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Toque de recolher até o dia 25 de dezembro

Esta declaração de fé faz parte das orações dos cristãos indianos, porém os líderes hindus afirmam o contrário e conspiram obrigar, por meio da lei, todos os convertidos ao cristianismo a reconverterem-se ao hinduísmo. “Conspiração planejada”, diz um jornalista respeitado.

Ignorando expressões particulares de exasperação de seu próprio líder político, os principais líderes do movimento fundamentalista hindu da Índia montaram uma campanha vigorosa para trazer cristãos convertidos de volta ao hinduísmo.

“Este é o nosso próprio país, o nosso rashtra hindu”, ou nação, disse Mohan Bhagwat, chefe do Rashtriya Swayasevak Sangh, uma organização nacional, que tem sido a fonte ideológica de vários grupos da Índia, dedicada a uma expressão nacionalista do hinduísmo. Bhagwat fez a declaração dia 20 de dezembro em Kolkata, a terceira maior cidade da Índia, durante a celebração do jubileu de ouro do Conselho Mundial Hindu, que afirma ter “reconvertido” várias centenas de milhares de cristãos e muçulmanos ao hinduísmo.

“Aqueles que haviam se desviado foram atraídos. Eles tinham sido roubados de nós”. O discurso exasperado de Bhagwat foi citado diversas vezes pela mídia de notícias indianas. “O ladrão está sendo capturado e nossa propriedade será recuperada” disse ele.

Sete dos 29 estados da Índia possuem leis que proíbem conversões religiosas forçadas. Aparentemente a intenção é fazer uso das leis para proteger os indivíduos de proselitismo indesejável, mas em vez disso, elas são “frequentemente utilizadas como pretexto para perturbar e interromper os serviços da igreja, bem como para assediar, espancar e acusar os cristãos e líderes cristãos” relatou à Portas Abertas, um dos líderes de uma instituição que apoia cristãos, que está sendo fortemente pressionada por ajudá-los.

“O que está acontecendo em todo o país é uma conspiração planejada. Eles (os nacionalistas hindus) querem criar uma atmosfera onde mais partidos apoiarão um projeto de lei nacional anti-conversão”, disse AJ Philip, um colunista que escreve para jornais diários do país.

Ore pelos cristãos na Índia!

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Mais um cristão é morto na Índia

Ele era ativo nos trabalhos da igreja, distribuía Bíblias e costumava exibir filmes sobre Jesus, inspirando muitas famílias à conversão.

Jeyram Khoskla* tem 23 anos e se converteu ao cristianismo alguns anos atrás. Certo dia, às 4h30 da manhã, 7 aldeões invadiram sua casa e o levaram embora. Jeyram nunca mais voltou. Seu corpo foi encontrado a uma distância aproximada de 4 quilômetros, com vários tiros, na vila de Bhitarkota, em Orissa, na Índia.

O incidente aconteceu em novembro. A esposa, Indu Khosla, terá que seguir em frente com seus 3 filhos. Ela conta que Jeyram era ativo nos trabalhos da igreja, distribuía Bíblias e costumava exibir filmes sobre Jesus. Cerca de 50 famílias da aldeia se converteram a Cristo inspiradas pelo seu trabalho evangelístico.

Segundo fontes locais, há tempos que ele estava sendo ameaçado pela vizinhança. Daqui para frente, sem o salário do marido, Indu terá que sustentar a família. Ela tem um emprego simples em uma escola da vila. Tanto a igreja quanto colaboradores da Portas Abertas estão apoiando-a nesse momento.

https://www.portasabertas.org.br/noticias/2016/12/mais-um-cristao-e-morto-na-india

Cristã indiana é atacada por extremistas islâmicos

Samari e seu filho compartilhavam o evangelho na pequena aldeia onde moravam; por se tratar de uma região onde há poucos cristãos, o ambiente era perigoso e hostil.

Recentemente, Samari Kasabi, uma cristã indiana de 55 anos foi atacada por extremistas islâmicos até a morte. Ela e seu filho Sukura compartilhavam o evangelho em sua aldeia. Por se tratar de uma região onde há poucos cristãos, o ambiente era perigoso e hostil.

Segundo fontes locais, os rebeldes estavam procurando o jovem Sukura, mas como ele não estava em casa, sua mãe foi arrastada para fora e atacada violentamente. Infelizmente ela não resistiu aos graves ferimentos.

Na aldeia, eles eram os únicos cristãos declarados. Outras três famílias que também estavam convertidas ao cristianismo decidiram voltar atrás da decisão por causa da perseguição severa que a igreja enfrenta no país.

https://www.portasabertas.org.br/noticias/2016/12/crista-indiana-e-atacada-por-extremistas-islamicos

A cada sete segundos uma menina é forçada a se casar

A cada sete segundos uma menina com menos de 15 de idade se casa no mundo, aponta um relatório divulgado pela ONG Save the Children nesta terça-feira (11/10), Dia Internacional da Menina. Crianças de até dez anos são forçadas a se casar, frequentemente com homens mais velhos, em países como Afeganistão, Iêmen, Índia e Somália.

A ONG afirma que o casamento infantil não apenas priva as jovens de educação e oportunidades, mas também aumenta o risco de morte ou danos no parto se elas têm filhos antes de que seu corpo esteja preparado.

“O casamento infantil dá início a um ciclo de desvantagens que nega às meninas os direitos mais básicos de aprender, se desenvolver e ser criança”, afirma a presidente da Save the Children International, Helle Thorning-Schmidt.

“Meninas que se casam cedo demais frequentemente não podem ir à escola e estão mais propensas a sofrer violência doméstica, abuso e estupro. Elas engravidam e são expostas a doenças sexualmente transmissíveis, incluindo o HIV”, alerta.

O relatório “Até a última menina. Livres para viver, livres para aprender, livres de perigo” apresenta um ranking com 144 países, classificando-os do melhor para o pior para as garotas com base no casamento infantil, na educação, na gravidez na adolescência, na mortalidade materna e no número de legisladoras mulheres.

Níger, Chade, República Centro-Africana, Mali e Somália aparecem nos últimos lugares do ranking. O país mais bem classificado é a Suécia, seguida por Finlândia, Noruega, Holanda e Bélgica.

O Brasil aparece em 102º, com o relatório chamando a atenção que o país, apesar de ter a renda per capita média-alta, apresenta altos níveis de gravidez na adolescência e casamentos de crianças. O Brasil, destaca o relatório, está apenas três posições acima do Haiti, por exemplo.

Pesquisadores afirmam que conflitos, pobreza e crises humanitárias são fatores que deixam meninas expostas ao casamento precoce. O Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) estima que o número de mulheres que se casam antes dos 18 anos passe dos 700 milhões atuais para cerca de 950 milhões em 2030.

Cristãs indianas são agredidas pelos próprios vizinhos

O nível de perseguição religiosa está cada vez mais alto; assim como Meena e Sunita, muitos outros cristãos indianos passam por dificuldades e enfrentam preconceito por parte da sociedade

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No começo desse ano, duas irmãs cristãs indianas, Meena* e Sunita*, foram violentadas por seguirem a Cristo e quase não sobreviveram. Na vila onde elas moravam, eram proibidas por outras mulheres até mesmo de tirar água do poço. Depois do ataque, as duas foram à delegacia registrar o incidente, em busca de proteção da polícia. Como de costume na Índia, nesses casos, os policiais enviam agentes às aldeias para tentar uma reconciliação entre os moradores.

Os agressores recebem uma advertência e são punidos, caso continuem a perseguir os cristãos. Por outro lado, os cristãos agredidos são convencidos a retirar a queixa. Apesar de tudo isso ter sido feito no caso de Meena e Sunita, os vizinhos continuaram a tratá-las de forma agressiva, dificultando cada vez mais suas vidas. As irmãs tiveram que deixar a vila e, atualmente, estão morando na casa de um líder cristão. Parceiros da Portas Abertas providenciaram um advogado para ajudá-las nesse caso. Elas também receberam tratamento médico e estão sendo auxiliadas para abrir um pequeno comércio para que tenham uma renda e sustento próprio.

 

Assim como Meena e Sunita, muitos outros cristãos indianos passam por dificuldades e enfrentam preconceito por parte da sociedade. Na Índia, 17º país na Classificação da Perseguição Religiosa 2016, o nível de perseguição está cada vez mais alto. Colaboradores da Portas Abertas realizam vários projetos por lá, como distribuição de Bíblias e literatura cristã, treinamentos, assistência médica e jurídica, entre outras formas de ajuda. Para saber mais sobre esses projetos e também fazer parte deles, conheça a Campanha Encoraje Cristãos da Índia. Você também pode ajudar nossos irmãos indianos orando por eles.

 *Nomes alterados por motivos de segurança.

Leia mais
#EspecialÍndia: Incidentes anticristãos atingiram um nível alarmante
#EspecialÍndia: Extremistas hindus querem combater o cristianismo

https://www.portasabertas.org.br/noticias/2016/09/cristas-indianas-saoagredidas-pelos-proprios-vizinhos

Desde 622 d.C, islã massacrou mais de 669 milhões de não-muçulmanos

Na verdade, nenhuma ideologia tem sido tão genocida como islâ…

Pelos números totais, nós atualizamos mais de 80 milhões de cristãos mortos por muçulmanos em 500 anos nos Estados dos Balcãs, Hungria, Ucrânia e Rússia.

Então, nós temos Índia. O número estimativo oficial de abates muçulmanos de hindus é de 80 milhões. No entanto, o historiador muçulmano Firistha (b. 1570) escreveu (em qualquer Tarikh-i Firishta ou o Gulshan-i Ibrahim), que os muçulmanos abateram mais de 400 milhões de hindus até o pico da lei islâmica na Índia, reduzindo a população hindu de 600 milhões para 200 milhões na época.

Com estas novas adições ao genocídio muçulmano de não-muçulmanos desde o nascimento de Mohammed seriam mais de 669 milhões assassinatos.

Fonte: Israel Islam and End Times 

Índia apresenta pelo menos 177 casos de perseguição contra cristãos, diz relatório em 2015

O relatório dos Irmãos Evangélicos da Índia disse que ao menos 177 casos de perseguição a cristãos foram registrados no último ano.

Segundo o documento, a maior incidência foi a violência física (68), com paradas durante o culto da igreja (18) e igrejas queimadas (18), prisões de pastores e irmãos cristãos (18) e estupros (3) também acontecem várias vezes.

Um caso de estupro envolveu uma freira no convento dela.

Dado que o governo indiano só registra casos de vitimização religiosa quando a polícia formalmente os arquiva, parece que muito mais casos de perseguição aos cristãos ocorreram em 2015 do que esses.

Os cristãos constituem cerca de 2,3% da população da Índia, igualando mais de 25 milhões de pessoas.

A perseguição dos crentes ocorre apesar da liberdade de religião ser considerada na Constituição da Índia, e o país ser uma parte em diversas declarações garantidas da liberdade de crença

Em 201,5 a vitimização foi pior para cristãos no estado central de Madhya Pradesh e Chhattisgarh, e no norte do estado de Uttar Pradesh.

Os muçulmanos também têm registrado níveis significativos de perseguição na Índia, de acordo com a EFI.

O relatório diz que em seis estados indianos a conversão para o Cristianismo ou Islamismo é proibido.

Fonte:  Premier

Risco de guerra entre Índia e Paquistão prejudica cristãos

A situação pode ficar ainda mais precária se os ataques continuarem.

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A base aérea da Índia foi atacada por forças afegãs, mas os membros do comando resistiram às forças de segurança do país. Ao mesmo tempo, o exército teve que combater um grupo que, aparentemente, era integrado por paquistaneses, que tentavam invadir o consulado. Os dois ataques aconteceram dez dias depois de uma visita do premiê indiano, Narendra Modi, ao Afeganistão, onde um atentado suicida perto do aeroporto de Cabul, no mesmo dia, destacou novamente a situação de insegurança no país.

Os especialistas assinalaram o risco de uma guerra entre a Índia e o Paquistão através da ação dos talibãs. Em 25 de dezembro, os chefes de governo do Paquistão e da Índia se reuniram em Islamabad. Esta foi a primeira vez em 10 anos que um premier indiano viajou ao Paquistão. Desde a independência da Grã-Bretanha em 1947, Índia e Paquistão já travaram três guerras pelo controle da Caxemira, um território do Himalaia que ambos ocupam em parte e que reivindicam em sua totalidade. Um desses conflitos já custou a vida de cerca de 100 mil pessoas.

Levando em conta que a situação para os cristãos na Índia já não é nada fácil, já que o governo tem negado emprego, educação e moradia para eles, alegando que entre os dalits não deve existir nenhum cristão, esses ataques só colaboram para uma condição de vida ainda mais precária. “A disposição do governo de beneficiar os hindus dalits, por um lado, e a recusa de auxílio para dalits cristãos e muçulmanos, por outro lado, é a violação de um direito fundamental de igualdade perante a lei garantida no âmbito da Constituição”, conclui o líder cristão Kumar Swamy, secretário nacional do All India Christian Council. Ore pelos cristãos indianos para que tenham sua fé renovada nesse momento tão complicado que estão vivendo.

 

Engenheiro indiano sequestra e estupra amiga por cinco dias para fazê-la se converter ao Islã

O engenheiro Syen Emad Hasan, de 30 anos, pediu uma amiga em casamento, mas ela rejeitou o pedido alegando que sua família não permitiria a união por questões religiosas. O indiano, no entanto, não se conformou com a resposta e passou a persegui-la. Os dois trabalhavam juntos numa empresa de tecnologia. Mesmo após a jovem (que não teve sua identidade revelada) ter deixado o trabalho, Hasan mandava mensagens pelas redes sociais para ela, sempre com ameaças.

Cansada da situação, a mulher o procurou para pedir que ele parasse de importuná-la. De acordo com o “Daily Mail”, Hasan aproveitou a ocasião para sequestrar a moça e, durante cinco dias, ele a estuprou diversas vezes. Segundo o inspetor Ravinder, que cuida do caso, o homem dizia que só ia parar com as agressões quando a jovem de 27 anos concordasse em casar com ele e se converter ao Islã. Ele ameaçava colocar fogo no corpo da vítima a todo momento.

Hasan pegou o telefone da mulher, as senhas das redes sociais dela e passou a usar tudo como se fosse ela. Após os dias de tortura, a jovem aproveitou o descuido do agressor e conseguiu enviar um pedido de socorro para uma amiga, que entrou em contato com a família dela e com as autoridades. Os policiais encontraram a vítima presa dentro de um banheiro, com diversos machucados na cabeça e no rosto. Antes de ser preso, o engenheiro alegou que ele e a vítima eram namorados. No celular e laptop dele, a polícia encontrou diversas fotos da moça. O caso aconteceu em Haiderabade, na Índia

Leia mais: http://extra.globo.com/noticias/mundo/engenheiro-indiano-sequestra-estupra-amiga-por-cinco-dias-para-faze-la-se-converter-ao-isla-18370340.html#ixzz3vZbR8RvP

Palestinos, e não os israelenses, precisam do evangelho da Paz

  • Os líderes palestinos, incluindo a Autoridade Palestina, têm feito muito para fomentar a violência e pouco fizeram para pará-la. Podem referir-se a paz e coexistência em algumas ocasiões diplomáticas, mas eles pregam e praticam o ódio contínuo e a violência contra Israel e os judeus.
  • Teria sido mais útil se o presidente Mukherjee tivesse sublinhado o seu evangelho da paz nos territórios palestinos, não em Israel. Desde a sua criação em 1948, Israel acreditou em coexistência pacífica com a Palestina. As ofertas sucessivas de paz de Jerusalém sempre apoiaram esta política.
  • Em contraste, não só a liderança palestina nunca acreditou em co-existência pacífica, mas tem constantemente feito espetáculo de incitamento racista, e muitas vezes usa a violência, para tentar eliminar Israel.

Após uma recepção no palácio presidencial em Israel em meados de outubro, o presidente da Índia, Pranab Mukherjee, disse: “Estamos muito tristes com a recente violência [na região]. A Índia condena todas as formas de terrorismo. Temos sempre defendido uma solução pacífica.. de todas as disputas. ” Mais tarde, o presidente disse ao líder da Oposição em Israel, Isaac Herzog: “A violência não é uma solução para qualquer crise. A violência atinge nada além de mais violência. Nós, na Índia acreditamos em um princípio de viver e deixar viver.” Que grandes novas ideias!

Por que, no entanto, que o Presidente Mukherjee disse isso apenas em Israel? Aparentemente, ele permaneceu completamente em silêncio sobre a questão do terrorismo, quando visitou a Autoridade Palestina (AP) um dia ou dois antes. Em Ramallah, ele só reafirmou a posição da Índia que Nova Délhi continua comprometida com a causa palestina, e apoiou uma solução pacífica para o conflito israelo-palestino.

Teria sido mais útil se o presidente Mukherjee tivesse sublinhado o seu evangelho da paz nos territórios palestinos, não em Israel. Desde a sua criação em 1948, Israel acreditou em coexistência pacífica com a Palestina. As ofertas sucessivas de paz de Jerusalém sempre apoiaram esta política. Durante a visita do presidente Mukherjee a Israel, seu primeiro-ministro, Benjamin Netanyahu, disse que “Israel quer a paz, eu quero a paz. Estou interessado em iniciar negociações imediatamente, sem pré-condições. Para que isso aconteça, os incidentes terroristas terão que parar e os palestinos terão de reconhecer o Estado de Israel. “

Em contraste, não só tem a liderança palestina nunca acreditado em co-existência pacífica, mas tem constantemente feito o espetáculo de incitamento racista, e muitas vezes a violência, para tentar eliminar Israel. Era, de fato, para conter esta violência que Israel foi forçado a construir uma barreira defensiva, para evitar mais ataques com sucesso.

A liderança palestina, incluindo a Autoridade Palestina, pode se referir a paz e coexistência em algumas ocasiões diplomáticas, mas eles pregam e praticam o ódio contínuo e a violência contra israelenses e judeus. Os líderes palestinos têm feito muito para fomentar essa violência, mas pouco para pará-la. Eles, ao contrário, dizem coisas que pioram a situação. Em 16 de Setembro, o presidente da Autoridade Palestina, Mahmoud Abbas, disse: “Cada gota de sangue derramado em Jerusalém é puro, cada shaheed [mártir] irá alcançar o Paraíso, e cada pessoa ferida será recompensado por Deus.”

Em 13 de outubro, durante um discurso transmitido ao vivo pela TV palestina, Abbas acusou Israel de “atacar lugares sagrados”. Ele disse que a “rejeição” da paz por Israel e a contínua construção de assentamentos judeus na Cisjordânia eram culpados pela atual onda de violência. Palestinos “não vão concordar com a continuação da situação em nossas terras …” Al-Aqsa [no Monte do Templo que é sagrado para os judeus também, como a localização dos dois templos judaicos destruídos] é nosso direito como palestinos e como muçulmanos e ninguém mais tem o direito lá. “Os palestinos não iriam concordar com qualquer alteração no status quo em Al-Aqsa no Monte do Templo, mas os israelenses nunca tinham proposto.

Em seu recente discurso perante a Assembleia Geral das Nações Unidas, de forma fraudulenta Abbas disse:

“Enquanto Israel se recusa a se comprometer com os acordos (Acordos de Oslo -1993), assinado com a gente, que nos tornam uma autoridade sem poderes reais, e desde que Israel se recusa a cessar atividades de assentamento e  liberar o quarto grupo de prisioneiros palestinos em conformidade com os nossos acordos, eles não deixam outra opção senão a insistir que não continuarão a ser os únicos comprometidos com a implementação destes acordos, enquanto Israel violá-los continuamente. ” Durante o mesmo discurso, Abbas acusou Israel de exacerbar as tensões sobre o Monte do Templo, citando “incursões de grupos israelenses extremistas na mesquita de Al-Aqsa.”

A liderança palestina pode referir-se à paz e à co-existência, em algumas ocasiões diplomáticas, mas eles pregam e praticam o ódio contínuo e a violência contra os israelitas e os judeus.

Os palestinos equivocados, inspirados pelo ISIS e armados com facas e bombas incendiárias, estão seguindo eles. Eles estão em uma matança.

Em 15 de outubro, de 2015, manifestantes palestinos na cidade de Nablus atearam fogo – de novo – em um local sagrado, a Tumba de José. O túmulo é considerado por judeus por abrigar os restos mortais de José, o filho do patriarca bíblico Jacó. Este túmulo também tinha sido previamente incendiado e saqueado em 2000. À medida que o conflito na região passa de mal a pior, a organização terrorista Hamas está declarando ainda um outro “dia de fúria” contra Israel.

De acordo com um relatório recente, a nova onda de ataques terroristas palestinos em todo Israel, especialmente em Jerusalém, também tem sido o trabalho do Hamas e do Movimento Islâmico em Israel. O Hamas está alimentando a violência na Cisjordânia, enquanto tenta manter uma tampa sobre a violência em Gaza.

O relatório cita a agência de segurança interna de Israel, o Shin Bet, como dizendo que o chefe da Autoridade Palestina, Abbas, não está incentivando ativamente o terrorismo. Ele  “mesmo instrui suas forças de segurança para impedir ataques terroristas, tanto quanto possível.” No entanto, os membros do partido Fatah liderado pelo Abbas – incluindo os chamados moderados – têm vindo a apoiar ativamente os terroristas. Altos funcionários da AP e da OLP “são parte da campanha de incitação”, de acordo com o Shin Bet. O próprio partido Fatah, de Abbas glorifica a violência e elogia aqueles que praticam violência contra os israelenses. O Fatah também distribuiu folhetos que honram os terroristas que incluem fotos de Abbas, assim como o falecido líder palestino Yasser Arafat.

É a Palestina, não Israel, que precisa do evangelho da paz, Sr. Presidente.

por Jagdish N. Singh

Tradução: Andréa Fernandes

Jagdish N. Singh é um jornalista indiano sênior com sede em Nova Delhi, na Índia.

http://www.gatestoneinstitute.org/6796/palestinians-israelis-peace

Lutando pelos cristãos e minorias perseguidos