a vida do muçulmano em todos os aspectos  e a cultura ocidental é demonizada, além do que, a Arábia Saudita exporta a doutrina wahabita para as mesquitas em todo mundo. Essa doutrina é a base religiosa do Estado Islâmico, Al -Qaeda, Hamas e milhares de outros grupos terroristas muçulmanos sunitas.

De sorte que, as lideranças religiosas muçulmanas ortodoxas terão “carta aberta”para apregoar de forma enganosa o pacifismo do Islã ortodoxo a fim de angariar novos fiéis que serão ensinados através do Alcorão e Hadiths a odiar cristãos, homossexuais, ateus e judeus. Enquanto isso, os brasileiros não poderão levar sua fé e/ou cultura ao solo sagrado saudita, onde o Cristianismo é terminantemente proibido desde a ordem do profeta Mohammad de extirpar da Península Arábica todos os cristãos e judeus. Antes de sua morte, seus seguidores jihadistas assassinaram ou expulsaram todos os não-muçulmanos de suas terras, pelo que todos aqueles que conhecem o Islã ortodoxo sabem que esse acordo assinado pelo presidente com o príncipe acusado recentemente de mandar esquartejar um jornalista no interior do Consulado turco é apenas uma estratégia de “engano religioso” chamada taqiyya (obrigação de todo muçulmano mentir para os infiéis visando expandir o Islã).

O Jabuti Islâmico devorou até a Primeira Emenda dos Estados Unidos

Ademais, os países europeus que comercializaram com a Arábia Saudita e demais Estados totalitário muçulmanos permitindo a concretização dos comandos de “acordo de cooperação cultural” estão sofrendo as terríveis consequências da islamização radical. A sharia (lei islâmica) tem sido implantada de forma a regular até o comportamento de não-muçulmanos em obediência ao Islã, e enganam-se aqueles que ao tentarem refutar meus argumentos afirmaram que alguns países ocidentais comercializam com sauditas, inclusive os Estados Unidos. Contudo, se adentrarmos no contexto comportamental americano perceberemos que a SHARIA já impõe os preceitos islâmicos no país protestante violando as outrora sagradas “liberdades individuais” e “liberdades religiosas”. Vamos a um exemplo? A Suprema Corte se negou a apreciar o processo de estudante do ensino médio de Maryland , Caleigh Wood, que se recusou a participar de um trabalho escolar para escrever a reza de conversão islâmica que afirma “… não há Deus, exceto Alah”, porque ela acreditava que isso contradizia diretamente sua fé cristã .

Segundo a Fox News:

Richard Thompson, presidente e conselheiro principal do Thomas More Law Center, que apresentou a petição em nome de Wood, disse: “As escolas estão promovendo o Islã sobre o cristianismo ou qualquer outra religião, e você tem um padrão duplo, que consideramos uma violação da lei. Thompson também disse no comunicado de imprensa da empresa : “Sob o pretexto de ensinar história ou estudos sociais, escolas públicas de toda a América estão promovendo a religião do Islã de maneira que nunca seria tolerada pelo Cristianismo ou por qualquer outra religião”.

Thompson disse que, além de obter um F na classe, Wood também foi obrigado a assistir a uma apresentação em PowerPoint pró-Islã que denegria sua religião e basicamente dizia que os cristãos não são tão fiéis quanto os muçulmanos. Então acreditamos firmemente que isso era uma violação. ”

Ora, se nos Estados Unidos as diversas entidades muçulmanas ortodoxas patrocinadas pela Arábia Saudita e outros países totalitários conseguem DERRUBAR A PRIMEIRA EMENDA para promover a difusão em todo país dessa crença que estimula violação de direitos humanos, pergunto: por que o brasileiro acha que nosso país será o ÚNICO no mundo em que o Islã não abocanhará as principais instituições????

Brasil na rota das doutrinas religiosas extremistas

Brasileiro, você tem a noção do nível de influência do Islã ortodoxo nas comunidades carentes? Esqueceu que o PCC de São Paulo e o Comando Vermelho do Rio de Janeiro já fecharam parceria com a mais poderosa organização narcoterrorista islâmica do mundo? Então leia parte da matéria publicada no Correio Braziliense em abril de 2019 seguinte:

Enquanto o Congresso discute uma série de leis anticrime e o governo federal concentra esforços na atuação da crise na divisa com a Venezuela, no norte do país, facções criminosas se fortalecem na tríplice fronteira, na divisa entre Brasil, Paraguai e Argentina. Desde 2017, organizações como o Primeiro Comando Capital (PCC), aliada ao Hezbollah, e o Comando Vermelho (CV), ampliam suas atividades de contrabando de armas, drogas lícitas e ilícitas e eletrônicos na região. O crescimento do poder do crime preocupa autoridades, mas encontra poucas ações práticas para frear o crescimento do poder paralelo no local.

Assim, mesmo sabendo que a maioria dos muçulmanos NÃO são jihadistas, a realidade é que o Brasil ainda não está preparado para combater em todas as frentes um aprofundamento da ameaça terrorista que já existe há anos. Apenas uma ação coordenada de ataques jihadistas/terroristas perpetrados por sauditas que seguiam a doutrina wahabita  exportada pela Arábia Saudita matou quase 3 mil inocentes nos atentados de 11 de setembro (Estados Unidos), o que mostra que não podemos facilitar a disseminação desse VENENO IDEOLÓGICO em solo nacional!

Como se livrar do perigoso jabuti?

Uma vez assinado o “acordo de jabuti islâmico”, resta-nos, a princípio, uma saída altamente democrática e respeitosa para com o presidente: pressionar os parlamentares para derrubarem em votação esse acordo de cooperação, e caso seja ratificado – porque dificilmente o Parlamento vai se mobilizar – a alternativa é promover a criminalização explícita da sharia em território nacional e derrubar a Lei de Migração. Ressalto, ainda, que sem MOBILIZAÇÃO POPULAR dentro e fora das redes, essa batalha estrá perdida!!!

O brasileiro que vem permitindo o ingresso de inúmeros terroristas do Hezbollah, FARC e milícias venezuelanas infiltrados entre os refugiados no pobre território de Roraima precisa despertar urgentemente para essa GRAVE questão de SOBERANIA NACIONAL. A espada de Mohammad não poupa aqueles que se omitem no quesito SEGURANÇA NACIONAL.

A democracia precisa vencer a sharia. Brasil acima de tudo, D’us acima do Islã!!!

Andréa Fernandes – advogada, jornalista, internacionalista e diretora-presidente da ONG Ecoando a Voz dos Mártires

Imagem Veja

Sharia em ação: Brasil celebra “acordo de cooperação cultural” com o reino do terror saudita

Pela manhã eu estava decidida a escrever um artigo sobre as tratativas do presidente Bolsonaro nos países muçulmanos, principalmente, quando uma renomada especialista em terrorismo islâmico – que vive nos EUA – entrou em contato enviando vasto material sobre o Qatar, país muçulmano que é o maior financiador global do terrorismo, enviando dinheiro para as “beldades genocidas” do Estado Islâmico e Al-Qaeda.
 
Como sei que há a tese do “dinheiro neutro” reivindicada pelo Liberalismo que defende a ideia do “comércio sem viés ideológico”, passei a tarde lendo matérias da mídia árabe e artigos diversos sobre terrorismo e segurança nacional, pois o meu país está fechando acordos em diversas áreas com estados totalitários, inclusive, nas área de defesa e diplomacia, fomentando também o “intercâmbio” entre diplomatas, além de uma inusitada COOPERAÇÃO CULTURAL com o berço do Islã – Arábia Saudita – o que deixa claro que não há apenas relação estritamente “econômica”, não é verdade?
 
Além disso, a imprensa árabe anunciou que haveria proposta saudita de um “Memorando de Entendimento” no tocante a vistos e seriam 7 (sete) acordos cunhados pela monarquia muçulmana que promove abertamente a promoção do wahabismo conhecido pelos ocidentais como “Islã radical”.
 
Portanto, mesmo não sendo nem um pouco complicado tecer comentários sobre as consequências de uma aproximação com os países visitados, acredito que por honestidade intelectual eu preciso saber o TEOR COMPLETO dos acordos firmados, que serão submetidos ao Legislativo para aprovação via decreto legislativo, conforme reza a Constituição Federal.
 
Todavia, uma importante informação não explorada pela extrema-imprensa que apoia a “retórica islamizadora”, causaria assombro aos brasileiros – não fosse o desconhecimento quase geral acerca da ameaça jihadista global – pois o nosso presidente firmou um “Memorando de Entendimento sobre Cooperação Cultural, que em português claro significa “autorização” para Arábia Saudita ter plena liberdade de promover sua danosa doutrina wahabita no país, a qual é a base religiosa de grupos terroristas sunitas tais como Estado Islâmico, Al-Qaeda, Hamas, Boko Haram e muitos outros.
 
Aliás, se o prezado leitor se considera “conservador”, cabe perguntar: você considera correta a “cooperação cultural” com um Estado totalitário sanguinário que proíbe em seu território a construção de igrejas, sinagogas e templo de crenças que não sejam o Islã ortodoxo, além de promover atrocidades medievais?
 
E mais... você acha que será “producente” a remessa de milhões de dólares sauditas para investimentos diversos, inclusive, construção de mesquitas, massalas e centros islâmicos, além de investimentos pesados em escolas e universidades para darem continuidade ao processo de “romantização do Islã ortodoxo”, promovendo secretamente sua doutrina de ódio e terror contra os kafirs (infiéis)?
 
E com a captação de até US$ 10 bilhões oriundos do “reino do terror”, você acha que o Brasil vai ousar a levantar a voz nos foros internacionais contra a cruel perseguição aos cristãos em países muçulmanos? Aliás, você atentou para o fato de não ter havido no discurso do presidente Bolsonaro na ONU denúncia sobre o GENOCÍDIO DE CRISTÃOS em países muçulmanos como a Nigéria, onde milhares de cristãos estão sendo exterminados por grupo muçulmano com o apoio tácito do governo?
Como eu sei que a pauta de denúncia da perseguição religiosa em países muçulmanos não atrai a maioria dos cristãos conservadores formadores de opinião, quero aproveitar o ensejo para lembrar que a Europa seguiu esse mesmo caminho do “Brasil liberal” que vê nas relações econômicas desprovidas de obediência a princípios e valores a solução para todos os problemas. Hoje, a França está à beira de uma guerra civil, conforme afirmou o chefe da segurança nacional, a DGSI (Direção Geral da Segurança Interna), Patrick Calvar.  
Disse Calvar, em 2016:

 

O extremismo está aumentando em toda parte, e agora estamos voltando nossa atenção para alguns movimentos de extrema direita que estão preparando um confronto”. Que tipo de confronto? “Confrontos intercomunitários”, disse ele, educado por “uma guerra contra os muçulmanos”. “Mais um ou dois ataques terroristas”, acrescentou, “e podemos muito bem ver uma guerra civil”.

Outro país que se engraçou com a “cooperação cultural” do mundo muçulmano atraído por sedutores petrodólares foi a Suécia. A advogada Judith Bergman escreveu interessante artigo intitulado A Suécia está em Guerra,  no qual lemos o seguinte:

A polícia escreveu no relatório de 2017 que conflitos étnicos globais são replicados nas áreas vulneráveis:

“… o judiciário [sueco] e o resto da sociedade [sueca] não entendem esses conflitos ou têm respostas sobre como eles podem ser resolvidos. A polícia, portanto, precisa ter um melhor conhecimento do mundo e compreensão dos eventos para A presença de retornados, simpatizantes de grupos terroristas como o Estado Islâmico, a Al Qaeda e a Al-Shabaab e representantes de mesquitas salafistas, contribuem para as tensões entre esses grupos e outros moradores da região. vulneráveis. Desde o verão de 2014, quando um califado foi proclamado na Síria e no Iraque, as contradições sectárias aumentaram, especialmente entre sunitas, xiitas, cristãos levantinos e nacionalistas de origem curda “. (p 13)”

Por oportuno, creio ser fundamental exemplificar o “funcionamento” do processo de “expropriação cultural” que com uma mãozinha da esquerda progressista literalmente está arruinando a pátria francesa. No dia 19 de setembro, foi inaugurado  com a presença do Ministro do Interior, o Instituto Francês de Civilização Muçulmana. No evento o ministro enalteceu o projeto de um “Islã aberto” dedicado à “luta contra o preconceito”. O suntuoso prédio ao lado da Grande Mesquita, vai ofertar cursos de civilização muçulmana e idiomas, simpósios, conferências e debates para expandir a fé. No entanto, adivinha quem ajuda a financiar o projeto para desconstrução da França? É a Liga Islâmica Mundial, base diplomática e religiosa da Arábia Saudita sediada em Meca, que tem ” vínculo ” com a Federação de Muçulmanos Franceses.

Sabe quem mais compareceu à inauguração desse centro de islamização wahabita promovido pela Arábia Saudita? Mohammed Al-Issa, secretário geral da Liga Islâmica Mundial. Cabe noticiar as “indumentárias prodigiosas” de Mohammed descritas pelo jornal Le Fígaro:

“Mohammed Al-Issa, que lidera a Liga Islâmica Mundial, é creditado em mais de 500 execuções quando foi ministro da Justiça da Arábia Saudita de 2009 a 2015, e inúmeras ordens de tortura, incluindo a condenação do famoso Raif Badawi com 1.000 chicotadas. “

Se para um conservador não causa revolta saber que uma facínora torturador é prestigiado em evento que fortalece os “discursos de ódio” e ações jihadistas na França,  vale trazer à baila o parecer da especialista Razika Adnani sobre a doutrina que a Arábia Saudita quer compartilhar com o Brasil graças aos laços de cooperação cultural firmado sob a égide do modelo de liberalismo sem viés ideológico:

Os princípios do wahabismo e suas conseqüências no mundo e, especialmente, no mundo muçulmano não são um segredo. Portanto, é difícil admitir que os wahabitas se tornaram repentinamente pessoas que defendem uma linguagem de paz e solidariedade, denunciando o terrorismo islâmico e o obscurantismo. Se a Liga Islâmica Mundial denuncia o terrorismo, como explicar que homens e mulheres são decapitados publicamente na Arábia Saudita? Por que os seres humanos estão sendo intimidados porque têm opiniões diferentes sobre o Islã e a sociedade? “

Eu poderia escrever um livro pormenorizando os resultados catastróficos dos “laços de cooperação cultural” promovidos sob a justificativa de trazer desenvolvimento à Europa pós-cristã. De sorte que, a inserção do Brasil nessa “maracutaia islâmica” para espalhar a perigosa doutrina wahabita é simplesmente inadmissível e contrária aos nossos princípios!

Ora, se Bolsonaro quer celebrar “comércio” com a Arábia Saudita que já é o nosso maior parceiro comercial no Oriente Médio – com fluxo comercial entre os dois países atingindo US $ 4,4 bilhões em 2018 – deve mobilizar sua fragmentada bancada no Congresso para criminalizar a sharia (lei islâmica), a fim de evitar que o modus vivendi de uma doutrina religiosa medieval venha se instalar em nosso território.

Contudo, espero que parlamentares se mobilizem para impedir a implementação desse absurdo acordo de “cooperação cultural” estimulado por uma assessoria que parece ser completamente ignorante sobre o mundo muçulmano. E assim que tiver acesso aos “acordos” celebrados com os regimes totalitários islâmicos voltarei a escrever sobre o tema, frisando, desde já, que estou muito preocupada com a declaração de Bolsonaro para a mídia árabe afirmando que “o Brasil busca parceria ainda mais profunda com a Arábia Saudita”.

Se o nosso presidente não tomar cuidado, em algumas décadas o Brasil experimentará as mesmas mazelas sofridas pela Europa. O poderio islâmico se aprofundará em todos os níveis e pode desencadear um perigoso lema:”Islã acima de tudo, Alah acima de todos“.

 Andréa Fernandes – advogada, internacionalista, jornalista e diretora-presidente da ONG Ecoando a Voz dos Mártires.

Imagem: ANBA

 

 

 

Irã: Nove ex-muçulmanos são presos por conversão ao Cristianismo

Um tribunal iraniano condenou um pastor e oito colegas do grande movimento evangélico da Igreja do Irã à prisão por deixar o Islã.

O líder da igreja Matthias Haghnejad e os outros crentes foram condenados a cinco anos de prisão após uma breve audiência em 23 de setembro, confirmaram os observadores do julgamento à BosNewsLife.

O pastor Haghnejad foi detido pela temida Guarda Revolucionária Islâmica após um culto na igreja em fevereiro deste ano, disse o grupo de defesa Christian Solidarity Worldwide (CSW), que apoia os cristãos.

Os outros crentes Shahrouz Eslamdoust, Babak Hosseinzadeh, Behnam Akhlaghi, Mehdi Khatibi, Mohammad Vafadar, Kamal Naamanian, Hossein Kadivar (Elisha) e Khalil Dehghanpour foram supostamente detidos na cidade costeira de Rasht no início de 2019. 

A confirmação das sentenças chegou dias após o prisioneiro pastor da Igreja do Irã, Yousef Nadarkhani, encerrar uma greve de fome de três semanas, segundo cristãos familiarizados com sua situação.

O GRITO DO PAI

Nadarkhani, que cumpre pena de dez anos de prisão por atividades da igreja, iniciou sua ação em 23 de setembro para protestar contra que seus filhos fossem proibidos de continuar com seus estudos.

Ele descreveu sua greve de fome em uma carta às autoridades penitenciárias como “o grito de um pai, injustamente preso”. O pastor disse que as crianças cristãs de segunda geração são cada vez mais penalizadas por autoridades educacionais que não reconhecem sua fé.

Não ficou claro imediatamente se Nadarkhani seria capaz de encontrar os outros cristãos presos. Observadores do julgamento disseram que os nove homens enfrentaram uma severa audiência em julho pelo juiz Mohammed Moghisheh, que ativistas alegam “ser notório” por erros judiciais.

Ele supostamente tentou coagir o pastor Haghnejad, além de Eslamdoust, Hosseinzadeh, Akhlaghi e Khatibi, a aceitar um representante legal nomeado pelo tribunal.

O juiz finalmente suspendeu o processo, condenando-os sob custódia com um aumento significativo da fiança quando se recusaram a fazê-lo, informou a CSW. “O juiz Moghisheh posteriormente retomou o julgamento do Sr. Vafadar, Naamanian, Sr. Kadivar (Elisha) e Sr. Dehghanpour, que estavam se representando … durante o qual ele afirmou que a Bíblia foi falsificada e chamou os homens de ‘apóstatas'” o termo usado para deixar o Islã, acrescentou o grupo.

APELOS ESPERADOS

Durante outra audiência no mês passado, o advogado dos réus foi autorizado a falar brevemente, disseram os cristãos. “No entanto, o juiz Mogisheh não teria respondido à sua declaração. Uma fonte informou à CSW que “parecia que o juiz já havia tomado sua decisão”, afirmou o grupo.

A CSW alegou que o juiz “permitiu esse processo como uma formalidade antes de pronunciar uma sentença pré-determinada”.

Todos os nove cristãos estão recorrendo de suas sentenças, mas o pastor Haghnejad e os defendidos por um advogado já foram presos, disse a CSW.

O diretor-executivo da CSW, Mervyn Thomas, disse à BosNewsLife que seu grupo condena “nos termos mais fortes”, as sentenças proferidas aos cristãos. “Mais uma vez, fica claro pela brevidade do julgamento que mostrou falta de interesse do juiz presidente, já que o devido processo legal não foi observado. E o juiz não foi imparcial”, acrescentou.

“As acusações contra esses cristãos são excessivas, completamente infundadas e constituem uma criminalização de uma religião que a Constituição iraniana supostamente reconhece”, enfatizou Thomas.

BROADER CRACKDOWN

Ele disse que a CSW pede “pela libertação imediata e incondicional desses nove homens” e todos os que estão atrás das grades “por sua religião ou crença no Irã”.

As detenções fazem parte de uma repressão mais ampla a cristãos devotados na nação islâmica, segundo as várias fontes e ativistas da igreja. A apostasia e a disseminação do cristianismo geralmente levam a longas penas de prisão e possivelmente a uma sentença de morte no Irã.

Apesar dessas dificuldades, os grupos missionários sugerem que há pelo menos 360.000 cristãos estimados no país. Eles incluem muitos ex-muçulmanos que se voltaram para o cristianismo, buscando liberdade contra regras islâmicas estritas. O Centro Estatístico, liderado pelo governo do Irã, registra 117.700 cristãos neste país, com pouco mais de 82 milhões de pessoas.

O Departamento de Estado dos EUA classificou a República Islâmica como um “país de particular preocupação” sob a Lei Internacional de Liberdade Religiosa de 1998 “por ter praticado ou tolerado violações particularmente graves da liberdade religiosa”.

As autoridades iranianas negaram irregularidades, mas dizem que desejam proteger o país contra influências externas perigosas.

Imagem e informações Pakistan Christian Post

Austrália: jornalista convertido ao Islã diz sobre cristãos”comprei uma cimitarra e pretendo cortar a cabeça deles”

Este artigo diz que Waugh tinha “crenças religiosas extremas” e ameaçou decapitar os cristãos, a quem chamou de “politeístas”, mas mesmo que isso torne óbvio que Waugh é muçulmano, o artigo nunca diz isso. Como sempre, a mídia do establishment considera sua principal responsabilidade que ninguém pense mal do Islã.

“Ex-jornalista de Canberra que supostamente ameaçou decapitar os cristãos  recebeu fiança”, por Elliot Williams, Canberra Times , 28 de agosto de 2019:

Um ex-jornalista de Canberra que supostamente fez ameaças de decapitar os cristãos como represália ao massacre de Christchurch recebeu fiança na quarta-feira.

James Michael Waugh, 28, foi preso em abril, depois que uma dica da Linha Direta de Segurança Nacional alertou as autoridades sobre uma série de postagens on-line supostamente feitas por Waugh.

Em um post, Waugh supostamente ameaçou matar membros da Casa de Oração de Canberra e postou seu próprio endereço convidando os membros a confrontá-lo.

“Eu vou matar cada um de vocês politeístas c -“, dizia um post que ele escreveu.

Waugh se declarou inocente por possuir um objeto a ser usado para matar, ameaçando com a intenção de causar alarme público e usando um serviço de transporte para ameaçar ou assediar.

O tribunal ouviu que Waugh comprou uma cimitarra do Paquistão e a afiou antes de fazer ameaças à decapitação de cristãos em seu quintal.

“Eu fiz ameaças, juntamente com meu nome e endereço, a todas as igrejas de cães covardes de Canberra. Se você conhece alguém com bolas, envie-os. Eu comprei uma cimitarra e pretendo cortar a cabeça deles no meu quintal como represália ”, ele escreveu em uma mensagem on-line para amigos.

Waugh já havia pedido a fiança duas vezes e teve os pedidos rejeitados por dois magistrados por receio de que ele cometeria outras ofensas.

Sua advogada Helen Hayunga fez a solicitação na quarta-feira, afirmando que havia novas informações no tribunal que precisavam ser consideradas.

Ela disse que seu tempo em custódia permitiu que a saúde mental de Waugh fosse avaliada mais detalhadamente, pois quando ele foi preso, ele foi considerado como sem qualquer condição de saúde mental.

Hayunga disse que desde então ele foi diagnosticado com um distúrbio ilusório e que foi encontrado um alojamento adequado para Waugh com dois amigos da família em Curtin.

A promotora Vivian Wei se opôs fortemente ao pedido de fiança, dizendo que Waugh estava “completamente preocupado com opiniões religiosas extremistas” e representava um perigo para a comunidade.

Ela disse que o relatório mais recente de saúde mental apresentado perante o tribunal indica que Waugh tem uma resposta mínima ao seu tratamento atual e que enquanto ele estava sob supervisão na prisão, ele apresentava um risco baixo para os outros.

No entanto, ela disse que o relatório afirmou que havia um provável aumento desse risco se ele fosse libertado na comunidade.

Wei disse que as crenças religiosas extremistas de Waugh foram “contínuas e fixas” por um período de dois anos e causaram o colapso de um relacionamento de longo prazo, tornando-o sem-teto e perdendo o emprego como jornalista.

Imagem e informações Jihad Watch

Nigéria: Jihadistas do Boko Haram tomam duas cidades semanas depois que o governo os declarou derrotados

O governo nigeriano se gabou repetidamente de ter derrotado o Boko Haram, o Partido do Povo da Sunnah por Dawah e Jihad, ou estava prestes a fazê-lo. Prometeu derrotar o Boko Haram até o final de 2014. E até o final de 2015. Em meados de 2017, chamou o movimento de força gasta. Em fevereiro de 2018, alegou novamente que os jihadistas foram derrotados. Eles não foram e não estão derrotados.

“‘Muitos temidos mortos’: o Boko Haram apreende duas cidades nigerianas semanas após o governo ter declarado derrotado o grupo”, por Edwin Mora, Breitbart, 22 de agosto de 2019:

Os jihadistas do Boko Haram apreenderam duas cidades no estado de Borno, na Nigéria, na quarta-feira, matando muitas pessoas ao incendiar casas e prédios do governo.

Citando a Agência de Notícias estatal da Nigéria e uma importante autoridade do governo local, o jornal Punch relata que os terroristas deixaram as duas cidades, observando:

A normalidade voltou às comunidades Gubio e Magumeri de Borno após os ataques de quarta-feira à noite coordenados pelos insurgentes do Boko Haram.

A Agência de Notícias da Nigéria relata que os residentes nas áreas afetadas voltaram para suas casas após os ataques dos insurgentes na sede de Gubio e Magumeri das áreas de governo local dos estados Magumeri e Gubio

Os insurgentes atacaram as comunidades por volta das 18:00 [quarta-feira]; incendiou residências, escolas, escritórios, saqueou itens alimentares e sequestrou um membro da Força-Tarefa Conjunta Civil.

… O Premium Times relata que os jihadistas continuam no controle das cidades. Ao contrário de outras agências de notícias, o jornal atribuiu a culpa pelo ataque à afiliada do Estado Islâmico (ISIS / ISIL) na África Ocidental (ISWA), uma ramificação do Boko Haram.

“Os terroristas, principalmente da filial do Boko Haram ISWA, permaneceram no controle de Gubio, Magumeri e comunidades contíguas”, relata o Premium Times ….

Um funcionário do governo local disse aos repórteres do Saara sob a condição de anonimato:

É lamentável que, uma semana depois de um ataque mortal ocorrido em Gubio, que levou à retirada de tropas, outros insurgentes armados invadiram a cidade de Gubio por volta das 18h, realizem suas orações sobre maghrib por volta das 18h30 na mesquita de Gubio, antes de causar estragos em civis inocentes incendiando casas e estruturas públicas.

Maghrib refere-se a uma das cinco orações diárias obrigatórias do Islã realizadas após o pôr do sol.

Sem fornecer um número específico, as agências de notícias locais informam que o ataque de quarta-feira deixou “muitas” pessoas mortas …

Os ataques ocorreram semanas depois que o governo do presidente nigeriano Muhammadu Buhari alegou falsamente que seu governo “derrotou” o Boko Haram.

Buhari reivindicou repetidamente a vitória sobre o grupo desde que assumiu o cargo em 2015, mas o grupo continuou a causar estragos…

Imagem e informações Jihad Watch

Distrito de Bruxelas proíbe álcool para combater imigrantes agressivos e indisciplinados

Um distrito em Bruxelas, na Bélgica, impôs uma “proibição geral do álcool” para ajudar a combater o aumento da violência, do crime e do caos causados ​​por migrantes bêbados na área.

Segundo o SCEPTR, com sede em Antuérpia, bairros no distrito de Schaarbeek, em Bruxelas, estão sendo invadidos por uma acumulação ilegal de migrantes de trânsito na estação de trânsito de Bruxelas-Norte e no parque Maximilian, que frequentemente atacam uns aos outros, locais e policiais enquanto estão bêbados.

“Alguns imigrantes foram às lojas noturnas de Brabant e Aarschotstraat para comprar bebidas alcoólicas baratas, que poderiam consumir em grupos. Você regularmente tem grupos de 10 a 15 homens que causam um incômodo e agem agressivamente contra a polícia sob a influência do álcool ”, relata SCEPTR .

O funcionário do distrito de Schaarbeek, Marc Weber, disse: “Agora que há menos recepção através do Parque Maximiliano, e agora que os migrantes também não estão autorizados a permanecer na Estação Norte, eles estão se mudando para lugares no bairro onde eles podem se encontrar.”

“Como o problema da migração não está sendo resolvido, está mudando”, acrescentou Weber.

Recentemente, “lutas pesadas” onde facas foram usadas ocorreram em várias ocasiões no distrito.

Por causa de sua embriaguez, brigas e comportamento geral desordenado, os migrantes se tornaram um problema crescente para a polícia, serviços de emergência e residentes locais.

Os moradores locais disseram à SCEPTR que, do meio-dia até tarde da noite, grandes grupos de imigrantes se reúnem para fazer festas barulhentas na rua.

No mês passado, um bairro de Antuérpia foi aterrorizado por um grupo de dezenas de imigrantes africanos que se tornaram violentos depois que a polícia fechou seu partido, que teria ficado de fora, informa a SCEPTR .

Depois que o grupo foi desmembrado, moradores que moravam no distrito de Hoboken foram supostamente submetidos a ataques físicos, arrombamentos e vandalismo, enquanto o grupo de imigrantes saqueadores corria enlouquecido por toda a vizinhança por horas.

Imagem e informações The Voice of Europe