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Muçulmanos matam 1 cristão e 2 policiais em ataque à igreja ortodoxa na Chechênia

Dois oficiais e um cristãos foram mortos quando militantes muçulmanos armados tentaram invadir uma igreja ortodoxa na Chechênia. O ataque foi frustrado por policiais, que mataram quatro militantes.

A Igreja de Miguel Arcanjo, em Grozny, capital da República da Chechênia, na Rússia, foi atacada no sábado por um grupo de homens armados que tentaram deixar paroquianos como reféns.

“Um dos homens correu para bloquear a porta com uma cadeira … estávamos segurando a porta”, uma religiosa disse à RIA-Novosti a experiência assustadora, acrescentando que tiros do que ela achava serem pistolas e metralhadoras foram disparados.

O tiroteio fora da igreja começou durante a missa da noite, que contou com a participação de cerca de 15 pessoas, disse ela. Os filhos do padre estavam brincando do lado de fora quando o ataque começou, e sua esposa teve que sair correndo da igreja para levá-los em segurança, acrescentou a testemunha.

Imagens dramáticas da polícia mostraram forças especiais usando um aríete para entrar no prédio da igreja onde os terroristas armados estavam escondidos, enquanto o líder checheno, Ramzan Kadyrov, chegou ao local para supervisionar pessoalmente a operação. O vídeo concluiu com mulheres resgatadas e crianças evacuadas da igreja pelos oficiais.

O Comitê de Investigação da Rússia disse que dois policiais foram mortos na igreja, enquanto um cristão também perdeu a vida. Facas e uma espingarda foram recuperadas dos militantes depois de serem eliminados.

“O profissionalismo dos policiais que protegiam a igreja impediu as consequências mais sérias do ataque e evitou um grande número de vítimas”, disse o Comitê de Investigação em seu site.

Kadyrov também confirmou a eliminação dos militantes como resultado de uma “operação de segurança rápida”. Três dos militantes mortos eram moradores da Chechênia, enquanto o líder do grupo era de “uma das regiões vizinhas” , acrescentou.

Kadyrov também disse que “há dados de inteligência de que os militantes receberam a ordem [de realizar o ataque] de um dos países ocidentais”.

 

O mufti Ismail Berdiyev, presidente do Centro de Coordenação dos Muçulmanos do Norte do Cáucaso, condenou o ataque, que ele disse ter como objetivo desestabilizar a situação na Chechênia.

“Foi deliberadamente feito durante o mês sagrado para desestabilizar a situação. É o mês do Ramadã agora. É o momento em que não apenas as guerras são proibidas, mas até mesmo a linguagem polêmica é proibida ”, disse Berdiyev à TASS.

O ataque foi “mais uma tentativa de extremistas pseudo-islâmicos de colocar ortodoxos e muçulmanos uns contra os outros”, disse Vladimir Legoyda, chefe do Departamento de Informação Sinodal da Igreja Ortodoxa Russa.

 

Com informações de RT

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“Protocolos dos Sábios do Islã”: a ameaça judeufóbica persiste

 

Por Andréa Fernandes

No dia 10 de fevereiro, a renomada instituição humanitária UN Watch divulgou relatório de cinquenta páginas que denunciava dez anos de indiferença da ONU no combate ao antissemitismo[1], porém, por conveniência ditada em submissão à nova “ordem global”, jornais ocidentais ignoraram tão grave denúncia.

Localizar na mídia convencional os crimes e os chamados “discursos de ódio” contra judeus requer muita pesquisa. Aliás, o próprio termo “antissemitismo” – engendrado pelo jornalista alemão Wilhelm Marr, em 1873, usado recorrentemente para definir a hostilidade ou ódio direcionado aos judeus – sofre de grave imprecisão, já que etimologicamente, o vocábulo “antissemitismo” significa aversão aos semitas, descendentes de Sem, filhos de Noé, consoante relato bíblico, abrangendo assim, outros povos: os hebreus, os assírios, os fenícios e os árabes.

O erro cometido pelo jornalista judeufobo foi corrigido em 1882, com a publicação do livro Auto-Emancipation, de autoria do intelectual Leon Pinsker, sugerindo o termo “judeufobia” para caracterizar o ódio aos judeus. Contudo, os ambientes acadêmicos e a imprensa mantiveram o termo incorreto por aversão à expressiva palavra “judeufobia”, que salienta muito melhor a hostilidade contra judeus. A prática ajuda bastante na ocultação do ódio que há milênios persegue o povo que propiciou o maior legado da civilização judaico-cristã, as Escrituras Sagradas. Até mesmo a seita islâmica se apropriou de algumas doutrinas bíblicas de maneira deturpada, de sorte que as duas religiões consideradas monoteístas, Cristianismo e Islã, devem ao Judaísmo alguns conceitos que fundamentam suas crenças adaptados à sua cosmovisão.

Ultrapassadas as questões conceituais, lembro que dias atrás citei em Live uma informação desconhecida por muitos: o ex-presidente da teocracia islamofascista iraniana, Mahmoud Ahmadinejad, obrigava militares de alta patente a lerem os “Protocolos dos Sábios de Sião”, texto produzido originalmente no idioma russo no final do século XIX, que relata de forma leviana uma suposta conspiração judaica para dominar o mundo, culpando os judeus por diversas mazelas sociais. Apesar de importantes autoridades e estudiosos já terem desmentido o teor do texto traduzido para diversos idiomas, as mentiras nele produzidas continuam alimentando “teorias conspiratórias” de toda espécie. Posteriormente, devo me aprofundar nesse tema. Por ora, o meu interesse está fundamentado no propósito de esclarecer uma perigosa forma de judeufobia que precede a mais famosa e infame publicação ocidental contra os judeus e vem se perpetuando avassaladoramente em todo mundo. Me refiro ao que chamo de “Protocolos dos Sábios do Islã”.

Antes de ser acusada de “islamofóbica” por fazer uso de uma expressão intertextual  politicamente incorreta num período em que apenas as doutrinas e lideranças cristãs podem sofrer o crivo asfixiante da crítica como fomentadoras dos “discursos de ódio”, já aviso que não estou embasada em “teoria conspiratória de natureza islâmica” para denunciar o “ódio aos judeus” como costume e doutrina recorrente de muitos muçulmanos desde os tempos do “piedoso profeta Mohammad”. E nem preciso citar fatos históricos encobertos por professores ocidentais que adoram ensinar o mito da “era de ouro do Islã”, mas silenciam sobre o massacre promovido por Mohammad, quando ao lado de sua “esposa-adolescente” se encantou com a decapitação de centenas de judeus e o rapto de suas esposas e filhos para serem escravos. A ordem de “cortar cabeças” fazia parte do “mirabolante plano divino” de erradicação dos “infiéis” que ainda viviam em território que deveria ser islamizado à força para servir a Allah, plano este do “homem perfeito” considerado pela doutrina ortodoxa islâmica como o “selo dos profetas”. A propósito, cumpre abalizar minhas considerações no entendimento de um dos mais notáveis acadêmicos na área de Islã e História do Oriente Médio, o historiador  Bernard Lewis, que afirma: “há uma islamização do anti-semitismo(sic), cuja literatura inclui textos clássicos do anti-semitismo(sic) europeu” como os ‘Protocolos dos Sábios de Sião[2].”

Aliás, a pedra angular da judeufobia apregoada por determinados segmentos muçulmanos está no próprio “protocolo da fé islâmica”, o imutável “alcorão” (palavra proferida a Mohammad diretamente por Allah). Muito antes da poderosa máquina de propaganda nazista de desumanização dos judeus, o alcorão já tecia “ensinamentos” que estimulavam seus seguidores a odiar judeus por desapropriá-los de sua humanidade como punição da transgressão dos mesmos que não aceitavam os ensinamentos de Mohammad, conforme consta do livro sagrado islâmico, Sura 7:166:

E quando eles transgrediram, desmesuradamente, o de que foram coibidos, Nós lhes dissemos: ‘sede símios repelidos’[3]

A Sura mencionada apenas ratifica outro preceito consignado na Sura 2:65, onde é revelado que Allah amaldiçoou o povo judeu proferindo “sede símios repelidos” por terem transgredido o sábado. Na visão islâmica ortodoxa, Allah amaldiçoa judeus chamando-os de “macacos” e “porcos” (Sura 5:60), os quais devem ser combatidos pelos muçulmanos até o “dia da ressurreição” ou do “julgamento final”, na forma apregoada em diversas mesquitas espalhadas pelo mundo. Tal “protocolo de ódio” e outros mais são rechaçados pelos chamados “muçulmanos moderados”, tachados tecnicamente de “apóstatas” por influentes lideranças islâmicas, como o grande imã Ahmed al-Tayeb da Universidade al-Azhar, principal centro ideológico sunita de todo mundo, que fez o “favor” de defender o Estado Islâmico como entidade legitimamente muçulmana, negando-se a denunciá-lo por “apostasia[4]”.

Tayeb faz questão de exercer o seu poder como liderança muçulmana mais influente do mundo recorrendo aos “discursos de ódio” contra judeus. Recentemente, em entrevista à TV egípcia, o sheik Tayeb criticou a denúncia – verdadeira – de que os currículos da Universidade al-Azhar seriam a real causa do terrorismo, acusando “a entidade sionista” (Israel) de ser  culpada por todos os problemas do Oriente Médio e pala ausência de paz entre os árabes[5]. Esqueceu o astuto líder muçulmano que os conflitos sectários entre sunitas e xiitas não ocorrem aos montes por culpa de Israel, e sim, pela sede de poder das  lideranças islâmicas a partir da morte do profeta Mohammad. Israel teria culpa pelo crime do Irã ao negar a existência de 7% da sua população constituída de árabes ahvazis, embora sejam do mesmo credo xiita[6]? O território onde vivem os ahvazis produz 90% do petróleo iraniano e a população local vive em extrema pobreza, porém, a “culpa” é de Israel, como também é pelo costume de perseguição e violência contra homossexuais em TODOS os países islâmicos, sendo que o Estado judeu não pune o comportamento homossexual e ainda permite a passeata do “orgulho gay”. Como se vê, as falácias não se sustentam…

A melhor prova histórica da “eficácia” dos “protocolos dos  sábios do Islã” se deu no período nazista. O grande mufti de Jerusalém e presidente do Conselho Supremo Muçulmano, Haj Amin al-Husseini, tio do terrorista Yasser Arafat, selou “acordo genocida” com Hitler esposando o desejo mútuo de aniquilar os judeus. O “sábio muçulmano” foi tão convincente em seus “protocolos” ao ponto do carniceiro nazista lamentar pertencer à religião errada, criticando a “mansidão cristã[7]. Husseini – porta-voz da “causa palestina” e jihadista experiente após participar do genocídio de cristãos na Turquia – alcançou a “honraria nazista” de integrar a folha de pagamento do Terceiro Reich em razão dos seus préstimos para o “terror ocidental”. Quem não lembra da famosa foto do facínora islâmico-nazista passando em revista às tropas muçulmanas das SS na Bósnia[8]?

E se alguém alegar que os “protocolos do terror islâmico” ficaram no passado, lembrarei mais um caso dentre uma multidão. Vamos ao mais prestigiado “pensador muçulmano” da atualidade? O nome dele é Yousufi al-Qaradawi, clérigo sunita egípcio, presidente da União Internacional de Sábios Muçulmanos. Com um “título” desse, o indivíduo merece “respeito” dos ignorantes em Islã, concorda prezado leitor? Qaradawi emitiu “ensinamentos valiosos” para a discussão do “pacifismo islâmico”, tais como: “Nós iremos colonizar vocês com essas leis democráticas[9]” e “a matança de apóstatas era essencial para a sobrevivência do Islã, de outra maneira, o Islã não teria sobrevivido”[10]. Com o singular “currículo sapiencial”, Qaradawi  tornou-se o mais respeitado líder da Irmandade Muçulmana, considerada por muitos “estudiosos preconceituosos”, a “mãe do moderno terrorismo global” por promover o nascimento de alguns grupos que costumam matar os “infiéis”, sejam cristãos ou judeus. O grupo terrorista palestino Hamas, al-Qaeda, Boko Haram, al-Nusra, al-Shabaab e Estado Islâmico são algumas das “crias” da Irmandade Muçulmana.

Uma vez salientada a autoridade do sheik al-Qaradawi, convém demonstrar que no “protocolo” desse “sábio do Islã”, Hitler é ovacionado e o seu “legado do terror” assassinando covardemente 6 milhões de judeus deve ser um “exemplo” para os fiéis muçulmanos. Logo, convém trazer à baila parte do seu discurso exibido na TV al-Jazeera (28/01/2009), mencionando que Deus impôs ao longo da história pessoas que puniam os judeus por causa de sua corrupção, dizendo, ainda:

“A última punição foi realizada por Hitler. Por meio de todas as coisas que ele fez com eles – mesmo que exagerassem nesta questão – ele conseguiu colocá-los em seu lugar. Esta foi uma punição divina para eles. Se Deus quiser, a próxima vez estará na mão dos crentes[11].

A defesa clara de um novo Holocausto em rede de TV amplamente assistida em países muçulmanos e ocidentais no ano de 2009 não causou condenação das principais autoridades islâmicas ou do “Ocidente infiel”. Assim, o defensor de “genocídio à la sharia” continua exercendo seu prestigiado cargo de presidente da União Internacional de Sábios Muçulmanos. Nada demais para os povos muçulmanos acostumados com os “protocolos da morte” de milhões de infiéis desde o surgimento da “religião da paz”.

Andréa Fernandes é advogada, internacionalista, jornalista, colunista de Portais de Notícias, presidente da ONG Ecoando a Voz dos Mártires e Líder do Movimento Nacional pelo Reconhecimento do Genocídio de Cristãos e Minorias no Oriente Médio.

Imagem Timeline

Publicado originalmente em Conexão Política

[1] http://www.meforum.org/7219/a-world-without-islamophobia

[2] http://www1.folha.uol.com.br/fsp/mundo/ft2804200211.htm

[3] https://www.institutomillenium.org.br/artigos/o-corao-e-os-judeus/

[4] http://raymondibrahim.com/2014/12/15/al-azhar-refuses-to-denounce-islamic-state-as-un-islamic/

[5]http://raymondibrahim.com/2018/03/02/eliminate-israel-eliminate-islamic-terrorism/

[6] https://clarionproject.org/iran-denies-existence-7-its-population/

[7] https://www.gatestoneinstitute.org/11310/antisemitism-biblical-values

[8] http://www.chamada.com.br/mensagens/isla_nazismo.html

[9] https://pt.gatestoneinstitute.org/8888/europa-burquini

[10] https://www.youtube.com/watch?v=huMu8ihDlVA

[11] https://www.memri.org/tv/sheik-yousuf-al-qaradhawi-allah-imposed-hitler-upon-jews-punish-them-allah-willing-next-time-will/transcript

 

O dilema de Ecoar a Voz dos Mártires num país majoritariamente cristão

Por Andréa Fernandes

Hoje, a luta de uma brasileira como projeto para dar voz às minorias perseguidas em países muçulmanos completa 3 anos. Num momento apropriado, serão externados os meandros que deram origem à ONG Ecoando a Voz dos Mártires, mas a data especial de aniversário da única instituição humanitária que reivindica os direitos de minorias esmagadas pela tirania islâmica não poderia passar sem algumas reflexões necessárias.

Quando cursei Relações Internacionais, lembro que qualquer questão em sala de aula que versasse sobre Cristianismo era tratada, na melhor das hipóteses, com desprezo, sendo que na maioria das vezes, o escárnio “brilhava” na face dos professores, e apesar de a perseguição contra cristãos ser uma realidade em países muçulmanos e comunistas, NUNCA houve qualquer menção dessa violação de direitos humanos em solo acadêmico. Pelo contrário, alguns professores ordenavam a leitura de uma série de artigos de autores multiculturalistas na tentativa desumana de disseminar a ideia de que todos os seguidores da cultura islâmica seriam propensos a assimilação.

E qualquer tentativa de demonstrar que alguns discípulos de Mohammad utilizavam bases religiosas para disseminar o terror era severamente punida como certa feita aconteceu comigo. Uma professora ativista da “causa palestina” indicou a confecção de artigos que deveriam ter o conteúdo explicado verbalmente pelos alunos, e eu tive a ousadia de escrever um artigo sobre o grupo terrorista islâmico palestino Hamas. Antes de apresentar o trabalho para os demais alunos, ouvi da “professora”: “pessoal, esse é um exemplo de trabalho que não pode ser considerado acadêmico e sim, senso comum”. Durante minha fala, alguns alunos faziam deboches mencionando Israel e a professora-ativista gargalhava!

Lógico, que ao final, discuti com a defensora do fundamentalismo islâmico que dá base para o terrorismo e levei o assunto à direção da faculdade. Como além de ativista panfletária, a referida senhora era também péssima professora e não cumpria com sua obrigações contratuais, foi dispensada pela direção, mas, sofri perseguição até a conclusão do bacharelado, pois, eu ainda tinha o péssimo hábito de defender o “sionismo”, considerado “crime intelectual” em diversas, senão todas universidades brasileiras.

Como nunca vi nenhum curso, simpósico, conferência ou palestra de cunho acadêmico ou não, denunciando e condenando a terrível perseguição de governos muçulmanos contra minorias, e sabedora por uma organização cristã mundialmente conhecida sobre a perseguição violenta aos cristãos, resolvi me aprofundar no tema. Estudei bastante e comecei a ler as matérias da mídia árabe que são sutilmente ocultadas pela mídia ocidental. Daí, descobri que nenhuma instituição tinha conseguido demonstrar a contento o verdadeiro estado deplorável em que se encontram não somente os cristãos, mas diversas outras minorias no mundo muçulmano. Além disso, descobri que o próprio ativismo LGBT de esquerda tão agressivo em suas “manifestações anti-cristãs”, se calava em relação à violência que seus pares sofriam em países muçulmanos. Deve ser mais fácil cometer “blasfêmia” numa perspectiva cristã do que blasfemar contra os preceitos da “religião da paz”, que impõe a pena de morte contra homossexuais.

Resolvi não me calar diante de um mundo de injusitça que se “descortinava” diante dos meus olhos… Suplicava oportunidade para palestrar em igrejas no afã inocente de lograr apoio e mergulhei nas redes virtuais com incontáveis denúncias, inclusive, referentes às igrejas que promoviam a religião que no seu corpo doutrinário induz a perseguição aos cristãos como a “religião da paz”. Seguidores de pastores submissos à sharia (lei islâmica) me perseguiram ao ponto de ser obrigada a cancelar um perfil no Facebook. Dá para acreditar nisso?

Nesses três anos de luta organizada denunciando as aberrações promovidas por governos, grupos e comunidades que professam o Islã conforme ensinado há mais de 1.400 anos pelo profeta Mohammad, foram muitas as surpresas e decepções. Jamais imaginei o quanto a igreja brasileira – seja evangélica ou católica – desprezaria a dor que seus “irmãos” passam em terras muçulmanas e comunistas. Alguns, até se emocionavam e choravam ao assistir minhas palestras na época em que não presidia a ONG EVM, e no calor do momento, prometiam “mundos e fundos”, que rapidamente foram substituídos pelo torpor que o mundo gospel promove às custas da “teologia da prosperidade”. Porém, foi uma ativista não-cristã, de nome Silvia Moral, diretora de uma presitigada ONG em Sorocaba, interior de São Paulo, que lendo meus textos no Facebook, se comoveu e me aconselhou a promover a causa através de uma instituição humanitária, oportunidade em que, me presenteou com a associação que veio a ser chamada de Ecoando a Voz dos Mártires. Não paguei um real pelos serviços que Silvia promoveu através de seu escritório de contabilidade para administrar a ONG.

Isso me levou a pensar: palestrei em tantas igrejas com o objetivo de convencer os “crentes” a socorrer seus irmãos “in loco” e nunca houve o aconselhamento e ajuda para se constituir uma ONG. Mas, uma ativista que não segue o Cristianismo se compadeceu… E quantos pensam que a “compaixão” é uma virtude exclusivamente “cristã”? Esse caso me lembrou os ateus que passaram a apoiar minha luta e alguns ativistas LGBTs de direita que trabalharam muito para levar meus vídeos em francês para o exterior.

De igrejas, quando muito, ouvia promessas e mais promessas… Foram poucas que me receberam e forneceram algum tipo de apoio e se relatar alguns “acontecimentos” envolvendo políticos, jornalistas e pregadores famosos do mundo evangélico, certamente escandalizaria a muitos… A aversão da “igreja” pelo tema “perseguição aos cristãos e minorias no mundo muçulmano” envolve algumas situações que posso descrever em outra oportunidade, como, aliás, já abordei em outros tantos artigos, porém, não deixa de ser totalmente vergonhosa e anti-cristã a conduta de quase completa omissão.

Desde 2006, participei de reuniões no Ministério das Relações Exteriores (MRE) e denunciei a Cristofobia em países muçulmanos, solicitando à nossa diplomacia a denúncia e condenação da perseguição promovida contra cristãos na Assembleia Geral da ONU que acontece anualmente em setembro, na sede das Nações Unidas. O representante do MRE, Pedro Saldanha, havia se prontificado a encaminhar o assunto ao Itamaraty e a incauta aqui tentou de diversas formas conseguir apoio de importantes “convenções evangélicas” brasileiras. Todavia, o socorro à “igreja perseguida” ainda não integra a “pauta de preocupação” de grande parte das lideranças evangélicas e católicas no país majoritariamente cristão.

Perseguição só vai compor pauta de discussão quando a “explosão de poder” dentro dos templos evangélicos for “bombástica”! Contudo, cabe a mim prosseguir numa seara que não sensibiliza muitos “mercadores da fé” a instaurar “milionárias campanhas”… No Brasil, a campanha que agrada a cristandade é aquela que abastece o próprio ventre.

Andréa Fernandes é advogada, internacionalista, jornalista, colunista de Portais de Notícias, Presidente da ONG Ecoando a Voz dos Mártires e Líder do Movimento Nacional pelo Reconhecimento do Genocídio de Cristãos e Minorias no Oriente Médio.

Imagem Amnesty International

Terroristas muçulmanos matam 9 evangélicos em atentado no Paquistão

Dois homens-bomba promoveram ataque terrorista nessa manhã de domingo (17) contra a Igreja Metodista Memorial de Bethel, na cidade de Qetta, no sudoeste do Paquistão. Segundo as autoridades locais, pelo menos 9 pessoas morreram e mais de 50 ficaram feridas, sendo que 9 vítimas em estado grave.

Os dois terroristas tinham entre 16 e 20 anos, um dos quais foi morto pela polícia a tiros na entrada do prédio principal da igreja, localizada numa zona de alta segurança onde estão situados importantes edifícios governamentais. O outro terrorista usava colete com 15kg de material explosivo que foi detonado antes de entrar no templo que abrigava 400 cristãos no momento do ataque.

De acordo com a agência privada de contraterrorismo SITE, o grupo Estado Islâmico assumiu a autoria do atentado, mas a entidade não forneceu evidências que comprovem a relação.

A igreja costuma realizar diferentes programas ao longo de dezembro para comemorar o Natal e foi alvo do atentado quando realizava um “Programa de Natal da Escola Dominical”.  O templo foi construída em 1935, durante o governo britânico no Paquistão

O presidente Mamnoon Hussain condenou o ataque terrorista e exortou às autoridades para promoverem o melhor tratamento médico possível para os feridos e o ministro do Interior, Ahsan Iqbal, disse caraterizou o ataque como um sinal de “covardia” e afirmou que “os inimigos do Paquistão querem espalhar a violência no país”.

O ministro Chefe Sindh, Murad Ali Shah, condenou o ataque e expressou solidariedade com o povo e o governo do Baluchistão. Quetta é capital e maior cidade do Baluchistão, uma das províncias que mais sofre com atentados terroristas no país.

Terroristas muçulmanos costumam promover ataques contra a minoria cristã paquistanesa. Em 15 de março de 2015, quinze pessoas morreram e mais de 70 ficaram feridas depois que atentados suicidas do Talibã atacaram duas igrejas no bairro de Youhanabad, em Lahore. Em 22 de setembro de 2013, 80 pessoas foram mortas e 100 feridas após explosões gêmeas na Igreja de Todos os Santos, em Peshawar.

Com informações de Geo News

O líder supremo iraniano, Ali Khamenei, expressou oposição à “discriminação e desigualdade” contra as minorias iranianas em resposta a um apelo do clérigo sunita mais antigo do país.

Mohabat News _ “De acordo com os ensinamentos religiosos e a Constituição, todas as instituições da República Islâmica têm o dever de se abster de qualquer discriminação ou desigualdade em relação aos iranianos de qualquer etnia, raça ou fé”, disse o ayatollah em resposta a uma carta de Clérigo sunita Molavi Abdolhamid Ismaeelzahi.

A divulgação do alcance da comunidade sunita do Irã, transmitida pelo assistente principal de Khamenei, Mohammad Mohammadi Golpayegani em 22 de agosto de 2017, foi publicada em 6 de setembro.

Molavi Abdolhamid, o líder da religião em Zahedan, capital do Sistan e do Baluchistão, escreveu uma carta a Khamenei em 2 de agosto de 2017, pedindo o fim de “38 anos de desigualdade” para os sunitas desde a revolução iraniana de 1979.

Em sua resposta, Khamenei acrescentou: “Todos nós acreditamos firmemente que devemos estar lado a lado em uma frente sólida e unificada para lutar pela glória e honra do Irã islâmico e não devemos permitir que os inimigos desta terra e seus sabotadores maliciosos nos dividam.”

Molavi Abdolhamid agradeceu a Khamenei por sua resposta, acrescentando: “Esta ordem impõe um dever religioso e legal a todos os funcionários e instituições civis e militares da república islâmica para tratar igualmente todos os grupos étnicos e religiões por razões de justiça.

“Nos momentos sensíveis que enfrentam a região e o país, a ordem sábia e histórica do líder iluminado … desencorajará aqueles que desejam danos no Irã islâmico e tragam alegria à querida nação do Irã”, escreveu ele.

Dezenas de sunitas iranianos foram detidos por suspeita de ter alegado vínculos com os atacantes que realizaram os mortíferos ataques terroristas em Teerã em 7 de junho de 2017. Os ataques, que mataram 18 pessoas e feriram 50, foram realizados por partidários do grupo que se chama de Estado islâmico, também conhecido como ISIS, IS e ISIL.

Em julho de 2017, o Conselho de Teólogos sunitas do Irã, que representam clérigos com sede nas províncias do nordeste do país, crticiaram as operações em resposta ao clima de intimidação e medo continuado perpetuado pelo Ministério da Inteligência desde os ataques.

Falta de representação

Apesar de representar cerca de 10% da população do Irã, nenhum sunita iraniano já foi nomeado para um cargo ministerial no governo desde o estabelecimento da República Islâmica em 1979.

O artigo 12 da Constituição do Irã elenca os direitos concedidos aos ramos sunitas oficialmente reconhecidos do Islã, uma minoria no Irã dominado pelos xiitas: “… Outras escolas islâmicas, incluindo as Hanafi, Shafi’i, Maliki, Hanbali e Zaydi devem ser concedidos o pleno respeito e seus seguidores são livres para agir de acordo com sua própria jurisprudência no desempenho de seus ritos religiosos. Essas escolas gozam de status oficial em questões relativas à educação religiosa, assuntos de status pessoal (casamento, divórcio, herança e testamentos) e litígios relacionados nos tribunais “.

De acordo com o artigo 26: “É permitida a formação de partidos, sociedades, associações políticas ou profissionais, bem como sociedades religiosas, islâmicas ou pertencentes a uma das minorias religiosas reconhecidas, desde que não violem os princípios de independência, liberdade, unidade nacional, os critérios do Islã, ou a base da República Islâmica. Ninguém pode ser impedido de participar dos grupos acima mencionados, ou ser obrigado a participar neles “.

Molavi Abdolhamid, que dirige o seminário sunita Dar al-Oloum em Zahedan, tem sido um defensor moderado da igualdade para a comunidade sunita do Irã.

Em fevereiro de 2017, ele escreveu uma carta a Khamenei em resposta a rumores de que as execuções de prisioneiros de morte Sunni condenados por crimes de drogas deveriam ser aceleradas em Sistan e Baluchistan.

Execuções em várias cidades da maioria sunita, escreveu ele, “reforçam a possibilidade de que o pedido secreto do chefe do Judiciário realmente exista” e, portanto, “exige que a intervenção prudente e paterna do sábio [do Khamenei] acalme as preocupações da comunidade sunita”.

Entre as províncias mais pobres do Irã, Sistan e Baluchistan mantêm uma das maiores taxas de execução per capita no país. O alto desemprego atraiu os habitantes da região da maioria sunita para traficar ilegalmente drogas no Irã desde a fronteira com o Afeganistão e com o Paquistão.

http://mohabatnews.com/en/?p=3705

Juiz bloqueia a tentativa dos EUA de enviar cristãos iraquianos de volta ao Estado islâmico

Esta é uma boa notícia, mas esses procedimentos de deportação precisam ser anulados. Trump estava inicialmente determinado a assegurar que os refugiados da perseguição muçulmana recebessem tratamento preferencial. Quem está fazendo isso acontecer provavelmente tentará punir esses cristãos caldeus por se opor à construção de uma mega-mesquita em Sterling Heights, Michigan. Esta pessoa deve ser identificada e despedida. Trump pode não saber sobre isso, mas ele é o presidente dos Estados Unidos. É sua responsabilidade saber, e garantir que a justiça seja feita.

Uma atualização sobre esta história . “O juiz bloqueia a tentativa dos EUA de enviar os cristãos iraquianos de volta aos perigos do ISIS”, de Andy Walton, Christian Today , 23 de junho de 2017:

Um juiz do distrito federal dos EUA interveio para bloquear a deportação de mais de 100 cristãos iraquianos que foram presos no mês anterior em Michigan.

Os 114 cristãos principalmente caldeus foram interceptados porque tinham algum tipo de registro criminal, de acordo com as autoridades. Mas seus advogados afirmam que é injusto enviá-los de volta ao Iraque, onde o governo dos EUA reconheceu um genocídio contra os cristãos está ocorrendo.

A União Americana de Liberdades Civis estava lutando com o caso em nome dos cristãos e agora o juiz Mark Goldsmith suspendeu temporariamente a sua deportação. Ele ordenou um atraso de duas semanas, após o que ele irá decidir novamente.

Lee Gelernt, advogada da União Americana das Liberdades Civis, representando os iraquianos em Michigan, disse: “A ação do tribunal hoje foi legalmente correta e pode muito bem ter salvado inúmeras pessoas de abusos e possíveis mortes”.

“Muitos que foram apanhados não são criminosos endurecidos, mas durante as últimas décadas foram grandes cidadãos”, disse o bispo caldeu local em Detroit, onde há a maior comunidade de cristãos caldeus fora do Iraque ….

https://www.jihadwatch.org/2017/06/judge-blocks-us-attempt-to-send-iraqi-christians-back-to-face-the-islamic-state

Estudante judeu sai de escola de Berlim devido ameaças e violência de colegas de classe muçulmanos

“Estudante judeu sai de escola de Berlim por ameaças e violência de colegas de classe muçulmanos”, de Simon Kent, Breitbart , 28 de maio de 2017:

 Espancamentos e abusos de colegas de classe muçulmanos foram citados pelos pais de um adolescente judeu como o motivo pelo qual o retiraram de uma escola principal de Berlim.

O menino de 14 anos nasceu em Londres de uma mãe britânica e um pai alemão. De acordo com um relatório no Sunday Times , o estudante foi expulso e recebeu soco de alunos do Oriente Médio e origem turca tantas vezes, que ficou temendo por sua vida. Um dos agressores alegadamente ameaçou matá-lo com uma arma simulada que ele acreditava ser real.

O Conselho Central de Judeus na Alemanha descreveu as alegações de bullying na Friedenauer Gemeinschaftsschule em Berlim como “anti-semitismo da forma mais horrorosa”.

The Times informa Ferdinand e seus pais – Gemma, um empresário de Londres, e Wenzel, uma ativista de direitos humanos – escolheram um ambiente multicultural para o ensino de seus filhos. Até recentemente, a família tinha hospedado um refugiado sírio na casa de Berlim.

“Eu amei o fato de que a escola era multicultural. . . Os filhos e os professores eram tão legais “, disse Ferdinand.

No entanto, dentro de uma semana de inscrição em novembro passado, em uma escola onde quase três quartos dos alunos são de famílias imigrantes, os problemas de Ferdinand começaram depois que ele deixou escapar que ele era judeu.

“Primeiro, meu amigo turco, Emre, disse que não poderia mais sair comigo porque eu era judeu”, disse Ferdinand. “Então outros alunos começaram a dizer coisas estereotipadas sobre como os judeus só querem dinheiro e odeiam muçulmanos”.

As surras diárias por uma gangue de alunos, todos de origem imigrante, logo seguiram. Estes foram acompanhados de insultos raciais.

“Este menino, Jassin, cujos pais são palestinos, me perguntou se eu sou de Israel”, disse Ferdinand. “Eu nunca estive em Israel. Ele disse que a Palestina vai queimar Israel e seus amigos disseram que o Peru queimará Israel. Ele continuou me chutando.

“Um dia ele veio até mim por trás e ele me deu um soco na parte de trás. Fiquei tonto. . . Eu tive uma hematoma por uma semana ou duas. Toda vez que algo de ruim acontecia, eu disse a mim mesmo que eu poderia gerenciá-lo, mas isso só piorou “.

A experiência de Ferdinand não é um incidente isolado no sistema escolar de Berlim.

Aaron Eckstaedt, diretor da Escola Secundária Judaica Moses Mendelssohn em Berlim, disse à Jewish Chronicle que seis a 10 pais judeus se candidataram para mudar seus filhos de escola todos os anos.

Os pedidos são geralmente “em reação a declarações antissemitas vindas esmagadoramente de colegas árabes ou turcos”, disse ele.

Matéria completa: http://pamelageller.com/2017/06/jewish-berlin-muslim.html/?utm_source=dlvr.it&utm_medium=facebook

Ataque a ônibus de cristãos coptas no Egito deixa 26 mortos

Um ataque de homens armados a um ônibus com cristãos coptas no Egito, nesta sexta-feira, deixou pelo menos 26 mortos e 25 feridos, informou o Ministério do Interior. O grupo viajava em dois ônibus e uma caminhonete em direção ao mosteiro de São Samuel, na província de Minya, 220 km ao sul do Cairo.

Sete dos feridos estão em estado grave, segundo uma fonte de segurança, e o número de vítimas fatais pode aumentar. Eles foram levados a três hospitais nos povoados de Magaga, Al Adua e Bani Mazar.

A região onde o tiroteio aconteceu abriga das maiores concentrações da minoria cristã no país, que representa 10 por cento da população de 92 milhões, além de ter cerca de 1 milhão de fiéis no resto do mundo. Os cristãos coptas foram alvo de uma série de ataques letais em meses recentes por todo o Egito e os moradores de Mynia se preocupam com o aumento da violência por parte de grupos extremistas, que queimam igrejas e locais sagrados e atacam os seguidores da religião.

As perseguições contra o grupo cresceram em 2013, quando os militares tomaram o poder do país e derrubaram o presidente Mohamed Morsi, da Irmandade Muçulmana. Determinados grupos da maioria muçulmana, como os terroristas do Estado Islâmico (EI), culpam os coptas de apoiar o golpe militar e intensificaram ataques contra eles. Aproximadamente 70 pessoas foram mortas em ataques com bombas em igrejas coptas nas cidades de Cairo, Alexandria e Tanta desde dezembro.

Todos os atentados recentes contra cristãos no Egito foram reivindicados pelo EI, mas ainda não houve declaração de responsabilidade pelo ataque desta sexta-feira.

(Com Reuters e EFE)

http://veja.abril.com.br/mundo/ataque-a-onibus-de-cristaos-coptas-no-egito-deixa-26-mortos/

Indonésia: Mais detalhes sobre a prisão de Ahok

O governador de Jacarta que é cristão, foi acusado pela comunidade muçulmana de blasfemar contra o islã

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Simpatizantes se reunem em solidariedade a Ahok

Basuki Tjahaja Purnama, mais conhecido como “Ahok”, recebeu a sentença de dois anos de prisão por supostamente blasfemar contra o islã. O processo judicial teve apoio político, o que ilustra a crescente intolerância religiosa na Indonésia. Mas os grupos islâmicos não estão satisfeitos e disseram que vão lutar por uma sentença ainda mais severa. O juiz principal, Dwiarso Budi Santiarto, declarou a culpa de Ahok, dizendo: “Numa sociedade religiosa, o réu deve ter cuidado para não usar palavras com conotações negativas a respeito dos símbolos das religiões”. Outro juiz, Abdul Rosyad, acrescentou que “o réu não se sentia culpado e seu ato causou ansiedade e sofrimento aos muçulmanos”.

Como resultado, especialistas, ativistas de direitos humanos e partidários de Ahok, questionam a independência dos juízes. Ahok foi levado para uma prisão policial na periferia de Jacarta, porque muitos cidadãos permaneceram na frente do tribunal, gritando e exigindo sua libertação. A irmã do governador, Indra, disse que o único livro que ele levou consigo foi a Bíblia. “Ele adora ler a palavra, e sei que poderá orar sempre que quiser”, disse. Manifestações de solidariedade surgiram em todo o país, reunindo milhares de simpatizantes de várias origens religiosas que lamentavam “a morte da justiça”.

“O fenômeno só prova que Ahok, que é conhecido por exercer uma boa governança durante o seu mandato, não só pertence a Jacarta ou à comunidade cristã, mas a toda a Indonésia, independente de etnia ou religião”, observou um dos colaboradores da Portas Abertas. A solicitação para libertá-lo se espalhou pelas igrejas e instituições cristãs indonésias. Uma declaração que saiu no dia 10 de maio, dizia o seguinte: “O veredito dos juízes do Tribunal mostra preconceito em relação à aplicação da lei contra Ahok, que não teve a intenção de cometer blasfêmia contra o islã. Portanto, pedimos para que ele seja liberado e exonerado de todas as acusações e decisões judiciais”. Ore por Ahok e pelos demais cristãos perseguidos na Indonésia.

https://www.portasabertas.org.br/noticias/2017/05/mais-detalhes-sobre-a-prisao-de-ahok

Copenhague: Imam acusado de pedir assassinato de judeus

“Copenhague imam acusado de chamar para a morte de judeus”, BBC News , 11 de maio de 2017:

Um vídeo de um imã que parece pedir o assassinato de judeus em um sermão durante as orações de sexta-feira em uma mesquita de Copenhague causou indignação na Dinamarca.

Mundhir Abdallah foi denunciado à polícia depois de ser filmado citando em árabe um hadith – um ensinamento do Profeta Muhammad – considerado antissemita.

O hadith diz que o Dia do Juízo “não virá a menos que os muçulmanos lutem contra os judeus e os matem”.

Um líder da comunidade judaica disse que suas palavras eram uma ameaça “mal disfarçada”.

Vídeos do sermão foram postados no YouTube e Facebook pela Mesquita Al-Faruq no domingo, embora Abdallah teria dito, em 31 de março.

Uma parte do discurso de 30 minutos foi posteriormente traduzido pelo Instituto de Pesquisa de Mídia do Oriente Médio (Memri), com sede em Washington.

No vídeo, Abdallah é visto de pé na frente de uma bandeira negra com o Shahadah escrito sobre ele, semelhante àqueles usados ​​por grupos jihadistas como a Al-Qaeda.

Ele declara que em breve haverá um “califado” – um estado governado de acordo com a lei islâmica, ou Sharia – que vai ter jihad para unir a comunidade muçulmana e libertar a mesquita de Al-Aqsa em Jerusalém “da sujeira dos sionistas”.

Então, ele diz “as palavras do Profeta Muhammad serão cumpridas” e cita o hadith.

O líder da comunidade judaica Dan Rosenberg disse ao jornal Politiken: “Estamos preocupados que pessoas fracas e impressionáveis ​​possam perceber esse tipo de pregação como um claro apelo à violência e ao terror contra os judeus”.

O ministro da Imigração e Integração, Inger Stojberg, também expressou indignação.

“Isso é completamente absurdo, antidemocrático e terrível”, escreveu o político de centro-direita Venstre no Facebook ….

https://www.jihadwatch.org/2017/05/copenhagen-imam-accused-of-calling-for-murder-of-jews